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Tecnologia de Sinalética Digital e Gestão de atendimento valem €30 mil milhões no mercado global

Mercados (inter)nacionais interessados em tecnologias sustentáveis e facilitadoras da mobilidade encontram em Portugal soluções competitivas

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Prevê-se que a procura dos serviços de sinalética digital e gestão de atendimento cresça exponencial e (inter)nacionalmente, de €20 mil milhões em 2020 para €30 mil milhões em 2025. Revelou-se de extrema importância na pandemia, ao permitir a redução de recursos, distanciamento ou utilização decrescente do fator humano, e promete continuar a crescer em contexto pós-pandémico, fruto da sua sustentabilidade e acréscimo da mobilidade, anuncia a EDIGMA, empresa tecnológica.

A EDIGMA, empresa líder em experiências interativas, acaba de reforçar o seu posicionamento nas áreas de sinalética digital e gestão de atendimento, com a criação de uma plataforma de experiência digital 360º, com um investimento de cerca de €3M nos últimos três anos, suportado pela procura (inter)nacional crescente e sem sinais de abrandamento.

“Se é verdade que o crescimento da procura nestas áreas foi muito grande nos últimos 2 anos, também em contexto pós-pandémico serão essenciais, uma vez que estas tecnologias permitem um avanço significativo na sustentabilidade, mobilidade, e melhoria de prestação de serviços ao utilizador, independentemente de se tratar de um hospital, um banco ou uma loja de retalho”, explica Miguel Oliveira, CEO da EDIGMA.

De Inglaterra ao Canadá, passando pelos Países Baixos, Espanha ou Angola, a procura de serviços de sinalética digital e gestão de atendimento é crescente, com um peso cada vez mais significativo (cerca de 40%)nos serviços prestados pela tecnológica, que desenvolve tecnologia nestas áreas, além das experiências interativas.

A sinalética digital trouxe mudanças profundas ao mercado, pois permitiu alterações completas de um determinado layout, de forma rápida, sustentável, com custos e recursos reduzidos. Seja a aparência de uma dependência bancária, seja toda a sinalética de um hospital, ao invés dos tradicionais recursos humanos, trabalhos físicos e logísticos no local, combustível, impressões ‘offset’, etc., tudo o que é necessário é um computador e uma plataforma que carrega a imagem e a distribuiu automaticamente para os vários formatos no local.

A gestão de atendimento trouxe um impacto ainda maior ao mercado, pois afeta o espaço, os utilizadores e até o ambiente. A possibilidade do utilizador de um determinado espaço poder ter acesso à sua senha sem precisar de estar no local, permitiu por um lado a drástica descida de utilização do papel, e, por outro, a facilitação da mobilidade das pessoas, que não precisam de estar todas no mesmo espaço, à mesma hora, para saber qual é o seu lugar no atendimento.

Em síntese, as tecnologias em geral e o uso mais intensivo de soluções inteligentes de sinalética digital e gestão de atendimento estão a contribuir para a redução da pegada de carbono.

“O nosso propósito é transformar o espaço público num ambiente mais comunicativo, tendo por base a atividade dos seus utilizadores e a forma como os meios digitais e a organização espacial se fundem para uma comunicação 360º. Ao explorar estas dimensões, conseguimos criar várias camadas de informação e comunicação, e o espaço converte-se num meio dinâmico e adaptativo”, conclui Miguel Oliveira.

De notar que a tecnológica é especialista em experiências interativas tendo a seu cargo projetos como a implementação do projeto integral do novo espaço do Centro Expositivo e Instalação Museográfica no Promontório de Sagres, num investimento de cerca de um milhão e meio de euros.

A EDIGMA tem, também, implementado projetos reconhecidos nas áreas do património e cultura, como por exemplo, o novo espaço do Aquário Vasco da Gama que conta com uma das maiores videowalls interativas da Europa e o Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros, que congrega num só espaço a história da cidade de Lisboa.

