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40ª Feira do Livro de Barcelos conta com Mia Couto, Pedro Lamares e Pedro Chagas Freitas

Certame inaugurado hoje com 70 editoras presentes

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Está oficialmente aberta a Feira do Livro 2023. A sessão de abertura contou com a presença da vereadora da Cultura, Elisa Braga, que realçou que a Feira do Livro de Barcelos afirma-se, cada vez mais, no panorama nacional, quer pelo número de livreiros como pela presença de escritores num programa que tem também uma forte componente cultural musical e teatral.

Edição de 2023 prolonga-se até 9 de julho

Livros, livros e mais livros. Muitos. De permeio, conversas com escritores, concertos, teatro de rua, animação e um espaço exclusivo para as crianças darem azo à imaginação. Este é o cenário da 40ª edição da Feira do Livro de Barcelos, que se está a realizar na Avenida da Liberdade, Largo da Porta Nova e Largo Dr. José Novais, de hoje até 9 de julho. Promovido pelo Município de Barcelos, o certame deste ano tem uma programação multifacetada que convoca o público para um programa de grande diversidade cultural, e que conta com a presença de autores como Mia Couto, Pedro Lamares, Pedro Chagas Freitas, entre outros.                          

Paralelamente à venda de livros – estão presentes na Feira 21 stands representando 70 editoras – ao longo de dez dias, a programação abrange lançamento e apresentação de livros (9), conversas com escritores (10), dois concertos musicais, por Mafalda Veiga e Carolina de Deus. Simultaneamente, há animação de rua pela VIA3 – Companhia de Teatro, pel’Associação D’Improviso e por Pedro Pereira (saxofone).

A edição deste ano conta, também, com programação específica dedicada às crianças, que podem desfrutar de atividades diárias, entre as quais: pinturas faciais, apresentações de livros, cantinho da leitura, desenhos para colorir, ludoteca e mural de pintura.

No decorrer da Feira, a 7 de julho, haverá ainda espaço para teatro de rua com a dramatização da “A Passagem da Rainha Santa pelo Caminho Português de Santiago” e a dramatização “A Lenda do Galo em 10 minutos”, ambas dinamizadas e protagonizadas pela VIA 3, Companhia de Teatro. A noite termina com a já tradicional queimada galega.

À semelhança de anos anteriores, a Feira estará aberta ao público de segunda-feira a domingo, nos seguintes horários: de segunda a quinta-feira, das 17h00 às 00h00; de sexta-feira a domingo, das 16h00 às 00h00.

Literatura em comunhão com música: Mafalda Veiga e Carolina de Deus

A Feira do Livro deste ano traz a Barcelos animação musical. Para juntar à literatura, a organização do certame promove dois concertos e música pela rua. No sábado, 1 de julho, pelas 21h30, Mafalda Veiga sobe ao palco do Largo da Porta Nova para apresentar grande parte da sua obra musical; e já quase no fecho do certame, sábado, 8 de julho, pelas 22h00, sobe ao palco Carolina de Deus. A fechar o evento, no dia 9 de julho, às 16h00, Rui Vilhena apresenta “Música pela Rua”.

Lançamento de livros e conversas com escritores

Da vasta programação cultural preparada para esta edição, destaca-se a apresentação de novas obras literárias. É o caso do livro “Quinta do Tamariz – Lugar de Vinhos com História”, por António Vinagre e António Barros Cardoso, logo no 1º dia do certame, pelas 17h00. Mais tarde, pelas 22h00, é apresentado o livro “Manifesto pelos Leitores de Poesia” de Filipa Leal e Pedro Lamares.

No dia 1, sábado, à tarde (16h00), haverá o lançamento do livro “A Virgem da Loira Trança”, de Alfredo Carvalhaes, com moderação de Francisco Duarte Mangas e do poeta José Queiroga; enquanto às 17h00 será a vez da apresentação do livro “The Summer I Met Percy Roberts”, de Amanda Rodrigues.

Entretanto, dia 2, domingo, pelas 16h30, é a vez do barcelense Cândido Sobreiro moderar a apresentação do livro “Peças breves sobre a ascensão e queda de uma egoísta chamada Europa”, de Ricardo Correia e Vanesa Sotelo.

No dia 3 de julho, segunda-feira, há mais livros em destaque: apresentação da obra “A Tatuagem”, de David Gilmar, com moderação de Victor Pinho e, às 21h30, “Feira do Livro de Barcelos: 40 anos de história”, com Carlos Fiolhais, Fernando Pinheiro, José Fanha, Manuel Marinho, Paulo Gonçalves, Victor Pinho e Zeferino Coelho.

