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Voleibol de Praia: Portuguesas nos quartos de final do Cortegaça Futures

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Sortes diferentes para as duplas portuguesas que estão a disputar o Quadro Principal do Beach Pro Tour – Cortegaça Futures, a decorrer no Centro de Alto Rendimento de Voleibol de Praia (CARVP) da FPV, em Cortegaça, Ovar.

Beatriz Pinheiro e Inês Castro estrearam-se muito bem na competição. Apesar de enfrentarem uma dupla com uma boa compleição física, as campeãs portuguesas entraram determinadas e confiantes, derrotando Santer/Monkhouse, do Canadá, por esclarecedores 2-0 (21-14 e 21-16). Depois, enfrentaram as inglesas Alana Snow/Victoria Palmer num jogo terrível, em que tiveram de superar, com grande espírito de entreajuda e com o apoio do público, a lesão de Inês, isto depois de terem estado quase sempre em desvantagem no tie-break.

O apuramento para os quartos de final garante-lhes, desde logo, um lugar entre as cinco primeiras classificadas.

“Infelizmente, no final do set fiquei mal fisicamente, mas a minha parceira esteve sempre ao meu lado e conseguiu recuperar o set, mesmo julgando que íamos perder. E é assim mesmo: trabalhar a equipa para ir buscar mais vitórias“, referiu Inês Castro, com Beatriz Pinheiro a acrescentar prontamente: “Nós jogamos sempre as duas em prol da equipa e eu perguntei-lhe várias vezes se ela queria desistir e ela nunca quis, por isso a vitória resultou do trabalho e do esforço da equipa. Para além disso, o apoio do público sente-se muito em campo e isso ajudou-nos a recuperar, sem dúvida.”

Apurada para os quartos de final, o que surge no horizonte da dupla campeã nacional? “O primeiro objetivo está cumprido, que era passar da fase de grupos com duas vitórias, e agora é esperar pelo próximo adversário. O que prometemos é que vamos lutar sempre e continuarmos ambiciosas. Por isso, amanhã [ndr: hoje] estamos cá outra vez para lutarmos pelas meias-finais.”

Beatriz e Inês defrontam hoje, de tarde, a dupla vencedora da eliminatória Namike/Ēbere (Letónia) vs. Antunes/Oliveira.

Raquel Lacerda/Daniela Loureiro começaram por defrontar Namike/Ēbere, da Letónia, tendo perdido, após dura luta, por 1-2 (15-21, 21-18 e 12-15).

Um sabor amargo na boca, que se tornou bem mais doce quando as portuguesas venceram, por 2-0 (25-23 e 21-10), a dupla suíça Hubscher/Schaltegger, assegurando, desde logo, o 9º lugar.

Hoje, Raquel e Daniela enfrentam (12h20) as estónias Heleene Hollas e Liisa Soomets.

Na Pool C, as jovens Ana Monteiro e Margarida Santos, ambas com 17 anos, tiveram uma estreia de fogo, enfrentando, no primeiro jogo, as chinesas J. Dong/Yuan Lvwen, uma dupla que, apesar de ser oriunda do Qualifying, é considerada das mais fortes.

O desfecho do jogo dificilmente poderia ser outro, apesar da réplica das lusitanas: (0-2: 18-21 e 9-21).

Depois, foi a vez de Schmitt/Paul, com a vitória a sorrir à dupla germânica: 2-0 (21-13 e 21-19), com as portuguesas a posicionarem-se no 13º lugar final.

“Isto é uma experiência para nós, porque a verdade é que este não é o nosso nível; está um bocadinho acima ainda. E significou jogar, jogar e aproveitar para treinar para o mais importante, que é o Campeonato de Sub-18, a disputar em setembro (Loutraki, na Grécia). Não conseguimos ganhar nenhum jogo, mas demos o nosso melhor e estivemos a um bom nível, para a nossa idade, e é para isso que viemos, para trabalhar para o Europeu. Saímos muito mais confiantes e aproveitamos para agradecer a todas as duplas que jogaram contra nós, porque nos ajudaram a crescer, e ao público, que nos apoiou. Um torneio destes em Portugal é muito bom porque dá uma visibilidade enorme ao Voleibol, e nós adoramos ter o público na bancada a incentivar-nos, pois representar o nosso país e em nossa casa é um orgulho enorme“, reconheceram Ana e Margarida.

