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Museu-vivo “Conservas Pinhais Factory Tour” apresenta serviços educativos na sua agenda

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Inaugurado em outubro passado, o “Conservas Pinhais Factory Tour”, Museu-Vivo da Pinhais, vocacionado para perpetuar o legado desta indústria viva, dando a conhecer o património material, imaterial e salvaguardar e valorizar a sua memória, apresenta serviços educativos na sua agenda, ofertas complementares a quem visita o novo espaço. Direcionado a famílias e público escolar, os serviços educativos materializam-se através de visitas orientadas, visitas temáticas e oficinas criativas para experiências únicas de descoberta, que unem o lúdico à aprendizagem.

Todas as visitas ao Museu-Vivo, que são guiadas por mediadores culturais com experiência, conduzem os visitantes numa viagem ao passado, às raízes da Pinhais e das suas marcas. “Com os serviços educativos integrados no Museu, pretendemos inspirar as todas as gerações para a valorização do legado histórico e património cultural que, mais do que à Pinhais, pertence à história de Portugal. É nosso foco envolver a comunidade nesta memória e dar continuidade à história desta conserveira centenária, que preserva um legado único, apenas possível devido a três pilares: família, tradição e singularidade.”, refere Patrícia Sousa, diretora de marketing da Pinhais.

Visitas orientadas

No que se refere às visitas orientadas, os alunos poderão conhecer o emblemático edifício, classificado de Interesse Municipal, onde está instalada a Pinhais, e assim visitar a fábrica, conhecendo a sua história do processo de fabrico de conservas artesanais e que, desde a sua criação em 1920, promove os valores que ainda hoje preserva: família e tradição. No final os alunos têm direito a uma saborosa degustação.

Visitas temáticas

Por sua vez, nas visitas temáticas, é possível desvendar uma das múltiplas histórias da conserveira, tendo como ponto de partida o edifício histórico e a fábrica do Museu-Vivo. Orientadas para comunidade escolar, estas visitas dividem-se em quatro temáticas.

A primeira, intitulada de “As conservas: de Matosinhos para o mundo”, dá a conhecer a importância das conserveiras, não só em Matosinhos, mas também em Portugal, permitindo descobrir as profissões que desapareceram e aquelas que ainda perduram, assim como os grandes segredos da conserveira Pinhais, fundada em 1920. A segunda temática, “Por um oceano melhor”, visa a sensibilização de crianças e jovens para a preservação e conservação dos mares e oceanos e é feita de ações impactantes. Durante a visita, é dado a conhecer como a conserveira reduz a sua pegada ecológica, assim como perceber as vantagens da utilização do método artesanal.

“Dos ingredientes até à nossa mesa” é o mote da terceira temática, que pretende responder à questão: O que esconde uma lata de conservas Pinhais? A partir desta pergunta, os alunos são convidados a embarcar numa viagem à descoberta de receitas Pinhais e conhecer o que distingue a conserveira das restantes. Já a quarta e última temática, “Uma sardinha, um mar de benefícios”, tem por objetivo motivar as crianças e jovens para a descoberta de novos alimentos benéficos para a saúde, despertando para uma panóplia de sensações e estimulando também os cinco sentidos, sobretudo o paladar.

Oficinas criativas

Também integradas nos serviços educativos, encontram-se as oficinas criativas que, durante os períodos de férias escolares, sugerem propostas aos mais novos para experiências de lazer e aprendizagem. As oficinas revestem-se, assim, de um caráter dinamizador, que tem como foco fortalecer o conhecimento dos mais novos, estimulando a sua criatividade, em épocas especiais como o Natal e a Páscoa.

