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Projeto Sou+ muda a vida de pessoas sem-abrigo em Barcelos

Resultados finais foram apresentados esta quarta-feira

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Trinta beneficiários do projeto social SOU+ deixaram a condição de sem-abrigo e/ou integraram o mercado de trabalho. Os resultados deste programa foram apresentados esta quarta-feira (21 de junho) num fórum realizado no Auditório da Biblioteca Municipal de Barcelos.

Na abertura da sessão, o vereador da Ação Social, António Ribeiro, sublinhou a importância de trabalhar em rede com as instituições parceiras neste tipo de projetos e agradeceu ao GASC e aos Médicos do Mundo o trabalho desenvolvido em Barcelos.  “Ser cidadão é ser capaz de agir e ousar transformar a sociedade”, realçou.

A Câmara Municipal de Barcelos, o Grupo de Ação Social Cristã – GASC, a associação Médicos do Mundo, implementaram durante 21 meses o projeto SOU+, que visa promover a inclusão social de pessoas em situação de sem-abrigo (PSSA) no concelho de Barcelos. Esta ação contou com o apoio de diversos parceiros e beneficiou de financiamento do Programa Operacional Norte 2020, Portugal 2020 e Fundo Social Europeu.

Durante estes 21 meses, o SOU+ conseguiu chegar a 89 beneficiários, numa meta previamente definida de 60 pessoas, o que equivale a uma taxa de execução de 148%, revelam os resultados finais do programa, apresentados esta quarta-feira na presença dos parceiros do projeto e de diversas entidades.

Com uma intervenção multifacetada e holista, este projeto, que teve início em setembro de 2021 e termina no próximo dia 30 de junho, dá particular atenção à capacitação das pessoas sem abrigo e à sensibilização da comunidade. Visa também contribuir para a concretização da Estratégia Nacional para a Integração de Pessoas em Situação de Sem-Abrigo (ENIPSSA) 2017-2023.

O SOU+ tem por base três ações operacionais: atividades de sensibilização, informação, combate ao estigma e prevenção; acompanhamento psicossocial, através do acompanhamento dos utentes, por gestores de caso; e atividades ocupacionais e de capacitação, promotoras da integração social e empregabilidade, através de um centro de ocupacional diurno.

50% abandonou a condição de sem-abrigo

Entre os objetivos do projeto estão o aumento do número de pessoas que deixam a condição de sem abrigo e/ou integram o mercado de trabalho, assim como a promoção do desenvolvimento de competências pessoais, sociais e profissionais. Neste âmbito, foi possível ajudar 50% dos beneficiários a saírem da rua e/ou a encontrarem um trabalho, sendo que a meta do projeto era 20%.

Por outro lado, pretendeu-se aumentar o número de beneficiários com gestor de caso, cuja função é garantir um acompanhamento de proximidade e servir de ponte entre as necessidades de quem está nesta condição e as respostas existentes. Das pessoas abrangidas, 57 beneficiaram do acompanhamento de um gestor de caso.

O Sou+ conseguiu também aumentar o acesso a cuidados de saúde básicos e especializados, através de uma equipa multidisciplinar. Foi possível dar apoio a 59 pessoas com necessidade de cuidados de saúde primários ou especializados e realizar 105 atendimentos para implementação de planos individuais de intervenção.

Em termos do reforço da rede de respostas locais dirigidas ao acolhimento e/ou ocupação/capacitação foi criado um Centro Ocupacional de Inserção Diurna (COID), que realizou 148 sessões de educação não formal e 7 workshops temáticos de capacitação, entre outras ações.

Destaque ainda para o trabalho que tem sido realizado na promoção do conhecimento sobre a dimensão e natureza do fenómeno das pessoas sem abrigo, do acesso da sociedade civil e institucional a informação sobre o tema, assim como de responsabilização e mobilização de entidades públicas e privadas, com vista a uma intervenção integrada e consistente. Como exemplo, foram promovidas 11 ações de sensibilização e capacitação de profissionais de diferentes serviços e entidades, que contaram com 73 participantes.