Na Pool D, Juliana Antunes e Tânia Oliveira mediram forças com uma das favoritas, Heleene Hollas e Liisa Soomets, medalhadas com a prata em Itália, em julho. As estónias venceram por 2-0 (21-15 e 21-10) e marcaram um encontro às portuguesas com a dupla grega Manavi/Kalamaridou.

Frente às helénicas, as portuguesas venceram por 2-1 (21-18, 20-22 e 15-9), pelo que continuam na luta, defrontando, hoje (13h20), Namike/Ēbere, da Letónia.

As duplas de masculinos fizeram apenas um jogo no dia de ontem

Na Pool A, Guilherme Costa e André Sapina defrontaram a dupla inglesa formada pelos gémeos, de origem espanhola. Javier e Joaquin Bello, que venceram, no CARVP, o Beach Volleyball World Tour 1-Star Cortegaça, em 2021.

Dupla Costa / Sapina em ação (Foto: FPV)

Os portugueses deram boa réplica, mas os ingleses venceram (2-0: 21-19 e 21-16), pelo que Guilherme Costa e André Sapina defrontaram, hoje (9h00), outra dupla britânica: Gleed/Jones, jogo do qual ainda não obtivemos resultados.

Na Pool B, os suíços Zurcher e Jordan contaram com uma forte oposição por parte de Guilherme Maia e Filipe Leite, mas lograram o triunfo por 2-0 (21-16 e 21-18).

Hoje, os portugueses defrontaram (9h50) a dupla francesa Aye, C./Aye, Q., em jogo ainda sem obtermos informação sobre resultado.

Na Pool C, Roberto Reis e Sebastião Leão entraram com o pé direito, ao derrotar (2-0: 24-22 e 21-19) os noruegueses Mol, M./Solhaug e, hoje, enfrentaram os venezuelanos Peter/Hernan (10h40), ainda sem termos informações sobre resultado final.

Na Pool D, João Pedrosa e Hugo Campos defrontaram a dupla francesa Klein/Philippe, mas, depois de vencerem o primeiro set por desnivelados 21-13, viram os gauleses desistirem por lesão.

Assim, os portugueses ficaram, desde logo, com encontro marcado, para as 11h30, com Viscovich/Marchetto (Itália), em jogo ainda sem resultado final.

Até sábado, inclusive, os jogos do Beach Pro Tour – Cortegaça Futures podem ser seguidos em direto através da Volei TV, enquanto os jogos de domingo serão transmitidos no YouTube da CEV – Confederação Europeia de Voleibol.

O Beach Pro Tour – Cortegaça Futures é organizado pela Federação Portuguesa de Voleibol em colaboração com a Câmara Municipal de Ovar e a Junta de Freguesia de Cortegaça e sob a égide da Federação Internacional de Volebol (FIVB) e da Confederação Europeia de Voleibol (CEV).

Fotos: FPV.

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Autódromo do Estoril recebe a 6ª edição do “Estoril Classics”

Clássicos prometem entusiasmar os amantes dos bólides de hoje até domingo

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Entre hoje e domingo, está a decorrer, no Circuito do Estoril, o “Estoril Classics”, evento dedicado ao automobilismo, no caso, aos Clássicos.

Com o objetivo de “trazer até ao Circuito do Estoril, os carros e as competições de clássicos mais importantes do mundo”, o “Estoril Classics”, criado em 2017, tornou-se, muito rapidamente, numa “paragem obrigatória no roteiro de todos os amantes de automóveis clássicos”, conforme salienta a organização.

Para além do impacto económico direto do evento, motivado pelas viagens e estadias de todos aqueles que acompanham as corridas, este terá, também, um efeito multiplicador, “pelo aumento de notoriedade e prestígio da região de Cascais dentro do segmento dos ‘Gentleman Drivers’”, continua a organização. “Será expectável que isto conduza ao aumento de atividades realizadas ao longo de todo o ano relacionadas com o evento, como por exemplo”, conclui.

A sexta edição do “Estoril Classics” reúne quatro disciplinas das corridas de clássicos no mesmo palco: Fórmula 1, Sports Cars, GT´s e Turismos.

As grelhas da PETER AUTO e da RACE READY são dedicadas a diferentes períodos da história do desporto automóvel e categorias: GTs, protótipos e carros de turismo de 1950 a 2000.

