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Forum Estudante apresenta 2023 como Ano Nacional dos Professores

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Ao longo de 2023, a revista Forum Estudante vai, em conjunto com vários parceiros, “mobilizar e inspirar a sociedade portuguesa para a importância vital dos professores e da carreira docente”. Ação realizada a 11 de janeiro levou estudantes de vários pontos do país a agradecer aos seus professores o trabalho realizado.

“Ser professor não é somente lecionar a matéria”, começou por explicar André Ventura, estudante da Escola Secundária Camilo Castelo Branco. Num vídeo gravado com o seu professor, o aluno agradeceu o trabalho realizado, destacando que ser professor “é também fazer crescer os estudantes, torná-los pessoas melhores”. “O meu propósito é sempre ajudar-vos, isso para mim é uma grande alegria”, respondeu o professor Nuno Sousa. 

Este foi um dos momentos integrados no Ano Nacional dos Professores, com a celebração do Dia Internacional do Obrigado, a 11 de janeiro. Neste dia, os cerca de 100 embaixadores Forum Estudante, estudantes do ensino secundário e profissional de todo o país, foram desafiados a preparar uma surpresa para os seus professores, agradecendo o esforço diário e tudo aquilo que representam para si, enquanto alunos. 

Na Escola Secundária Santa Maria do Olival, em Tomar, a estudante Joana Valada agradeceu à sua professora o apoio prestado: “Não podia deixar de agradecer o facto de orientar as competências de todos os seus alunos, sempre no caminho certo, e por olhar para os alunos como pessoas e não como números”. “Não seria a professora que sou, sem vocês, que são alunos maravilhosos”, foi a resposta da professora Sandra Dionísio. 

O Ano Nacional dos Professores

A ação é integrada no Ano Nacional dos Professores, uma iniciativa promovida pela revista Forum Estudante com o objetivo de promover e valorizar o estatuto e carreira dos professores. O conceito base, que será disseminado ao longo do próximo ano, resume-se na frase “Ser Professor – a forma mais eficaz de construir um mundo melhor”.

Este trabalho será realizado pela revista Forum Estudante, em parceria com várias entidades como estabelecimentos de ensino público e privado, estudantes ou profissionais da área da Educação, mas não só. “Este é um projeto de 10 milhões de portugueses”, explicou o fundador e CEO da revista Forum Estudante, Rui Marques, durante uma primeira sessão de apresentação do projeto, a 16 de novembro.

A dinâmica da iniciativa é descentralizada, organizada numa perspetiva colaborativa, tendo por base uma plataforma onde já é possível a qualquer cidadão ou instituição inscrever propostas de atividades. “Temos a certeza que existirão centenas de iniciativas a decorrer por todo o país”, sublinhou Rui Marques. 

O objetivo comum dessas ações passará por promover experiências inspiradoras que, através de eventos, programas, prémios ou projetos, valorizem a carreira docente e os professores portugueses, promovendo o seu potencial transformador e a importância fundamental para o país.

Por um mundo “melhor e mais justo”

Durante o lançamento oficial do Ano Nacional dos Professores, Rui Marques explicou que, através desta iniciativa nacional se pretende “dar relevância a um conjunto de pessoas que marcam a nossa vida e ajudam a construir um mundo melhor e mais justo” – os professores.

Realçando que existem “vários desafios relacionados com a profissão” como questões ligadas à carreira, progressão ou vencimento, Rui Marques sublinhou que o Ano Nacional dos Professores pretende destacar um elemento em específico: “A ideia de que uma sociedade não pode progredir verdadeiramente sem os seus professores. São estes homens e mulheres que ajudam a construir um mundo melhor”. 

“A Revista Forum Estudante nasceu para os estudantes, mas também para e com os professores”, destacou depois o Diretor da Forum Estudante, Gonçalo Gil. Ao longo dos 31 anos de existência, acrescentou, esta publicação “tem sido uma revista centrada em oferecer formação e informação para os estudantes”. “Este trabalho não é possível sem os professores, reforçou. 

“A melhor profissão do mundo”

Para o Presidente do Conselho de Escolas, António Castel-Branco, também presente na sessão, esta iniciativa pode ter um papel importante na resposta à “grave falta de professores no sistema”, uma vez que “um dos passos importantes passará por dignificar a profissão e a carreira de professor”.

A mesma ideia foi destacada por António Cunha Pereira, da Federação de Associações de Pais de Gaia, que destacou a forma como “o reconhecimento pela profissão de professor foi esmorecendo ao longo do tempo”. “Penso que esta iniciativa pode ajudar todas as partes da comunidade escolar a perceber de que forma podemos ajudar os professores, possibilitando também exercícios de empatia”, acrescentou. 

Também o Presidente da Associação de Diretores de Agrupamentos de Escolas Públicas, Filinto Lima, realçou a importância do trabalho de valorização da profissão de professor, que classificou como “a melhor profissão do mundo”. Para o responsável, “os professores estão desgastados”, devido a questões como a burocratização, avaliação de desempenho injusta, falta de apoios, vencimentos baixos e precariedade. Por essa razão, concluiu, “felicitamos esta iniciativa, para que olhemos, durante todo o ano, para esta classe”. 

