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Atualidade

PSP deixa informações no âmbito da 47ª São Silvestre da Amadora, a 31 de dezembro

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O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP informa que no dia 31 de dezembro, vai garantir o policiamento da 47ª Edição da Corrida de São Silvestre da Amadora, a mítica e mais antiga do género em Portugal, em que milhares de pessoas percorrerão diversas artérias da Amadora.

O evento iniciará com a Corrida das Crianças, com início pelas 16h00, com condicionamentos na zona da Praça São Silvestre, Estrada dos Salgados e Travessa Quinta do Pau (Metro Amadora-Este).

Posteriormente, decorrerá o Desfile de Carros e Motas Clássicos, seguido da Corrida principal, pelas 17h45.

Em consequência, devem todos os automobilistas ter em consideração os seguintes constrangimentos à circulação rodoviária, que se prevê estar totalmente reposta pelas 20h00.

Artérias principais:

· Travessa Quinta do Pau (novo acesso à Praça São Silvestre, entre as rotundas) – 9h00-20h00;

· Estrada dos Salgados-15h00-20h00.

Outras artérias:

A partir das 16h20:

· Rua Manuel Ribeiro de Pavia com a Rua Elias Garcia;

· Rua António Duarte Caneças com a Estrada dos Salgados;

· Rua Engenheiro Ângelo Fortes com a Av. Eduardo Jorge;

A partir das 16h55:

· Rua Elias Garcia;

· Rua Vicente Esteves;

· Rua do Outeiro;

· Travessa Quinta do Pau;

· Rua Pedro Franco;

· Rua das Indústrias com a Rua Elias Garcia;

· Avenida do Brasil;

· Av. Comandante Luís António da Silva;

· Praceta Quinta Nova;

· Estrada da Falagueira;

· Travessa Quinta da Bolacha;

· Travessa do Norte;

· Travessa Ordem Militar do Hospital;

· Rua Dr. Joaquim Namorado;

· Rua Comandante Ramiro Correia;

· Praça Conselho da Europa (Rotunda do Vulcão);

· Rua Francisco Bugalho;

· Rua Oliveira Martins;

· Rua Vasco Lima Couto;

· Rua Bombeiros Voluntários com a Rua Infanta Dona Maria;

· Rua Fonte dos Passarinhos;

· Praceta Cerrado da Bica;

· Rua Doutor Guerra Junqueiro;

· Rua Dom João de Castro;

· Praça 25 de Abril;

· Rua Cândido dos Reis com a Rua Engenheiro Duarte Pacheco;

· Rua Cândido dos Reis com a Avenida Marquês de Pombal;

· Rua Henrique Nogueira;

· Rua Maria Irene Lopes Azevedo;

· Rua Vasco da Gama;

· Avenida Combatentes da Grande Guerra;

· Rua Luís Gomes;

· Rua 9 de Abril;

· Praça José Nice;

· Avenida General Humberto Delgado;

· Avenida Gago Coutinho;

· Avenida Cardoso Lopes;

· Avenida Sacadura Cabral;

· Rua António Sardinha;

· Avenida Dom Nuno Álvares Pereira;

· Praceta Goa;

· Praceta Damão;

· Praceta Díli;

· Rua de Angola;

· Praceta Dom João de Castro;

· Avenida de Ceuta;

· Praceta Infante Dom Fernando;

· Praceta Infante Dom Pedro;

· Praça Dom João I;

· Rua Manuel da Silva com a Avenida de Ceuta;

· Praça Regimento de Comandos (Rotunda do Chimarrão);

· Estrada Velha de Queluz – sentido ascendente;

· Rua Gonçalves Ramos – sentido Estrada Salvador Allende;

· Rua Luís de Camões;

· Rua Gomes Freire;

· Avenida 5 de Outubro;

· Rua Gil Vicente;

· Rua Bernardim Ribeiro;

· Rua Heliodoro Salgado;

· Rua Afonso de Albuquerque;

· Rua Narciso Leal;

· Rua Alexandre Herculano;

· Praceta Regueira;

· Rua Vice-Almirante Azevedo Coutinho;

· Rua Dr. Mascarenhas de Melo;

· Rua Dr. António José de Almeida;

· Rua António Teixeira Lopes;

A PSP aconselha:

· Privilegie a utilização de transportes públicos;

· Siga as indicações dos Polícias em serviço neste evento. 

