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Vila Franca de Xira: Detido por tentativa de agressão com arma branca

Mais ocorrências na área de intervenção do Comando Metropolitano da PSP de Lisboa

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O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da Divisão Policial de Vila Franca de Xira, no dia 25 de março, pelas 14h30, procedeu à detenção de um homem, com 24 anos de idade, por tentativa de agressão com arma branca.

O suspeito, que tinha na sua posse uma arma branca de grandes dimensões (20 cm de lâmina e 34 cm de comprimento total), após proferir ameaças de esfaqueamento à vítima, com 49 anos de idade, agrediu a mesma através de uma cabeçada, tendo esta procurado auxílio numa zona de maior fluxo de pessoas, a fim de salvaguardar a sua vida e integridade física.

Posteriormente, a vítima, enquanto se deslocava para casa, foi, de novo, perseguida pelo suspeito, que empurrou o lesado com tal força que o projetou ao chão, tentado esfaquear a vítima por diversas vezes, sem sucesso.

Neste espaço de tempo, graças à rápida intervenção de um polícia que se encontrava naquela artéria e que, face às agressões e tentativa de esfaqueamento, intercetou o suspeito em flagrante delito, tendo sido apreendida a faca de grandes dimensões, bem como, acionados de imediato os meios de emergência médica para o local a fim de assistir a vítima. O suspeito foi detido, prestou termo de identidade e residência, foi constituído arguido e, face à gravidade do crime cometido, por haver perigo de fuga e continuação da atividade criminosa, bem como por determinação do Ministério Público de Vila Franca de Xira, o agora arguido manteve-se detido e recolheu às celas do Comando Metropolitano de Lisboa.

O detido foi presente ao Tribunal de Turno da Comarca de Lisboa – Norte (Vila Franca de Xira) em sede de primeiro interrogatório judicial de arguido detido, no dia 26 de março, sendo-lhe aplicada a medida de coação de proibição de contactos com a vítima.

Ocorrências do Comando Metropolitano de Lisboa

Na Divisão de Segurança Aeroportuária, no dia 11 de março, foi rececionada uma denúncia contra desconhecidos, por, no dia 07 de março, por esquecimento, a vítima ter deixado uma mochila contendo no interior um Macbook junto a uma porta de embarque no Terminal 1 do aeroporto.

Feitas diversas diligências, veio a apurar-se que a referida mochila foi recolhida por um funcionário de empresa que labora no Aeroporto de Lisboa, ocultando-a, inicialmente, numa arrecadação e, depois, no final do seu turno de serviço, a ter levado disfarçadamente consigo, no sentido de não a entregar como lhe era exigido.

No dia 23 de março, após contacto com o suspeito, este assumiu a posse dos objetos, sendo-lhe aprendido mochila contendo um Macbook Pro, no valor de 3200 euros.

O suspeito, de 47 anos de idade, foi constituído Arguido e submetido a TIR. Foi-lhe, ainda, retirado o cartão que permite o acesso à zona restrita do aeroporto, para ser sujeito a nova avaliação. Os objetos foram entregues ao seu proprietário.

A 1ª Divisão Policial, no dia 26 de março, pelas 18h30, procedeu à detenção, em flagrante delito, de um homem, de 23 anos de idade, por ser suspeito da prática do crime de tráfico de estupefacientes, posse de arma proibida, injúrias e resistência e coação sobre funcionário.

No decorrer de uma fiscalização rodoviária, sem que nada fizesse prever, um condutor começou a injuriar os polícias fiscalizadores, tendo, em ato contínuo, tentado agredir os mesmos com a porta da sua viatura, bem como através de uma arma branca.

Após a sua manietação e respetiva voz de detenção, foram apreendidos os seguintes itens que se encontravam na posse do suspeito: 47,60 doses individuais de ecstasy; 2,72 doses individuais de haxixe; 1 faca de cozinha com 21cm; 1 balança de precisão; e 330 euros em numerário.

O detido recolheu às salas de detenção do COMETLIS, sendo, posteriormente, apresentado à respetiva Autoridade Judiciária para 1º interrogatório judicial e aplicação de eventuais medidas de coação.

A Divisão de Segurança a Transportes Públicos, no dia 25 de março, pelas 13h07, na freguesia de Santa Maria Maior, procedeu à detenção de um homem, com 53 anos de idade, por ser suspeito de estar ilegalmente no país. 

O suspeito deslocou-se à Esquadra de Turismo para participar o extravio do seu passaporte. Ao averiguar a sua situação em território nacional, apurou-se que pendia sobre o mesmo um alerta de recusa de entrada e permanência em Espaço Schengen.