A voz dos estudantes

Durante a sessão de lançamento do Ano Nacional dos Professores, foi ainda possível ouvir a opinião dos estudantes sobre o tema da valorização da carreira de docente. “Durante o meu percurso, encontrei professores que me fizeram acreditar em mim e no meu potencial”, destacou o estudante da Universidade do Porto, Tiago Oliveira. “Por vezes, os professores são esquecidos e isso está errado. Devemos valorizar sempre estas pessoas”, acrescentou o também fundador da associação Easy Future

A estudante do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, Dalila Gonçalves, deixou, depois, um agradecimento a todos os professores que “se esforçam para que os seus alunos tenham um futuro melhor”. A estudante destacou também o papel dos docentes no estímulo ao seu desenvolvimento: “Sempre me mostraram que eu era mais do que uma nota num teste”. 

Para outra das estudantes presentes na sessão, Rafaela Anastácio, aluna da licenciatura em Psicologia da Universidade do Minho, o papel dos professores é fundamental em momentos como o apoio à tomada de decisão ou o estímulo para o trabalho associativo, por exemplo. “Penso que esta iniciativa é fundamental”, referiu, antes de concluir: “acredito que todos nós estamos gratos a pelo menos um professor, na nossa vida. Sem estas pessoas, não estaríamos onde estamos hoje”.

A plataforma Ano Nacional dos Professores já está ativa, sendo que a Revista Forum Estudante desafia qualquer cidadão ou instituição a inscrever propostas de atividades a realizar. 

Sobre a Forum Estudante

A Forum Estudante é a segunda revista para estudantes mais antiga da Europa, assumindo-se como uma publicação de grandes causas. Estuda, reflete e divulga publicações gratuitas para o Ensino Secundário e Superior sobre temáticas ligadas à educação; dinamiza Academias de Verão, ligadas a diversas áreas de formação e saber; promove eventos temáticos de educação para a cidadania; e dinamiza o Consórcio Maior Empregabilidade do Ensino Superior e o Observatório da Responsabilidade Social das Instituições de Ensino Superior.

Imagem: FE.

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Cônsul-Geral Adjunta de Portugal no Rio de Janeiro recebe “Título de Cidadã Carioca” pelo “reforço das relações entre Portugal e a cidade maravilhosa

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A Cônsul-Geral Adjunta de Portugal no Rio de Janeiro, Ana Rita Ferreira, foi distinguida com o “Título de Cidadã Honorária do Município do Rio de Janeiro”, numa cerimónia realizada no Palácio de São Clemente, sede do Consulado-Geral de Portugal na cidade maravilhosa e residência oficial da cônsul-geral portuguesa na cidade, por iniciativa da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, através da iniciativa promovida pelo vereador e primeiro-secretário da Mesa Diretora da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Rafael Aloisio Freitas, em reconhecimento pelo “contributo da diplomata para o fortalecimento das relações entre Portugal, o Brasil e a cidade do Rio de Janeiro”.

A sessão solene, decorrida na passada quarta-feira, 8 de julho, foi presidida pela Cônsul-Geral de Portugal no Rio de Janeiro, embaixadora Joana Gaspar, reunindo representantes do corpo diplomático, autoridades civis, dirigentes associativos, presidentes de Casas Portuguesas, empresários e diversas personalidades ligadas à comunidade luso-brasileira.

Segundo apurámos, a distinção reconhece o “percurso diplomático” de Ana Rita Ferreira e o “trabalho desenvolvido ao longo da sua missão no Rio de Janeiro, marcado pelo reforço da cooperação institucional entre Portugal e o Brasil, pela promoção das relações culturais e pelo acompanhamento permanente da comunidade portuguesa residente na região”.

Esta homenagem foi proposta pelo vereador Rafael Aloisio Freitas, cuja intervenção destacou precisamente o empenho de Ana Rita Ferreira na “criação de pontes de diálogo e cooperação entre os dois lados do Atlântico” e na “consolidação dos laços históricos que unem Portugal e o Rio de Janeiro”.

O processo contou também com a colaboração de Gilberto Moreira Júnior, assessor do vereador, que participou na preparação e desenvolvimento da proposta apresentada à Câmara Municipal.

A atribuição do “Título de Cidadã Honorária do Município do Rio de Janeiro” constitui “uma das mais relevantes distinções concedidas pela autarquia carioca” e simboliza o “reconhecimento oficial da cidade às personalidades que, mesmo não sendo naturais do Rio de Janeiro, prestam contributos relevantes para o seu desenvolvimento institucional, cultural e internacional”.

Num ambiente marcado pela emoção e pelo reconhecimento público, a cerimónia reforçou ainda a profunda ligação histórica entre Portugal e o Rio de Janeiro, celebrando o legado de diálogo, amizade e cooperação que Ana Rita Ferreira ajudou a consolidar durante o exercício das suas funções diplomáticas.

