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Atualidade

Lisboa, Porto e Cascais mantêm posição do pódio no TOP 10 dos municípios mais atrativos

Bloom Consulting Portugal City Brand Ranking© 2022

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A 8ª edição do Portugal City Brand Ranking© analisa o desempenho das marcas dos 308 municípios portugueses nas áreas do Turismo, Negócios e Talento, ao longo dos últimos anos. Consulte o Ranking completo em https://www.bloom-consulting.com/pt/bloom-consulting-portugal-city-brand-ranking/ .

Setúbal, que na passada edição não fez parte do Top 10 nacional, volta ao cimo da tabela, alcançando o 9º lugar e repetindo a sua melhor classificação, alcançada em 2019. Já Faro desce ao 11º lugar, ficando, nesta edição, de fora deste Top 10.

Top 10

O topo da tabela continua a pertencer a Lisboa, nesta que é já a 8ª edição do Bloom Consulting Portugal City Brand Ranking©. Apesar dos excelentes resultados obtidos por municípios como Porto e Cascais, que mantêm as suas posições de 2º e 3º lugar, respetivamente, é a capital quem continua a dominar todas as dimensões do estudo, com uma performance exemplar em todas as variáveis estatísticas e digitais. Com o aumento progressivo do volume de pesquisas, Lisboa assume-se como uma das cidades europeias mais procuradas por investidores, turistas e talento nacional e internacional.

O Funchal volta ao 8º lugar na tabela nacional, que já ocupou na edição de 2016, conseguindo reconquistar terreno face à invulgar descida ao 10º posto na passada edição do Bloom Consulting Portugal City Brand Ranking©. Setúbal, que na passada edição não fez parte do Top 10 nacional, volta ao cimo da tabela, com uma escalada de 4 posições para o 9º lugar, repetindo a sua melhor classificação, alcançada em 2019.

Nesta edição, Aveiro foi o único município do Top 10 a perder terreno e, ainda, conseguiu manter-se entre os melhores desempenhos de marca no país. Apesar de uma excelente prestação, o município do Centro não resistiu às ascensões de Funchal e Setúbal. Faro, que tem sido presença constante desde a edição de 2016 do Bloom Consulting Portugal City Brand Ranking©, desce ao 11º lugar, ficando, nesta edição, de fora deste Top 10.

TOP 25: Um ano de grandes mudanças

Nesta edição, registaram-se 16 mudanças nas posições que compõem o Top 25, sendo que os sete primeiros lugares se mantiveram inalterados. Lisboa, Porto, Cascais, Braga, Coimbra, Vila Nova de Gaia e Sintra, resistem nos lugares que ocuparam na edição de 2021 e consolidam-se como as 7 marcas com melhor desempenho entre os 308 municípios portugueses.

A primeira mudança aparece no 8º lugar, devido à escalada de duas posições do Funchal, seguido de Setúbal ascende ao 9º lugar, alcançado na edição de 2019 (a sua melhor posição de sempre no estudo). Estas duas subidas, ditaram as descidas de Aveiro e de Faro na classificação, remetendo o município do Centro para o lugar que ocupou em 2016 e os algarvios para a posição que ocuparam em 2015.

Com Leiria a manter a sua posição, imune a descidas e subidas, segue-se Portimão, que com uma escalada de 5 posições consegue a sua melhor posição nacional de sempre, no 13º lugar, seguido de dois municípios que também conseguiram ganhar terreno entre as 15 marcas de referência neste estudo: Viseu e Oeiras, que sobem 1 e 2 posições respetivamente.

Apesar da subida significativa de Oeiras, Matosinhos consegue manter a sua posição, seguindo-se Guimarães, que perde 3 posições, Évora e Viana do Castelo, que sobem 2 e 5 posições, respetivamente.