Competições:

Classic GP

Uma grelha repleta de monolugares de Formula 1 que preencheram o imaginário de muitos até 1986. Carros que outrora foram conduzidos por James Hunt, Keke Rosberg ou Niki Lauda. A oportunidade ideal para rever as máquinas que fizeram as delícias nos principais circuitos mundiais, regressando, uma vez mais, ao Circuito do Estoril.

Greatest’s Trophy

The Greatest’s Trophy é uma competição aberta aos carros excecionais que marcaram os principais eventos do automobilismo de resistência dos anos 1950 e 1960.

Classic Endurance Racing

Com grelhas repletas de carros de GT e Protótipos de sonho, entre os quais Porsche 935, BMW M1, Lola T70, Ferrari 512 BBLM – e pilotos que desejam honrar a fabulosa história das suas máquinas, o espetáculo é garantido.

Endurance Racing Legends

Os carros mais modernos que competem em eventos de circuito organizados por PETER AUTO podem ser encontrados nesta série. Reúne máquinas que jovens espectadores se lembram bem: os GTs e Protótipos das décadas de 1990 e 2000.

Group C Racing

Os regulamentos do Grupo C, que estiveram em vigor entre 1982 e 1993, levaram à produção destes exuberantes Sport-Protótipos que escreveram algumas das páginas mais gloriosas da história das 24 Horas de Le Mans e do Campeonato do Mundo FIA de Endurance.

Heritage Touring Cup

A Heritage Touring Cup faz-nos recordam os tempos dourados do Campeonato Europeu de Carros de Turismo (ETCC) entre 1966 e 1984, aonde o ponto alto da temporada eram as 24 Horas de Spa-Francorchamps.

Sixties’ Endurance

A Sixties’ Endurance, para a viaturas de Sport pré-63 e de GT pré-66, oferece uma oportunidade maravilhosa para admirar alguns dos ícones do Campeonato do Mundo de resistência de uma das épocas mais aclamadas do automobilismo.

2.0L Cup

A 2.0L Cup é a única competição monomarca da PETER AUTO. Está reservada para os primeiros Porsche 911, de chassis curto e motores 2-litros, preparados de acordo com os regulamentos FIA anteriores a 1966.

Fifties’ Legends

A competição The Fifties’ Legends acomoda automóveis dos anos 1950 e início dos anos 1960. Esta série apresentará os carros mais antigos do evento.

Iberian Historic Endurance

O Iberian Historic Endurance reúne um grupo exclusivo de “Gentleman Drivers” que querem competir com as suas esbeltas máquinas de Turismo ou Grande Turismo até 1976. A maior e mais variada grelha de partida de viaturas clássicas da Península Ibérica.

Concurso de Elegância ACP

O Concurso de Elegância ACP destaca os automóveis clássicos que mantêm intacto o seu rigor histórico em termos de estética, mecânica e desporto.

Horário:

Foto e imagem: PA e RR.

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PSP reforça vigilância devido a Peregrinação a Fátima 2022

Deixa conselhos a peregrinos e condutores

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Com a aproximação do dia 13 de outubro e o subsequente aumento de peregrinos nas estradas, que se deslocam rumo ao Santuário de Fátima, a Polícia de Segurança Pública (PSP) intensifica a sua presença e visibilidade nas vias rodoviárias urbanas que, usualmente, registam maior afluência de peregrinos, contribuindo para o aumento destes e da segurança rodoviária.

A partir de hoje, e até 13 de outubro, a PSP assegura ações de visibilidade policial e acompanhamento dos peregrinos, com o duplo propósito de promover a coexistência segura entre a normal circulação rodoviária e a circulação pedonal destes grupos.

As vias habitualmente utilizadas pelos peregrinos serão também, nesta janela temporal, especialmente visadas no controlo da velocidade de circulação automóvel.

Também com o intuito de explicar a importância da adoção sistemática e voluntária de comportamentos de segurança rodoviária organizamos, a nível nacional, em coordenação com as autoridades eclesiásticas, edilidades, grupos informais de cidadãos e demais parceiros, sessões de informação/sensibilização dirigidas aos peregrinos, nas quais os Polícias abordam as medidas de autoproteção e de segurança rodoviária no contexto da deslocação apeada de grupos, com ou sem viaturas de apoio.