Guia Digital “Pessoas em Situação de Sem-Abrigo”

No âmbito do deste projeto, foi também produzido o Guia Digital “Pessoas em Situação de Sem-Abrigo”. O que fazer? Como ajudar?”, que fornece informações úteis para que qualquer pessoa possa agir, de forma imediata e adequada, perante qualquer situação com que se depare.

Médicos do Mundo

A Médicos do Mundo (MdM) é uma organização não-governamental que presta cuidados de saúde gratuitos às populações mais vulneráveis em Portugal e, atualmente, também em Moçambique. A MdM Portugal faz parte de uma Rede Internacional composta por 17 delegações que, em mais de 70 países, lutam para que o acesso à saúde seja um direito pleno para todos cidadãos. Para mais informações, consulte www.medicosdomundo.pt.

Grupo de Ação Cristã – GASC

O GASC – Grupo de Ação Social Cristã é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, com sede em Barcelos, com 44 anos de história, que desenvolve desde há vários anos diversas respostas sociais, em 4 grandes fenómenos sociais: a Vulnerabilidade Socioeconómica, os Comportamentos Aditivos e Dependências, a Violência Doméstica e as Pessoas em Situação de Sem-Abrigo. Para tal, dinamiza e colabora em 12 respostas, sendo que em 2 delas é um dos parceiros técnicos. Toda a sua ação assenta na promoção da igualdade de oportunidades, inclusão e defesa dos direitos humanos. Para mais informações, consulte www.gasc-ipss.org ou siga nas redes sociais: Facebook, Instagram e Linkedln.

Este projeto foi cofinanciado pelo Programa Operacional NORTE 2020, através do FSE – Fundo Social Europeu.

Foto: CMB.

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FAD reforça rede internacional em encontro realizado em Viseu

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A Federação das Associações da Diáspora (FAD) realizou, nos dias 8 e 9 de agosto, no Solar dos Peixotos, em Viseu, o 4.º Encontro de Dirigentes Associativos. A iniciativa, acompanhada pela reportagem da Agência Incomparáveis, reuniu responsáveis de organizações ligadas às comunidades portuguesas no estrangeiro, autarcas, representantes políticos e membros dos órgãos sociais da Federação.

A sessão de abertura contou com a participação do presidente da Direção da FAD, Fernando Cabaço, do presidente da Assembleia Geral, José Ernesto Silva, do presidente da Assembleia Municipal de Viseu, José Mota Faria, e do presidente da Câmara Municipal de Viseu, João Azevedo. A moderação esteve a cargo do primeiro secretário da Federação, João Paulo Rocha.

Os trabalhos centraram-se na preparação de um novo encontro de dirigentes associativos, previsto para 2027, na criação de uma rede de mandatários nos países de acolhimento e na discussão do regulamento interno. Foram também analisadas formas de melhorar a articulação entre associações com diferentes dimensões, áreas de intervenção e contextos geográficos.

Durante o encontro, a FAD nomeou mandatários encarregados de divulgar a Federação nos respetivos países, promover a adesão de associações e funcionar como pontos de contacto com a direção. A rede pretende ainda abranger comunidades portuguesas na Europa, América do Norte, América do Sul, Ásia e Oceânia.

O programa incluiu a assinatura de dois protocolos de cooperação com a Câmara de Comércio e Indústria Luso-Balear e a Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto. No domingo, dia 9, foram entregues os estatutos e lembranças aos participantes, seguindo-se uma visita à sede da Confraria de Saberes e Sabores da Beira Grão Vasco, entidade ligada à organização do encontro e à promoção da cultura, da gastronomia e das tradições das Beiras.

Em declarações à nossa reportagem, o presidente da Direção da FAD, Fernando Cabaço, residente em Palma de Maiorca, Espanha, considerou que a quarta edição demonstrou o interesse das organizações no trabalho federativo.