“As pessoas e a experiência são os pilares centrais que caracterizam estes empreendimentos e catalisam toda a atividade da EDIGMA, ao explorar estes conceitos na sua relação com as emoções da audiência e na possibilidade de criação de experiências personalizadas”, explica Miguel Oliveira, CEO da empresa.

A EDIGMA é uma empresa portuguesa especializada no desenvolvimento de experiências interativas e projetos de sinalética digital e gestão de atendimento. Desenvolvem hardware, software e concebem soluções customizadas, intervindo em todas as etapas do projeto, do desenvolvimento à instalação, assegurando apoio técnico pós-venda permanente e especializado. 

A EDIGMA é líder na implementação de projetos integrados e interativos e produção de tecnologia e aplicações interativas. Este conhecimento reflete-se na fiabilidade das suas soluções e traduz-se numa mais-valia garantida para clientes e parceiros. A EDIGMA implementou no mercado nacional recentemente projetos de sinalética digital / gestão de atendimento das lojas FNAC, iStore, Decsis e Centro Comercial Glicínias.

Em suma, a EDIGMA cria experiências que combinam o espaço físico com o espaço digital e que, em última análise, se traduzem em melhores experiências para as pessoas.

Imagem: EDIGMA.

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Brasil: São Paulo conta agora com uma delegação da “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’”, entidade com sede em Viseu

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A “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’” realizou, no passado dia 16 de julho, a cerimónia oficial de tomada de posse da nova direção da delegação de São Paulo da entidade, quando distinguiu diversas personalidades e instituições pelo seu “contributo para a divulgação da cultura portuguesa no Brasil”, além de promover uma celebração gastronómica dedicada aos laços históricos entre Portugal e o Japão, numa tarde de eventos realizados primeiro no Auditório da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e, depois, no Restaurante Osakaya, no mesmo endereço.

A sessão solene marcou o início do primeiro mandato da delegação paulista da Confraria, organização que tem como missão “preservar, divulgar e valorizar o património histórico, cultural e gastronómico da região da Beira Alta portuguesa, junto da comunidade lusa residente no Brasil e dos seus descendentes”, promovendo também o “intercâmbio cultural entre Portugal e o país sul-americano”.

A estrutura dirigente passou a ser liderada por Nilzângela de Lima Souza, que assume a presidência da delegação, acompanhada por João Baptista de Oliveira, como vice-presidente, Gabriel Kwak, como secretário-geral; e, na tesouraria, Raquel Naveira. Integram-na, ainda, os conselheiros fiscais José Francisco Ferraz Luz e José Domingos de Lima Pezza, José Alberto Lovetro, diretor de Banda Desenhada, e Salete Lima e Eliza Muratori, Fatima Fonseca, nomeadas embaixadoras culturais.

De igual modo, durante a cerimónia foram atribuídos os títulos de “Presidentes de Honra” da Confraria ao Dr. Juarez Morais de Avelar e ao jornalista e escritor luso-brasileiro Ígor Lopes, “distinção reservada a personalidades reconhecidas pelo apoio prestado à instituição e ao fortalecimento das relações culturais entre Portugal e o Brasil”.

Reconhecimento do mérito cultural marcou cerimónia

A tomada de posse ficou também assinalada por um conjunto de condecorações destinadas a reconhecer o trabalho desenvolvido em diferentes áreas da cultura, do associativismo e da promoção da identidade portuguesa.

Tânia Sousa Pezza e Richard Wolfgang Azevedo Bauer foram investidos como novos comendadores da Confraria, recebendo as respetivas insígnias numa cerimónia presidida por Nilzângela de Lima Souza. Ao longo da sessão foram ainda homenageados o maestro Roberto Mendes Barbosa e Elisa Mendes Barbosa, ligados ao Coral de Oficina de Arte e Cultura, bem como Benjamin Souza Marinho, distinguido enquanto representante das novas gerações que mantêm viva a ligação à cultura portuguesa.

A Confraria decidiu também atribuir uma distinção institucional ao Restaurante Osakaya, reconhecendo o contributo que o espaço tem vindo a prestar ao “fortalecimento do intercâmbio cultural luso-brasileiro” e à “valorização da gastronomia enquanto elemento de aproximação entre os povos”.

