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Sintra: Plano de Resiliência e Recuperação em debate no Conselho Estratégico Empresarial

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A Câmara Municipal de Sintra realizou esta quinta-feira o Conselho Estratégico Empresarial, onde a reprogramação do PRR – Plano de Resiliência e Recuperação foi o ponto central do debate.

António Pires de Lima, presidente do Conselho Estratégico Empresarial, deu início à sessão começando por dizer que o PRR é o maior instrumento da União Europeia fundamental para a recuperação da economia.

Este Conselho Estratégico, que se realizou no Centro Cultural Olga Cadaval, teve como convidada a ministra da presidência, Mariana Vieira da Silva, que tutela a pasta dos fundos europeus e apresentou o ponto de situação do PRR e a sua reprogramação. O objetivo desta reprogramação é dar resposta ao incremento de custos provocado pela atual conjuntura económica e aumentar a ambição de medidas já em curso.

Além da apresentação do PRR e da sua reprogramação, a ministra da presidência aproveitou o momento para felicitar a Câmara de Sintra, que considera um dos melhores exemplos da estreita relação entre governo e autarquias locais. “Sintra é uma das autarquias que melhor representa esta dinâmica entre poder central e local”, disse.

Durante a reunião foi apresentada pelo presidente da autarquia, Basílio Horta, a caracterização socioeconómica atual de Sintra, com referência a indicadores que permitem medir o potencial do concelho. Neste sentido, verificou-se que Sintra mantêm o segundo lugar como município mais populoso do país, com cerca de 388 mil habitantes, apresentando uma evolução positiva.

Quanto à classificação etária da população, Sintra destaca-se pela juventude, sendo o segundo município do país no setor etário abaixo dos 25 anos, com um total de 103 mil habitantes (57.941 munícipes com menos de 15 anos e 45.544 com idades entre os 15 e os 24 anos).

Em 2020/2021, Sintra apresenta-se, juntamente com o Porto, como o segundo Município de Portugal com mais estabelecimentos de ensino (total de 233, tendo Sintra um maior n.º de estabelecimentos de ensino não superior).

Sendo um concelho com uma população tão jovem e para fazer face às evidentes lacunas de Sintra ao nível da oferta no Ensino Superior o autarca salientou que “a Câmara de Sintra desenvolveu diligências junto de várias entidades, que resultaram na instalação da Faculdade de Medicina no “Campus de Sintra”, em São Marcos, pela Universidade Católica, já com atividade iniciada e a instalação da Escola de Ciências e Tecnologias Digitais Aplicadas ISCTE-SINTRA”.

Quanto à taxa de desemprego, Basílio Horta, referiu que “no final de 2022, a taxa de desemprego estimada em Sintra foi de 5,0%, o que representou um decréscimo de menos 19,4% em relação ao ano anterior, mantendo-se assim uma tendência de descida desde janeiro do presente ano”.

A nível de preço por habitação, no contexto dos últimos 5 anos, a evolução do preço por m2 em Sintra é de 106,6%, sendo consideravelmente superior à evolução média verificada em Portugal Continental (59,9%). Perante estes dados, Basílio Horta mencionou os esforços que a autarquia tem feito nesta área, “um investimento superior a 18,5 milhões de euros centrado na habitação, na emergência social, no apoio a famílias e grupos vulneráveis e no fortalecimento das instituições de setores sociais e a Estratégia Local de Habitação que tem um orçamento global previsto de 179 milhões de euros e reflete no orçamento municipal 6,1 milhões de euros”.

Para terminar esta apresentação Basílio Horta indicou os valores que a autarquia tem recebido de fundos comunitários que têm contribuído para o desenvolvimento económico do concelho.

Em setembro de 2023, Sintra apresenta um total de comparticipações de 32,8 milhões de euros, para um total de investimentos de 47,6 milhões de euros.

No âmbito do PORLISBOA 2020 e na comparação com os restantes Municípios da Área Metropolitana de Lisboa, Sintra apresenta-se como o maior beneficiário, quer no valor de despesas elegíveis, quer no valor de fundos aprovados.

Sintra tem, à data, candidaturas aprovadas que englobam um total de investimentos de 27 milhões de euros. Destas, destaca-se a área social (que engloba um investimento superior a 13,9 milhões de euros) e da saúde (com um investimento superior a 8,5 milhões de euros).