No top 25 há ainda espaço para Almada, que mesmo perdendo 9 posições, continua entre os 20 municípios com melhor desempenho, Mafra desce duas posições e Albufeira consegue subir um posto. Maia desce duas posições e está, agora, no 23º posto. O Top 25 é fechado por Torres Vedras, que perde 3 posições. No 24º lugar, temos um retorno ao Top 25. Ponta Delgada consegue conquistar o lugar a Vila do Conde e volta, pela 3ª vez, a fazer parte deste grupo de marcas de excelente desempenho.

Top 25 (Imagem: BC)

“Estrelas” do PCBR© 2022

Para além dos prémios atribuídos a cada região, a Bloom Consulting atribui também prémios aos municípios que se destacam, atribuindo-lhe a designação de Marcas Estrela a nível nacional, em cada uma das Dimensões (Negócios, Visitar e Viver) e nas 7 regiões de Portugal. Como explica Filipe Roquette, Diretor Geral da Bloom Consulting em Portugal, “esta distinção não é atribuída necessariamente aos municípios que mais lugares subiram na tabela, mas sim àqueles que conseguiram, através de excelentes resultados, destacar-se e alcançar posições importantes nas respetivas regiões ou dimensões do ranking”. Nesta edição, surge, pela primeira vez, a Marca Estrela dos rankings de municípios com menos de 50, 25 e 10 mil habitantes

A Bloom Consulting

Criada em 2003, a Bloom Consulting é uma consultora especializada no desenvolvimento de estratégias de marca para Países, Regiões e Cidades. Com sede em Madrid, possui escritórios em Lisboa e São Paulo e Londres.

Para além de contar com casos de estudo em 5 continentes, a Bloom Consulting tem vindo a colaborar com a OCDE e a European Travel Commission, sendo, ainda, “Data Partner” oficial do World Economic Forum, contribuindo para a elaboração do seu índice mundial de competitividade.

Portugal City Brand Ranking©: um estudo baseado em “hard data

Desde 2014, que a Bloom Consulting lança, anualmente, o Portugal City Brand Ranking©, recorrendo a um algoritmo proprietário, testado e utilizado em estudos da Bloom Consulting um pouco por todo o mundo.

Este é um estudo diferenciado, uma vez que não têm qualquer variável qualitativa ou de opinião, focando-se exclusivamente emhard data”, dados fidedignos que classificam o desempenho das marcas dos 308 municípios portugueses de forma tangível e realista.

Este algoritmo é composto por três variáveis base. Na primeira variável, são analisados todos os dados estatísticos que medem o desempenho nas vertentes económica, social e turística, sendo considerados dados de fontes oficiais como o INE ou a Pordata.

A segunda variável consiste na análise de todas as pesquisas online realizadas em todo o mundo, nos principais motores de busca, através da ferramenta Digital Demand – D2©, ajudando a entender a procura proativa existente por todos os municípios portugueses.

Por fim, a terceira variável consiste no desempenho dos canais de comunicação dos municípios, nomeadamente nos seus sites oficiais e páginas em redes sociais. Desta forma, de uma forma concreta e rigorosa, é possível avaliar o desempenho e a eficácia dos diversos municípios na captação de investidores, turistas e novos residentes.

Imagens: BC.

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PJ detém mulher por crimes de incêndio florestal em Celorico de Basto

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A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal de Braga deteve, fora de flagrante delito, com a colaboração do Grupo de Trabalho de Redução de Ignições – Norte Litoral e da Guarda Nacional Republicana, a presumível autora de três incêndios florestais, ocorridos nos dias 01, 17 e 23 de julho, todos na freguesia de Ourilhe, concelho de Celorico de Basto.

Após a comunicação a esta Polícia, foram de imediato efetuadas diligências de investigação, sendo possível coligir-se prova indiciária forte, que imputa à arguida a autoria dos três incêndios florestais, iniciados por chama direta, com recurso a um isqueiro e, ainda, com a utilização de velas.

O local onde os incêndios foram ateados situam-se em zona com condições de propagação à mancha florestal, gerando risco acentuado para toda a floresta, aos campos agrícolas e a várias habitações ali existentes.

