Atualidade
“Douro + Sustentável” destaca projetos de sucesso
Evento contou com a presença do Secretário de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Rural
Realizou-se, no dia 28 de novembro, no Hotel Six Senses Douro Valley, em Lamego, o encerramento das comemorações dos 265 anos da Região Demarcada do Douro (RDD), através de um almoço vínico onde foram atribuídas as distinções “Douro + Sustentável”, que visam destacar projetos de sucesso nas áreas do enoturismo, da vitivinicultura e da enologia.
A entrega destas distinções, pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), surge pela importância acrescida que estes projetos de inovação assumem no enriquecimento e promoção do património vinícola do Douro Vinhateiro.
O Secretário de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, Rui Martinho, teve oportunidade de referir que “perante projetos que se destacaram na preservação e promoção da vitalidade e sustentabilidade do território duriense, congratulo todo o setor por se ter adaptado e reinventado para, mesmo nestes tempos desafiantes, continuar a crescer, a chegar aos consumidores e a preservar este património que tanto nos orgulha. E é com o objetivo de apoiar o setor que serão lançadas, até ao final do mês, novas medidas de apoio: a medida VITIS – Campanha 2022-2023, com uma dotação de 50 milhões de euros, e a medida Destilação – Campanha 2021-2022, com uma dotação de 3 milhões de euros. Já até ao final do ano, abrirá a medida de Apoio à Promoção de Vinhos em Mercados Terceiros, com uma dotação de 6 milhões de euros.”
A enóloga Joana Pinhão, uma das faces da nova geração de enólogos que alia a ciência ao conhecimento das tradições durienses em vias de esquecimento, foi a distinguida na categoria ENOLOGIA.
A distinção “Douro + Sustentável” VITICULTURA foi partilhada entre a Associação para o Desenvolvimento da Viticultura Duriense (ADVID) e a Associação Portuguesa para a Diversidade da Videira (PORVID) pelos projetos científicos pioneiros de identificação e conservação das castas.
No campo do ENOTURISMO, a Quinta da Casa Amarela foi premiada pelo seu caso de sucesso de divulgação do território através da oferta turística, mantendo a raiz acolhedora de uma casa duriense, partilhando a sua história e promovendo o património.
A categoria de REVELAÇÃO distinguiu a Paulo Coutinho Wines, pela construção de uma nova marca inovadora, destacando-se como proposta valorizadora da RDD e dos seus produtos.
A grande novidade deste ano foi o concerto online de Miguel Araújo, nas redes sociais do IVDP. O artista criou uma prova especial da sua música, com um concerto intimista para assinalar o dia. Para o presidente do IVDP, Gilberto Igrejas, “este concerto é um tributo a uma região única no mundo, que produz um vinho único no mundo, e que nos aproxima de um património mundial de valor incalculável”.
A programação do aniversário da RDD iniciou-se a 10 de setembro, com o Port Wine Day e contou, ainda, com a internacionalização das comemorações com a realização de provas comentadas de Vinho do Porto online, com a participação de mais de 220 especialistas de diferentes pontos do globo.
O IVDP, Instituto dos Vinho do Douro e do Porto, I. P. tem por missão promover o controlo da qualidade e quantidade dos vinhos do Porto, regulamentando o processo produtivo, bem como a proteção e defesa das denominações de origem Douro e Porto e indicação geográfica Duriense. Promove a imagem de prestígio internacional para as denominações de origem Porto e Douro, e pretende aumentar a perceção de valor pelos consumidores, baseada numa forte diferenciação dos produtos no respeito dos conceitos de denominação de origem e seu “terroir”.
Foto: DR.