“Foi talvez um dos melhores encontros. Esperávamos mais alguns dirigentes, mas os que vieram demonstraram o interesse que existe na Federação. Isso dá-nos esperança no trabalho que temos realizado e no que vamos realizar a curto prazo”, afirmou, defendendo que “uma representação conjunta permite apresentar às autoridades os problemas partilhados pelas comunidades portuguesas, entre os quais a participação eleitoral dos emigrantes, o financiamento das associações, o apoio institucional e a consolidação das redes da diáspora”.

“Esperamos que as associações da diáspora compreendam que, estando unidas em torno da Federação, é mais fácil defendermos os nossos problemas com uma só voz do que cada uma, isoladamente, tentar defender a sua posição”, acrescentou Fernando Cabaço. Sobre a nova estrutura internacional, explicou que “o papel dos mandatários é divulgar a existência da FAD, promover a adesão das associações e ser um braço da Federação no local onde se encontram”.

Alfredo Stoffel, vice-presidente da FAD, entende que os problemas das comunidades portuguesas, apesar das diferenças entre países e continentes, apresentam pontos comuns, nomeadamente no acesso aos serviços consulares, no relacionamento com o Estado português e no ensino da língua portuguesa no estrangeiro. Para este dirigente na Alemanha, a FAD não tem como função resolver diretamente estes problemas, mas deve atuar como porta-voz das dezenas de associações da diáspora, recolher as suas reivindicações e apresentá-las às autoridades portuguesas.

“Temos de identificar os temas transversais a todas as comunidades, sem esquecer que cada país tem as suas especificidades. As próprias associações devem informar a Federação sobre os problemas existentes, para que possamos fazer valer uma voz comum”, afirmou Stoffel, que considerou ainda que o associativismo constitui a “coluna vertebral das comunidades”, apesar de alertar para a necessidade de adaptação às novas gerações, às tecnologias e a formas de participação menos dependentes de uma sede física.

“A FAD pode representar o associativismo clássico, mas só terá razão de existir se estiver virada para o futuro, aberta aos interesses dos jovens e às novas tecnologias”, referiu.

Para o presidente da Assembleia Geral da FAD, José Ernesto Silva, residente em Viseu, o encontro representa o início de uma nova fase de atividade.

“Este encontro representa o início de um trabalho para dinamizarmos a Federação, criarmos uma interligação entre as diferentes associações da diáspora e desenvolvermos polos de partilha de saberes e sabores a nível mundial”, declarou.

Por seu turno, Jorge Rodrigues, presidente do Conselho Fiscal da FAD e dirigente associativo na Suíça, destacou a função da Federação na ligação entre associações locais, estruturas federativas dos países de acolhimento e instituições portuguesas.

“A Federação tem uma importância fundamental no agrupamento das associações. Tem um caminho difícil para percorrer, mas esse caminho deve ser feito com calma e seriedade, através da agregação e do intercâmbio entre as associações da diáspora”, afirmou.

No discurso de abertura do encontro, João Paulo Rocha, primeiro secretário da Federação das Associações da Diáspora, afirmou que a FAD pretende “iniciar uma nova etapa, marcada pela aproximação às associações, pela renovação geracional e pelo envolvimento dos jovens”. Este dirigente defendeu que a Federação deve funcionar como “uma ponte entre Portugal e a sua diáspora”, promovendo parcerias e transformando conhecimento em desenvolvimento.

“Portugal não termina nas suas fronteiras. Portugal continua onde existir um português”, disse.

Autoridades e entidades ouviram preocupações

O presidente da Câmara Municipal de Viseu, João Azevedo, salientou o contributo económico, cultural e social das comunidades portuguesas.

“Estas comunidades contribuíram para que o país fosse mais forte, não apenas através das divisas, mas também pelo investimento, pelo conhecimento e pela troca de experiências. Foram mensageiras e embaixadoras da cultura e da língua portuguesas”, afirmou, sublinhando a necessidade de renovação das estruturas associativas.