As ignições ocorreram sempre durante o dia e início da noite, em dias quentes, secos, com vento e com temperaturas altas.

A arguida, agiu por motivos do foro pessoal, bem sabendo que a sua conduta era proibida por lei e representava um perigo iminente para a natureza, populações e bens de terceiros.

A detida, mulher com 49 anos, residente naquela freguesia, foi presente à autoridade judiciária competente para promoção do primeiro interrogatório judicial.

Foi-lhe decretada a medida de coação de prisão preventiva.

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Armamar: Arquitetura popular do Douro em destaque em nova exposição no CIMD

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O Centro Interpretativo da Mulher Duriense (CIMD) inaugura, no dia 28 de julho, pelas 17h30, a exposição “António Menéres – Percursos pela Arquitetura Popular no Douro”, uma mostra que convida o público a descobrir a riqueza da arquitetura vernacular duriense e a sua estreita ligação à paisagem, à identidade e aos modos de vida da região.


A inauguração integra a programação do ciclo “Conversas à Terça” e contará com a presença do arquiteto Fernando Seara, diretor do Museu do Douro, que partilhará a sua visão sobre a arquitetura popular do Douro e o valor patrimonial deste legado construído.


A exposição reúne um conjunto de fotografias que documentam diferentes expressões da arquitetura vernacular duriense, revelando a forma como as gentes moldaram o território ao longo do tempo e estabeleceram uma relação única com a paisagem. Mais do que um registo documental, a mostra constitui um testemunho da evolução histórica e cultural do Douro, destacando um património que importa conhecer, preservar e valorizar.


Patente ao público até 31 de agosto de 2026, a exposição poderá ser visitada gratuitamente durante o horário normal de funcionamento do CIMD.

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Brasil: São Paulo conta agora com uma delegação da “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’”, entidade com sede em Viseu

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A “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’” realizou, no passado dia 16 de julho, a cerimónia oficial de tomada de posse da nova direção da delegação de São Paulo da entidade, quando distinguiu diversas personalidades e instituições pelo seu “contributo para a divulgação da cultura portuguesa no Brasil”, além de promover uma celebração gastronómica dedicada aos laços históricos entre Portugal e o Japão, numa tarde de eventos realizados primeiro no Auditório da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e, depois, no Restaurante Osakaya, no mesmo endereço.

A sessão solene marcou o início do primeiro mandato da delegação paulista da Confraria, organização que tem como missão “preservar, divulgar e valorizar o património histórico, cultural e gastronómico da região da Beira Alta portuguesa, junto da comunidade lusa residente no Brasil e dos seus descendentes”, promovendo também o “intercâmbio cultural entre Portugal e o país sul-americano”.

A estrutura dirigente passou a ser liderada por Nilzângela de Lima Souza, que assume a presidência da delegação, acompanhada por João Baptista de Oliveira, como vice-presidente, Gabriel Kwak, como secretário-geral; e, na tesouraria, Raquel Naveira. Integram-na, ainda, os conselheiros fiscais José Francisco Ferraz Luz e José Domingos de Lima Pezza, José Alberto Lovetro, diretor de Banda Desenhada, e Salete Lima e Eliza Muratori, Fatima Fonseca, nomeadas embaixadoras culturais.

De igual modo, durante a cerimónia foram atribuídos os títulos de “Presidentes de Honra” da Confraria ao Dr. Juarez Morais de Avelar e ao jornalista e escritor luso-brasileiro Ígor Lopes, “distinção reservada a personalidades reconhecidas pelo apoio prestado à instituição e ao fortalecimento das relações culturais entre Portugal e o Brasil”.

Reconhecimento do mérito cultural marcou cerimónia

A tomada de posse ficou também assinalada por um conjunto de condecorações destinadas a reconhecer o trabalho desenvolvido em diferentes áreas da cultura, do associativismo e da promoção da identidade portuguesa.