Atualidade
São Paulo: Pedro Ramos reforça presença luso-brasileira no CONARH 2026
O especialista português em gestão de pessoas e recursos humanos, Pedro Ramos, participou no CONARH 2026, realizado de 18 a 20 de agosto no São Paulo Expo, na maior cidade da América Latina, localizada no Brasil. A sua intervenção institucional ganhou destaque pela “moderação de conteúdo internacional” e pelo “contacto direto com milhares de profissionais e visitantes no maior evento de gestão de pessoas da América Latina e o segundo maior do mundo”. Promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH Brasil), o CONARH 2026 decorreu sob o conceito “Cidade do RH” e colocou em debate temas como “liderança, inteligência artificial, saúde mental, inovação e novas formas de trabalhar no futuro”.
Pedro Ramos integra o Conselho Empresarial da ABRH Brasil e o Comité do CONARH, evento que, nesta edição, reuniu mais de 120 palestrantes, contou com mais de 300 stands e múltiplos espaços de conteúdo e experiências dedicados ao futuro do trabalho e à gestão de pessoas.
Um dos momentos de maior atenção do público durante a participação de Pedro Ramos, que é também presidente da Sociedade de Excelência Luso-Brasileira (SELB), aconteceu na tarde do terceiro dia do congresso, com a moderação da sessão “Cases Orientais: Insights para as Empresas Brasileiras”, ao lado de Carla Caracol, outra profissional portuguesa de renome. O painel trouxe uma perspetiva internacional sobre “aprendizagem organizacional, comunicação e superação de desafios empresariais”, reforçando o “caráter global do CONARH 2026” e a capacidade do evento para “aproximar diferentes geografias e culturas de gestão”.
Na sessão, Ranjan Kumar Mohapatra, convidado da Índia, sublinhou a importância da “aprendizagem contínua nas organizações” e da capacidade de “transformar conhecimento em ação rápida”, num contexto empresarial cada vez mais exigente e imprevisível. Já Mohamed Isa, convidado do Bahrein, partilhou reflexões sobre “comunicação, qualidade das relações e a necessidade de superar os vários “Everest” presentes na vida das empresas e das lideranças contemporâneas”.
Para além da intervenção no palco, Pedro Ramos autografou o livro “Gestão de Pessoas de A a Zen”,da sua autoria, durante o terceiro dia do evento.
Ambiente internacional
A edição de 2026 apresentou uma estrutura alargada de experiências, incluindo auditório principal, espaços dedicados a inteligência artificial, laboratórios interativos, festival do trabalho e arenas temáticas, “refletindo a evolução do RH para um papel cada vez mais estratégico, humano e orientado para resultados sustentáveis”.
Sob o tema “Brasil Global: o futuro da gestão é humano”, o evento consolidou a relevância internacional do debate sobre “talento, cultura, liderança e transformação organizacional”.
Fontes indicam que a participação de Pedro Ramos no CONARH 2026 “reforça o seu posicionamento como uma das vozes de referência na liderança, desenvolvimento humano e aproximação entre Portugal e Brasil na área da gestão de pessoas”. A presença em São Paulo evidencia também o “contributo crescente de profissionais lusófonos nos grandes fóruns internacionais dedicados ao futuro do trabalho”.
Ígor Lopes
Atualidade
FUNCEX passa a “Observador Consultivo” da CPLP
A Fundação de Comércio Exterior e Relações Internacionais (FUNCEX), com sede no Rio de Janeiro, Brasil, passou a integrar a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) na categoria de “Observador Consultivo”, após decisão aprovada pelo Conselho de Ministros da organização durante a XXXI Reunião Ordinária, realizada no dia 19 de agosto, em Díli, Timor-Leste. Na resolução oficial, a instituição surge com a designação Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior, nome que esteve na origem da atual FUNCEX, entretanto alterado para corresponder às atuais atividades lideradas pela fundação em nível global. A decisão inclui a fundação brasileira entre 14 entidades de Angola, Brasil, Moçambique, Portugal e Timor-Leste que receberam o estatuto.