· Se estacionar na via pública, verifique se o seu veículo permite a circulação de veículos de emergência;

· Se considerar necessária a intervenção da PSP, não hesite em pedir a nossa colaboração, ligue 112, em caso de emergência, e memorize no seu telemóvel o seguinte número de telefone do Comando metropolitano de Lisboa da PSP: 217654242, ou digite no seu telemóvel (21polícia).

Foto: SSA.

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Câmara de Lisboa reforça investimento em projetos educativos com mais de 950 mil euros

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A Câmara Municipal de Lisboa (CML) aprovou hoje, em reunião pública, duas propostas que reforçam o investimento municipal em projetos educativos nos próximos dois anos letivos, num montante superior a 950 mil euros.

As medidas aprovadas contemplam a criação do concurso “Escola Acontece”, integrado no Programa de Sucesso Escolar ELEVA-TE, e o reforço da Orquestra Geração Lisboa, duas iniciativas que visam promover o sucesso educativo, a inclusão e o desenvolvimento das crianças e jovens da cidade.

“Continuamos a reafirmar a educação como uma das prioridades deste executivo. As propostas hoje aprovadas refletem uma aposta em projetos que complementam o trabalho desenvolvido nas escolas e que contribuem para a construção de percursos educativos mais inclusivos e promotores do sucesso escolar”, afirma o vereador com o pelouro da Educação, Rodrigo Mello Gonçalves.

O concurso “Escola Acontece”, cuja primeira edição decorrerá no ano letivo 2026/2027, destina-se a todas as escolas da rede pública de Lisboa, desde o 1.º ciclo do ensino básico até ao ensino secundário. Através desta iniciativa, a Autarquia pretende apoiar projetos extracurriculares que respondam às necessidades concretas de cada escola, promovendo a autonomia, a criatividade, a inclusão e a participação ativa de alunos, professores, famílias e restantes agentes da comunidade educativa.

Envolvendo um investimento de 618 mil euros, incluindo financiamento comunitário, o concurso abrangerá projetos de áreas distintas, designadamente expressões artísticas, teatro, música, dança, desporto, sustentabilidade, ambiente, ciências, tecnologia, cidadania, saúde e bem-estar, entre outros.

O executivo aprovou igualmente o reforço da Orquestra Geração Lisboa, garantindo a continuidade daquele que é um dos mais relevantes projetos de inclusão social através da música desenvolvido na cidade.

Com um investimento global superior a 339 mil euros para os próximos dois anos letivos (157 mil e 182 mil para 2026/2027 e 2027/2028, respetivamente), o reforço financeiro face a anos anteriores permitirá alargar a abrangência do projeto a cerca de 600 crianças e jovens, reforçando especialmente a inclusão através da expansão da Orquestra de Afetos nos jardins de infância, para crianças dos 3 aos 6 anos.

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Universidade do Algarve conclui obras de eficiência energética no Edifício 1 do Campus de Gambelas

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A Universidade do Algarve realizou um conjunto de intervenções no Edifício 1 do Campus de Gambelas, cujo investimento total foi superior a 1,2 milhões de euros. As diversas empreitadas realizadas com este objetivo encontram-se todas concluídas.
Estas intervenções são financiadas pelo Fundo Ambiental, através do Programa de Eficiência Energética em Edifícios da Administração Pública Central – Apoio à Renovação Energética dos Edifícios da Administração Pública Central, do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Para tornar o edifício mais eficiente em termos energéticos foram feitas intervenções ao nível do isolamento térmico da cobertura, da substituição de vãos envidraçados, do sistema de Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado (AVAC) e foi instalado um sistema solar fotovoltaico. Além da eficiência energética, as ações levadas a cabo, que se complementam, permitirão melhorar as condições de habitabilidade, conforto, redução de custos e redução de CO2.