A meio da semana, quarta-feira, dia 5, é apresentada mais uma obra: “12 Chaves para a Felicidade”, de Luís Lameira.

Na quinta-feira, dia 6, são apresentados mais dois livros: (18h00) “Maria Adélia e Américo. Um casal do Vale do Lima. Herança para as gerações futuras”, de Américo da Gama (António Damásio), e mais tarde, pelas 21h30, é feito o lançamento da obra “A Jornada do Artista”, de Gabriela Peixoto, com moderação de José Campinho.  

Na sexta (18h00), é apresentado o livro “Bom Caminho para Santiago”, de José Vaz Careto, com moderação de Lúcio Lourenço.

José Rui Teixeira abre “Conversas com” escritores

À semelhança do que acontece com a apresentação de livros, a Feira do Livro de Barcelos, nesta edição de 2023, tem um recheado programa de “Conversas com…”.

A ideia é aproximar autores do público e assim tentar captar novos leitores. No certame livreiro deste ano, vão estar em Barcelos: José Rui Teixeira, Diana Matos Leite e José Poças Falcão (1 de julho); Paulo Almeida Fernandes e Celestino Lores, em tertúlia moderada por Lúcio Lourenço (7 de julho); e conversa-concerto com Aldina Duarte e Maria do Rosário Pedreira (9 de julho).

Mia Couto abre sessão de entrevistas

Nesta edição da 40.ª edição da Feira do Livro de Barcelos, há lugar também para entrevistas com Mia Couto e Rita Ferro (2 de julho – 18h00 e 21h30); Pedro Chagas Freitas (5 de julho – 21h30); Álvaro Laborinho Lúcio e Inês Meneses (8 de julho – 17h30 e 18h30) e Matilde Campilho (9 de julho – 17h00).

Programa Infantil

Já é um hábito, mas desta vez a componente de animação infantil da Feira do Livro sai reforçada.  Além das atividades permanentes diárias, como Ludoteca, Caixa das ideias “Faz tu mesmo!”, Cantinho da leitura, Desenhos para colorir e Mural de pintura, destacam-se, ainda, encenações, conversas com escritores, pinturas faciais, oficinas de música, jogos de tabuleiro, e ateliê de barro.

Foto e imagem: CMB.

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Portugal: “Eu Decido NextGen” reúne jovens líderes em debate sobre o futuro da nova geração

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O auditório do Taguspark, no concelho de Oeiras, em Portugal, recebe, no dia 19 de setembro, entre as 09h e às 19h, o painel de debate especial “Eu Decido NextGen”, uma iniciativa moderada pelo CEO da Dale Carnegie Portugal e especialista em gestão das pessoas, recursos humanos e liderança, Pedro Ramos, que reunirá sete jovens participantes para debater o papel da nova geração na construção do futuro. Esta iniciativa acontece no âmbito do evento “Faz a Tua Mudança”, organizado por Adriana Carneiro, mentora e coach de Liderança.

Sob o lema “O futuro não está à espera”, o encontro pretende “promover um espaço de reflexão e diálogo em torno dos desafios enfrentados pelos jovens, incentivando a participação ativa na definição das decisões que irão moldar a sociedade dos próximos anos”.

O painel contará com a participação de Inês Siopa, Carolina Almeida, Laura Gomes, Afonso Almeida, Inês Moleiro, José Lages e Joana Ramos, jovens convidados para “partilhar experiências, perspetivas e propostas sobre temas ligados à liderança, participação, inovação e intervenção cívica”.

A organização apresenta o evento como um “encontro entre diferentes vozes da mesma geração”, sintetizado na mensagem “7 vozes. 1 geração. 1 decisão.”, procurando demonstrar que “os jovens não são apenas destinatários das mudanças, mas protagonistas da sua construção”.

A filosofia da iniciativa é resumida na frase que acompanha o evento: “Enquanto muitos discutem o futuro, eles já o estão a construir”.

Ígor Lopes

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Angola: Pedro Ramos defendeu em Luanda “liderança centrada nas pessoas” durante o “Carreira International Summit 2026”

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Pedro Ramos, CEO da Dale Carnegie Training Portugal e da Rharo by Group Talent, participou, em Luanda, Angola, no “Carreira International Summit 2026”, realizado no passado dia 8 de julho, no Epic Sana Luanda. O encontro, organizado pela “Revista Carreira”, em parceria com a “Dale Carnegie Training Portugal” e a “Rharo by Group Talent”, foi apresentado como um “espaço internacional de reflexão sobre o futuro do trabalho, da liderança e das organizações”.

