Atualidade
IVDP E NOVA IMS lançam plataforma digital dedicada à região
Novo sistema insere-se no projeto “IVDP+ compromisso para a excelência”, cujo financiamento global ascende a €1,8m
O Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, I.P. (IVDP), no âmbito da sua missão que visa a sensibilização e envolvimento de todos, na definição e divulgação da política vitivinícola para a Região Demarcada do Douro (RDD), e a NOVA Information Management School (NOVA IMS), da Universidade Nova de Lisboa, apresentam a Plataforma Digital do Conhecimento da Região Demarcada do Douro.
Na semana em que se celebram 20 anos do reconhecimento da região como património da humanidade e no contexto do projeto IVDP+, onde o Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, I.P. (IVDP, I.P.) recorreu às mais avançadas tecnologias ligadas à inteligência artificial e às mais modernas metodologias de gestão dos processos (BPM), sem perder de vista a interoperabilidade dos sistemas e o alinhamento tecnológico, para potenciar a sua fiabilidade e sustentabilidade, inovando nas ferramentas, nos processos de gestão e de interação com os clientes, quer para o próprio IVDP, I.P. serviço público, quer para os agentes económicos da região.
O projeto “IVDP+ Compromisso para a Excelência”, financiado pelo Sistema de Apoio à Modernização Administrativa, num montante de 1.806.119,12EUR, teve por base a capacitação para uma resposta ao mercado com uma maior qualidade e eficácia, respeitando todos os parâmetros de certificação reconhecidos internacionalmente.
Agregando a região do Douro um conjunto muito variado de atores institucionais, privados e científicos que produzem e precisam de aceder a dados e informação, que se encontra muito dispersa, em formatos não integráveis e muitas vezes de difícil acesso, o projeto IVDP+ apostou na criação de um sistema de informação territorial interoperável e de dados abertos, permitindo a integração e consulta pelos diversos utilizadores constituindo-se como um auxílio importante no apoio à tomada de decisão e um instrumento essencial na transferência de conhecimento.
Nesse âmbito foram implementadas duas (2) atividades do Projeto IVDP + relativas à “Conceção e implementação da plataforma do conhecimento digital interativo” e ao “Desenho e implementação do portal de gestão inteligente para o setor vitivinícola”.
Para Gilberto Igrejas, Presidente do IVDP, “o Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto é a estrutura-chave no acompanhamento do circuito da uva, nomeadamente por ser a entidade pública mais próxima dos viticultores, o que tem reflexo no planeamento das campanhas vitivinícolas, por exemplo. Só mediante uma estreita colaboração entre o mundo universitário, o IVDP e os viticultores podemos garantir uma evolução significativa dos vários contextos da produção vitivinícola, tirando partido da transformação digital e apostando na partilha da melhor informação disponível, sendo esta colaboração um objetivo estratégico para a garantia da competitividade do sector, num mundo que se digitaliza a passo acelerado”.
“É muito importante que os vinicultores planifiquem as suas campanhas, mas também é muito importante que olhem para diferentes etapas do circuito da uva ao copo, como é que elas se podem articular de uma forma virtuosa para conseguirmos explorar o potencial da transformação digital e construir novas abordagens. A NOVA IMS é uma escola com responsabilidade e tradição no sector da Inovação & Desenvolvimento em Portugal, em particular no espaço da gestão de informação e ciência dos dados, cabendo-lhe um papel relevante na criação de mais valias, que promovam a consolidação de conhecimento teórico e prático na nossa sociedade. Isso é feito através da aplicação das mais recentes tecnologias e abordagens analíticas, e o IVDP I.P. tem sido um ótimo parceiro neste processo”, defende Miguel de Castro Neto, subdiretor da NOVA IMS e Coordenador do NOVA Cidade.
Esta plataforma pretende de futuro proporcionar um acesso fácil, rápido e transparente aos dados mais recentes e tendências de evolução, ajudando a compreender a complexidade dos desafios que se colocam ao setor vitivinícola, de forma transversal, a decisores, organizações e cidadãos. Permitindo ao mesmo tempo uma aproximação de todos os intervenientes da cadeia de valor e a partilha de informação e conhecimento da uva ao copo passa pelos dados da região, colheita, trânsito de uva, produção, certificação e mercados.
Imagem: DR.
Atualidade
Ruth Collaço leva “Círculo Raiz” à Associação Caboverdeana em Lisboa
A escritora, artista plástica, curadora cultural e criadora portuguesa Ruth Collaço promove, no dia 12 de julho, às 18h30, na Associação Caboverdeana em Lisboa, o encontro “Círculo Raiz, Arte Meditativa & Escrita Intuitiva”. A iniciativa, integrada no universo “Ventos Sábios, Ruth Collaço”, “propõe uma experiência de pausa, respiração e criação”, com lugares limitados e inscrições através do e-mail: ruthcollaco@gmail.com
A divulgação pública do evento apresenta o encontro como um espaço para “descer à raiz”, “respirar”, “criar” e “transmutar”.
Nascida em Benguela e radicada em Lisboa, Ruth Collaço tem construído um percurso que cruza literatura, artes plásticas, curadoria, análise literária e criação simbólica. A sua presença no panorama cultural lusófono tem sido marcada por uma linguagem que aproxima corpo, território, memória e espiritualidade, com obras e projectos ligados ao imaginário ritual, à escrita sensorial e à arte como processo de transformação. A autora é também associada ao projecto “Wise Winds, Ventos Sábios”, uma plataforma literária e cultural com projecção internacional.