Ígor Lopes

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“Encceja Exterior 2026”: Inscrições para exame de certificação de brasileiros residentes no estrangeiro decorrem entre 3 e 14 de agosto

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O Governo do Brasil publicou o edital do “Encceja Exterior 2026”, oficialmente conhecido como Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos, uma prova gratuita e de participação voluntária destinada a jovens e adultos brasileiros residentes no estrangeiro que não concluíram o ensino fundamental ou o ensino médio na idade regular mas que pretendam obter certificação escolar correspondente ao ensino fundamental ou ao ensino médio. As inscrições decorrem entre 3 e 14 de agosto de 2026, estando a realização das provas marcada para 22 de novembro de 2026, anunciou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).

Para concorrer ao certificado do ensino fundamental, os candidatos deverão ter 15 anos completos na data da realização da prova; para o ensino médio, a idade mínima exigida é de 18 anos, em conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei n.º 9.394/1996). A inscrição exige ainda a existência de um número de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) válido.

As provas realizam-se num único dia, distribuídas pelos períodos da manhã e da tarde, sendo compostas por quatro provas objetivas, com 30 questões de escolha múltipla cada, e por uma prova de redação.

No caso do ensino fundamental, são avaliadas as áreas de Ciências Naturais, Matemática, Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes, Educação Física e Redação, bem como História e Geografia.

Já para os candidatos ao ensino médio, o exame incide sobre Ciências da Natureza e as suas Tecnologias (Química, Física e Biologia), Matemática e as suas Tecnologias, Linguagens, Códigos e as suas Tecnologias e Redação (Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes e Educação Física) e Ciências Humanas e as suas Tecnologias (História, Geografia, Filosofia e Sociologia).

O INEP recomenda aos interessados a consulta integral do edital, disponível através do site institucional oficial das provas, onde constam todas as regras de participação, os procedimentos de inscrição e as condições para obtenção da certificação escolar.

Ígor Lopes

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CTTexpress com mais 64% de entregas fora de casa na península ibérica

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A CTTexpress, marca ibérica de logística de comércio eletrónico do Grupo CTT, registou um aumento de 64% nas entregas fora de casa (OOH) na Península Ibérica no primeiro semestre deste ano, face ao período homólogo de 2025.

No total, foram realizados mais de 4,8 milhões de envios para pontos de proximidade e cacifos nos primeiros seis meses do ano, refletindo a rápida expansão deste modelo de entrega.

Em Portugal, este hábito dos consumidores está em consolidação, com um aumento de 17%, suportado por esta rede altamente capilar e próxima do cliente. Já em Espanha, o crescimento acelerou fortemente, registando um aumento de 142% até junho face ao mesmo período de 2025.

Esta evolução acompanha uma mudança clara no comportamento dos consumidores, que passam a privilegiar soluções que lhes dão maior conveniência e controlo sobre a entrega.

As opções fora do domicílio – como pontos de recolha, cacifos ou entrega no local de trabalho – estão a ganhar peso e a afirmar-se como um elemento central da experiência de e-commerce, permitindo aos utilizadores escolher quando e onde recebem ou enviam as suas encomendas. Também os operadores de comércio eletrónico têm proposto cada vez mais estas soluções de entrega aos seus clientes. A combinação de conveniência para os consumidores e eficiência operacional tem contribuído para uma maior adoção deste modelo, acompanhando o crescimento do e-commerce e a transformação da logística na última milha.

“A rede de pontos de recolha e cacifos deixou de ser uma alternativa e passou a ser uma infraestrutura crítica do e-commerce. Sem capilaridade e densidade de rede, não é possível responder à escala atual do mercado nem às expectativas de conveniência dos consumidores. A CTTexpress, continuamos a reforçar esta rede para garantir proximidade e flexibilidade”, diz Alfonso Pastor, Diretor de Produto da CTTexpress.

O crescimento do OOH surge num contexto de forte dinamismo do comércio eletrónico. Segundo o Barómetro de e-commerce de março da CTTexpress para o mercado português, 85,1% dos operadores reportaram crescimento das vendas online em 2025, e 83% esperam que essa tendência se mantenha em 2026, consolidando o peso do digital no retalho.

De acordo com o mesmo estudo, as entregas fora de casa são as que apresentam maior potencial de crescimento futuro, acompanhadas por uma mudança nos critérios de escolha dos consumidores, que valorizam sobretudo gratuidade, velocidade e previsibilidade.

Neste contexto, a entrega deixa de ser apenas uma questão de rapidez e passa a ser uma questão de controlo, com os consumidores a procurarem soluções mais flexíveis e adaptadas ao seu dia a dia.

Acompanhando as preferências do consumidor, a CTTexpress conta atualmente com uma rede de mais de 20 mil pontos de recolha na Península Ibérica, assegurando uma solução de proximidade para envio, levantamento e devolução de encomendas expresso.

Esta rede ganha também relevância no segmento de ‘Consumidor para Consumidor’ (C2C), associado à venda entre particulares, onde facilitação, proximidade e simplicidade são determinantes.

A empresa mantém a aposta no reforço de uma das redes mais densas da Península Ibérica, posicionando-se num mercado onde a conveniência, a proximidade e a experiência do utilizador são cada vez mais decisivas.

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