O Conselho Estratégico Empresarial de Sintra funciona como um interlocutor privilegiado entre empresários e investidores de dimensão nacional e local estando focado em melhorar as condições e oportunidades de negócio e investimento em Sintra que dinamizem a economia e promovam o emprego. Este conselho integra empresários, associações empresariais e entidades sindicais.

Foto: CMS.

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Cônsul-Geral Adjunta de Portugal no Rio de Janeiro recebe “Título de Cidadã Carioca” pelo “reforço das relações entre Portugal e a cidade maravilhosa

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A Cônsul-Geral Adjunta de Portugal no Rio de Janeiro, Ana Rita Ferreira, foi distinguida com o “Título de Cidadã Honorária do Município do Rio de Janeiro”, numa cerimónia realizada no Palácio de São Clemente, sede do Consulado-Geral de Portugal na cidade maravilhosa e residência oficial da cônsul-geral portuguesa na cidade, por iniciativa da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, através da iniciativa promovida pelo vereador e primeiro-secretário da Mesa Diretora da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Rafael Aloisio Freitas, em reconhecimento pelo “contributo da diplomata para o fortalecimento das relações entre Portugal, o Brasil e a cidade do Rio de Janeiro”.

A sessão solene, decorrida na passada quarta-feira, 8 de julho, foi presidida pela Cônsul-Geral de Portugal no Rio de Janeiro, embaixadora Joana Gaspar, reunindo representantes do corpo diplomático, autoridades civis, dirigentes associativos, presidentes de Casas Portuguesas, empresários e diversas personalidades ligadas à comunidade luso-brasileira.

Segundo apurámos, a distinção reconhece o “percurso diplomático” de Ana Rita Ferreira e o “trabalho desenvolvido ao longo da sua missão no Rio de Janeiro, marcado pelo reforço da cooperação institucional entre Portugal e o Brasil, pela promoção das relações culturais e pelo acompanhamento permanente da comunidade portuguesa residente na região”.

Esta homenagem foi proposta pelo vereador Rafael Aloisio Freitas, cuja intervenção destacou precisamente o empenho de Ana Rita Ferreira na “criação de pontes de diálogo e cooperação entre os dois lados do Atlântico” e na “consolidação dos laços históricos que unem Portugal e o Rio de Janeiro”.

O processo contou também com a colaboração de Gilberto Moreira Júnior, assessor do vereador, que participou na preparação e desenvolvimento da proposta apresentada à Câmara Municipal.

A atribuição do “Título de Cidadã Honorária do Município do Rio de Janeiro” constitui “uma das mais relevantes distinções concedidas pela autarquia carioca” e simboliza o “reconhecimento oficial da cidade às personalidades que, mesmo não sendo naturais do Rio de Janeiro, prestam contributos relevantes para o seu desenvolvimento institucional, cultural e internacional”.

Num ambiente marcado pela emoção e pelo reconhecimento público, a cerimónia reforçou ainda a profunda ligação histórica entre Portugal e o Rio de Janeiro, celebrando o legado de diálogo, amizade e cooperação que Ana Rita Ferreira ajudou a consolidar durante o exercício das suas funções diplomáticas.

Ígor Lopes

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“Encceja Exterior 2026”: Inscrições para exame de certificação de brasileiros residentes no estrangeiro decorrem entre 3 e 14 de agosto

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O Governo do Brasil publicou o edital do “Encceja Exterior 2026”, oficialmente conhecido como Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos, uma prova gratuita e de participação voluntária destinada a jovens e adultos brasileiros residentes no estrangeiro que não concluíram o ensino fundamental ou o ensino médio na idade regular mas que pretendam obter certificação escolar correspondente ao ensino fundamental ou ao ensino médio. As inscrições decorrem entre 3 e 14 de agosto de 2026, estando a realização das provas marcada para 22 de novembro de 2026, anunciou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).

Para concorrer ao certificado do ensino fundamental, os candidatos deverão ter 15 anos completos na data da realização da prova; para o ensino médio, a idade mínima exigida é de 18 anos, em conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei n.º 9.394/1996). A inscrição exige ainda a existência de um número de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) válido.

