Atualidade
O que vão os Portugueses comprar na Black Friday?
KuantoKusta faz a antevisão da peak season e responde: Smartphones, tv’s, frigoríficos e portáteis no topo das pesquisas dos consumidores
Os produtos de tecnologia e eletrodomésticos continuam a liderar a lista de preferências dos consumidores portugueses e vão dominar as compras da próxima Black Friday, com destaque para os smartphones (21,5%), TV’s (11%), frigoríficos (7,3%) e portáteis (6,1%), revela uma análise do KuantoKusta aos produtos mais procurados pelos portugueses entre 1 de janeiro e 31 de outubro.
Os telemóveis voltam à dianteira das preferências dos consumidores portugueses, depois de um ano marcado pela corrida aos computadores para fazer face às necessidades de um dia a dia mais digital – os portáteis foram a categoria mais procurada em 2021, com uma quota de 12,1%.
Top categorias mais procuradas em 2022 (até 31 de outubro):
Smartphones (21,5%)
TVs LED-LCD (11%)
Frigoríficos (7,3%)
Portáteis (6,1%)
Smartwaches (5,9%)
Máquinas de lavar louça (4,5%)
Monitores para PC (4,1%)
Máquina de lavar roupa (4%)
Tablets (3,6%)
Fornos (3,4%)
Placas de fogão (3,2%)
Auriculares (3%)
Exaustores (3%)
Tapetes (2,8%)
Ração para cão (2,5%).
Segundo a mesma análise, do maior comparador de preços em Portugal, a tecnologia domina as pesquisas dos consumidores mais jovens (18-24), com os smartphones, portáteis e monitores a ocupar o pódio.
Já na faixa dos 35 aos 44 anos, os eletrodomésticos disputam a atenção dos utilizadores. Os frigoríficos, máquinas de lavar loiça, pequenos eletrodomésticos e artigos de casa e decoração também têm maior expressão nos consumidores das faixas etárias mais avançadas.
Entre 17 e 27 de outubro, verificou-se um aumento de mais de 20% nas visitas ao site do KuantoKusta, o que comprova “o crescente cuidado em fazer compras informadas e ao melhor preço, mesmo antes das promoções desta época arrancarem”, explica Ricardo Pereira, diretor de marketing do KuantoKusta.
“A peak season já está a decorrer, ainda que numa fase inicial. Tal como nos últimos dois anos, a tendência é de diluição da procura ao longo do mês de novembro, sendo que já não temos apenas um dia de Black Friday, mas um Black November.”, revela o mesmo responsável.
PLAYSTATION 5 é o artigo mais cobiçado e o mais difícil de comprar
No top de produtos mais desejados pelos consumidores, a Playstation 5 ocupa o primeiro lugar, apesar de esgotada nos principais lojistas.
Desde o lançamento da consola da SONY, em 2020, não houve stock para responder à quantidade de encomendas e a escassez e inflação de preços que daí resultou, mantém-se até hoje.
Top de produtos mais procurados em 2022 (até 31 de outubro):
Sony PlayStation 5 825GB SSD
TV Silver 32″ LE-495523 LED HD
Xiaomi Fritadeira Mi Smart Air Fryer MAF02 – 3.5L
Xiaomi Mi Box S Android TV
Samsung Galaxy A53 5G 6.46″ Dual SIM 6GB/128GB Black
Apple iPhone 13 128GB Midnight (Desbloqueado)
Electronia Fritadeira AF-89
TV Xiaomi 55″ Mi TV P1 LED Smart TV 4K
TV Xiaomi 32″ Mi TV P1 LED Smart TV HD
Xiaomi Redmi Note 11 Pro 5G 6.67″ Dual SIM 6GB/128GB Graphite Grey
TV LG 55″ C14 OLED Smart TV 4K
Samsung Galaxy A52s 5G 6.5″ Dual SIM 6GB/128GB Awesome Black
iPhone 13 5G 6.1″ 128GB Midnight
Xiaomi Mi TV Stick
TV Xiaomi 43″ Mi TV P1 LED Smart TV 4K
Segundo o KuantoKusta, para além dos artigos tecnológicos que lideram as pesquisas dos consumidores – nomeadamente, telemóveis e televisores -, os produtos de uso recorrente surgem com cada vez mais destaque, o que reflete novos hábitos de consumo adquiridos durante o período pandémica e a crescente preocupação com os preços, resultante do aumento da inflação e do custo de vida.