SERVIÇOS EDUCATIVOS DO MUSEU-VIVO “CONSERVAS PINHAIS FACTORY TOUR”

Fábrica Pinhais – Matosinhos

Visitas orientadas

Duração: 60 minutos+ degustação

Preço: 5€ por aluno

(oferta de bilhete a professor por cada 10/15 alunos – até 1º ciclo/posterior)

Visitas temáticas

Preço: 5€ por aluno

Duração: 60 minutos+ degustação

(oferta de bilhete a professor por cada 10/15 alunos – até 1º ciclo/posterior)

· As conservas: de Matosinhos para o mundo

– Público-alvo: 1º. 2º e 3º ciclos de ensino, ensino secundário e ensino profissional

· Por um oceano melhor

– Público-alvo: 1º. 2º e 3º ciclos de ensino

· Dos ingredientes até à nossa mesa

– Público-alvo: ensino secundário e escolas profissionais

· Uma sardinha, um mar de benefícios

– Público-alvo: pré-escolar e 1º. 2º e 3º ciclos de ensino

Oficinas criativas

Duração: 45 minutos (a todas as crianças é oferecida uma lembrança da atividade)

Preço: 10€ por duas pessoas (um adulto + uma criança)

Preço por participante extra: 5€

(gratuito para crianças até aos 4 anos).

Foto: DR.

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Brasil: São Paulo conta agora com uma delegação da “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’”, entidade com sede em Viseu

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A “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’” realizou, no passado dia 16 de julho, a cerimónia oficial de tomada de posse da nova direção da delegação de São Paulo da entidade, quando distinguiu diversas personalidades e instituições pelo seu “contributo para a divulgação da cultura portuguesa no Brasil”, além de promover uma celebração gastronómica dedicada aos laços históricos entre Portugal e o Japão, numa tarde de eventos realizados primeiro no Auditório da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e, depois, no Restaurante Osakaya, no mesmo endereço.

A sessão solene marcou o início do primeiro mandato da delegação paulista da Confraria, organização que tem como missão “preservar, divulgar e valorizar o património histórico, cultural e gastronómico da região da Beira Alta portuguesa, junto da comunidade lusa residente no Brasil e dos seus descendentes”, promovendo também o “intercâmbio cultural entre Portugal e o país sul-americano”.

A estrutura dirigente passou a ser liderada por Nilzângela de Lima Souza, que assume a presidência da delegação, acompanhada por João Baptista de Oliveira, como vice-presidente, Gabriel Kwak, como secretário-geral; e, na tesouraria, Raquel Naveira. Integram-na, ainda, os conselheiros fiscais José Francisco Ferraz Luz e José Domingos de Lima Pezza, José Alberto Lovetro, diretor de Banda Desenhada, e Salete Lima e Eliza Muratori, Fatima Fonseca, nomeadas embaixadoras culturais.

De igual modo, durante a cerimónia foram atribuídos os títulos de “Presidentes de Honra” da Confraria ao Dr. Juarez Morais de Avelar e ao jornalista e escritor luso-brasileiro Ígor Lopes, “distinção reservada a personalidades reconhecidas pelo apoio prestado à instituição e ao fortalecimento das relações culturais entre Portugal e o Brasil”.

Reconhecimento do mérito cultural marcou cerimónia

A tomada de posse ficou também assinalada por um conjunto de condecorações destinadas a reconhecer o trabalho desenvolvido em diferentes áreas da cultura, do associativismo e da promoção da identidade portuguesa.

Tânia Sousa Pezza e Richard Wolfgang Azevedo Bauer foram investidos como novos comendadores da Confraria, recebendo as respetivas insígnias numa cerimónia presidida por Nilzângela de Lima Souza. Ao longo da sessão foram ainda homenageados o maestro Roberto Mendes Barbosa e Elisa Mendes Barbosa, ligados ao Coral de Oficina de Arte e Cultura, bem como Benjamin Souza Marinho, distinguido enquanto representante das novas gerações que mantêm viva a ligação à cultura portuguesa.

A Confraria decidiu também atribuir uma distinção institucional ao Restaurante Osakaya, reconhecendo o contributo que o espaço tem vindo a prestar ao “fortalecimento do intercâmbio cultural luso-brasileiro” e à “valorização da gastronomia enquanto elemento de aproximação entre os povos”.