A entrada da FUNCEX no quadro de “Observadores Consultivos” cria um canal institucional para a fundação no espaço lusófono, em um momento em que a organização brasileira tem ampliado a atuação internacional por meio da FUNCEX Europa, em Portugal, e da FUNCEX Mercosul, desde o Uruguai. A estrutura posiciona a instituição em um eixo que envolve Brasil, Mercosul, União Europeia, países africanos de língua portuguesa e outros mercados ligados à CPLP. A fundação completa, em 2026, 50 anos de atividade.
Para o presidente da FUNCEX, Antonio Carlos da Silveira Pinheiro, a presença no espaço lusófono insere-se no processo de internacionalização desenvolvido pela instituição. Ao abordar a estratégia da fundação para a CPLP, o responsável afirmou que “a criação da FUNCEX Europa abriu um eixo estruturante de articulação com países lusófonos”. Na mesma linha, definiu como objetivo “posicionar a Fundação como ponte técnica entre América do Sul, África lusófona e União Europeia”.
A atribuição da categoria de “Observador Consultivo” reforça, neste contexto, uma relação que vinha sendo construída pela FUNCEX com instituições e mercados de língua portuguesa. A fundação mantém presença em Portugal desde 2022, por meio da FUNCEX Europa, e tem desenvolvido iniciativas direcionadas à aproximação entre empresas, governos e instituições. Antonio Carlos da Silveira Pinheiro já havia assinalado que Portugal pode atuar como porta de entrada de empresas brasileiras no mercado europeu, mantendo simultaneamente ligações com o Brasil, o Mercosul e os países da CPLP.
A estratégia ganha também dimensão econômica diante da aproximação entre o Mercosul e a União Europeia. A FUNCEX tem associado a sua atuação em Portugal à preparação de empresas e instituições para novas condições de comércio e investimento, incluindo exigências regulatórias, regras de origem, sustentabilidade e padrões técnicos. A fundação defende uma atuação articulada entre a sua estrutura no Brasil, a FUNCEX Europa e a FUNCEX Mercosul, procurando estabelecer conexões entre a América do Sul, o mercado europeu e o espaço de língua portuguesa, além de reforçar o seu papel no ramo da internacionalização, tendo ainda anunciado, nas últimas semanas, aposta no campo da Inteligência Artificial em prol da melhor compreensão do ambiente do mercado externo, com foco nas empresas brasileiras que desejam exportar.
Esta aproximação à CPLP por parte da FUNCEX não começou com a decisão de Díli. Em declarações anteriores sobre a expansão internacional da fundação, Antonio Carlos da Silveira Pinheiro já apontava para uma atuação conjunta com a Comunidade, associando a presença europeia da FUNCEX às relações entre União Europeia e Mercosul e à cooperação com os países lusófonos. A fundação tem igualmente participado de iniciativas institucionais relacionadas com a Confederação Empresarial da CPLP e com entidades portuguesas ligadas ao financiamento, investimento e internacionalização empresarial.
A categoria de “Observador Consultivo” constitui um dos mecanismos utilizados pela CPLP para integrar organizações da sociedade civil, instituições acadêmicas, entidades empresariais e organismos especializados na atividade da Comunidade. O modelo permite aprofundar a cooperação por meio das estruturas e comissões temáticas existentes, que abrangem áreas como economia, empresariado e investimento, educação, ciência e tecnologia, meio ambiente, energia, assuntos do mar, infraestruturas, administração e políticas públicas. A própria CPLP considera essas entidades instrumentos de participação da sociedade civil na dinâmica da organização.
Além da FUNCEX, receberam a categoria de “Observador Consultivo” a Associação das Comunidades Luso-Asiáticas, APCA, de Timor-Leste; a Associação Internacional das Comunidades de Língua Portuguesa, CLPI, a Confederação do Desporto de Portugal, o Panathlon Clube de Lisboa e a Universidade de Lisboa/Colégio Tropical, de Portugal; a Associação de Educação de Jovens e Adultos de Nampula, ASEJANA, e o Instituto Nacional de Saúde de Moçambique; e, por Angola, a Associação de Mulheres Marítimas e Portuárias e Actividades Conexas de Angola, AMMPACA-WIMANGOLA, e o Fórum Empresarial dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, FE-PALOP.