Foto: DR.
Atualidade
Cascais Fest está a chegar, para promover a Paz, com o DJ Padre Guilherme como surpresa da noite
No dia 19 de setembro, a Praia de Carcavelos recebe a primeira edição do Cascais Fest, um festival promovido pelo Município de Cascais que este ano tem como mote: a Paz. O Festival é gratuito, mas tem uma lotação limitada. Não perca a oportunidade e garanta já as suas entradas. Quem tem cartão Viver Cascais (acessível a quem vive, trabalha ou estuda no Concelho), terá acesso um espaço exclusivo em frente ao palco.
Os bilhetes podem ser obtidos online, através da MEO Blueticket, ou presencialmente nas Lojas Cascais, no Cascais Visitor Center e nos locais habituais: FNAC, Worten, El Corte Inglés, Turismo de Lisboa e Cascais, Lojas MEO, WOOK, Palko, Rede PagaAqui, ACP e Time Out.
Num ano em que Cascais assume o título de Capital Europeia da Democracia, o evento destaca valores como a inclusão, o respeito, a convivência e a comunidade, reforçando o papel da cultura como espaço de encontro e de construção coletiva.
Além da atuação do Padre Guilherme (Padre DJ), que ganhou projeção internacional após a sua atuação na Jornada Mundial da Juventude, em Lisboa, a noite contará também com HMB, Gospel Collective e DJ Disi, garantindo um ambiente vibrante, diverso e aberto a todas as gerações.
Cultura ao serviço da comunidade
Para Nuno Piteira Lopes, Presidente da Câmara Municipal de Cascais, o festival nasce da vontade de criar “um momento único e acessível a todos, onde uma causa universal ganha expressão através da música, da participação e da cidadania”, promovendo uma comunidade mais participativa, inclusiva e com maior qualidade de vida.
Com acesso livre e uma área especial destinada aos titulares do Cartão Viver Cascais, o Cascais Fest Pela Paz afirma-se como um evento de referência no concelho, fazendo da Praia de Carcavelos um palco de encontro, partilha e celebração de um valor que une todas as pessoas: a Paz.
Entrada gratuita — bilhete obrigatório
A entrada no Cascais Fest Pela Paz é gratuita, mas exige a aquisição prévia de bilhete, limitada à lotação do recinto.
Mais informações em https://www.cascais.pt/
Atualidade
Festival literário brasileiro reuniu em palco Mia Couto, Míriam Leitão e Jamil Chade
Setenta anos depois da sua publicação, a obra “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa, continua a atravessar leitores, territórios e gerações. Na noite de sábado, 29 de agosto, o escritor Mia Couto e a jornalista Míriam Leitão reuniram-se no “4º Fliparacatu”, que decorreu em Minas Gerais, no Brasil, entre 26 e 30 de agosto, para celebrar a permanência da obra de João Guimarães Rosa e refletir sobre a sua força literária e humana. Em diálogo com o tema desta edição, “Sertão em Nós: Meu lugar no mundo”, a conversa passou pela “relação entre território e identidade, pela linguagem como forma de compreender o outro e pela travessia como experiência que transforma quem a percorre”.
Mediado por Jamil Chade, o encontro “Grande Sertão: Veredas – 70 anos: A Travessia Continua” também aproximou os dois patronos desta edição: Guimarães Rosa, celebrado pela sua obra, e Milton Santos, cuja reflexão sobre território ajuda a engrandecer as reflexões que o romance ainda provoca. Entre a experiência concreta do sertão, a invenção de uma linguagem rosiana e os desafios do mundo contemporâneo, os convidados discutiram como a literatura pode ensinar a olhar para um lugar e, a partir dele, compreender melhor a si mesmo.
A relação de Míriam Leitão com esse sertão passou também pela experiência concreta do território. A jornalista percorreu Serra das Araras, Ribeirão da Areia e o Parque Nacional Grande Sertão: Veredas para produzir uma reportagem para o canal de televisão a cabo brasileiro “GloboNews”. Foi a campo em busca das paisagens, das pessoas e dos caminhos que ajudam a compreender um pouco mais o universo que Guimarães Rosa transformou em literatura.