Gastronomia como expressão da história comum

Após o momento protocolar, os participantes reuniram-se no salão do Restaurante Osakaya, onde foi servido um menu concebido exclusivamente para a ocasião, pensado para traduzir, através da gastronomia, o encontro histórico entre Portugal e o Japão. A proposta gastronómica procurou revisitar um dos capítulos mais antigos das relações entre os dois países, evocando os primeiros contactos estabelecidos pelos navegadores portugueses no século XVI e a influência que essa presença deixou na cultura culinária japonesa.

Ao longo do jantar foram servidos pratos que combinaram técnicas tradicionais japonesas com ingredientes e referências profundamente associados à cozinha portuguesa, transformando cada momento da refeição numa narrativa sobre a circulação de produtos, sabores e tradições entre os dois extremos do mundo.

O percurso iniciou-se com Edamame, valorizando a simplicidade dos produtos naturais, e com uma delicada salada de hijiki, preparada com caldo dashi e shoyu, apresentada como uma evocação da profundidade do oceano e da subtileza da cozinha japonesa.

Seguiu-se um dos momentos mais simbólicos da noite: o Korokke de Bacalhau, versão japonesa inspirada no tradicional bolinho de bacalhau português. A confeção recorreu à panagem em panko, preservando, contudo, o protagonismo do bacalhau, ingrediente incontornável da gastronomia portuguesa, criando uma ponte entre duas tradições culinárias separadas por milhares de quilómetros, mas unidas pela história.

O menu prosseguiu com Orange Chicken, Karaage Nanban, Shorompo Soup, Buta Misso e Tempura Misto, prato que assumiu especial simbolismo por recordar precisamente a influência portuguesa na divulgação do tempura – pois em séculos passados esta iguaria era consumida apenas por monges, sendo proibido o consumo por pessoas comuns – a técnica de fritura que viria a dar origem à atual tempura japonês.

A refeição terminou com Choux Cream (Shu Kuri), sobremesa de inspiração francesa reinterpretada pela pastelaria japonesa, encerrando um percurso gastronómico marcado pela fusão de influências e pela valorização da partilha cultural.

Toda a experiência foi desenvolvida pelo chef Daisuke Takao, agradecemos aos proprietários Henrique Hojo e Nicolas Aoki, que procuraram construir um menu onde cada prato representasse um “momento da ligação histórica entre Portugal e o Japão”, estabelecendo um “diálogo entre tradição, criatividade e identidade”.

“Mais do que um jantar comemorativo, a receção constituiu um dos momentos centrais das celebrações da tomada de posse, reforçando a gastronomia como instrumento de diplomacia cultural e de aproximação entre comunidades”, disse Nilzângela de Lima Souza, presidente da delegação de São Paulo da “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’”, com sede em Viseu, Portugal.

A iniciativa terminou num ambiente de convívio entre confrades, dirigentes, representantes institucionais e convidados, consolidando a “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’” como “um espaço de preservação das tradições beirãs, de promoção da cultura portuguesa e de fortalecimento dos laços entre Portugal e o Brasil”, em particular “junto da comunidade portuguesa radicada em São Paulo”.

Agência Incomparáveis

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Cônsul-Geral Adjunta de Portugal no Rio de Janeiro recebe “Título de Cidadã Carioca” pelo “reforço das relações entre Portugal e a cidade maravilhosa

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A Cônsul-Geral Adjunta de Portugal no Rio de Janeiro, Ana Rita Ferreira, foi distinguida com o “Título de Cidadã Honorária do Município do Rio de Janeiro”, numa cerimónia realizada no Palácio de São Clemente, sede do Consulado-Geral de Portugal na cidade maravilhosa e residência oficial da cônsul-geral portuguesa na cidade, por iniciativa da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, através da iniciativa promovida pelo vereador e primeiro-secretário da Mesa Diretora da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Rafael Aloisio Freitas, em reconhecimento pelo “contributo da diplomata para o fortalecimento das relações entre Portugal, o Brasil e a cidade do Rio de Janeiro”.