Paulo Pisco, diretor do Departamento das Comunidades do Partido Socialista (PS) e antigo deputado à Assembleia da República eleito pela emigração pelo círculo eleitoral da Europa, considerou que o movimento associativo continua a ser uma das principais formas de organização dos portugueses residentes no estrangeiro.

“Uma comunidade organizada é uma comunidade mais forte. Uma das formas privilegiadas de organização das nossas comunidades é o movimento associativo. As associações são um rosto da presença de Portugal no mundo”, declarou, adiantando que a Federação pode ampliar a sua representação e estabelecer uma rede permanente entre organizações de vários continentes.

“Esta Federação é a manifestação de uma rede. Se existe uma diáspora que deve reforçar a sua ligação em rede é a portuguesa, porque está presente em praticamente todo o mundo”, concluiu.

Também à Agência Incomparáveis, o presidente da Junta de Freguesia de Viseu, Nuno Bico, destacou a dimensão da emigração no distrito e a necessidade de criar respostas para quem pretende regressar a Portugal.

“O regresso à casa tem de ser acompanhado por condições que permitam a estas pessoas viver melhor. A Junta de Freguesia de Viseu está disponível para colaborar com a Federação na criação dessas condições”, afirmou.

Segundo apurámos, a FAD tem como missão “congregar, representar e coordenar associações da diáspora, funcionando como plataforma de cooperação e defesa dos interesses das comunidades”. As suas áreas de intervenção incluem “desenvolvimento social, educação, formação profissional, empreendedorismo, integração económica, cultura, cidadania, cooperação internacional, sustentabilidade e participação das novas gerações”.

A Direção é presidida por Fernando Cabaço, de Espanha, e integra os vice-presidentes Alfredo Stoffel, da Alemanha, e Maria Violante, da Argentina; João Paulo Rocha, de Portugal, como primeiro secretário; Gracia Rodrigues, de Espanha, como segunda secretária; Pedro Rupio, da Bélgica, como tesoureiro; José Paulo Peixoto, do Luxemburgo, como vice-tesoureiro; Bessa de Carvalho, de Portugal, como diretor de Patrocínios; e Carlos de Oliveira, da Argentina, como diretor de Relações Públicas.

O Conselho Fiscal é presidido por Jorge Rodrigues, da Suíça, e integra Manuel Viegas, da Florida, Estados Unidos, e António Guerra, da Suíça. A Mesa da Assembleia Geral é presidida por José Ernesto Silva, de Portugal, tendo como secretários Bernardino Nascimento, de Toronto, Canadá, e Cláudia Cruz, de São Paulo, Brasil. Paulo Cardoso, ligado à Confraria de Sabores e Saberes da Beira Grão Vasco, é suplente.

A consolidação da rede de mandatários, a preparação do encontro de 2027 e a aproximação às associações e federações dos países de acolhimento constituem os próximos passos definidos pela Federação.

Ígor Lopes

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Feira de São Mateus reforça ligação entre Viseu e a diáspora portuguesa

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A Feira de São Mateus voltou a colocar Viseu no centro da agenda cultural e turística de Portugal. A 634.ª edição decorre entre 6 de agosto e 6 de setembro de 2026, na zona do Campo de Viriato, com um programa que cruza música, gastronomia, comércio, cultura, artesanato, literatura, diversões e iniciativas dirigidas a diferentes gerações. Tradicionalmente, portugueses residentes na Suíça marcam presença na festividade.

Acompanhamos a programação do dia 8 de agosto, marcada pela estreia de Maiara & Maraisa no “Palco Visit Viseu”. A dupla brasileira levou ao recinto milhares de pessoas, num concerto acompanhado por público português e luso-brasileiro, além de visitantes de outras nacionalidades, bem como membros da diáspora lusa. Viseu é hoje uma cidade onde vivem cidadãos provenientes de diferentes países e onde as comunidades estrangeiras participam na atividade económica, social e cultural do concelho.