Para Mia Couto, porém, o encontro com Rosa aconteceu muito antes de chegar ao sertão brasileiro. Leitor da obra do escritor mineiro, o autor moçambicano afirmou que existe, em “Grande Sertão: Veredas”, uma linguagem que ultrapassa aquilo que é simplesmente dito. Para compreender a imensidão daquele sertão, seria preciso também aprender a escutar aquilo que a palavra não diz.
Ao longo da conversa, Jamil Chade retomou a trajetória de Guimarães Rosa como diplomata e sua passagem pela Alemanha nos anos que antecederam e atravessaram a Segunda Guerra Mundial. Ao lado da esposa, Aracy de Carvalho, o escritor ajudou judeus perseguidos pelo regime nazista a conseguirem vistos para deixar o país. A partir dessa dimensão humana de Rosa, Chade lançou uma pergunta sobre o que sua obra ainda ensina.
Para Míriam, uma das respostas está na escuta. “Ele ouviu o sertão”, afirmou. Poliglota, Guimarães Rosa conhecia diferentes idiomas, mas escolheu também escutar as formas de fala que encontrava no Brasil profundo. Na sua literatura, a linguagem do sertanejo não aparece como algo menor ou periférico. Pelo contrário: torna-se matéria de invenção, pensamento e poesia.
Para o escritor de Moçambique, contar e ouvir histórias é uma das formas mais profundas de compreender o mundo e aqueles que o habitam. Ele contou que procura conversar com pessoas que pensam de maneiras diferentes para tentar compreender de onde vêm as suas visões de mundo. Num tempo em que as fronteiras entre as pessoas parecem se multiplicar, a história pode ser uma forma de aproximação.
Deixar o livro conduzir a história
Míriam Leitão também falou sobre uma ideia que, segundo ela, ainda afasta muitos leitores de “Grande Sertão: Veredas”: a fama de ser um livro difícil. Para a jornalista, talvez seja preciso abandonar a expectativa de compreender racionalmente cada palavra e permitir que a obra conduza a leitura. É preciso, como aconselhou, “ouvir a música” do livro.
É justamente essa relação com a linguagem que, para Míriam, faz da obra uma experiência de encantamento. Guimarães Rosa olha para a natureza, para o pássaro, para a serra, para os personagens e para o amor com uma atenção que acaba contaminando o leitor.
“Eu quero que mais gente se apaixone, como eu me apaixonei aos 17 anos e nunca mais me desapaixonei. Eu sou uma encantada por João Guimarães Rosa”, afirmou a jornalista.
A travessia continua
A conversa avançou, então, para uma pergunta que aproximou a obra de Rosa dos desafios do presente: qual travessia ainda precisamos fazer? Questionada por Jamil Chade sobre os caminhos necessários para enfrentar a questão social brasileira, Míriam retomou uma das imagens mais marcantes do romance. Para ela, “Grande Sertão: Veredas” começa num travessão e termina na travessia – e é justamente por isso que ela continua. A jornalista reconheceu não ter uma resposta definitiva sobre o caminho que o Brasil precisa percorrer, mas afirmou acreditar que continuar a travessia talvez seja parte dessa resposta, porque é no meio do caminho que encontramos “o real”.
Mia Couto levou a mesma reflexão para uma escala mais ampla. Ao pensar nos desafios do mundo contemporâneo, defendeu a necessidade de questionar modelos políticos e as estruturas que organizam a vida coletiva e, para o escritor, escolher representantes e participar da vida pública são exercícios de cidadania que exigem responsabilidade. Mas falou também de algo maior: a necessidade de recuperar a paixão pela vida e o respeito pelo mundo que habitamos.
Biólogo de formação, Mia Couto recorreu à própria dimensão da vida para lembrar a sua complexidade e grandiosidade. Entre células, organismos e tudo aquilo que nos conecta ao mundo, a sua reflexão devolveu a conversa a uma ideia que atravessou toda a noite: não somos separados daquilo que nos cerca. Setenta anos depois, “Grande Sertão: Veredas” talvez continue vivo justamente porque não entrega respostas prontas e, para o trio de autores, o livro segue pedindo escuta, imaginação e disposição para atravessar aquilo que ainda não compreendemos completamente.
Ao final do encontro, Celso Adolfo subiu ao palco com o violão para apresentar canções inspiradas no universo de Guimarães Rosa. Em palco, Jamil Chade também se juntou à apresentação, acompanhando Celso com a flauta transversal e levando a travessia rosiana na mesa para outro território: o da música.
