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3.5 milhões de utilizadores por mês fazem do SAPO o site português mais visitado

Números do site dão um salto com nova Homepage

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Com 28 anos de existência, que marcam a evolução da Internet em Portugal, o SAPO alcançou em 2023 uma maior performance da sua Homepage, reforçando a sua relevância na agregação, produção e curadoria de conteúdos e ativos digitais em Portugal.

Os números com que a marca encerrou o balanço do ano revelam um expressivo salto, determinado pela diversificação do ecossistema de parceiros, pela oferta de novos serviços e produtos e pelo lançamento de uma nova Homepage.

Já este ano, mas fruto deste caminho feito de consolidação, o SAPO volta a mostrar por que é o site português mais visitado, ao receber o Prémio Marca Recomendada 2024, distinção que resulta do nível de reputação conquistado junto dos consumidores e expresso no Portal da Queixa.

Para trás, 2023 ficou marcado por uma profunda reconfiguração e modernização da Homepage. O resultado foi uma melhoria significativa na experiência de utilização, de que é exemplo o carregamento de página, que dura agora, em média, 100 milissegundos, em linha com as melhores performances internacionais.

Pela capacidade de responder à evolução das necessidades dos utilizadores e com o aumento da rentabilidade da sua porta de entrada, o SAPO fechou o ano com mais de 1.3 mil milhões de pageviews na sua Homepage e uma média mensal de 3.5 milhões de utilizadores.

Em 2023, foram dinamizados, nas diferentes áreas do portal SAPO, mais de 1.2 milhões de destaques e mais de 500 notícias por dia, representando um crescimento de 10% face ao ano anterior, num ecossistema que concentra cerca de 150 parceiros de referência nacionais, locais e internacionais.

No topo da pirâmide dos temas mais lidos em 2023, estão as notícias relacionadas com a Guerra em Gaza e a invasão da Ucrânia pela Rússia, o ataque ao Centro Ismaili de Lisboa, a demissão do Primeiro-Ministro António Costa, a aplicação do IVA zero em bens essenciais e a morte do ator e encenador Luís Aleluia.

Sendo absolutamente transversal no seu alcance, o SAPO serviu, em 2023, uma audiência equilibrada entre mulheres (49%) e homens (51%) e com uma configuração etária aproximada à da população portuguesa (8% de utilizadores no segmento 18 a 24 anos; 12% dos 24 aos 34 anos; 25% dos 35 aos 44 anos; 23% dos 45 aos 54 anos; 17% dos 55 aos 64 anos; 16% com mais de 65 anos).

O lançamento da sua nova Homepage, que em 2023 se tornou mais próxima, humanizada e interativa, permitiu assim ao SAPO reforçar o seu papel de referência para oferecer, de forma gratuita e em português, o retrato mais atual do país e do mundo.

Imagem: SAPO.

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“Sustentabilidade na Era da Inteligência Artificial” em debate na Universidade de Coimbra de 30 de setembro a 15 de outubro

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A relação entre Inteligência Artificial (IA) e sustentabilidade, o impacto crescente da IA nas universidades e o papel do ensino superior na promoção de uma transformação digital responsável vão estar em destaque na 4.ª edição dos Dias da Sustentabilidade na Universidade de Coimbra (UC), evento que decorre entre 30 de setembro e 15 de outubro.

Sob o tema “Sustentabilidade na Era da Inteligência Artificial”, a iniciativa pretende promover a reflexão sobre o potencial da IA para responder aos desafios ambientais, sociais e económicos, mas também sobre a necessidade de assegurar que o seu desenvolvimento e utilização são éticos, inclusivos e ambientalmente sustentáveis.

O evento – com sessões agendadas para diferentes espaços do Polo I da UC – reúne especialistas, dirigentes universitários, estudantes e representantes da sociedade civil para debater as transformações que estas tecnologias estão a introduzir no ensino, na investigação, na inovação e na participação cívica, bem como os desafios associados às infraestruturas digitais, à responsabilidade institucional e à governação da IA.

O programa tem início a 30 de setembro, com uma sessão dedicada às oportunidades e desafios da Inteligência Artificial no ensino, na investigação e na inovação (10h30, Auditório Híbrido do edifício da Faculdade de Medicina no Polo I). E prossegue a 2 de outubro com um debate sobre transformação digital sustentável, infraestruturas tecnológicas e responsabilidade institucional nas universidades, com foco no exemplo da UC (10h00, Auditório 2 do Student Hub).