Especialmente nesta janela temporal a PSP aconselha a todos os condutores:

· Pratique uma condução defensiva, antecipando permanentemente a necessidade de, repentinamente, ter de imobilizar o veículo, mudar de direção ou desviar-se de um obstáculo;

· Diminua a velocidade de circulação nos centros urbanos;

· Ao visualizar um grupo de peregrinos e/ou um carro de apoio, diminua a velocidade e antecipe a necessidade/dever de deixar uma distância de segurança de, pelo menos, 1,5 metros;

· Circule com os médios ligados para ver e ser visto;

· Ao cruzar-se com peregrinos, não faça sinais de luzes nem use os máximos.

A PSP aconselha a todos os peregrinos, especialmente na circulação em contexto urbano:

· Use sempre roupas claras e materiais retrorrefletores (p.e. coletes);

· Circule pelos passeios ou, na sua ausência, pelas bermas;

· Caminhe no sentido contrário ao trânsito e sem ocupar a faixa de rodagem;

· Em grupo, caminhe em fila única;

· Evite o uso do telemóvel e de auscultadores que impeçam que ouça um alerta ou pedido de auxílio;

· Desde o entardecer até ao nascer do sol, a primeira pessoa da fila deve ser portadora de uma lanterna com luz branca apontada para o chão (para não encadear os condutores) e, a última, uma luz vermelha;

· Prefira as vias de menor tráfego automóvel, nomeadamente os denominados Caminhos de Fátima;

· Informe os seus familiares do planeamento da viagem (etapas, locais de paragem e/ou pernoita, outras pessoas em peregrinação);

· Hidrate-se e faça pausas para descansar. O cansaço diminui as capacidades físicas e de perceção e prejudica a vigilância, a atenção e a reação, muito importantes para quem anda na estrada.

· Informe a PSP local sobre obstáculos na via ou comportamentos perigosos por qualquer peregrino ou automobilista (contactos no sítio oficial da PSP, separador “Onde Estamos”);

· Em caso de emergência (médica ou policial) utilize o 112: descreva de forma breve que tipo de auxílio necessita e forneça a informação solicitada (tipo de problema; localização; nº de pessoas e/ou viaturas …);

· O Número Europeu de Emergência 112 é o único número de emergência em qualquer país da União Europeia que pode ser usado a partir de qualquer telefone, fixo ou móvel. Constituem emergências a reportar pelo 112:

– Pessoas em risco de vida/necessidade imediata de assistência médica;

– Crimes a decorrer ou que acabaram de acontecer no momento da chamada;

– Incidentes graves (inundações, aluimentos, incêndios florestais, acidentes rodoviários graves ou que impliquem risco para a circulação);

– Descoberta de crianças e seniores perdidos, aderentes aos programas da PSP Estou Aqui Crianças e Estou Aqui Adultos, para comunicar a sua localização e número da pulseira.

Em qualquer outra situação o cidadão deverá contactar diretamente a Esquadra ou corpo de bombeiros local.

Imagem: PSP.

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Sintra: Obra clássica de Ésquilo para ver no Museu de Odrinhas

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O Teatro Tapa Furos apresenta “Prometeu Agrilhoado”, de Ésquilo, uma obra da literatura clássica que irá estar em cena no MASMO – Museu Arqueológico de S. Miguel de Odrinhas, de 15 a 30 de outubro e 5 e 6 de novembro.

A obra fala da soberba rebeldia do Titã Prometeu, que foi castigado severamente por muito ter amado os homens. A sua intrépida resistência e inabalável recusa em dobrar a cerviz ao jugo da tirania fizeram do Prometeu um símbolo de tudo quanto implique luta por um ideal de nobreza de alma.

Após Prometeu ter roubado o fogo a Zeus e tendo-o dado aos mortais – que criaram todas as artes através dele – Zeus, irritado, entregou-o a Poder e a Força, seus servidores e também a Hefesto, para o conduzirem até ao monte Cáucaso e aí o prenderem com grilhões de aço.

Esta pena durará 30 mil anos. Sabemos que o Titã será libertado, mas por quem? Terá Prometeu a resposta para esta questão?

As sessões realizam-se de 15 a 30 de outubro e 5 e 6 de novembro, aos sábados e domingos pelas 18h00. As reservas podem ser efetuadas por telefone 968 610 106 – 219 238 608 ou producao@tapafuros.com .

Com o apoio da Câmara Municipal de Sintra.

Foto: DR.

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