É objetivo da Universidade do Algarve implementar medidas que fomentem a sustentabilidade e a eficiência energética, bem como reforçar a produção de energia de fontes renováveis em regime de autoconsumo, contribuindo para a melhoria do desempenho energético e ambiental dos edifícios em causa. Pretende-se que as medidas adotadas possam conduzir, em média, a pelo menos 30% de redução do consumo de energia primária no edifício agora intervencionado.

O edifício em causa foi construído em 1993 e apresentava fragilidades em termos de eficiência energética. As intervenções tiveram como objetivo melhorar o conforto e bem-estar da comunidade académica, designadamente estudantes, investigadores, docentes e funcionários, introduzindo mecanismos que permitirão uma melhor economia e eficiência na utilização de recursos. O edifício tem duas grandes funcionalidades: o ensino e a investigação, tendo para o efeito salas de aulas, gabinetes, salas de reuniões, laboratórios de investigação e um auditório.

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Especialista assegura: abertura do mercado aéreo no Mercosul poderá aumentar concorrência e baixar tarifas

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O memorando de cooperação para reforçar a integração do transporte aéreo no Mercosul, assinado pelo Brasil esta semana, voltou a colocar em discussão a possibilidade de companhias aéreas estrangeiras operarem rotas domésticas noutros países do bloco. Para Luiz Moura, conselheiro de Turismo da FecomercioSP e especialista em gestão de viagens corporativas, a medida poderá trazer benefícios para os passageiros, desde que seja acompanhada por um enquadramento regulatório capaz de assegurar condições de concorrência equilibradas.

Na perspetiva do especialista, a abertura do mercado representa uma oportunidade para dinamizar o setor da aviação na região, aumentando a oferta de ligações e promovendo uma maior competitividade entre operadores, além de que o principal impacto positivo será sentido pelos passageiros.

“Quanto mais empresas disputam um mercado, maior tende a ser a oferta de voos e mais competitivos ficam os preços. Para o passageiro, esse costuma ser o principal benefício de uma abertura como essa”, declarou.

Apesar desse potencial, Luiz Moura realça que o processo deverá ser conduzido com prudência, tendo em conta as profundas diferenças económicas existentes entre os países do Mercosul.

Segundo explica, empresas sediadas em mercados mais robustos poderão dispor de maior capacidade financeira, melhores condições de investimento e maior margem para praticar tarifas reduzidas durante mais tempo, colocando pressão adicional sobre as companhias nacionais de economias menos desenvolvidas.

“Uma companhia que atua em um mercado economicamente mais forte pode ter mais recursos para sustentar uma operação noutro país. Isso pode criar uma competição desigual com empresas locais, que operam em uma realidade completamente diferente”, alertou.

O especialista recorda também que modelos semelhantes já existem noutras regiões, sobretudo na União Europeia, onde várias companhias operam voos domésticos em diferentes Estados-membros. Ainda assim, considera que a realidade europeia não pode ser transposta automaticamente para a América do Sul.

“Na Europa, os países têm níveis de desenvolvimento mais próximos e, em grande parte do bloco, compartilham a mesma moeda. No Mercosul, convivemos com economias muito diferentes, moedas distintas e realidades financeiras bastante desiguais. Isso pode produzir efeitos diferentes dos observados no mercado europeu”, vincou.

Neste contexto, Luiz Moura considera determinante o trabalho do grupo técnico previsto no memorando de cooperação, responsável por definir as regras que irão enquadrar a abertura do mercado regional.

Na sua opinião, o sucesso da medida dependerá da criação de mecanismos capazes de proteger a competitividade das companhias nacionais sem impedir os benefícios esperados para os consumidores.

“A abertura tende a ser positiva para quem viaja, desde que exista um ambiente regulatório capaz de equilibrar a competição entre empresas que partem de condições econômicas muito diferentes”, concluiu.

Ígor Lopes

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