A participação estudantil também assume particular relevância no programa dos Dias da Sustentabilidade na UC. A 7 de outubro, o Jardim Botânico acolhe uma tarde dedicada ao debate e ao envolvimento cívico dos jovens, com duas sessões (às 14h00 e 16h00) que vão abordar os desafios da liderança, da sustentabilidade, da responsabilidade digital e do voluntariado na era da Inteligência Artificial. A iniciativa inclui ainda um Marketplace de Voluntariado, reforçando o compromisso da Universidade de Coimbra com a cidadania ativa e assinalando o Ano Internacional dos Voluntários para o Desenvolvimento Sustentável.

Já a 9 de outubro, especialistas do ensino superior vão reunir-se para refletir sobre o futuro das universidades num contexto marcado pela Inteligência Artificial, pela produção de conhecimento e pelos desafios da sustentabilidade (10h00 Auditório Híbrido do edifício da Faculdade de Medicina no Polo I).

A iniciativa encerra a 15 de outubro, a partir das 9h00, com a conferência internacional “Appropriate Guardrails for AGI: The Crucial Role of Universities”, que vai abordar o papel das universidades na definição de princípios e salvaguardas que orientem o desenvolvimento de sistemas avançados de Inteligência Artificial de forma responsável, ética e alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Com exceção da última sessão (de acesso restrito), todas as atividades são abertas à comunidade universitária e ao público em geral, mediante inscrição, a partir do formulário disponível em https://www.uc.pt/sustentabilidade/educacao-para-os-ods/dias-da-sustentabilidade/dias-da-sustentabilidade-na-uc-2026/. As inscrições estão abertas até 23 de setembro.

“A Inteligência Artificial está a transformar a forma como trabalhamos, organizamos serviços, gerimos recursos e tomamos decisões. Esta transformação abre novas oportunidades, mas coloca também importantes desafios ambientais, sociais e éticos, sobre como podemos tirar partido da IA para tornar as nossas instituições mais eficientes e sustentáveis, assegurando simultaneamente uma utilização responsável e centrada nas pessoas. Neste evento, pretendemos envolver toda a comunidade nessa reflexão, debatendo o papel que a tecnologia e as instituições podem desempenhar na construção de um futuro mais sustentável, inclusivo e responsável”, afirma a Vice-Reitora da UC para o Planeamento e a Sustentabilidade, Patrícia Pereira da Silva.

O programa completo, mais informações e o formulário de inscrição nos Dias da Sustentabilidade na UC 2026 estão disponíveis em  https://www.uc.pt/sustentabilidade/educacao-para-os-ods/dias-da-sustentabilidade/dias-da-sustentabilidade-na-uc-2026/.

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Município do Porto assume secretaria-geral de rede internacional de proteção de direitos humanos no ambiente digital

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O Município foi eleito para assumir a secretaria-geral do conselho de administração da Cities Coalition for Digital Rights (CC4DR). A nova estrutura de governação da rede internacional de cidades dedicada à promoção e proteção dos direitos digitais no contexto urbano terá um mandato de quatro anos e reúne representantes de Bordéus, Porto, Glasgow e Maceió, refletindo a dimensão internacional e a diversidade geográfica da coligação. O Porto será representado pelo vereador da Transformação Digital e Serviços ao Cidadão, Rodrigo Passos.

A eleição atribui ao Município uma responsabilidade direta na governação da organização e coloca a cidade numa posição de liderança num dos debates que está a ganhar maior relevância à escala internacional: como garantir que a evolução tecnológica das cidades é acompanhada pela proteção dos direitos fundamentais, pela confiança e por uma utilização responsável da tecnologia.

Durante o mandato 2026-2030, o Porto participará diretamente na definição das prioridades estratégicas da CC4DR e na articulação entre as cidades que integram a rede, contribuindo para o desenvolvimento de políticas e práticas em áreas como a inteligência artificial ética, a proteção de dados, a inclusão digital e a utilização responsável das tecnologias urbanas.

Num momento em que a inteligência artificial, os dados e as novas tecnologias estão a transformar a forma como as cidades funcionam, prestam serviços e se relacionam com as suas comunidades, esta eleição coloca o Porto entre as cidades que participam ativamente na definição dos princípios que deverão orientar a governação digital dos próximos anos.

A participação do Porto na CC4DR resulta de um percurso de envolvimento continuado da cidade nesta agenda internacional. Através desta nova responsabilidade, o Porto passa de uma posição de participação na rede para um papel mais ativo na sua condução, contribuindo para aproximar a discussão internacional dos desafios concretos enfrentados pelas cidades.

“Esta eleição reconhece o trabalho que o Porto tem vindo a desenvolver e, sobretudo, a capacidade da cidade para participar na construção de respostas para os desafios que a transformação tecnológica coloca às cidades”, afirma o vereador da Transformação Digital e Serviços ao Cidadão.

Rodrigo Passos reforça que “a tecnologia deve ser uma ferramenta de progresso, mas esse progresso tem de ser acompanhado por confiança, responsabilidade e respeito pelos direitos fundamentais”.

