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Viana do Castelo vive “Páscoa Doce” de 2 a 10 de abril com programa repleto de fé e animação

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Entre os dias 2 e 10 de abril, Viana do Castelo promete cativar vianenses e visitantes com a iniciativa “Páscoa Doce”. Preparada conjuntamente pela Câmara Municipal, Diocese de Viana do Castelo e Associação Empresarial de Viana do Castelo, a programação une o religioso ao profano, conjugando fé e devoção com momentos de lazer e animação.

Uma das novidades da programação deste ano vai para a Mesa da Páscoa – Feira das Iguarias da Páscoa, que é apresentada na Praça da República de 5 a 8 de abril, com produtos gastronómicos associados a esta celebração. Assim, dia 5 de abril, a feira funciona das 12h00 às 22h00. Depois, de 6 a 8 de abril, esta mostra de iguarias funcionará das 12h00 às 00h00, convidando a uma visita ao centro histórico e à compra no comércio tradicional.

O Vereador da Cultura do município, Manuel Vitorino, considerou que o programa “conjuga na perfeição a componente fundamental da Páscoa, enquanto festa religiosa, e a componente profana”, que visa celebrar “o sentido pleno da festa vivido junto das populações e que está enraizado não só na cidade, mas também nas freguesias”. Destacou a Mesa da Páscoa – Feira das Iguarias da Páscoa, que pretende “dinamizar o comércio local e os pequenos produtores” e os workshops “a pensar nos mais novos”.

Na “semana santa”, propõe um Roteiro Doce, para que os visitantes vivam nova tradição pascal doce, para que em número ímpar, qual igreja ou capela, provem os doces e as iguarias das pastelarias vianenses. O Presidente da AEVC, Manuel Cunha Júnior, afirmou que o roteiro integra 25 pastelarias, informando que foi solicitado às pastelarias aderentes que “neste período de muitos turistas e de muitos munícipes”, dinamizem o negócio “e mantenham as portas abertas para darem a conhecer os seus produtos”, com ênfase na já certificada Torta de Viana”.

O Pároco da Sé de Viana, Armando Dias, realçou que “vamos fazer esta festa na perspetiva da esperança, que inclui alegria, doces e esperança”, indicando que todas as celebrações religiosas serão presididas pelo Bispo da Diocese de Viana do Castelo, D. João Lavrador. “Este é o ano em que regressam em pleno as celebrações da Páscoa, voltando ao que era antes da pandemia, com sinais expressivos de adesão, de alegria e de esperança”, frisou.

Assim, de 2 a 16 de abril, o piso 1 dos Antigos Paços do Concelho e o Instituto Católico, situado na Rua da Bandeira, acolhem a exposição “Crux Gloriosa – Obra incorporada, arte e espiritualidade“.

No dia 2 de abril, domingo, das 10h30 às 12h30, o centro histórico vianense recebe animação musical com Grupo de Bombos da Ronda Típica de Carreço. Nesse mesmo dia, pelas 11h00, arruada com Dixie Band.

O programa religioso inclui, para o Domingo de Ramos, na Sé Catedral, a Missa da Paixão pelas 10h30 e, às 15h30, a Oração de Véspera seguida da Procissão do Senhor dos Passos.

Dia 5 de abril, quarta-feira, a Praça da República acolhe o workshop Coelhinho/Cordeiro/Cruz, das 11h00 às 12h30 e das 15h30 às 19h30. Dia 6, a praça rainha recebe o workshop Ovos da Páscoa também das 11h00 às 12h30 e das 15h30 às 16h30.

Na Quinta-feira Santa, 6 de abril, a Sé Catedral acolhe a Missa Crismal, pelas 10h00. Às 19h00, aquele espaço religioso é palco da Missa Vespertina da Ceia do Senhor, com Lava-pés, apresentação das ofertas para os pobres e Procissão do Santíssimo Sacramento.

Nessa noite, a cidade promove a já tradicional Visita às Capelas, num roteiro religioso por 23 capelas e igrejas de Viana do Castelo. Entre as 20h00 e as 24h00, estarão abertas à oração: Sé Catedral, Igreja da Misericórdia, Capela de Nª Sr.ª do Resgate (Rua da Bandeira), Igreja de Nª Sr.ª da Caridade, Igreja de São Francisco (Ordem Terceira), Capela da Casa da Carreira (Câmara Municipal), Capela das Almas, Igreja do Seminário do Carmo, Igreja Paroquial de Nª Sr.ª de Fátima, Igreja da Sagrada Família, Capela de St.ª Rita (junto ao Colégio do Minho), Capela de Nª Sr.ª d’Agonia, Capela de S. Roque (junto à da Sr.ª d’Agonia), Capela do Carmelo de St.ª Teresinha, Capela do Seminário Diocesano, Capela de Nª Sr.ª das Candeias (Largo Vasco da Gama), Capela de Santa Catarina e Igreja Paroquial de Monserrate, Capela de Nª Sr.ª da Conceição da Rocha (junto à Sr.ª d’Agonia), Santuário do Sagrado Coração de Jesus-Santa Luzia, Capela do Hospital, Igreja de São Bento. Estão ainda disponíveis para visita a capela do navio-museu Gil Eannes e a capela do Museu de Artes Decorativas.

Nesse mesmo dia, das 10h00 às 24h00, o Museu de Artes Decorativas apresenta, no âmbito das suas exposições permanentes, Arte Sacra | Serviços de Mesa | Mesa da Páscoa.

Na Sexta-feira Santa, 7 de abril, às 10h00, Ofício de Leituras e Laudes – Sé Catedral (a cargo do Seminário Diocesano). Às 15h00, Celebração da Paixão do Senhor e, às 21h00, Via-Sacra na Cidade, com saída do Santuário de Nossa Senhora da Agonia, a terminar na Sé Catedral.

No programa de lazer, nessa sexta-feira a Praça da República é palco do workshop Ovos da Páscoa, das 17h00 às 19h00. Sábado, das 16h00 às 19h00, a principal praça da cidade acolhe o mesmo workshop.

A 8 de abril, às 11h00, a Porta Mexia Galvão acolhe ainda um concerto pela Orquestra Ligeira da ZEPAM, às 11h00. Às 17h00, a Igreja da Misericórdia acolhe Mater Dolorosa.

As Queimas de Judas são já tradição no concelho vianense e, nesse sábado, as mesmas estão agendadas para as 12h00, em Monserrate, 22h30 em Deocriste e 23h00 no Largo das Neves.

No domingo de Páscoa, a Câmara Municipal de Viana do Castelo abre as portas ao Compasso Pascal. Já a Sé Catedral tem eucaristia marcada para as 9h30, 11h00 e 18h00. O programa encerra na Segunda-feira de Páscoa, 10 de abril, com a Páscoa a Três no Largo das Neves, pelas 12h30.

Imagem: CMVC.

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Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

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Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

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Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal

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Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.

Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

Foto: ARA.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.

A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Foto: ARA.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.

No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.

Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.

Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

Foto: ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.

Fotos: ARA.

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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação

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Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.

Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.

O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.

Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.

A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.

É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.

O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.

Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.

Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.

Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.

Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.

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