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teatromosca: 25 Anos de Arte e Inovação

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Em 2024, ano do seu 25º aniversário, o teatromosca apresenta três novas criações em coprodução com companhias nacionais e leva ao AMAS – Auditório Municipal António Silva espetáculos para todas as idades que cruzam o teatro com o cinema, a música e a literatura, destacando-se três estreias mundiais

O ano de 2024 será marcado por três novas criações do teatromosca em coprodução com diferentes estruturas artísticas nacionais, afirmando a vontade da companhia em colaborar com outros coletivos de artistas numa partilha de saberes e recursos próxima e cúmplice.

A 16 de março estreia o espetáculo “História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar”, a partir de Luis Sepúlveda, com adaptação e encenação de Mário Trigo, numa coprodução do teatromosca com a HIPÉRION Projeto Teatral. Esta é uma história que explora, tanto valores de amizade e solidariedade entre espécies, como a vivência de crianças e jovens do mundo ao ar livre e a sua perceção sobre a destruição da natureza ou a extinção das espécies.

Tendo como pano de fundo as Comemorações dos 50 Anos do 25 de Abril, o espetáculo “Nacional 2”, fruto da parceria entre o teatromosca e o LAMA Teatro, explora o papel das telecomunicações no fazer da Revolução e, ao mesmo tempo, investiga como os ecos do dia 25 de Abril foram vividos em cidades, vilas e aldeias longe de Lisboa, nomeadamente ao longo da Estrada Nacional 2. Em cena no AMAS nos dias 1 e 2 de junho.

O espetáculo “Adrianopla”, escrito e encenado por Pedro Saavedra, numa coprodução com O Fim Do Teatro, estreia a 20 de junho e reflete sobre a amargura e a desilusão de utopias, neste caso da ideia de uma sociedade alternativa. Estará em cena até dia 29 de junho, de quinta a sábado.

Paralelamente, o progrAMAS – a programação regular do AMAS – Auditório Municipal António Silva –, aposta numa programação verdadeiramente intergeracional, marcada por espetáculos que cruzam o teatro com o cinema, a música e a literatura, destacando-se três estreias mundiais.

Serão apresentadas duas produções a partir de obras de José Saramago. A 24 de fevereiro, o Leirena Teatro traz-nos “O Globo de Saramago -1993”, com a atuação ao vivo de Surma. Por sua vez, a 13 de abril estará em cena o espetáculo “Provavelmente Saramago” do artista brasileiro Vinicius Piedade com a companhia sintrense MUSGO Produção Cultural.

O espetáculo de teatro de marionetas para toda a família, “KING-KONG: Quem é o monstro?”, da Alma d’Arame, dia 2 de março, relembra pontos em comum entre o teatro de marionetas e o cinema.

A parceria com a MONSTRA – 23º Festival de Animação de Lisboa continua através da sessão de cinema de animação para toda a família, MONSTRINHA – Pais e filhos, no dia 9 de março.

O mês de abril é marcado pelo ciclo de programação Comemorações dos 50 Anos do 25 de Abril. O teatromosca reinventa o seu clássico “LITERATURINHA – Romance do 25 de Abril” agora com a participação em palco do Coro Leal da Câmara do Conservatório de Música de Sintra. Um espetáculo intergeracional em cena nos dias 20 e 21 de abril.

Ainda no âmbito deste ciclo de programação o AMAS recebe a estreia de “A REVOLUÇÃO QUE ME ENSINARAM” de Joana Cotrim / O Clube.

Para terminar a temporada, “O Gigante Egoísta”, de Oscar Wilde pela Companhia Cegada será apresentado nos dias 25 e 26 de maio.

Todos os espetáculos apresentados no AMAS são seguidos de conversas entre os públicos e as equipas artísticas. Muitos dos espetáculos apresentados são, também, transmitidos em direto (em live streaming) através da Sala Virtual do teatromosca na plataforma BOL.

A programação completa poderá ser consultada em www.teatromosca.com.

Os bilhetes para os espetáculos já se encontram à venda em https://teatromosca.bol.pt e locais habituais, com valores que variam entre 5 € e 7 €.

Foto: Diogo Graça.

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Portugal: “Eu Decido NextGen” reúne jovens líderes em debate sobre o futuro da nova geração

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O auditório do Taguspark, no concelho de Oeiras, em Portugal, recebe, no dia 19 de setembro, entre as 09h e às 19h, o painel de debate especial “Eu Decido NextGen”, uma iniciativa moderada pelo CEO da Dale Carnegie Portugal e especialista em gestão das pessoas, recursos humanos e liderança, Pedro Ramos, que reunirá sete jovens participantes para debater o papel da nova geração na construção do futuro. Esta iniciativa acontece no âmbito do evento “Faz a Tua Mudança”, organizado por Adriana Carneiro, mentora e coach de Liderança.

Sob o lema “O futuro não está à espera”, o encontro pretende “promover um espaço de reflexão e diálogo em torno dos desafios enfrentados pelos jovens, incentivando a participação ativa na definição das decisões que irão moldar a sociedade dos próximos anos”.

O painel contará com a participação de Inês Siopa, Carolina Almeida, Laura Gomes, Afonso Almeida, Inês Moleiro, José Lages e Joana Ramos, jovens convidados para “partilhar experiências, perspetivas e propostas sobre temas ligados à liderança, participação, inovação e intervenção cívica”.

A organização apresenta o evento como um “encontro entre diferentes vozes da mesma geração”, sintetizado na mensagem “7 vozes. 1 geração. 1 decisão.”, procurando demonstrar que “os jovens não são apenas destinatários das mudanças, mas protagonistas da sua construção”.