Durante o mandato 2026-2030, o Porto terá também oportunidade de partilhar a experiência desenvolvida no território e trazer para a agenda internacional aprendizagens resultantes da experimentação e da inovação urbana. A cidade assume-se, assim, não apenas como participante nos debates sobre o futuro digital, mas como território onde diferentes soluções podem ser testadas, avaliadas e transformadas em conhecimento para outras cidades.

Esta nomeação está alinhada com a estratégia do Porto de colocar a inovação e a tecnologia ao serviço da comunidade e fortalece a ligação entre a dimensão internacional e a realidade concreta da cidade, contribuindo para transformar princípios e compromissos em soluções, projetos e práticas aplicadas ao contexto urbano.

A Cities Coalition for Digital Rights é uma rede internacional de cidades dedicada à promoção e proteção dos direitos digitais no contexto urbano. A rede reúne cidades que trabalham em conjunto para responder aos desafios colocados pela transformação tecnológica e desenvolver abordagens que coloquem as pessoas e os seus direitos no centro das políticas digitais.

A eleição do novo conselho de administração decorre no momento em que a CC4DR formaliza a sua transformação numa associação internacional sem fins lucrativos, ao abrigo da lei francesa de 1901, criando uma estrutura de governação própria e reforçando a capacidade de colaboração entre cidades de diferentes geografias.

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Empresária Ana Poltera leva a Portugal mensagem de “valorização da vida” antes de agenda internacional na Suíça

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A empresária, escritora, palestrante e mentora Ana Poltera participou, no passado dia 14 de setembro, no “Conexão Global Portugal”, realizado nas instalações da Jethro International, na zona de Paço de Arcos, no concelho de Oeiras. O encontro reuniu empresárias, empreendedoras e profissionais de diferentes áreas, num ambiente orientado para a “criação de contactos, partilha de experiências e desenvolvimento de novas ligações profissionais”. A passagem por Portugal antecedeu uma nova etapa da agenda internacional de Ana Poltera que, nos próximos dias, estará em Lausanne, na Suíça, onde lidera e integra a programação do “Conexão Global Suíça – Edição Setembro Amarelo conectar é acolher”.

Radicada no país helvético, Ana Poltera tem desenvolvido trabalho nas áreas da “fertilidade, identidade feminina, desenvolvimento pessoal e valorização da vida”. Em Portugal, apresentou uma intervenção associada ao “Setembro Amarelo” e recuperou parte do seu próprio percurso para “abordar a importância de procurar ajuda em momentos de sofrimento emocional”. Durante entrevista à Agência Incomparáveis, recordou um período da sua vida em que enfrentou pensamentos suicidas, experiência que também aborda no terceiro capítulo de um dos seus livros.

“Um dia eu quis desistir da minha vida. Eu não quis viver. No terceiro capítulo do meu livro trago a garota interrompida, a garota que quis tirar a própria vida, porque viver doía muito”, relatou.

A autora explicou que a escolha da cor amarela na sua roupa durante a passagem por Portugal esteve relacionada com a campanha internacional de prevenção do suicídio.

“Este mês de setembro eu falo sobre “Setembro Amarelo”. Estou aqui de amarelo para representar esse alerta: venha para o palco da vida”, afirmou Ana Poltera, que associou ainda a exposição pública de experiências pessoais à possibilidade de “abrir caminhos para outras pessoas procurarem apoio”.

“Quando uma pessoa fala sobre a dor que venceu, ela não só pode alcançar uma vida, mas muitas outras pessoas. Venha para o palco da vida, porque conectar também é salvar”, declarou.

A presença no “Conexão Global Portugal” inseriu-se também numa agenda que Ana Poltera tem mantido no país. Em junho deste ano, participou na “Feira do Livro de Lisboa”, com o apoio da “Suíça Literatura Network”, iniciativa da empresária Linia Brandt, onde apresentou o livro “Chamadas para Gerar”. Na altura, a empresária brasileira radicada na Europa abordou temas relacionados com “maternidade, identidade e saúde emocional”.

No encontro dos últimos dias em solo luso, Ana Poltera voltou a colocar as mulheres no centro da sua intervenção. Perante um público formado, entre outros participantes, por empresárias e empreendedoras brasileiras e de outras nacionalidades que desenvolvem atividade em Portugal e na Europa, destacou o impacto que procura alcançar através das ações que promove.

“O resultado que tenho conquistado é a transformação de outras mulheres. A partir do dia em que eu disse que não queria mais morrer, que queria viver, esse viver passou a ser o que eu faço hoje. Quando vejo cada sorriso, cada mulher e cada transformação, percebo que este é o meu chamado”, afirmou.

A empresária deixou ainda uma mensagem dirigida a mulheres e homens que possam estar a atravessar situações de sofrimento.