Do Brasil, além da FUNCEX, receberam o estatuto o Centro de Educação Ambiental e Preservação do Património da Universidade Federal do Paraná, o Fórum das ONG/Aids do Estado de São Paulo, FOAESP, o Fundo Brasileiro de Educação Ambiental, FunBEA, e o Instituto Espinhaço – Biodiversidade, Cultura e Desenvolvimento Socioambiental. A resolução oficial contabiliza, assim, cinco entidades brasileiras entre as 14 admitidas nesta reunião. Um momento acompanhado de perto pelo Embaixador Juliano Nascimento, representante permanente do Brasil junto à CPLP.
A decisão foi tomada durante a XXXI Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da CPLP, realizada sob a presidência de Bendito dos Santos Freitas, ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Timor-Leste. Participaram os ministros dos Negócios Estrangeiros e das Relações Exteriores, ou os respectivos representantes, de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, além da secretária-executiva da CPLP, embaixadora Maria de Fátima Jardim.
Novas resoluções
A reunião de Díli teve uma agenda que ultrapassou a entrada dos novos “Observadores Consultivos”. Os ministros analisaram e aprovaram documentos relacionados com a implementação do Acordo sobre a Mobilidade entre os Estados-Membros, o balanço da Visão Estratégica da CPLP 2016-2026 e a preparação da estratégia para 2027-2033, a situação na Guiné-Bissau, a aplicação da Convenção Multilateral de Segurança Social, a operacionalização da Década da Juventude da CPLP 2026-2036 e o reforço da resposta a desastres climáticos.
Foram ainda tratadas resoluções relacionadas com saúde pública, por meio do Programa Frátria, com o Programa CPLP Audiovisual, a Rede de Arquivos Nacionais, a criação de uma rede sobre alimentação, nutrição e saúde escolar e a elaboração da Agenda Estratégica para a Consolidação da Cooperação Econômica na CPLP para o período de 2028 a 2032. O Conselho analisou igualmente matérias orçamentárias e de auditoria referentes ao Secretariado Executivo e ao Instituto Internacional da Língua Portuguesa. Foram aprovadas ainda a Declaração sobre os 30 anos da constituição da CPLP e a declaração sobre a consolidação do Estado de Direito Democrático e os desafios da Comunidade.
Para a FUNCEX, a nova condição institucional insere a fundação diretamente em uma “plataforma multilateral que reúne países distribuídos por quatro continentes e onde a cooperação econômica passou a assumir uma presença crescente na agenda”.
“A fundação chega a este espaço com estruturas no Brasil, na Europa e no Mercosul e com uma estratégia direcionada para internacionalização, inteligência de comércio exterior, formação e aproximação institucional e empresarial. O estatuto aprovado em Díli cria, desta forma, uma ligação formal entre a experiência acumulada pela FUNCEX no comércio exterior brasileiro e a agenda de cooperação da CPLP. Num cenário marcado pelas relações entre Mercosul e União Europeia e pela procura de novas ligações econômicas com África e o espaço lusófono, a fundação passa a integrar a rede de entidades chamadas a contribuir para projetos e iniciativas da Comunidade. Como tenho defendido, a atuação deverá manter-se ligada ao Brasil, a Portugal, ao Mercosul e aos países da CPLP, procurando transformar cooperação institucional em projetos e resultados”, disse à nossa reportagem o presidente da FUNCEX, Antonio Carlos da Silveira Pinheiro.