A sessão solene, decorrida na passada quarta-feira, 8 de julho, foi presidida pela Cônsul-Geral de Portugal no Rio de Janeiro, embaixadora Joana Gaspar, reunindo representantes do corpo diplomático, autoridades civis, dirigentes associativos, presidentes de Casas Portuguesas, empresários e diversas personalidades ligadas à comunidade luso-brasileira.

Segundo apurámos, a distinção reconhece o “percurso diplomático” de Ana Rita Ferreira e o “trabalho desenvolvido ao longo da sua missão no Rio de Janeiro, marcado pelo reforço da cooperação institucional entre Portugal e o Brasil, pela promoção das relações culturais e pelo acompanhamento permanente da comunidade portuguesa residente na região”.

Esta homenagem foi proposta pelo vereador Rafael Aloisio Freitas, cuja intervenção destacou precisamente o empenho de Ana Rita Ferreira na “criação de pontes de diálogo e cooperação entre os dois lados do Atlântico” e na “consolidação dos laços históricos que unem Portugal e o Rio de Janeiro”.

O processo contou também com a colaboração de Gilberto Moreira Júnior, assessor do vereador, que participou na preparação e desenvolvimento da proposta apresentada à Câmara Municipal.

A atribuição do “Título de Cidadã Honorária do Município do Rio de Janeiro” constitui “uma das mais relevantes distinções concedidas pela autarquia carioca” e simboliza o “reconhecimento oficial da cidade às personalidades que, mesmo não sendo naturais do Rio de Janeiro, prestam contributos relevantes para o seu desenvolvimento institucional, cultural e internacional”.

Num ambiente marcado pela emoção e pelo reconhecimento público, a cerimónia reforçou ainda a profunda ligação histórica entre Portugal e o Rio de Janeiro, celebrando o legado de diálogo, amizade e cooperação que Ana Rita Ferreira ajudou a consolidar durante o exercício das suas funções diplomáticas.

Ígor Lopes

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“Encceja Exterior 2026”: Inscrições para exame de certificação de brasileiros residentes no estrangeiro decorrem entre 3 e 14 de agosto

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O Governo do Brasil publicou o edital do “Encceja Exterior 2026”, oficialmente conhecido como Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos, uma prova gratuita e de participação voluntária destinada a jovens e adultos brasileiros residentes no estrangeiro que não concluíram o ensino fundamental ou o ensino médio na idade regular mas que pretendam obter certificação escolar correspondente ao ensino fundamental ou ao ensino médio. As inscrições decorrem entre 3 e 14 de agosto de 2026, estando a realização das provas marcada para 22 de novembro de 2026, anunciou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).

Para concorrer ao certificado do ensino fundamental, os candidatos deverão ter 15 anos completos na data da realização da prova; para o ensino médio, a idade mínima exigida é de 18 anos, em conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei n.º 9.394/1996). A inscrição exige ainda a existência de um número de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) válido.

As provas realizam-se num único dia, distribuídas pelos períodos da manhã e da tarde, sendo compostas por quatro provas objetivas, com 30 questões de escolha múltipla cada, e por uma prova de redação.

No caso do ensino fundamental, são avaliadas as áreas de Ciências Naturais, Matemática, Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes, Educação Física e Redação, bem como História e Geografia.

Já para os candidatos ao ensino médio, o exame incide sobre Ciências da Natureza e as suas Tecnologias (Química, Física e Biologia), Matemática e as suas Tecnologias, Linguagens, Códigos e as suas Tecnologias e Redação (Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes e Educação Física) e Ciências Humanas e as suas Tecnologias (História, Geografia, Filosofia e Sociologia).

O INEP recomenda aos interessados a consulta integral do edital, disponível através do site institucional oficial das provas, onde constam todas as regras de participação, os procedimentos de inscrição e as condições para obtenção da certificação escolar.

Ígor Lopes

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