“Conte, não esconda. Não diga que está tudo bem quando não está. Fale. Chame. Diga o que tem. Diga aquilo que está dentro de si e precisa de sair. Falar também é salvar. Conectar também é salvar”, defendeu.

A abordagem assumida por Ana Poltera insere-se no projeto que tem vindo a desenvolver entre Suíça, Portugal e Brasil, com foco na “criação de redes de apoio, partilha de histórias e prevenção”. A nossa entrevistada aponta como objetivo a “construção de uma rede transnacional envolvendo profissionais, terapeutas, psicólogos, escritores, empresários e mulheres ligadas à promoção da vida”.

O encontro em Portugal foi promovido no âmbito do “Conexão Global”, projeto internacional ligado à realização de eventos, networking, comunicação e negócios. Rayssa Lucena Soares, CEO do projeto e profissional que atua na organização de eventos, conexões internacionais, feiras e negócios, explicou que uma das prioridades da iniciativa é “aproximar profissionais que ainda procuram maior projeção nos mercados onde atuam”.

“Trazer visibilidade, trazer o profissional que está ali, que tem talento e ainda não foi visto. É o acesso. O acesso foi uma palavra muito falada hoje”, afirmou Rayssa durante o encontro em Portugal. Ao referir-se à presença de mulheres brasileiras que vivem ou desenvolvem projetos na Europa, acrescentou que acompanhar esse percurso representa “uma realização fora de dimensão”.

Rayssa também destacou o trabalho desenvolvido por Ana Poltera e pelas restantes participantes da rede. Segundo ela, o “Conexão Global” procura criar condições para que profissionais “possam apresentar histórias, projetos, experiências empresariais e percursos pessoais perante novos públicos”. A própria Ana Poltera reconheceu o papel de Rayssa na construção desses espaços.

“Falar da Rayssa Lucena é falar de uma mulher que abriu uma passagem para que eu e tantas outras mulheres pudéssemos atravessar o oceano e acreditar que temos a oportunidade de subir a um palco e falar, seja sobre dor, esperança ou negócios”, declarou.

Agenda na Suíça

A passagem por Portugal serviu também de preparação para a próxima etapa da agenda de Ana Poltera. Entre 24 e 27 de setembro, Lausanne recebe o “Conexão Global Suíça – Edição Setembro Amarelo conectar é acolher”, iniciativa associada este ano ao “Setembro Amarelo” e do qual Ana é franqueada. A programação começa no dia 24, entre 19h e 22h, com o encontro “E.L.A.S Foram Chamadas para Gerar” e o pré-lançamento da revista-documentário com o mesmo nome, que reúne histórias de 52 mulheres. O evento está previsto para decorrer nas instalações da “Église du Centre”, situada na Place Chauderon 16, em Lausanne, na Suíça, e deverá contar com participantes provenientes do Brasil, Portugal e Suíça.

Segundo Ana Poltera, a publicação procura reunir testemunhos de mulheres que enfrentaram diferentes momentos das suas vidas e decidiram transformar essas experiências em projetos, ações ou novas etapas pessoais e profissionais.

Nos dias 25, 26 e 27 de setembro, a programação do “Conexão Global Suíça – Edição Setembro Amarelo conectar é acolher” prossegue em Lausanne com palestras, talk shows, testemunhos, lançamentos de livros, momentos de partilha e networking. De acordo com a organização, os temas estarão relacionados com a “valorização da vida, prevenção do suicídio, saúde emocional, reconstrução de projetos pessoais e profissionais, identidade, propósito e desenvolvimento humano”.

A programação internacional pretende reunir profissionais, empresários, terapeutas, psicólogos, escritores, advogados, líderes comunitários e participantes ligados à comunidade lusófona.

A etapa suíça dá continuidade ao percurso internacional do “Conexão Global”, apresentado pela organização como uma rede que já passou por 26 países. Para Ana Poltera, o evento de Lausanne deverá funcionar como prolongamento da mensagem que levou a Portugal.

“Aqui não é apenas uma palestra. É acesso, encontro, conexão e oportunidade de ouvir, partilhar e transformar. Uma conexão pode mudar uma história e uma história pode salvar uma vida”, resumiu.

A programação em solo suíço reforça ainda uma linha de atuação que Ana Poltera tem vindo a desenvolver ao longo de 2026. Em junho, promoveu em Zurique uma edição de “E.L.A.S – Foram Chamadas para Gerar”, numa jornada dedicada à “identidade feminina, desenvolvimento pessoal e reconstrução emocional”. Agora, depois da passagem pela capital portuguesa, Lausanne será o próximo ponto de uma agenda construída entre eventos, literatura, empreendedorismo feminino e ações relacionadas com a valorização da vida.

Ígor Lopes

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