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Campeonato Nacional de Voleibol de Praia de Clubes: Suspense até (à) final

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A fase de grupos do Campeonato Nacional de Voleibol de Praia de Clubes 2022 aproxima-se do seu epílogo.

A sexta e última jornada, agendada para o dia 18 de junho, servirá para definir totalmente quais as equipas que irão disputar as meias-finais dos campeonatos de femininos e de masculinos.

Em femininos, GC Vilacondense venceu o Leixões SC por 3-1 (23-21, 12-21, 21-17 e 21-13) e manteve a invencibilidade, disputando as meias-finais na qualidade de 1º classificado da Série A, enquanto as ‘sereias’ de Matosinhos visitam, no dia 18 de junho, o SC Espinho, no jogo que decidirá quem será o outro semifinalista a sair da Série A.

Na Série B, o CD Aves/Termolan e VC Viana/Casa Peixoto são as equipas apuradas. As avenses venceram, no fim de semana, as vianenses (3-1: 14-21, 24-22, 21-11 e 21-17) e as vimaranenses (3-0: 21-15, 21-3 e 21-9) e confirmaram o 1º lugar na fase de grupos.

Nas meias-finais, a disputar no dia 25 de junho, no CARVP da FPV, em Cortegaça, com transmissão na Volei TV, defrontar-se-ão:

GC Vilacondense (1º Série A) vs. VC Viana/Casa Peixoto (2º Série B).

SC Espinho ou Leixões SC (2º Série A) vs. CD Aves/Termolan (1º Série B).

Em masculinos, e na Série A, o líder Esmoriz GC venceu (3-1: 21-17, 21-16, 17-21 e 21-19) a AA S. Mamede e mantém-se invicto.

Imagem: DR

No dia 18 de junho, a AA S. Mamede e o VC Viana/Casa Peixoto vão-se enfrentar (em direto na Volei TV/16h00) para decidir quem será o 2º classificado desta série na fase de grupos.

Na Série B, o Vitória SC venceu (3-0: 21-19, 21-16 e 21-18) o SC Espinho e assegurou um lugar nas meias-finais. No dia 18 de junho, disputa-se o Vitória SC vs. Leixões SC, com os vimaranenses a terem a última oportunidade de quebrar a invencibilidade dos matosinhenses e assumirem a liderança do grupo.

Nas meias-finais, a disputar no dia 25 de junho, no CARVP da FPV, em Cortegaça, com transmissão na Volei TV, defrontar-se-ão:

Esmoriz GC (1º Série A) vs. Vitória SC ou Leixões SC (2º Série B).

AA S. Mamede ou VC Viana/Casa Peixoto (2º Série A) vs. Vitória SC ou Leixões SC (1º Série B).

Disputado pela primeira vez num esquema de casa/fora, este pioneiro Campeonato Nacional de Clubes de Voleibol de Praia apresenta, como aliciante extra, um montante global de prémios (prize money) de 12.000 euros por género, a distribuir pelos clubes: 1º classificado (4.000 euros); 2º classificado (2.500); 3º classificado (2.000); 4º classificado (1.500); 5º classificado (1.000); 6º classificado (1.000).

O Calendário de Voleibol de Praia da Federação Portuguesa de Voleibol (FPV) regista, assim, uma competição que vai ao encontro das pretensões e ambições de atletas e clubes e fará certamente as delícias dos adeptos desta variante do Voleibol no verão.

Sumariamente: o Campeonato Nacional de Clubes de Voleibol de Praia 4×4 é uma competição de Voleibol de Praia de âmbito nacional, organizada pela FPV e destinada a clubes devidamente filiados na federação, sendo cada equipa constituída por seis jogadores (4 efetivos e dois suplentes) em cada jogo, distribuídos por um campo ou «quadra».

A competição é disputada num esquema de jogos em casa e fora e segundo um sistema de ponto por jogada (rally-point), à melhor de cinco sets até aos 21 pontos, sem limite de pontos e com a diferença de dois pontos.

No Campeonato Nacional de Clubes de Voleibol de Praia será atribuído um montante global de prémios (prize money) de 12.000 euros por género, a distribuir pelos clubes da forma acima explicada.

O Campeonato Nacional de Clubes de Voleibol de Praia envolve as seguintes equipas de masculinos: AA S. Mamede, Esmoriz GC, Leixões SC, SC Espinho, Vitória SC e VC Viana/Casa Peixoto.

Foto: Carlos Baptista

Já o Campeonato Nacional de Clubes de Voleibol de Praia envolve as seguintes equipas de femininos: CD Aves/Termolan, GC Vilacondense, Leixões SC, SC Espinho, Vitória SC e VC Viana/Casa Peixoto.

Fotos: DR.

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Armamar: Arquitetura popular do Douro em destaque em nova exposição no CIMD

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O Centro Interpretativo da Mulher Duriense (CIMD) inaugura, no dia 28 de julho, pelas 17h30, a exposição “António Menéres – Percursos pela Arquitetura Popular no Douro”, uma mostra que convida o público a descobrir a riqueza da arquitetura vernacular duriense e a sua estreita ligação à paisagem, à identidade e aos modos de vida da região.