Relativamente ao que o público encontrará no “Círculo Raiz”, Ruth Collaço afirma que a proposta passa por “um espaço de pausa e criação consciente, onde a arte deixa de ser apenas técnica e passa a ser caminho interior”.
Segundo esta responsável, que tem atuado internacionalmente, a arte meditativa “abranda o corpo e conduz o gesto a partir da respiração”, permitindo que cada traço, cor ou movimento surja de um estado de presença. Já a escrita intuitiva, acrescenta, abre espaço para que a palavra flua “sem censura”, revelando pensamentos, emoções e percepções que muitas vezes permanecem ocultas no quotidiano.
Segundo apurámos, o encontro propõe “uma prática assente na liberdade criativa e na escuta do silêncio”. Ruth descreve o ambiente como “seguro, ritual e acolhedor”, pensado para que cada participante possa criar, transformar o que sente e partilhar, se assim o desejar, “num círculo que honra o corpo, a palavra e o gesto como expressões de raiz”. A proposta aproxima arte, escrita e interioridade, sem reduzir a criação a exercício técnico ou a produto final. O centro da experiência está no processo, no gesto e na relação de cada pessoa com a própria voz.
Sobre os objectivos da iniciativa, Ruth Collaço explica que o “Círculo Raiz” procura “reconectar cada pessoa ao seu próprio centro”, despertando a intuição como ferramenta criativa e espiritual.
A artista defende que “a actividade pretende promover a expressão livre através da arte e da escrita, oferecendo um momento de pausa num ritmo de vida acelerado”.
“O “Círculo Raiz” procura cultivar comunidade, apoiar processos internos de transformação e criar um espaço onde cada participante possa regressar ao essencial, ouvir o que a sua raiz tem para dizer e permitir que a sua verdade se manifeste de forma autêntica e sensível”, afirmou.
A escolha da Associação Caboverdeana em Lisboa como palco do encontro acrescenta uma dimensão simbólica à iniciativa, ao situar a prática num espaço ligado à diáspora, à memória africana e ao diálogo cultural em língua portuguesa.
Para Ruth Collaço, que é associada da Associação Portuguesa de Poetas, e cuja obra atravessa geografias, ancestralidades e linguagens, tendo estado recentemente em diversas cidades na Suíça com o seu trabalho literário e de artes plásticas, “o “Círculo Raiz” surge como extensão natural de um percurso em que arte e rito se encontram”.
“Mais do que uma oficina, o evento propõe uma experiência de presença, palavra e gesto, na qual a criação é entendida como regresso ao essencial”, finalizou.
Ígor Lopes
Atualidade
Associação de Futebol de Viseu distingue jornalista José Luís Araújo com o Prémio “Carreira”
A Associação de Futebol de Viseu (AFV) distinguiu, no passado dia 4 de julho, o jornalista português José Luís Araújo com o Prémio “Carreira”, numa homenagem ao seu percurso profissional de mais de 40 anos dedicado ao jornalismo desportivo, durante uma cerimónia em que o profissional destacou a responsabilidade que acompanha este reconhecimento e reafirmou o compromisso com a isenção e a verdade dos factos.
Ao receber a distinção, José Luís Araújo agradeceu à AFV e ao seu presidente, José Carlos Lopes, pelo reconhecimento agora atribuído e afirmou que partilha o galardão com todas as pessoas que marcaram o seu percurso profissional ao longo de várias décadas de atividade, considerando que cada uma contribuiu para o seu crescimento enquanto jornalista e enquanto pessoa.
“Este galardão é o reconhecimento de uma atividade que abracei, com dedicação e profissionalismo, há 40 anos, na área do desporto, sendo que o jornalismo começou cedo na minha vida, quando o meu avô, em 1971, me indicou para lhe suceder como correspondente do Diário de Notícias”, frisou.
Apesar da distinção recebida, José Luís Araújo sustentou que a sua carreira continua longe de terminar, deixando uma nota de humor ao afirmar que a sua “reforma jornalística” ainda está distante.
Este profissional recordou ainda outras distinções atribuídas ao longo do seu percurso, entre as quais o Prémio “Santos Mota”, da Associação de Escanções de Portugal, recebido em 2022 na área do jornalismo vínico e gastronómico, e o Prémio “Animarte”, atribuído em 2010.
“Diria que este, e os outros galardões, representam um ‘selo’ de responsabilidade que aceito sem reservas, pois sempre pautei a minha conduta jornalística pela total isenção, colocando a verdade dos factos acima de tudo”, salientou.
Ao longo da carreira, José Luís Araújo colaborou com diversas estações de rádio, como a Viriato FM, NoAr, RCI Viseu, Emissora das Beiras, Rádio Lafões, Rádio Nova e Rádio Renascença. Atualmente, integra a Rádio Escuro, sediada no concelho de Vila Nova de Paiva.
É também correspondente do jornal Record desde 1990, tendo passado pelas redações dos jornais Notícias de Viseu e Diário de Viseu, além de colaborar com diversos órgãos de comunicação social regionais e nacionais.
Atualmente, exerce igualmente funções como diretor da revista Gazeta Rural, publicação que fundou há 22 anos, do portal informativo Nacional16.pt e da revista Confraria, editada pela Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas.
Ígor Lopes
A Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.
Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes e Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.
Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.
No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados
. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.
. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.
. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.
. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.
. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.
. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.
. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.
Imagens: IMP.
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