A edição de 2026 foi oficialmente inaugurada no dia 6 de agosto, numa cerimónia que contou com a presença do Presidente da República portuguesa, António José Seguro, do secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, e do presidente da Câmara Municipal de Viseu, João Azevedo. Organizada pela “Viseu Marca”, com o Município de Viseu entre os parceiros institucionais, a Feira funciona como “instrumento de promoção territorial, projetando o nome da cidade através da cultura, da gastronomia, do turismo e da programação musical”.

Durante o mês de agosto, esta função ganha maior expressão com a visita dos emigrantes portugueses. Milhares de pessoas que vivem e trabalham em países como a Suíça, França, Luxemburgo, Alemanha, Reino Unido, Bélgica, Canadá, Brasil e Estados Unidos, entre outros, escolhem o período das férias para voltar às suas localidades de origem. Para muitas famílias, a deslocação representa o reencontro com pais, filhos, avós, irmãos e amigos, após meses de distância.

Nascimento Cleóbulo, natural do Rio de Janeiro, Brasil, avaliou a Feira como “integrativa, pois visualizei pessoas de várias partes de Portugal, num ambiente organizado, com uma limpeza de chamar a atenção, sem falar no próprio facto de ver muitos brasileiros no recinto, o que me deixou particularmente feliz”.

Outra visitante, Estela Vasconcelos, disse à nossa reportagem que “a noite musical foi muito boa, e foi uma surpresa, pois não conhecia o cartaz e gostei de ver em palco artistas famosas no Brasil. Estela, natural de São Paulo, no Brasil, comentou ainda que gostou da organização do espaço de restauração e de ver os stands com artesanato local e regional.

“O horário da Feira é compatível com o da população e o comportamento do público, que sabia acolher quem desconhecia a festa. Foi bom também ver as crianças e os portadores de necessidades especiais terem um espaço específico dentro do recinto, bem como a sensação de segurança permanente”, reforçou.

Maria Pereira, nascida no Rio de Janeiro, e com raízes no Douro, frisou a componente de a Festa ser tradicional.

“Acompanho esta festa com a minha família e amigos há muitos anos. Hoje, vivo na Covilhã, mas não deixo de vir pelo menos um dia e foi espetacular reviver memórias de família nesta noite. Em Viseu a festa está cada vez melhor”, comentou.

O recinto torna-se um lugar de encontro entre quem permanece no território e quem mantém uma ligação familiar, afetiva ou patrimonial à região. Para os mais novos, sobretudo para os lusodescendentes nascidos fora de Portugal, a visita permite um contacto direto com a cultura, a gastronomia e as tradições da terra de origem das suas famílias.

A Feira de São Mateus é apresentada pela organização como a “feira popular mais antiga do país”.

Ígor Lopes

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Presidente da República portuguesa assinala “Dia Internacional da Juventude” na Covilhã

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O Presidente da República portuguesa, António José Seguro, desloca-se esta terça-feira, 11 de agosto, à Covilhã, onde vai assinalar o “Dia Internacional da Juventude”, celebrado anualmente a 12 de agosto. A agenda começa às 10h, com uma receção na Câmara Municipal da Covilhã, na Praça do Município.

Às 10h30, o chefe de Estado participa, no Salão Nobre da Câmara Municipal, num encontro com os líderes das juventudes partidárias nacionais e representantes jovens dos partidos com assento parlamentar.

O programa prossegue às 11h45, no Teatro Municipal da Covilhã, com uma conversa com um grupo de jovens empreendedores.

A visita termina às 12h30, com um almoço-convívio com jovens no Largo da Câmara Municipal.

Instituído pelas Nações Unidas, o “Dia Internacional da Juventude” procura chamar a atenção para os desafios, as oportunidades e a participação das novas gerações na sociedade.

Ígor Lopes

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