O evento contou ainda com a presença do primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão; de Maria de Fátima Jardim, secretária-executiva da CPLP; do ministro dos Negócios Estrangeiros, Comunidades e Defesa Nacional de Cabo Verde, Manuel Augusto Lima Amante da Rosa, e de Paulo Rangel, ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, entre outras autoridades.
Ígor Lopes
Atualidade
“Yellow Star Company” leva Evita a Sintra
Com Sofia Escobar no papel de Eva Perón e Diogo Morgado como Che, a produção da Yellow Star Company leva ao palco uma das mais aclamadas histórias do teatro musical mundial. Depois de encher sala em Lisboa, Porto e Algarve, Evita chega a Sintra para duas noites que prometem emocionar o público e afirmar a força deste clássico do teatro musical.
O encenador, Paulo Sousa Costa, partilha o desafio deste projeto assumindo ser um dos que mais se orgulho e o privilégio que sente: “Encenar um projeto desta envergadura, com tudo o que tem de histórico, é muito mais do que um grande desafio, é um enorme privilégio! Poder dar palco a esta mítica figura, desta feita cantada na língua de Camões é um sonho tornado realidade.”
“EVITA não só marcou o ´peronismo´ argentino, como também deixou uma marca inapagável no panorama artístico mundial. Falar de teatro musical sem mencionar EVITA seria um sacrilégio. E foram os eternos ´magos´ Andrew Lloyd Weber e Tim Rice, acabados de sair do não menos ultra-sucesso Jesus Cristo Super Star, que deram luz à, ´Rainha dos Descamisados”, sublinha Paulo Sousa Costa.
Sinopse
O musical Evita, é uma das obras mais célebres de Andrew Lloyd Webber (música) e Tim Rice (letra). O musical narra, em formato de ópera-rock, a ascensão e queda de Eva Perón, a carismática e controversa Primeira Dama da Argentina. Passado nas décadas de 1930 e 1940, o musical acompanha a trajetória de Eva Duarte, uma jovem ambiciosa que sai do interior em busca de fama e fortuna em Buenos Aires.
Determinada a vencer, Evita envolve-se com figuras influentes até conhecer Juan Perón, um oficial militar e político em ascensão. Casando-se com ele, Eva torna-se numa das figuras mais adoradas pelo povo, símbolo de esperança e progresso social — mas também odiada por muitos, alvo de críticas e acusada de manipulação política e sede de poder. A história é narrada por Che, revolucionário cético e uma espécie de consciência crítica, que observa e questiona as ações de Eva ao longo da sua vida. O musical culmina com a doença e morte prematura de Eva, aos 33 anos, quando a sua imagem já se havia tornado mítica.
A obra estreou originalmente no Prince Edward Theatre, em Londres, a 21 de junho de 1978, com Elaine Paige no papel de Eva Perón, conquistando grande aclamação da crítica e do público, tendo recebido o Laurence Olivier Award pela sua interpretação . Um ano depois, a produção chegou à Broadway, no Broadway Theatre, a 25 de setembro de 1979, protagonizada por Patti LuPone, que viria a receber o Tony Award pela sua interpretação. Desde então, o papel de Evita foi desempenhado por várias atrizes de renome, incluindo Madonna, que o imortalizou na adaptação cinematográfica de 1996, e Elena Roger, estrela da reposição londrina de 2006 e da produção da Broadway em 2012.
Recorde-se que, fundada em 2010, a Yellow Star Company é uma produtora portuguesa dedicada à criação e difusão de espetáculos para públicos de todas as idades. Sob a direção de Carla Matadinho e Paulo Sousa Costa, a companhia tem-se distinguido pela diversidade da sua programação, que abrange musicais, comédias, clássicos contemporâneos e produções infantis. Com um percurso marcado por sucessos como Shrek – O Musical, A Bela e o Monstro, A Noite, o recente Grease e várias produções originais, a Yellow Star Company consolidou-se como uma das referências do teatro musical em Portugal.
Contactos para Reservas
938 667 315 | bilheteira@
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