Gastronomia como expressão da história comum

Após o momento protocolar, os participantes reuniram-se no salão do Restaurante Osakaya, onde foi servido um menu concebido exclusivamente para a ocasião, pensado para traduzir, através da gastronomia, o encontro histórico entre Portugal e o Japão. A proposta gastronómica procurou revisitar um dos capítulos mais antigos das relações entre os dois países, evocando os primeiros contactos estabelecidos pelos navegadores portugueses no século XVI e a influência que essa presença deixou na cultura culinária japonesa.

Ao longo do jantar foram servidos pratos que combinaram técnicas tradicionais japonesas com ingredientes e referências profundamente associados à cozinha portuguesa, transformando cada momento da refeição numa narrativa sobre a circulação de produtos, sabores e tradições entre os dois extremos do mundo.

O percurso iniciou-se com Edamame, valorizando a simplicidade dos produtos naturais, e com uma delicada salada de hijiki, preparada com caldo dashi e shoyu, apresentada como uma evocação da profundidade do oceano e da subtileza da cozinha japonesa.

Seguiu-se um dos momentos mais simbólicos da noite: o Korokke de Bacalhau, versão japonesa inspirada no tradicional bolinho de bacalhau português. A confeção recorreu à panagem em panko, preservando, contudo, o protagonismo do bacalhau, ingrediente incontornável da gastronomia portuguesa, criando uma ponte entre duas tradições culinárias separadas por milhares de quilómetros, mas unidas pela história.

O menu prosseguiu com Orange Chicken, Karaage Nanban, Shorompo Soup, Buta Misso e Tempura Misto, prato que assumiu especial simbolismo por recordar precisamente a influência portuguesa na divulgação do tempura – pois em séculos passados esta iguaria era consumida apenas por monges, sendo proibido o consumo por pessoas comuns – a técnica de fritura que viria a dar origem à atual tempura japonês.

A refeição terminou com Choux Cream (Shu Kuri), sobremesa de inspiração francesa reinterpretada pela pastelaria japonesa, encerrando um percurso gastronómico marcado pela fusão de influências e pela valorização da partilha cultural.

Toda a experiência foi desenvolvida pelo chef Daisuke Takao, agradecemos aos proprietários Henrique Hojo e Nicolas Aoki, que procuraram construir um menu onde cada prato representasse um “momento da ligação histórica entre Portugal e o Japão”, estabelecendo um “diálogo entre tradição, criatividade e identidade”.

“Mais do que um jantar comemorativo, a receção constituiu um dos momentos centrais das celebrações da tomada de posse, reforçando a gastronomia como instrumento de diplomacia cultural e de aproximação entre comunidades”, disse Nilzângela de Lima Souza, presidente da delegação de São Paulo da “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’”, com sede em Viseu, Portugal.

A iniciativa terminou num ambiente de convívio entre confrades, dirigentes, representantes institucionais e convidados, consolidando a “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’” como “um espaço de preservação das tradições beirãs, de promoção da cultura portuguesa e de fortalecimento dos laços entre Portugal e o Brasil”, em particular “junto da comunidade portuguesa radicada em São Paulo”.

Agência Incomparáveis

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Cônsul-Geral Adjunta de Portugal no Rio de Janeiro recebe “Título de Cidadã Carioca” pelo “reforço das relações entre Portugal e a cidade maravilhosa

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A Cônsul-Geral Adjunta de Portugal no Rio de Janeiro, Ana Rita Ferreira, foi distinguida com o “Título de Cidadã Honorária do Município do Rio de Janeiro”, numa cerimónia realizada no Palácio de São Clemente, sede do Consulado-Geral de Portugal na cidade maravilhosa e residência oficial da cônsul-geral portuguesa na cidade, por iniciativa da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, através da iniciativa promovida pelo vereador e primeiro-secretário da Mesa Diretora da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Rafael Aloisio Freitas, em reconhecimento pelo “contributo da diplomata para o fortalecimento das relações entre Portugal, o Brasil e a cidade do Rio de Janeiro”.