As provas realizam-se num único dia, distribuídas pelos períodos da manhã e da tarde, sendo compostas por quatro provas objetivas, com 30 questões de escolha múltipla cada, e por uma prova de redação.

No caso do ensino fundamental, são avaliadas as áreas de Ciências Naturais, Matemática, Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes, Educação Física e Redação, bem como História e Geografia.

Já para os candidatos ao ensino médio, o exame incide sobre Ciências da Natureza e as suas Tecnologias (Química, Física e Biologia), Matemática e as suas Tecnologias, Linguagens, Códigos e as suas Tecnologias e Redação (Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes e Educação Física) e Ciências Humanas e as suas Tecnologias (História, Geografia, Filosofia e Sociologia).

O INEP recomenda aos interessados a consulta integral do edital, disponível através do site institucional oficial das provas, onde constam todas as regras de participação, os procedimentos de inscrição e as condições para obtenção da certificação escolar.

Ígor Lopes

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CTTexpress com mais 64% de entregas fora de casa na península ibérica

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A CTTexpress, marca ibérica de logística de comércio eletrónico do Grupo CTT, registou um aumento de 64% nas entregas fora de casa (OOH) na Península Ibérica no primeiro semestre deste ano, face ao período homólogo de 2025.

No total, foram realizados mais de 4,8 milhões de envios para pontos de proximidade e cacifos nos primeiros seis meses do ano, refletindo a rápida expansão deste modelo de entrega.

Em Portugal, este hábito dos consumidores está em consolidação, com um aumento de 17%, suportado por esta rede altamente capilar e próxima do cliente. Já em Espanha, o crescimento acelerou fortemente, registando um aumento de 142% até junho face ao mesmo período de 2025.

Esta evolução acompanha uma mudança clara no comportamento dos consumidores, que passam a privilegiar soluções que lhes dão maior conveniência e controlo sobre a entrega.

As opções fora do domicílio – como pontos de recolha, cacifos ou entrega no local de trabalho – estão a ganhar peso e a afirmar-se como um elemento central da experiência de e-commerce, permitindo aos utilizadores escolher quando e onde recebem ou enviam as suas encomendas. Também os operadores de comércio eletrónico têm proposto cada vez mais estas soluções de entrega aos seus clientes. A combinação de conveniência para os consumidores e eficiência operacional tem contribuído para uma maior adoção deste modelo, acompanhando o crescimento do e-commerce e a transformação da logística na última milha.

“A rede de pontos de recolha e cacifos deixou de ser uma alternativa e passou a ser uma infraestrutura crítica do e-commerce. Sem capilaridade e densidade de rede, não é possível responder à escala atual do mercado nem às expectativas de conveniência dos consumidores. A CTTexpress, continuamos a reforçar esta rede para garantir proximidade e flexibilidade”, diz Alfonso Pastor, Diretor de Produto da CTTexpress.

O crescimento do OOH surge num contexto de forte dinamismo do comércio eletrónico. Segundo o Barómetro de e-commerce de março da CTTexpress para o mercado português, 85,1% dos operadores reportaram crescimento das vendas online em 2025, e 83% esperam que essa tendência se mantenha em 2026, consolidando o peso do digital no retalho.

De acordo com o mesmo estudo, as entregas fora de casa são as que apresentam maior potencial de crescimento futuro, acompanhadas por uma mudança nos critérios de escolha dos consumidores, que valorizam sobretudo gratuidade, velocidade e previsibilidade.

Neste contexto, a entrega deixa de ser apenas uma questão de rapidez e passa a ser uma questão de controlo, com os consumidores a procurarem soluções mais flexíveis e adaptadas ao seu dia a dia.

Acompanhando as preferências do consumidor, a CTTexpress conta atualmente com uma rede de mais de 20 mil pontos de recolha na Península Ibérica, assegurando uma solução de proximidade para envio, levantamento e devolução de encomendas expresso.

Esta rede ganha também relevância no segmento de ‘Consumidor para Consumidor’ (C2C), associado à venda entre particulares, onde facilitação, proximidade e simplicidade são determinantes.

A empresa mantém a aposta no reforço de uma das redes mais densas da Península Ibérica, posicionando-se num mercado onde a conveniência, a proximidade e a experiência do utilizador são cada vez mais decisivas.

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