História do Festival
Realizado pela “Associação Cultura Sempre um Papo”, liderada por Afonso Borges, o Fliparacatu chegou à sua quarta edição consolidado como “um dos principais festivais literários do país”. Desde a sua estreia em 2023, o Festival Literário Internacional de Paracatu (Fliparacatu) é visto como “um polo de intercâmbio cultural e pensamento crítico no interior mineiro”.
Esta nova edição do Fliparacatu teve patrocínio master da Kinross, via Lei Rouanet, e apoio da Prefeitura local e da Academia de Letras do Noroeste de Minas.
A curadoria nacional foi assinada por Sérgio Abranches e Calila das Mercês, ao lado do idealizador e presidente do festival, Afonso Borges. As atividades locais foram conduzidas por Daniela Prado, e a curadoria infantojuvenil ficou a cargo de Rafael Nolli. Além dos debates literários e do tradicional Prémio de Redação e de Desenho voltado a estudantes locais, o evento realizou uma exposição ao ar livre com 24 reproduções de obras do pintor Alberto da Veiga Guignard, com a curadoria da museóloga Ângela Gutierrez.
Com programação gratuita, acessibilidade em Libras e transmissão online pelo YouTube, o festival aconteceu entre os dias 26 e 30 de agosto, de quarta a domingo, no Centro Histórico de Paracatu, em Minas Gerais, Brasil.
Ígor Lopes
Atualidade
Lisboa: Eleitores brasileiros vão votar na Cidade Universitária nas eleições de 2026
O Consulado-Geral do Brasil em Lisboa definiu a Cidade Universitária como local de votação para as eleições de 2026, distribuindo o eleitorado por três edifícios deste complexo universitário da capital portuguesa nos dias do ato eleitoral – a Reitoria, a Faculdade de Letras e a Faculdade de Direito.
Segundo os dados divulgados pelo Consulado, estarão abrangidos 78.833 eleitores, distribuídos por 209 secções, 103 urnas e 80 salas.
A Faculdade de Direito concentrará o maior número de eleitores, com 34.042 inscritos em 90 secções, 44 urnas e 37 salas de votação.
A Faculdade de Letras contará com 28.840 eleitores, distribuídos por 76 secções, 38 urnas e 38 salas.
Na Reitoria estarão instalados 43 secções e 21 urnas, abrangendo um total de 15.951 eleitores. O edifício terá cinco salas destinadas ao funcionamento das mesas eleitorais.
A distribuição por diferentes edifícios torna particularmente importante que cada eleitor confirme previamente a sua secção, uma vez que a deslocação até à Cidade Universitária não permite, por si só, determinar o edifício ou a sala onde deverá votar.
Para consultar essa informação, os eleitores devem começar por identificar o número do título de eleitor e a respetiva secção através do portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou da aplicação e-Título.
Depois de obter o número da secção, o eleitor poderá utilizar o chatbot disponibilizado pelo Consulado-Geral do Brasil em Lisboa para confirmar o edifício e a sala correspondentes à sua inscrição.
A consulta antecipada pretende evitar deslocações desnecessárias dentro da Cidade Universitária e reduzir o risco de atrasos no dia da votação, sobretudo perante a distribuição do eleitorado por três edifícios distintos.
O Consulado recomenda, por isso, que os eleitores não deixem a confirmação do local exato de votação para a última hora e que consultem previamente a informação disponibilizada pelas autoridades eleitorais e consulares.
Ígor Lopes
-
Atualidade4 anos atrásAgrária de Coimbra promove 9ª Edição do Curso de Fogo Controlado
-
Atualidade4 anos atrásLisboa: Leilão de Perdidos e Achados da PSP realiza-se a 08 de maio
-
Atualidade5 anos atrásCoimbra: PSP faz duas detenções
-
Atualidade4 anos atrásGuerra pode causar um ecocídio na Ucrânia
-
Atualidade3 anos atrásVisto CPLP não permite a circulação como turista na União Europeia
-
Atualidade2 anos atrásBarcelos: Município lança Cartão Jovem no decorrer do 1º Fórum da Juventude
-
Atualidade5 anos atrásSanta Marta de Penaguião coloca passadeiras 3D para aumentar a segurança rodoviária
-
Atualidade5 anos atrásCLIPSAS: Maçonaria Mundial reúne-se em Lisboa
