Atualidade
Arranca hoje a quarta Piscine na 42 Porto, a primeira do ano
São 160 candidatos que começaram hoje, na 42 Porto, um bootcamp de 26 dias intensivos a aprender as bases de programação e a descobrir se a 42 é a escola certa para eles. A Piscine é o segundo passo – depois de superarem os testes online – que os candidatos terão de cumprir para garantirem vaga no segundo curso do Porto, que arranca em abril. De realçar que os candidatos representam 6 nacionalidades e que 25% são do sexo feminino.
A Escola 42 é considerada a melhor escola de Software Development do mundo (com mais de 15 mil alunos em 26 países), oferece um método inovador e gamificado, que promove a aprendizagem sem salas de aula, sem horários e sem professores. Nesta escola aprende-se de forma prática, desenvolvendo projetos entre pares, num modelo que parece um jogo. Assim, para além das competências técnicas, cada aluno desenvolve a capacidade de comunicação, trabalho em equipa e resolução de problemas, bem como a criatividade, autonomia e resiliência.
O programa da 42 é 100% gratuito (as propinas são totalmente pagas por mecenas) e não exige background académico ou experiência em programação. O que se deseja é que os candidatos sejam proativos, curiosos, criativos, dedicados e gostem de trabalhar em equipa. E que tenham pelo menos 18 anos ou o 12º ano concluído. As candidaturas estão abertas 365 dias por ano em Lisboa e no Porto através dos links: www.apply.42lisboa.com e www.apply.42porto.com.
As próximas piscines estão agendadas para 27 de fevereiro, em Lisboa, e para 6 de março, no Porto.
Desde que abriu portas em Portugal, a 42 já soma 5 kick-off, +500 alunos, mais de 36 mil candidatos registados, 10 Piscines em Lisboa e 3 no Porto, onde chegou em junho de 2022.
Para aceder aos cursos da 42 é necessário passar dois testes online e completar um bootcamp de 26 dias intensivos nas instalações da 42, em que os candidatos aprendem as bases de programação e descobrem se esta é a escola ideal para eles.
O curso demora entre 12 e 18 meses a concluir para quem dedica cerca de 40h por semana. Para completar o curso, os alunos terão, ainda, de ter uma experiência profissional na área. Com um conhecimento mais profundo do mercado de trabalho, os alunos poderão, posteriormente, regressar à 42 para complementar o curso com uma especialização à sua escolha, entre cyber security, web development, data analytics, entre muitas outras.
A idade média dos alunos da 42 em Portugal é de 27 anos, com idades compreendidas entre os 17 e os 57. São 25 as nacionalidades dos alunos, tais como os perfis são muito diferentes, mas têm em comum o facto de verem na programação uma oportunidade para as suas carreiras. Jovens que terminaram o ensino secundário, alunos universitários, profissionais das mais variadas áreas: Personal Trainers, Motoristas, Chefs, Canalizadores, Pilotos, Militares, Médicos, Engenheiros, Bartenders, Polícias, Profissionais de Limpeza, Advogados, Músicos, Farmacêuticos, entre muitos outros.
No Porto, a 42 conta como parceiros fundadores com a CRITICAL TECHWORKS e a SALTPAY, e tem ainda o apoio de AMORIM, BA GLASS, ECOSTEEL, SODECIA, SOGRAPE, SONAE, PROZIS, VICAIMA, JOÃO NUNO MACEDO SILVA e Câmara Municipal do Porto.
Em Lisboa, tem o apoio dos parceiros fundadores Fundação Santander Portugal, VANGUARD PROPERTIES, FIDELIDADE e REFORMOSA, bem como da BI4ALL, MERCEDES-BENZ.IO, OBSERVADOR, DST GROUP, BA GLASS, CASA RELVAS, NTTDATA, HUAWEI, KPMG, AXIANS, SALTPAY, SUL ACCOUNT, THE CLAUDE AND SOFIA MARION FOUNDATION, FAMÍLIA ALVES RIBEIRO, RITA E FILIPE BOTTON e Fundação José Neves.
O apoio dos mecenas revela uma aposta de empresas e individuais num modelo de educação mais inclusivo e mais tecnológico.