A filosofia da iniciativa é resumida na frase que acompanha o evento: “Enquanto muitos discutem o futuro, eles já o estão a construir”.

Ígor Lopes

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Angola: Pedro Ramos defendeu em Luanda “liderança centrada nas pessoas” durante o “Carreira International Summit 2026”

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Pedro Ramos, CEO da Dale Carnegie Training Portugal e da Rharo by Group Talent, participou, em Luanda, Angola, no “Carreira International Summit 2026”, realizado no passado dia 8 de julho, no Epic Sana Luanda. O encontro, organizado pela “Revista Carreira”, em parceria com a “Dale Carnegie Training Portugal” e a “Rharo by Group Talent”, foi apresentado como um “espaço internacional de reflexão sobre o futuro do trabalho, da liderança e das organizações”.

Sob o tema “Pessoas Reais (RE)Inventam o Futuro Artificial”, Pedro Ramos fez a palestra de abertura do evento, centrando a sua intervenção na necessidade de colocar as pessoas no centro da transformação organizacional, num tempo marcado pela aceleração da inteligência artificial, pela redefinição das carreiras e pelas novas exigências da liderança. A agenda do summit foi orientada para as dinâmicas emergentes do mercado laboral, a transformação organizacional e as trajectórias de carreira em contexto global.

O evento reuniu líderes empresariais, decisores públicos, especialistas e representantes institucionais de Angola, Portugal, Brasil, Moçambique e Líbano, reforçando Luanda como “espaço de diálogo lusófono e internacional sobre gestão de pessoas, tecnologia, inovação e desenvolvimento humano”. A organização avalia que o summit foi o primeiro encontro internacional em Angola inteiramente dedicado a esta agenda, com a ambição de “aproximar lideranças e gestores de pessoas de diferentes geografias”.

A presença de Pedro Ramos em Angola confirma a expansão da sua agenda internacional e o posicionamento da “Dale Carnegie Training Portugal” e da “Rharo by Group Talent” em mercados lusófonos estratégicos.

“Num contexto em que as organizações procuram responder à pressão tecnológica sem perder vínculo humano, a minha intervenção em Luanda destacou uma mensagem central: o futuro pode tornar-se mais artificial, mas continuará a depender de liderança, consciência, confiança e capacidade de mobilizar pessoas”, disse Pedro Ramos.

Ígor Lopes

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CCP destaca voto eletrónico, apoio à Venezuela e reforço dos direitos da diáspora nas conclusões das reuniões presenciais do Conselho Permanente em Lisboa

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O Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CP-CCP), presidido por Flávio Martins, divulgou, em comunicado, as principais decisões alcançadas no âmbito das reuniões presenciais realizadas em Lisboa entre 29 de junho e 1 de julho, iniciativa que ficou marcada por deliberações e mensagens consideradas de “maior impacto direto para a diáspora portuguesa”, destacando temas como o voto eletrónico, o ensino do português no estrangeiro, os serviços consulares, os processos de nacionalidade e o apoio à comunidade portuguesa na Venezuela, além da aprovação de uma moção de solidariedade institucional dirigida ao povo venezuelano e à comunidade portuguesa residente naquele país, na sequência dos recentes sismos que afetaram a região no final de junho.

No plano da participação cívica, o CCP assinala como um dos principais avanços o anúncio feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, relativo à realização de uma experiência-piloto de voto eletrónico nas próximas eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas, previstas para 2027.

A medida, considerada um passo relevante para facilitar a participação eleitoral dos emigrantes, visa testar novas soluções tecnológicas para futuros atos eleitorais. A modernização dos processos eleitorais constituiu, aliás, uma das principais reivindicações apresentadas pelo Conselho. O CCP voltou a defender o alargamento das modalidades de voto – presencial, postal e eletrónico – a todos os atos eleitorais nacionais, bem como o desdobramento das assembleias de voto no estrangeiro, procurando reduzir as dificuldades de acesso e combater a baixa participação registada em eleições anteriores.

Outro dos temas centrais incidiu sobre o ensino de português no estrangeiro. Durante as reuniões realizadas em Lisboa decorreram encontros de trabalho com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, dedicados à análise dos desafios e das oportunidades de expansão da rede de ensino da língua portuguesa junto das comunidades emigrantes, procurando reforçar a promoção da língua e da cultura portuguesas além-fronteiras.

No domínio dos serviços públicos, o Conselho Permanente dirigiu também um conjunto de propostas ao Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), defendendo medidas destinadas a acelerar e uniformizar os processos de nacionalidade e de registos civis, reforçar a digitalização dos serviços, melhorar a interoperabilidade entre o IRN e a rede consular portuguesa e ampliar a formação técnica dos postos consulares. O objetivo passa por “garantir maior previsibilidade nos prazos de resposta e uma aplicação uniforme dos critérios utilizados nos processos que envolvem portugueses residentes no estrangeiro”.

O comunicado reforça ainda a posição do CCP relativamente ao seu papel institucional, sugerindo uma participação mais ativa na definição das políticas públicas dirigidas às comunidades portuguesas.

Recorde-se que, desde 2023, o Conselho passou a ser obrigatoriamente consultado em matérias relacionadas com a diáspora portuguesa, reforçando a sua legitimidade enquanto órgão consultivo do Estado.

No plano organizativo, o CP-CCP confirma a consolidação do atual mandato através da assinatura do Relatório Anual de Atividades, da aprovação do Código de Conduta dos Conselheiros e da reeleição da Mesa Diretora, decisões que encerraram o ciclo de reuniões presenciais do Conselho Permanente realizadas na capital portuguesa.

Ígor Lopes

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