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PortugalPlay – “Viajar para ganhar”

Uma startup tecnológica que oferece prémios a quem viaja por Portugal

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PortugalPlay combina tecnologia, criatividade e a paixão pela cultura Portuguesa, numa experiência imersiva que desafia as famílias e os turistas a embarcar numa fascinante jornada de aventura pelo território nacional.

É o conceito de gamificação aplicado ao turismo, às viagens e ao lazer. PortugalPlay quer transformar o território nacional num enorme cenário de um jogo de aventura interativo. São oferecidas recompensas em forma de descontos e vantagens a quem explorar Portugal, as recompensas estão disponíveis na rede de parceiros aderentes.

Há desafios geolocalizados em pontos estratégicos e roteiros temáticos para conquistar. Cada atividade leva o viajante a diferentes locais para realizar tarefas de “contacto” cultural, bem como atividades turísticas pedagógicas auxiliadas pela tecnologia. Em cada tarefa realizada com sucesso são atribuídos pontos, crachás ou ativos digitais colecionáveis. Quanto mais viajar, mais pode ganhar.

Problemas no setor do turismo como: Sazonalidade, estadias de baixa duração e falta de coesão territorial, estão na mira da PortugalPlay. É através da tecnologia e da criatividade que a StartUP PortugalPlay pretende valorizar, ainda, mais os ativos turísticos nacionais.

PortugalPlay em Realidade Aumentada

Inspirado no conceito de caça ao tesouro, PortugalPlay desenvolveu uma solução tecnológica que permite aos utilizadores colecionar ícones nacionais virtuais. Ícones como o Galo de Barcelos, o Castelo de Bragança, o Arco da Porta Nova ou Mosteiro de Ancede podem ser encontrados através de Realidade Aumentada nas PPZones – pontos de interesse estrategicamente geolocalizados.

Roteiros temáticos gamificados

Os Roteiros são experiências que incentivam os jogadores a caminhar enquanto interagem com o território e descobrem uma região nova. É necessário visitar múltiplas localizações que estão ligadas entre si por uma narrativa temática. Quando validados todos os locais através da posição GPS, é atribuído um crachá virtual que valida e certifica conclusão do desafio.

Roadtrips – Passaporte Digital

PortugalPlay está a mapear digitalmente as principais roadtrips em Portugal. Através do conceito passaporte digital e mapa interativo, a plataforma identifica os locais de interesse turístico. Alojamentos, restaurantes e experiências são também identificados no Mapa, facilitando a jornada do turista na descoberta das estradas turísticas de Portugal: Estrada Nacional 2, Estrada Nacional 103 e Estrada Nacional 222.

Portugalidade

A conexão emocional é feita através de elementos ligados à cultura popular portuguesa, facilmente identificáveis: símbolos nacionais, personagens portugueses, paisagens e património. A Plataforma irá, também, produzir conteúdos de divulgação turística, destacando os atrativos turísticos mais desconhecidos e com enorme potencial de serem visitados.

Os primeiros parceiros

Os primeiros parceiros a aderir à plataforma são o Município de Barcelos, o Município de Braga, o Município de Bragança e o Município de Baião. As entidades públicas com a responsabilidade de comunicar os territórios estão a ter uma recetividade muito boa à plataforma.

A tecnologia no Turismo

Gamificar o turismo, viagens e o lazer através de uma plataforma omnipresente que usa as tecnologias: realidade aumentada + 5G + georreferenciação, transformando o mundo real em que vivemos num cenário gigante de um jogo de aventura imersivo – uma caça ao tesouro interativa à descoberta dos ícones nacionais do património e da cultura portuguesa. Os pontos acumulados são convertidos em prémios e descontos em operadores turísticos parceiros.

Disponibilidade da app PortugalPlay

A versão 2.0 da App PortugalPlay já está disponível nas lojas de aplicações PlayStore para Android e Apple Store para iOS.

Android: https://play.GOOGLE.com/store/apps/details?id=com.portugal.play

Apple iOS: https://apps.apple.com/us/app/portugalplay/id1575705484

Conquistas da StartUP PortugalPlay

PortugalPlay foi selecionado para a 2ª edição Aveiro 5G Challenges, um programa em parceria com a Altice Labs que procura encontrar produtos sustentados pela tecnologia 5G. PortugalPlay foi também selecionado para o iTechTourism, uma iniciativa da StartUp de Braga que visa contribuir para o desenvolvimento de negócios tecnológicos associados ao setor do Turismo.

Marco Neiva

Marco Neiva é o mentor e Cofundador da plataforma PortugalPlay, com formação na área da Computação Gráfica e amante das tecnologias imersivas, decidiu colocar em prática o sonho de implementar uma plataforma que dê a conhecer aos Portugueses o fantástico país que é Portugal. A tecnologia e a criatividade são a melhor forma de chegar ao maior número de pessoas.

Imagem: DR.

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Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

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Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

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Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal

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Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.

Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

Foto: ARA.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.

A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Foto: ARA.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.

No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.

Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.

Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

Foto: ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.

Fotos: ARA.

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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação

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Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.

Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.

O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.

Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.

A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.

É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.

O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.

Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.

Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.

Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.

Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.

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