Como funciona?
O curso da 42 é partilhado nas mais de 40 escolas em todo o mundo. Demora entre 12 e 18 meses a concluir, caso o aluno dedique cerca de 40h semanais ao programa. Depois disso, mergulha na sua primeira experiência profissional.
Posteriormente, os alunos podem começar a sua Especialização, altura em que decidem quais as áreas que mais lhes interessam e que querem explorar. Mais uma vez, e para que depois recebam um certificado de especialização, terão que fazer uma experiência profissional em que coloquem em prática toda a aprendizagem.
A metodologia de aprendizagem assenta numa experiência project-based e peer learning, que é muito enriquecida pela experiência presencial dos alunos no Campus.
Complementado com as experiências profissionais exigidas no final de cada etapa, o curso e especialização da 42 preparam os alunos de uma forma prática, promovendo o desenvolvimento das competências do futuro.
Todos os parceiros da 42 têm acesso a uma plataforma onde podem divulgar ofertas de emprego para os alunos de toda a rede 42, e não apenas para os do Campus da sua cidade/país.
Foto: 42.
Atualidade
Portugal: “Eu Decido NextGen” reúne jovens líderes em debate sobre o futuro da nova geração
O auditório do Taguspark, no concelho de Oeiras, em Portugal, recebe, no dia 19 de setembro, entre as 09h e às 19h, o painel de debate especial “Eu Decido NextGen”, uma iniciativa moderada pelo CEO da Dale Carnegie Portugal e especialista em gestão das pessoas, recursos humanos e liderança, Pedro Ramos, que reunirá sete jovens participantes para debater o papel da nova geração na construção do futuro. Esta iniciativa acontece no âmbito do evento “Faz a Tua Mudança”, organizado por Adriana Carneiro, mentora e coach de Liderança.
Sob o lema “O futuro não está à espera”, o encontro pretende “promover um espaço de reflexão e diálogo em torno dos desafios enfrentados pelos jovens, incentivando a participação ativa na definição das decisões que irão moldar a sociedade dos próximos anos”.
O painel contará com a participação de Inês Siopa, Carolina Almeida, Laura Gomes, Afonso Almeida, Inês Moleiro, José Lages e Joana Ramos, jovens convidados para “partilhar experiências, perspetivas e propostas sobre temas ligados à liderança, participação, inovação e intervenção cívica”.
A organização apresenta o evento como um “encontro entre diferentes vozes da mesma geração”, sintetizado na mensagem “7 vozes. 1 geração. 1 decisão.”, procurando demonstrar que “os jovens não são apenas destinatários das mudanças, mas protagonistas da sua construção”.
A filosofia da iniciativa é resumida na frase que acompanha o evento: “Enquanto muitos discutem o futuro, eles já o estão a construir”.
Ígor Lopes
Atualidade
Angola: Pedro Ramos defendeu em Luanda “liderança centrada nas pessoas” durante o “Carreira International Summit 2026”
Pedro Ramos, CEO da Dale Carnegie Training Portugal e da Rharo by Group Talent, participou, em Luanda, Angola, no “Carreira International Summit 2026”, realizado no passado dia 8 de julho, no Epic Sana Luanda. O encontro, organizado pela “Revista Carreira”, em parceria com a “Dale Carnegie Training Portugal” e a “Rharo by Group Talent”, foi apresentado como um “espaço internacional de reflexão sobre o futuro do trabalho, da liderança e das organizações”.
Sob o tema “Pessoas Reais (RE)Inventam o Futuro Artificial”, Pedro Ramos fez a palestra de abertura do evento, centrando a sua intervenção na necessidade de colocar as pessoas no centro da transformação organizacional, num tempo marcado pela aceleração da inteligência artificial, pela redefinição das carreiras e pelas novas exigências da liderança. A agenda do summit foi orientada para as dinâmicas emergentes do mercado laboral, a transformação organizacional e as trajectórias de carreira em contexto global.