A inauguração integra a programação do ciclo “Conversas à Terça” e contará com a presença do arquiteto Fernando Seara, diretor do Museu do Douro, que partilhará a sua visão sobre a arquitetura popular do Douro e o valor patrimonial deste legado construído.


A exposição reúne um conjunto de fotografias que documentam diferentes expressões da arquitetura vernacular duriense, revelando a forma como as gentes moldaram o território ao longo do tempo e estabeleceram uma relação única com a paisagem. Mais do que um registo documental, a mostra constitui um testemunho da evolução histórica e cultural do Douro, destacando um património que importa conhecer, preservar e valorizar.


Patente ao público até 31 de agosto de 2026, a exposição poderá ser visitada gratuitamente durante o horário normal de funcionamento do CIMD.

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Brasil: São Paulo conta agora com uma delegação da “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’”, entidade com sede em Viseu

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A “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’” realizou, no passado dia 16 de julho, a cerimónia oficial de tomada de posse da nova direção da delegação de São Paulo da entidade, quando distinguiu diversas personalidades e instituições pelo seu “contributo para a divulgação da cultura portuguesa no Brasil”, além de promover uma celebração gastronómica dedicada aos laços históricos entre Portugal e o Japão, numa tarde de eventos realizados primeiro no Auditório da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e, depois, no Restaurante Osakaya, no mesmo endereço.

A sessão solene marcou o início do primeiro mandato da delegação paulista da Confraria, organização que tem como missão “preservar, divulgar e valorizar o património histórico, cultural e gastronómico da região da Beira Alta portuguesa, junto da comunidade lusa residente no Brasil e dos seus descendentes”, promovendo também o “intercâmbio cultural entre Portugal e o país sul-americano”.

A estrutura dirigente passou a ser liderada por Nilzângela de Lima Souza, que assume a presidência da delegação, acompanhada por João Baptista de Oliveira, como vice-presidente, Gabriel Kwak, como secretário-geral; e, na tesouraria, Raquel Naveira. Integram-na, ainda, os conselheiros fiscais José Francisco Ferraz Luz e José Domingos de Lima Pezza, José Alberto Lovetro, diretor de Banda Desenhada, e Salete Lima e Eliza Muratori, Fatima Fonseca, nomeadas embaixadoras culturais.

De igual modo, durante a cerimónia foram atribuídos os títulos de “Presidentes de Honra” da Confraria ao Dr. Juarez Morais de Avelar e ao jornalista e escritor luso-brasileiro Ígor Lopes, “distinção reservada a personalidades reconhecidas pelo apoio prestado à instituição e ao fortalecimento das relações culturais entre Portugal e o Brasil”.

Reconhecimento do mérito cultural marcou cerimónia

A tomada de posse ficou também assinalada por um conjunto de condecorações destinadas a reconhecer o trabalho desenvolvido em diferentes áreas da cultura, do associativismo e da promoção da identidade portuguesa.

Tânia Sousa Pezza e Richard Wolfgang Azevedo Bauer foram investidos como novos comendadores da Confraria, recebendo as respetivas insígnias numa cerimónia presidida por Nilzângela de Lima Souza. Ao longo da sessão foram ainda homenageados o maestro Roberto Mendes Barbosa e Elisa Mendes Barbosa, ligados ao Coral de Oficina de Arte e Cultura, bem como Benjamin Souza Marinho, distinguido enquanto representante das novas gerações que mantêm viva a ligação à cultura portuguesa.

A Confraria decidiu também atribuir uma distinção institucional ao Restaurante Osakaya, reconhecendo o contributo que o espaço tem vindo a prestar ao “fortalecimento do intercâmbio cultural luso-brasileiro” e à “valorização da gastronomia enquanto elemento de aproximação entre os povos”.

Gastronomia como expressão da história comum

Após o momento protocolar, os participantes reuniram-se no salão do Restaurante Osakaya, onde foi servido um menu concebido exclusivamente para a ocasião, pensado para traduzir, através da gastronomia, o encontro histórico entre Portugal e o Japão. A proposta gastronómica procurou revisitar um dos capítulos mais antigos das relações entre os dois países, evocando os primeiros contactos estabelecidos pelos navegadores portugueses no século XVI e a influência que essa presença deixou na cultura culinária japonesa.

Ao longo do jantar foram servidos pratos que combinaram técnicas tradicionais japonesas com ingredientes e referências profundamente associados à cozinha portuguesa, transformando cada momento da refeição numa narrativa sobre a circulação de produtos, sabores e tradições entre os dois extremos do mundo.

O percurso iniciou-se com Edamame, valorizando a simplicidade dos produtos naturais, e com uma delicada salada de hijiki, preparada com caldo dashi e shoyu, apresentada como uma evocação da profundidade do oceano e da subtileza da cozinha japonesa.

