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PSP assinala o 56º Aniversário da Escola Prática de Polícia

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A Polícia de Segurança Pública (PSP) comemora, amanhã, o 56º aniversário da Escola Prática de Polícia (EPP).

A EPP foi criada com a publicação do Decreto-Lei nº 44 447, de 4 de julho de 1962, em que estipulava que a mesma se destinava a instruir os novos agentes alistados e organizar cursos e exames para promoção ou especialização dos agentes policiais. Em outubro do mesmo ano, foi criado o respetivo quadro orgânico.

As funções da EPP foram iniciadas a 16 de janeiro de 1967, no Antigo Convento do Calvário, em Alcântara, com a apresentação do seu Comandante e de alguns elementos policiais do efetivo inicial, sendo que na sua dependência funcionavam Centros de Instrução de Alistados (CIA). A 1ª Escola de Alistados decorreu nas Caldas da Rainha em 1968, no edifício se situam os Pavilhões do Parque D. Carlos I e a atividade formativa permanece nessa cidade até 1977.

Finalmente, o Centro de Instrução de Alistados da EPP, depois de criado pelo Decreto-Lei 173/77, de 02 de maio, transita para a cidade de Torres Novas, continuando a funcionar sob sua jurisdição diretiva. No ano seguinte, é criada a Escola de Formação de Guardas, por via do Decreto-Lei 145/78, de 17 de junho, a qual passa a funcionar sob dependência direta do Comando Geral da PSP.

O Decreto-Lei nº 129-B/84, de 27 de abril, extinguiu a Escola de Formação de Guardas, passando as suas competências para a Escola Prática de Polícia e esta instala-se, definitivamente, no complexo formativo de Torres Novas.

A EPP ocupa, assim, as instalações torrejanas, as quais, pelas suas dimensões, equipamentos e potencialidades, reúnem condições para formar as largas centenas de alunos necessários ao rejuvenescimento dos quadros da PSP, e que, por vezes, ultrapassam o milhar de formandos, recorrendo, nessa circunstância e até há cerca de duas décadas, com o 8º Curso de Formação de Guardas (1999/2000), ao seu polo formativo nas instalações do Comando Distrital de Santarém, de natureza logística complementar.

O atual Regulamento da Escola Prática de Polícia foi aprovado pelo Decreto Regulamentar nº 26/2009 de 2 de outubro. A EPP tem como missão ministrar o Curso de Formação de Agentes (CFA), o Curso de Formação de Chefes (CFC), as Ações de Formação para Promoção a Chefes Coordenadores e a Agentes Coordenadores. Garante, também, a formação de policias municipais, nos termos da lei, bem participa ou apoia logisticamente os cursos e estágios de aperfeiçoamento, atualização e de especialização, destinados ao pessoal da PSP.

No ano de 2022 a EPP formou 921 Agentes da PSP, com a realização do 17º CFA. De momento, a EPP ministra formação ao 5º CFC, frequentado por 221 polícias, e, ainda, ao 18º CFA/CFABM, frequentado por 619 alunos, na categoria de agentes provisórios.

Nos seus 56 anos de dedicação ao ensino, à formação, à partilha de conhecimentos e experiências, a EPP já deu formação de ingresso na PSP ou de promoção, a mais de 47.500 alunos.

Desde os 44 anos de exercício em Torres Novas, incluindo a Escola de Formação de Guardas, já foram formados, na cidade, mais de 37.000 alunos nas categorias iniciais de carreira; desses, 31.000 fizeram o curso que lhes permitiu o ingresso na PSP como Agentes de polícia.

A EPP tem como Divisa “Ad augusta per angusta”, expressão latina para “a resultados sublimes por veredas estreitas”.

Foto e imagem: PSP.

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Cônsul honorária de Cabo Verde para os distritos de Castelo Branco, Guarda e Viseu reforça cooperação institucional entre o Rio de Janeiro e o interior português durante visita oficial à cidade maravilhosa

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A cônsul honorária da República de Cabo Verde em Portugal para os distritos de Castelo Branco, Guarda e Viseu, Sofia Lourenço, foi recebida, no último dia 20 de julho, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, no Brasil, numa visita institucional destinada a reforçar as relações entre o município carioca e aquelas três regiões portuguesas, através da promoção de “novas formas de cooperação institucional, intercâmbio cultural e desenvolvimento conjunto”.

A receção decorreu no Palácio Pedro Ernesto, sede do Poder Legislativo Municipal do Rio de Janeiro, tendo sido conduzida por Gilberto Moreira Júnior, em representação do vereador e primeiro-secretário da Mesa Diretora da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Rafael Aloisio Freitas, e por Luciana Marquesan. A agenda iniciou-se com uma visita às instalações do edifício histórico, seguindo-se uma reunião de trabalho no Gabinete da primeira secretaria da Câmara Municipal.

Durante o encontro, foram analisadas diferentes possibilidades de aprofundar a cooperação entre o município do Rio de Janeiro e os distritos portugueses de Castelo Branco, Guarda e Viseu, procurando “criar mecanismos permanentes de colaboração que favoreçam o desenvolvimento mútuo e reforcem os laços institucionais entre os dois territórios”.

Segundo apurámos, entre os principais temas em discussão estiveram o “fortalecimento das relações institucionais, o incentivo ao intercâmbio cultural e a identificação de oportunidades de cooperação em áreas de interesse comum”, procurando “estabelecer uma plataforma de diálogo capaz de aproximar entidades públicas, organizações culturais e iniciativas de desenvolvimento local dos dois lados do Atlântico”.