Sob o tema “Pessoas Reais (RE)Inventam o Futuro Artificial”, Pedro Ramos fez a palestra de abertura do evento, centrando a sua intervenção na necessidade de colocar as pessoas no centro da transformação organizacional, num tempo marcado pela aceleração da inteligência artificial, pela redefinição das carreiras e pelas novas exigências da liderança. A agenda do summit foi orientada para as dinâmicas emergentes do mercado laboral, a transformação organizacional e as trajectórias de carreira em contexto global.

O evento reuniu líderes empresariais, decisores públicos, especialistas e representantes institucionais de Angola, Portugal, Brasil, Moçambique e Líbano, reforçando Luanda como “espaço de diálogo lusófono e internacional sobre gestão de pessoas, tecnologia, inovação e desenvolvimento humano”. A organização avalia que o summit foi o primeiro encontro internacional em Angola inteiramente dedicado a esta agenda, com a ambição de “aproximar lideranças e gestores de pessoas de diferentes geografias”.

A presença de Pedro Ramos em Angola confirma a expansão da sua agenda internacional e o posicionamento da “Dale Carnegie Training Portugal” e da “Rharo by Group Talent” em mercados lusófonos estratégicos.

“Num contexto em que as organizações procuram responder à pressão tecnológica sem perder vínculo humano, a minha intervenção em Luanda destacou uma mensagem central: o futuro pode tornar-se mais artificial, mas continuará a depender de liderança, consciência, confiança e capacidade de mobilizar pessoas”, disse Pedro Ramos.

Ígor Lopes

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CCP destaca voto eletrónico, apoio à Venezuela e reforço dos direitos da diáspora nas conclusões das reuniões presenciais do Conselho Permanente em Lisboa

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O Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CP-CCP), presidido por Flávio Martins, divulgou, em comunicado, as principais decisões alcançadas no âmbito das reuniões presenciais realizadas em Lisboa entre 29 de junho e 1 de julho, iniciativa que ficou marcada por deliberações e mensagens consideradas de “maior impacto direto para a diáspora portuguesa”, destacando temas como o voto eletrónico, o ensino do português no estrangeiro, os serviços consulares, os processos de nacionalidade e o apoio à comunidade portuguesa na Venezuela, além da aprovação de uma moção de solidariedade institucional dirigida ao povo venezuelano e à comunidade portuguesa residente naquele país, na sequência dos recentes sismos que afetaram a região no final de junho.

No plano da participação cívica, o CCP assinala como um dos principais avanços o anúncio feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, relativo à realização de uma experiência-piloto de voto eletrónico nas próximas eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas, previstas para 2027.

A medida, considerada um passo relevante para facilitar a participação eleitoral dos emigrantes, visa testar novas soluções tecnológicas para futuros atos eleitorais. A modernização dos processos eleitorais constituiu, aliás, uma das principais reivindicações apresentadas pelo Conselho. O CCP voltou a defender o alargamento das modalidades de voto – presencial, postal e eletrónico – a todos os atos eleitorais nacionais, bem como o desdobramento das assembleias de voto no estrangeiro, procurando reduzir as dificuldades de acesso e combater a baixa participação registada em eleições anteriores.

Outro dos temas centrais incidiu sobre o ensino de português no estrangeiro. Durante as reuniões realizadas em Lisboa decorreram encontros de trabalho com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, dedicados à análise dos desafios e das oportunidades de expansão da rede de ensino da língua portuguesa junto das comunidades emigrantes, procurando reforçar a promoção da língua e da cultura portuguesas além-fronteiras.

No domínio dos serviços públicos, o Conselho Permanente dirigiu também um conjunto de propostas ao Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), defendendo medidas destinadas a acelerar e uniformizar os processos de nacionalidade e de registos civis, reforçar a digitalização dos serviços, melhorar a interoperabilidade entre o IRN e a rede consular portuguesa e ampliar a formação técnica dos postos consulares. O objetivo passa por “garantir maior previsibilidade nos prazos de resposta e uma aplicação uniforme dos critérios utilizados nos processos que envolvem portugueses residentes no estrangeiro”.

O comunicado reforça ainda a posição do CCP relativamente ao seu papel institucional, sugerindo uma participação mais ativa na definição das políticas públicas dirigidas às comunidades portuguesas.

Recorde-se que, desde 2023, o Conselho passou a ser obrigatoriamente consultado em matérias relacionadas com a diáspora portuguesa, reforçando a sua legitimidade enquanto órgão consultivo do Estado.

No plano organizativo, o CP-CCP confirma a consolidação do atual mandato através da assinatura do Relatório Anual de Atividades, da aprovação do Código de Conduta dos Conselheiros e da reeleição da Mesa Diretora, decisões que encerraram o ciclo de reuniões presenciais do Conselho Permanente realizadas na capital portuguesa.

Ígor Lopes

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