O evento reuniu líderes empresariais, decisores públicos, especialistas e representantes institucionais de Angola, Portugal, Brasil, Moçambique e Líbano, reforçando Luanda como “espaço de diálogo lusófono e internacional sobre gestão de pessoas, tecnologia, inovação e desenvolvimento humano”. A organização avalia que o summit foi o primeiro encontro internacional em Angola inteiramente dedicado a esta agenda, com a ambição de “aproximar lideranças e gestores de pessoas de diferentes geografias”.
A presença de Pedro Ramos em Angola confirma a expansão da sua agenda internacional e o posicionamento da “Dale Carnegie Training Portugal” e da “Rharo by Group Talent” em mercados lusófonos estratégicos.
“Num contexto em que as organizações procuram responder à pressão tecnológica sem perder vínculo humano, a minha intervenção em Luanda destacou uma mensagem central: o futuro pode tornar-se mais artificial, mas continuará a depender de liderança, consciência, confiança e capacidade de mobilizar pessoas”, disse Pedro Ramos.
Ígor Lopes
Atualidade
CCP destaca voto eletrónico, apoio à Venezuela e reforço dos direitos da diáspora nas conclusões das reuniões presenciais do Conselho Permanente em Lisboa
O Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CP-CCP), presidido por Flávio Martins, divulgou, em comunicado, as principais decisões alcançadas no âmbito das reuniões presenciais realizadas em Lisboa entre 29 de junho e 1 de julho, iniciativa que ficou marcada por deliberações e mensagens consideradas de “maior impacto direto para a diáspora portuguesa”, destacando temas como o voto eletrónico, o ensino do português no estrangeiro, os serviços consulares, os processos de nacionalidade e o apoio à comunidade portuguesa na Venezuela, além da aprovação de uma moção de solidariedade institucional dirigida ao povo venezuelano e à comunidade portuguesa residente naquele país, na sequência dos recentes sismos que afetaram a região no final de junho.
No plano da participação cívica, o CCP assinala como um dos principais avanços o anúncio feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, relativo à realização de uma experiência-piloto de voto eletrónico nas próximas eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas, previstas para 2027.
A medida, considerada um passo relevante para facilitar a participação eleitoral dos emigrantes, visa testar novas soluções tecnológicas para futuros atos eleitorais. A modernização dos processos eleitorais constituiu, aliás, uma das principais reivindicações apresentadas pelo Conselho. O CCP voltou a defender o alargamento das modalidades de voto – presencial, postal e eletrónico – a todos os atos eleitorais nacionais, bem como o desdobramento das assembleias de voto no estrangeiro, procurando reduzir as dificuldades de acesso e combater a baixa participação registada em eleições anteriores.
Outro dos temas centrais incidiu sobre o ensino de português no estrangeiro. Durante as reuniões realizadas em Lisboa decorreram encontros de trabalho com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, dedicados à análise dos desafios e das oportunidades de expansão da rede de ensino da língua portuguesa junto das comunidades emigrantes, procurando reforçar a promoção da língua e da cultura portuguesas além-fronteiras.
No domínio dos serviços públicos, o Conselho Permanente dirigiu também um conjunto de propostas ao Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), defendendo medidas destinadas a acelerar e uniformizar os processos de nacionalidade e de registos civis, reforçar a digitalização dos serviços, melhorar a interoperabilidade entre o IRN e a rede consular portuguesa e ampliar a formação técnica dos postos consulares. O objetivo passa por “garantir maior previsibilidade nos prazos de resposta e uma aplicação uniforme dos critérios utilizados nos processos que envolvem portugueses residentes no estrangeiro”.
O comunicado reforça ainda a posição do CCP relativamente ao seu papel institucional, sugerindo uma participação mais ativa na definição das políticas públicas dirigidas às comunidades portuguesas.
Recorde-se que, desde 2023, o Conselho passou a ser obrigatoriamente consultado em matérias relacionadas com a diáspora portuguesa, reforçando a sua legitimidade enquanto órgão consultivo do Estado.
No plano organizativo, o CP-CCP confirma a consolidação do atual mandato através da assinatura do Relatório Anual de Atividades, da aprovação do Código de Conduta dos Conselheiros e da reeleição da Mesa Diretora, decisões que encerraram o ciclo de reuniões presenciais do Conselho Permanente realizadas na capital portuguesa.
Ígor Lopes
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