Tânia Sousa Pezza e Richard Wolfgang Azevedo Bauer foram investidos como novos comendadores da Confraria, recebendo as respetivas insígnias numa cerimónia presidida por Nilzângela de Lima Souza. Ao longo da sessão foram ainda homenageados o maestro Roberto Mendes Barbosa e Elisa Mendes Barbosa, ligados ao Coral de Oficina de Arte e Cultura, bem como Benjamin Souza Marinho, distinguido enquanto representante das novas gerações que mantêm viva a ligação à cultura portuguesa.

A Confraria decidiu também atribuir uma distinção institucional ao Restaurante Osakaya, reconhecendo o contributo que o espaço tem vindo a prestar ao “fortalecimento do intercâmbio cultural luso-brasileiro” e à “valorização da gastronomia enquanto elemento de aproximação entre os povos”.

Gastronomia como expressão da história comum

Após o momento protocolar, os participantes reuniram-se no salão do Restaurante Osakaya, onde foi servido um menu concebido exclusivamente para a ocasião, pensado para traduzir, através da gastronomia, o encontro histórico entre Portugal e o Japão. A proposta gastronómica procurou revisitar um dos capítulos mais antigos das relações entre os dois países, evocando os primeiros contactos estabelecidos pelos navegadores portugueses no século XVI e a influência que essa presença deixou na cultura culinária japonesa.

Ao longo do jantar foram servidos pratos que combinaram técnicas tradicionais japonesas com ingredientes e referências profundamente associados à cozinha portuguesa, transformando cada momento da refeição numa narrativa sobre a circulação de produtos, sabores e tradições entre os dois extremos do mundo.

O percurso iniciou-se com Edamame, valorizando a simplicidade dos produtos naturais, e com uma delicada salada de hijiki, preparada com caldo dashi e shoyu, apresentada como uma evocação da profundidade do oceano e da subtileza da cozinha japonesa.

Seguiu-se um dos momentos mais simbólicos da noite: o Korokke de Bacalhau, versão japonesa inspirada no tradicional bolinho de bacalhau português. A confeção recorreu à panagem em panko, preservando, contudo, o protagonismo do bacalhau, ingrediente incontornável da gastronomia portuguesa, criando uma ponte entre duas tradições culinárias separadas por milhares de quilómetros, mas unidas pela história.

O menu prosseguiu com Orange Chicken, Karaage Nanban, Shorompo Soup, Buta Misso e Tempura Misto, prato que assumiu especial simbolismo por recordar precisamente a influência portuguesa na divulgação do tempura – pois em séculos passados esta iguaria era consumida apenas por monges, sendo proibido o consumo por pessoas comuns – a técnica de fritura que viria a dar origem à atual tempura japonês.

A refeição terminou com Choux Cream (Shu Kuri), sobremesa de inspiração francesa reinterpretada pela pastelaria japonesa, encerrando um percurso gastronómico marcado pela fusão de influências e pela valorização da partilha cultural.

Toda a experiência foi desenvolvida pelo chef Daisuke Takao, agradecemos aos proprietários Henrique Hojo e Nicolas Aoki, que procuraram construir um menu onde cada prato representasse um “momento da ligação histórica entre Portugal e o Japão”, estabelecendo um “diálogo entre tradição, criatividade e identidade”.

“Mais do que um jantar comemorativo, a receção constituiu um dos momentos centrais das celebrações da tomada de posse, reforçando a gastronomia como instrumento de diplomacia cultural e de aproximação entre comunidades”, disse Nilzângela de Lima Souza, presidente da delegação de São Paulo da “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’”, com sede em Viseu, Portugal.

A iniciativa terminou num ambiente de convívio entre confrades, dirigentes, representantes institucionais e convidados, consolidando a “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’” como “um espaço de preservação das tradições beirãs, de promoção da cultura portuguesa e de fortalecimento dos laços entre Portugal e o Brasil”, em particular “junto da comunidade portuguesa radicada em São Paulo”.

Agência Incomparáveis

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