Cooperação cultural como instrumento de aproximação entre Portugal e Brasil

A Câmara Municipal do Rio de Janeiro frisou que este encontro “reforça o compromisso da instituição em promover o diálogo internacional e estreitar relações com representantes diplomáticos, reconhecendo o papel da cooperação cultural e institucional na criação de oportunidades de desenvolvimento para ambas as partes”.

No final da reunião, os participantes destacaram a importância de manter um canal permanente de diálogo entre o município carioca e os distritos portugueses representados por Sofia Lourenço, considerando que a “cooperação internacional e o intercâmbio cultural constituem instrumentos fundamentais para aproximar comunidades, partilhar experiências e desenvolver projetos capazes de beneficiar simultaneamente os territórios envolvidos”.

Em declarações à nossa reportagem, Sofia Lourenço explicou que a visita à Câmara Municipal do Rio de Janeiro teve como propósito “reforçar a aproximação institucional entre os territórios lusófonos”.

“Enquanto cônsul honorária de Cabo Verde em Portugal, realizei uma visita à Câmara Municipal do Rio de Janeiro com o objetivo de estreitar os laços de amizade e analisar possibilidades de intercâmbio cultural e de cooperação empresarial”, sublinhou esta responsável, realçando que o encontro “permitiu abordar novas formas de colaboração entre Portugal, Brasil e Cabo Verde”.

“Existe a possibilidade de reforçar as relações entre os três países, nomeadamente nos domínios do intercâmbio cultural, da cooperação económica e da valorização das comunidades empresariais”, afirmou Sofia, que aproveitou a oportunidade para reconhecer a “importância do trabalho desenvolvido pelo vereador Rafael Aloisio Freitas junto das comunidades portuguesas, estrangeiras e lusófonas residentes no Rio de Janeiro”.

“O vereador Rafael Aloisio Freitas mantém uma ligação direta às comunidades, incluindo as de língua portuguesa. Durante o encontro, foi também salientada a presença da comunidade portuguesa no Rio de Janeiro e a existência de várias Casas de Portugal no estado, que, como bem sei, desempenham um papel na preservação dos vínculos culturais e comunitários”, atestou Sofia Lourenço, que é luso-brasileira, tendo nascido no Estado de São Paulo e sendo residente hoje em Castelo Branco, região Centro de Portugal, onde estão as suas raízes familiares.

Diplomacia de proximidade reforça pontes entre comunidades lusófonas

A visita insere-se na atividade institucional desenvolvida por Sofia Lourenço enquanto cônsul honorária de Cabo Verde em Portugal, função através da qual tem promovido o diálogo entre diferentes territórios da lusofonia e incentivado projetos de cooperação internacional, particularmente entre Portugal, Cabo Verde e Brasil.

Ao longo dos últimos anos, esta responsável tem também desenvolvido diversas iniciativas sociais, humanitárias e de aproximação entre as comunidades lusófonas através da Associação “Mais Lusofonia”, organização sediada em Castelo Branco dedicada à promoção do intercâmbio cultural, da solidariedade social e da cooperação entre países de língua portuguesa, entidade da qual é presidente.

No plano empresarial, Sofia Lourenço lidera a Clinibeira, empresa ligada ao setor da saúde e bem-estar, conjugando a sua atividade profissional com uma forte intervenção cívica, cultural e diplomática.

Ígor Lopes

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Detenção de um homem por incêndio florestal em Cinfães

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A Polícia Judiciária, através da Diretoria do Norte, procedeu à detenção, fora de flagrante delito, de um homem com 60 anos, indiciado pela autoria de um crime de incêndio florestal, ocorrido no dia de 28 de julho em Ferreiros de Tendais – Cinfães.

O incêndio consumiu 1,5 hectares de mato, arbustos e pinheiro, vindo a criar perigo para habitações localizadas nas imediações. Não teve repercussões mais graves face à rápida intervenção de populares e Bombeiros, uma vez que o perigo de incêndio na zona estava no seu índice máximo.

O detido, residente na área, será presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.

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Brasil: Santuário Cristo Redentor lança selo que marca a contagem regressiva para o seu centenário

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O Santuário Cristo Redentor lançou, dia 27 de julho, o selo comemorativo “Rumoaos 100 Anos”, que marca o início da contagem regressiva para o centenário do monumento, a ser celebrado em 2031. A apresentação ocorreu na Obra Social Leste Um – O Sol, no Jardim Botânico, zona sul do Rio de Janeiro.

A identidade visual será aplicada em documentos e ações do Santuário Cristo Redentor e do Consórcio Cristo Sustentável durante as comemorações preparatórias para o centenário.

Durante a cerimônia, representantes do Santuário relembraram a história da construção do monumento, inaugurado em 1931, e destacaram que sua execução foi viabilizada por doações de fiéis brasileiros. Também informaram que o Santuário realizou mais de 3 mil celebrações religiosas em 2025, entre missas, batismos, casamentos e peregrinações.

Entre os projetos previstos para a programação do centenário estão a implantação do Museu do Cristo Redentor, no Centro de Visitantes Paineiras, e a realização de um restauro do monumento ainda neste anoe a manutenção periódica.

Ao final da cerimônia, representantes do Santuário, do Instituto Redemptor e do Consórcio Cristo Sustentável assinaram um termo que estabelece as diretrizes internas para o uso do selo comemorativo.

O calendário oficial das comemorações prossegue em outubro, quando o Cristo Redentor completa 95 anos de inauguração.

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