Atualidade
Lisboa: PSP deixa informações sobre o “MEO KALORAMA 2022”
A 1ª Edição do “MEO KALORAMA” irá decorrer no Parque da Bela Vista, em Marvila, nos dias 1, 2 e 3 de setembro.
A PSP estará presente no recinto do festival com um Posto Policial, nos meios de transporte e nos eixos rodoviários de acesso ao mesmo.
Neste sentido, são previsíveis os seguintes condicionamentos de trânsito:
· Avenida Marechal António Spínola, sentido Oeste – Este, Avenida Dr. Arlindo Vicente, Avenida Cidade de Bratislava, Avenida da Ucrânia e Rotunda da Bela Vista – Condicionado de forma permanente o trânsito de viaturas, em parte da sua extensão, sendo de prever algum congestionamento da circulação rodoviária na zona de Marvila.
· Rua Luísa Neto Jorge – Condicionada, na sua totalidade, com exceção a moradores.
· Rua José Régio – Condicionada, na sua totalidade, ficando o sentido sul – norte com dois sentidos de tráfego, disponível para circulação de veículos.
Parques de Estacionamento:
· Os parques de estacionamento localizados nas imediações, serão maioritariamente afetos aos moradores e serviços de apoio ao evento.
Transportes Públicos:
· O METRO estará a funcionar todos os dias até à 01h00;
· A CARRIS irá reforçar a sua rede de transportes de forma a salvaguardar um maior escoamento do e para o recinto, estando provisionada uma bolsa de recolha a funcionar na Avenida Almirante Gago Coutinho:
– Carris e carreiras especiais, na Av. Cidade de Bratislava das 23h30 às 03h00 – Serviço regular da Carris – Saída – o embarque do Rock Card será conjunto com os passageiros para o Oriente;
– Carreira 208: Cais Sodré – M. Moniz – Praça Chile – Areeiro – Olaias – Bela Vista (Centro Comercial Pingo Doce) – Aeroporto – Encarnação – Est. Oriente (até cerca das 5h00)
– A criação de 2 carreiras especiais: uma para o Oriente e outra para o Cais Sodré (via Eixo Central) – Que irão funcionar entre a 00h30 e as 4h00 (ou enquanto existam passageiros para transportar). Sendo que não existem horários pré-estabelecidos para a realização das respetivas viagens, processando-se as mesmas à medida da afluência de passageiros.
· A CP também irá reforçar os seus serviços com comboios especiais do Cais do Sodré para Cascais até às 13h30, e do Oriente / Roma-Areeiro para Sintra até às 01h15;
· A TRANSTEJO estará igualmente empenhada de forma a assegurar as ligações fluviais do Barreiro, Cacilhas, Montijo e Seixal (ligação CARRIS ao Terreiro do Paço e Cais do Sodré);
· A rede de TAXIS e TVDE manterão um serviço frequente e mais dedicado em zonas periféricas do recinto para largada e recolha de passageiros, podendo constituir-se como opção.
A PSP aconselha:
. Privilegie a utilização de transportes públicos;
. Se estacionar na via pública verifique se deixou o veículo de forma a permitir a circulação rodoviária dos restantes veículos;
. Verifique se deixou o veículo trancado e não deixe valores à vista no seu interior;
. Não ostente ou transporte objetos valiosos, bem como quantias monetárias elevadas;
. Se transportar mochilas ou malas, mantenha-as sempre fechadas e junto à parte frontal do corpo;
. Acate com total disponibilidade as ordens dos Polícias, seja um órgão facilitador da ação policial e não comprometa a sua segurança e a dos outros cidadãos;
. Consulte os termos e condições de acesso e permanência no recinto do evento no site da organização https://meokalorama.pt;
. Preste atenção à lista de objetos proibidos que não deverá transportar para o evento, nomeadamente:
– Quaisquer garrafas de vidro, lata e de 1,5L;
– Podem entrar garrafas de plástico de água ou sumo pequenas, mas sem tampa;
– Quaisquer bebidas alcoólicas;
– Selfie Sticks;
– Guarda-chuvas;
– Armas brancas;
– Armas de fogo;
– Objetos cortantes ou perfurantes, de acordo com legislação em vigor;
– Substâncias tóxicas (drogas), de acordo com legislação em vigor;
– Equipamento áudio, vídeo e imagem profissional;
– Animais (exceto de assistência);
– Latas (bebida e spray);
– Capacetes;
– Fogo de artifício ou material pirotécnico e explosivos;
– Equipamento fotográfico, som e imagem de grandes dimensões e tripés;
– Malas e mochilas (de viagem e de grandes dimensões);
– Power banks (maiores que um telemóvel);
– Computadores e laptops;
. Lasers e lanternas;
. Cordas;
. Cadeiras;
. Embalagens de líquidos superiores a 100ml (exemplo: protetor solar);
. Outros objetos que possam colocar em risco a segurança dos próprios e de terceiros.
Se considerar necessária a intervenção da Polícia, não hesite em pedir a colaboração da PSP, ligue 112 e memorize no seu telemóvel o número de telefone do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, 21 765 42 42, ou digite no seu telemóvel (21 polícia), lembrando que estaremos presentes no na área envolvente e no interior do recinto do evento, incluindo com um posto policial junto à porta principal que estará aberto durante o evento, disponível para atendimento e resposta a qualquer solicitação do público, pelo que não hesite em contactar-nos.
Imagem: DR.
A Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.
Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes e Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.
Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.
No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados
. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.
. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.
. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.
. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.
. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.
. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.
. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.
Imagens: IMP.
Atualidade
Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal
Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.
Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.
A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.
No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.
Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.
Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.
Fotos: ARA.
Atualidade
Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação
Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.
Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.
O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.
Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.
A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.
É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.
O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.
Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.
Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.
Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.
Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.
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