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Lisboa: Fiscalização da PSP contra a especulação em veículos Táxi nos Olivais

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O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da 2ª Divisão Policial, no decorrer do presente mês de janeiro, na freguesia dos Olivais, procedeu à detenção de três homens, com idade compreendidas entre os 44 e os 76 anos de idade, por serem suspeitos da prática do crime de especulação.

Estas detenções resultam da informação e perceção de uma prática que se tem revelado cada vez mais recorrente no seio do transporte de passageiros através do serviço de Táxi. O crime de especulação traduz-se na venda de bens ou disponibilização de serviços por preços superiores àqueles que normalmente resultariam da atividade normal, o que resulta num enriquecimento ilegítimo por parte do prevaricador e no efeito lesivo sobre aqueles que adquirem ou usufruem deste serviço.

A continuidade do combate contra este tipo crime, resultou para já, na primeira metade do presente mês, na detenção destes três homens.

No âmbito da tomada de medidas cautelares e de polícia, as viaturas utilizadas para a consumação dos ilícitos descritos foram, cautelarmente, apreendidas, para impossibilitar os seus autores, de continuarem a atividade de forma criminosa.

Estas detenções decorrem de uma especial atenção que este tipo de serviço de transporte tem merecido em termos de fiscalização da 2ª Divisão Policial, que, nos últimos dois meses, possibilitaram a detenção e apresentação junto dos serviços do Ministério Público de mais de uma dezena de indivíduos pelo ilícito descrito, sobre alguns dos quais, existiam já vários processos em que os mesmos se encontram indiciados como suspeitos da prática deste mesmo crime.

“A Polícia continuará a investir esforços suplementares neste quadro criminal, visando prevenir a reincidência nestas práticas ilícitas por parte destes operadores comerciais”, sublinha a PSP.

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A Divisão Policial de Oeiras, no dia 11 de janeiro, procedeu à identificação de um homem, de 58 anos, por ser suspeito da posse/comercialização de artigos contrafeitos.

No decorrer de uma fiscalização a um estabelecimento comercial de venda a retalho, na freguesia de Carnaxide, foram apreendidos 991 artigos contrafeitos e imitações de várias marcas, nomeadamente, 967 bonés de reconhecidas marcas; 12 calções; e 12 t-shirts.

Artigos apreendidos (Foto: PSP)

Os artigos foram entregues no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste – Oeiras.     

A Divisão de Segurança a Transportes Públicos, no dia 13 de janeiro, pelas 18h47, na freguesia do Areeiro, procedeu à detenção de um homem, de 30 anos, por posse de estupefaciente.

No âmbito do policiamento preventivo de segurança aos transportes públicos, os Polícias, aquando do patrulhamento na Estação Metropolitano das Olaias, avistaram o suspeito a passar os torniquetes de controlo de acessos, colado a outro passageiro, motivo esse que levou a uma abordagem.

Após ser abordado, sentindo-se de imediato um forte odor característico de produto estupefaciente, foi questionado se teria na sua posse algum produto ilícito, o qual retirou do interior da bolsa que transportava a tira colo, um pedaço de haxixe, equivalente a 11.24 doses individuais.

O detido foi notificado para comparecer no Tribunal Judicial da Comarca Lisboa, sendo ainda levantado o Auto de Contraordenação, pela infração cometida pelo detido.

No dia 16 de janeiro, pelas 22h52, na freguesia da Misericórdia, procedeu à detenção de um homem, de 24 anos, por posse de estupefaciente.

Na Estação Ferroviária do Cais Sodré, os Polícias avistaram o suspeito a sair do comboio e, assim que se apercebeu da presença daqueles, inverteu sentido de marcha, tentando esconder-se no meio dos restantes passageiros, motivo esse que levou à sua interceção.

Após ser abordado, os polícias sentiram um forte odor especifico de produto estupefaciente, tendo sido questionado se teria na sua posse algum produto ilícito, o qual retirou do interior de uma mochila que transportava, um saco contendo 44,96 gramas de liamba.

O detido foi notificado para comparecer no Tribunal Judicial da Comarca Lisboa.

A Divisão de Segurança Aeroportuária, no dia 14 de janeiro, procedeu à detenção de um cidadão, com 32 anos de idade, por ser suspeito da prática do crime de condução em estado de embriaguez.

O suspeito, enquanto exercia condução de veículo a motor, foi fiscalizado e ao ser abordado pela PSP exalava um forte odor a álcool. Submetido a teste quantitativo de medição de álcool no sangue, apurou-se estar com uma taxa de 2,71 gramas/litro, descontada a margem de erro.

Foi detido, constituído arguido e prestou Termo de Identidade e Residência, sendo libertado e notificado para comparecer em audiência de tribunal.

No dia 16 de janeiro, deteve um cidadão, de 48 anos por, nos arruamentos do Aeroporto Humberto Delgado, em ato de uma operação de fiscalização de rotina, ter sido verificado não ser possuidor de habilitação legal para conduzir.

O detido assumiu, imediatamente, que não possuía habilitação legal para conduzir, e que vinha de Torres Novas até ao Aeroporto de Lisboa.

Ao condutor foi dada voz de detenção, foi constituído arguido e prestou Termo de Identidade e Residência, sendo notificado para comparência em Tribunal.

Fotos: DR e PSP.

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Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

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Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

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Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal

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Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.

Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

Foto: ARA.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.

A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Foto: ARA.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.

No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.

Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.

Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

Foto: ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.

Fotos: ARA.

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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação

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Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.

Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.

O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.

Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.

A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.

É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.

O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.

Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.

Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.

Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.

Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.

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