A sessão solene, decorrida na passada quarta-feira, 8 de julho, foi presidida pela Cônsul-Geral de Portugal no Rio de Janeiro, embaixadora Joana Gaspar, reunindo representantes do corpo diplomático, autoridades civis, dirigentes associativos, presidentes de Casas Portuguesas, empresários e diversas personalidades ligadas à comunidade luso-brasileira.

Segundo apurámos, a distinção reconhece o “percurso diplomático” de Ana Rita Ferreira e o “trabalho desenvolvido ao longo da sua missão no Rio de Janeiro, marcado pelo reforço da cooperação institucional entre Portugal e o Brasil, pela promoção das relações culturais e pelo acompanhamento permanente da comunidade portuguesa residente na região”.

Esta homenagem foi proposta pelo vereador Rafael Aloisio Freitas, cuja intervenção destacou precisamente o empenho de Ana Rita Ferreira na “criação de pontes de diálogo e cooperação entre os dois lados do Atlântico” e na “consolidação dos laços históricos que unem Portugal e o Rio de Janeiro”.

O processo contou também com a colaboração de Gilberto Moreira Júnior, assessor do vereador, que participou na preparação e desenvolvimento da proposta apresentada à Câmara Municipal.

A atribuição do “Título de Cidadã Honorária do Município do Rio de Janeiro” constitui “uma das mais relevantes distinções concedidas pela autarquia carioca” e simboliza o “reconhecimento oficial da cidade às personalidades que, mesmo não sendo naturais do Rio de Janeiro, prestam contributos relevantes para o seu desenvolvimento institucional, cultural e internacional”.

Num ambiente marcado pela emoção e pelo reconhecimento público, a cerimónia reforçou ainda a profunda ligação histórica entre Portugal e o Rio de Janeiro, celebrando o legado de diálogo, amizade e cooperação que Ana Rita Ferreira ajudou a consolidar durante o exercício das suas funções diplomáticas.

Ígor Lopes

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“Encceja Exterior 2026”: Inscrições para exame de certificação de brasileiros residentes no estrangeiro decorrem entre 3 e 14 de agosto

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O Governo do Brasil publicou o edital do “Encceja Exterior 2026”, oficialmente conhecido como Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos, uma prova gratuita e de participação voluntária destinada a jovens e adultos brasileiros residentes no estrangeiro que não concluíram o ensino fundamental ou o ensino médio na idade regular mas que pretendam obter certificação escolar correspondente ao ensino fundamental ou ao ensino médio. As inscrições decorrem entre 3 e 14 de agosto de 2026, estando a realização das provas marcada para 22 de novembro de 2026, anunciou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).

Para concorrer ao certificado do ensino fundamental, os candidatos deverão ter 15 anos completos na data da realização da prova; para o ensino médio, a idade mínima exigida é de 18 anos, em conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei n.º 9.394/1996). A inscrição exige ainda a existência de um número de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) válido.

As provas realizam-se num único dia, distribuídas pelos períodos da manhã e da tarde, sendo compostas por quatro provas objetivas, com 30 questões de escolha múltipla cada, e por uma prova de redação.

No caso do ensino fundamental, são avaliadas as áreas de Ciências Naturais, Matemática, Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes, Educação Física e Redação, bem como História e Geografia.

Já para os candidatos ao ensino médio, o exame incide sobre Ciências da Natureza e as suas Tecnologias (Química, Física e Biologia), Matemática e as suas Tecnologias, Linguagens, Códigos e as suas Tecnologias e Redação (Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes e Educação Física) e Ciências Humanas e as suas Tecnologias (História, Geografia, Filosofia e Sociologia).

O INEP recomenda aos interessados a consulta integral do edital, disponível através do site institucional oficial das provas, onde constam todas as regras de participação, os procedimentos de inscrição e as condições para obtenção da certificação escolar.

Ígor Lopes

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