Seguiu-se um dos momentos mais simbólicos da noite: o Korokke de Bacalhau, versão japonesa inspirada no tradicional bolinho de bacalhau português. A confeção recorreu à panagem em panko, preservando, contudo, o protagonismo do bacalhau, ingrediente incontornável da gastronomia portuguesa, criando uma ponte entre duas tradições culinárias separadas por milhares de quilómetros, mas unidas pela história.

O menu prosseguiu com Orange Chicken, Karaage Nanban, Shorompo Soup, Buta Misso e Tempura Misto, prato que assumiu especial simbolismo por recordar precisamente a influência portuguesa na divulgação do tempura – pois em séculos passados esta iguaria era consumida apenas por monges, sendo proibido o consumo por pessoas comuns – a técnica de fritura que viria a dar origem à atual tempura japonês.

A refeição terminou com Choux Cream (Shu Kuri), sobremesa de inspiração francesa reinterpretada pela pastelaria japonesa, encerrando um percurso gastronómico marcado pela fusão de influências e pela valorização da partilha cultural.

Toda a experiência foi desenvolvida pelo chef Daisuke Takao, agradecemos aos proprietários Henrique Hojo e Nicolas Aoki, que procuraram construir um menu onde cada prato representasse um “momento da ligação histórica entre Portugal e o Japão”, estabelecendo um “diálogo entre tradição, criatividade e identidade”.

“Mais do que um jantar comemorativo, a receção constituiu um dos momentos centrais das celebrações da tomada de posse, reforçando a gastronomia como instrumento de diplomacia cultural e de aproximação entre comunidades”, disse Nilzângela de Lima Souza, presidente da delegação de São Paulo da “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’”, com sede em Viseu, Portugal.

A iniciativa terminou num ambiente de convívio entre confrades, dirigentes, representantes institucionais e convidados, consolidando a “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’” como “um espaço de preservação das tradições beirãs, de promoção da cultura portuguesa e de fortalecimento dos laços entre Portugal e o Brasil”, em particular “junto da comunidade portuguesa radicada em São Paulo”.

Agência Incomparáveis

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Cônsul-Geral Adjunta de Portugal no Rio de Janeiro recebe “Título de Cidadã Carioca” pelo “reforço das relações entre Portugal e a cidade maravilhosa

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A Cônsul-Geral Adjunta de Portugal no Rio de Janeiro, Ana Rita Ferreira, foi distinguida com o “Título de Cidadã Honorária do Município do Rio de Janeiro”, numa cerimónia realizada no Palácio de São Clemente, sede do Consulado-Geral de Portugal na cidade maravilhosa e residência oficial da cônsul-geral portuguesa na cidade, por iniciativa da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, através da iniciativa promovida pelo vereador e primeiro-secretário da Mesa Diretora da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Rafael Aloisio Freitas, em reconhecimento pelo “contributo da diplomata para o fortalecimento das relações entre Portugal, o Brasil e a cidade do Rio de Janeiro”.

A sessão solene, decorrida na passada quarta-feira, 8 de julho, foi presidida pela Cônsul-Geral de Portugal no Rio de Janeiro, embaixadora Joana Gaspar, reunindo representantes do corpo diplomático, autoridades civis, dirigentes associativos, presidentes de Casas Portuguesas, empresários e diversas personalidades ligadas à comunidade luso-brasileira.

Segundo apurámos, a distinção reconhece o “percurso diplomático” de Ana Rita Ferreira e o “trabalho desenvolvido ao longo da sua missão no Rio de Janeiro, marcado pelo reforço da cooperação institucional entre Portugal e o Brasil, pela promoção das relações culturais e pelo acompanhamento permanente da comunidade portuguesa residente na região”.

Esta homenagem foi proposta pelo vereador Rafael Aloisio Freitas, cuja intervenção destacou precisamente o empenho de Ana Rita Ferreira na “criação de pontes de diálogo e cooperação entre os dois lados do Atlântico” e na “consolidação dos laços históricos que unem Portugal e o Rio de Janeiro”.

O processo contou também com a colaboração de Gilberto Moreira Júnior, assessor do vereador, que participou na preparação e desenvolvimento da proposta apresentada à Câmara Municipal.

A atribuição do “Título de Cidadã Honorária do Município do Rio de Janeiro” constitui “uma das mais relevantes distinções concedidas pela autarquia carioca” e simboliza o “reconhecimento oficial da cidade às personalidades que, mesmo não sendo naturais do Rio de Janeiro, prestam contributos relevantes para o seu desenvolvimento institucional, cultural e internacional”.

Num ambiente marcado pela emoção e pelo reconhecimento público, a cerimónia reforçou ainda a profunda ligação histórica entre Portugal e o Rio de Janeiro, celebrando o legado de diálogo, amizade e cooperação que Ana Rita Ferreira ajudou a consolidar durante o exercício das suas funções diplomáticas.

Ígor Lopes

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