Foi contacto o Gabinete Nacional de Sirene, para se alertar a descoberta de indicação do suspeito e o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, o qual informou que devia ser detido e presente diretamente ao tribunal competente.

O detido foi presente em Tribunal, sendo-lhe aplicada a medida de acomodação no Centro de Instalação Temporária.

Foto: DR.

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PJ detém mulher por crimes de incêndio florestal em Celorico de Basto

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A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal de Braga deteve, fora de flagrante delito, com a colaboração do Grupo de Trabalho de Redução de Ignições – Norte Litoral e da Guarda Nacional Republicana, a presumível autora de três incêndios florestais, ocorridos nos dias 01, 17 e 23 de julho, todos na freguesia de Ourilhe, concelho de Celorico de Basto.

Após a comunicação a esta Polícia, foram de imediato efetuadas diligências de investigação, sendo possível coligir-se prova indiciária forte, que imputa à arguida a autoria dos três incêndios florestais, iniciados por chama direta, com recurso a um isqueiro e, ainda, com a utilização de velas.

O local onde os incêndios foram ateados situam-se em zona com condições de propagação à mancha florestal, gerando risco acentuado para toda a floresta, aos campos agrícolas e a várias habitações ali existentes.

As ignições ocorreram sempre durante o dia e início da noite, em dias quentes, secos, com vento e com temperaturas altas.

A arguida, agiu por motivos do foro pessoal, bem sabendo que a sua conduta era proibida por lei e representava um perigo iminente para a natureza, populações e bens de terceiros.

A detida, mulher com 49 anos, residente naquela freguesia, foi presente à autoridade judiciária competente para promoção do primeiro interrogatório judicial.

Foi-lhe decretada a medida de coação de prisão preventiva.

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Armamar: Arquitetura popular do Douro em destaque em nova exposição no CIMD

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O Centro Interpretativo da Mulher Duriense (CIMD) inaugura, no dia 28 de julho, pelas 17h30, a exposição “António Menéres – Percursos pela Arquitetura Popular no Douro”, uma mostra que convida o público a descobrir a riqueza da arquitetura vernacular duriense e a sua estreita ligação à paisagem, à identidade e aos modos de vida da região.


A inauguração integra a programação do ciclo “Conversas à Terça” e contará com a presença do arquiteto Fernando Seara, diretor do Museu do Douro, que partilhará a sua visão sobre a arquitetura popular do Douro e o valor patrimonial deste legado construído.


A exposição reúne um conjunto de fotografias que documentam diferentes expressões da arquitetura vernacular duriense, revelando a forma como as gentes moldaram o território ao longo do tempo e estabeleceram uma relação única com a paisagem. Mais do que um registo documental, a mostra constitui um testemunho da evolução histórica e cultural do Douro, destacando um património que importa conhecer, preservar e valorizar.


Patente ao público até 31 de agosto de 2026, a exposição poderá ser visitada gratuitamente durante o horário normal de funcionamento do CIMD.

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Brasil: São Paulo conta agora com uma delegação da “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’”, entidade com sede em Viseu

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A “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’” realizou, no passado dia 16 de julho, a cerimónia oficial de tomada de posse da nova direção da delegação de São Paulo da entidade, quando distinguiu diversas personalidades e instituições pelo seu “contributo para a divulgação da cultura portuguesa no Brasil”, além de promover uma celebração gastronómica dedicada aos laços históricos entre Portugal e o Japão, numa tarde de eventos realizados primeiro no Auditório da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e, depois, no Restaurante Osakaya, no mesmo endereço.

A sessão solene marcou o início do primeiro mandato da delegação paulista da Confraria, organização que tem como missão “preservar, divulgar e valorizar o património histórico, cultural e gastronómico da região da Beira Alta portuguesa, junto da comunidade lusa residente no Brasil e dos seus descendentes”, promovendo também o “intercâmbio cultural entre Portugal e o país sul-americano”.

A estrutura dirigente passou a ser liderada por Nilzângela de Lima Souza, que assume a presidência da delegação, acompanhada por João Baptista de Oliveira, como vice-presidente, Gabriel Kwak, como secretário-geral; e, na tesouraria, Raquel Naveira. Integram-na, ainda, os conselheiros fiscais José Francisco Ferraz Luz e José Domingos de Lima Pezza, José Alberto Lovetro, diretor de Banda Desenhada, e Salete Lima e Eliza Muratori, Fatima Fonseca, nomeadas embaixadoras culturais.

De igual modo, durante a cerimónia foram atribuídos os títulos de “Presidentes de Honra” da Confraria ao Dr. Juarez Morais de Avelar e ao jornalista e escritor luso-brasileiro Ígor Lopes, “distinção reservada a personalidades reconhecidas pelo apoio prestado à instituição e ao fortalecimento das relações culturais entre Portugal e o Brasil”.

Reconhecimento do mérito cultural marcou cerimónia

A tomada de posse ficou também assinalada por um conjunto de condecorações destinadas a reconhecer o trabalho desenvolvido em diferentes áreas da cultura, do associativismo e da promoção da identidade portuguesa.

Tânia Sousa Pezza e Richard Wolfgang Azevedo Bauer foram investidos como novos comendadores da Confraria, recebendo as respetivas insígnias numa cerimónia presidida por Nilzângela de Lima Souza. Ao longo da sessão foram ainda homenageados o maestro Roberto Mendes Barbosa e Elisa Mendes Barbosa, ligados ao Coral de Oficina de Arte e Cultura, bem como Benjamin Souza Marinho, distinguido enquanto representante das novas gerações que mantêm viva a ligação à cultura portuguesa.

A Confraria decidiu também atribuir uma distinção institucional ao Restaurante Osakaya, reconhecendo o contributo que o espaço tem vindo a prestar ao “fortalecimento do intercâmbio cultural luso-brasileiro” e à “valorização da gastronomia enquanto elemento de aproximação entre os povos”.

Gastronomia como expressão da história comum

Após o momento protocolar, os participantes reuniram-se no salão do Restaurante Osakaya, onde foi servido um menu concebido exclusivamente para a ocasião, pensado para traduzir, através da gastronomia, o encontro histórico entre Portugal e o Japão. A proposta gastronómica procurou revisitar um dos capítulos mais antigos das relações entre os dois países, evocando os primeiros contactos estabelecidos pelos navegadores portugueses no século XVI e a influência que essa presença deixou na cultura culinária japonesa.

Ao longo do jantar foram servidos pratos que combinaram técnicas tradicionais japonesas com ingredientes e referências profundamente associados à cozinha portuguesa, transformando cada momento da refeição numa narrativa sobre a circulação de produtos, sabores e tradições entre os dois extremos do mundo.

O percurso iniciou-se com Edamame, valorizando a simplicidade dos produtos naturais, e com uma delicada salada de hijiki, preparada com caldo dashi e shoyu, apresentada como uma evocação da profundidade do oceano e da subtileza da cozinha japonesa.

Seguiu-se um dos momentos mais simbólicos da noite: o Korokke de Bacalhau, versão japonesa inspirada no tradicional bolinho de bacalhau português. A confeção recorreu à panagem em panko, preservando, contudo, o protagonismo do bacalhau, ingrediente incontornável da gastronomia portuguesa, criando uma ponte entre duas tradições culinárias separadas por milhares de quilómetros, mas unidas pela história.

O menu prosseguiu com Orange Chicken, Karaage Nanban, Shorompo Soup, Buta Misso e Tempura Misto, prato que assumiu especial simbolismo por recordar precisamente a influência portuguesa na divulgação do tempura – pois em séculos passados esta iguaria era consumida apenas por monges, sendo proibido o consumo por pessoas comuns – a técnica de fritura que viria a dar origem à atual tempura japonês.

A refeição terminou com Choux Cream (Shu Kuri), sobremesa de inspiração francesa reinterpretada pela pastelaria japonesa, encerrando um percurso gastronómico marcado pela fusão de influências e pela valorização da partilha cultural.

Toda a experiência foi desenvolvida pelo chef Daisuke Takao, agradecemos aos proprietários Henrique Hojo e Nicolas Aoki, que procuraram construir um menu onde cada prato representasse um “momento da ligação histórica entre Portugal e o Japão”, estabelecendo um “diálogo entre tradição, criatividade e identidade”.

“Mais do que um jantar comemorativo, a receção constituiu um dos momentos centrais das celebrações da tomada de posse, reforçando a gastronomia como instrumento de diplomacia cultural e de aproximação entre comunidades”, disse Nilzângela de Lima Souza, presidente da delegação de São Paulo da “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’”, com sede em Viseu, Portugal.

A iniciativa terminou num ambiente de convívio entre confrades, dirigentes, representantes institucionais e convidados, consolidando a “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’” como “um espaço de preservação das tradições beirãs, de promoção da cultura portuguesa e de fortalecimento dos laços entre Portugal e o Brasil”, em particular “junto da comunidade portuguesa radicada em São Paulo”.

Agência Incomparáveis

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