Atualidade
Maio traz nova programação aos museus de Sintra
A Câmara Municipal de Sintra apresenta, nos seus Museus Municipais, uma programação variada de atividades ao longo do mês de maio.
Exposições, concertos, visitas temáticas e conversas literárias são algumas das atividades promovidas pela autarquia.
Durante o mês de maio, a autarquia assinala o Dia Internacional dos Museus e a Noite Europeia dos Museus com uma programação variada dirigida às famílias, à população em geral e à comunidade escolar.
A Câmara Municipal de Sintra relembra que todos os visitantes podem aceder gratuitamente aos museus municipais, durante todo o ano.
A participação nas atividades é gratuita, com exceção das atividades assinaladas, sendo necessária inscrição prévia por telefone.
CMLC – Casa-Museu de Leal da Câmara | 21 923 88 41
MAT – Museu Anjos Teixeira | 21 923 88 27
MFC – Museu Ferreira de Castro | 21 923 88 28
MHNS – Museu de História Natural de Sintra | 21 923 85 63
MU.SA – Museu das Artes de Sintra | 21 923 61 06
MASMO – Museu Arqueológico de S. Miguel de Odrinhas | 21 923 86 08
Programação
CMLC – Casa-Museu de Leal da Câmara
Exposição “Originais de Leal da Câmara para Azulejos da Fábrica Lusitânia (Lisboa)”
Até 8 de maio | Terças a sextas (10h00 às 18h00) – Sábados e domingos (12h00 às 18h00)
Aqui apresentam-se belíssimos desenhos de azulejos da autoria de Leal da Câmara, todos em formato pequeno, é certo, mas no qual o artista aplicou na íntegra a sua arte de exímio desenhador, sendo a exibição complementada por uma mostra bibliográfica que, a seu tempo, inseriu referências a estes desenhos e aos correspondentes azulejos, e posteriores reproduções dos mesmos.
Destinatários: Público em geral.
Acesso gratuito.
Exposição “Leal da Câmara Professor – Trabalhos de Alunos (Trajes)”
18 de maio | 10h30 (patente até dia 31 de dezembro)
Da faceta de professor de Leal da Câmara incluem-se várias conceções estilísticas de trajes epocais, sobretudo femininos, para além de rendas, blusas, chapéus e vestidos, que ainda integram os fundos museais da Casa-Museu e que se mostram ao público nesta exposição.
Destinatários: Público em geral
Nós os Saloios (atividade educativa) | Comemoração do Dia Internacional dos Museus
18 de maio | 14h30
Atividade que conta com a participação de um elemento do Rancho Folclórico e Etnográfico “As Mondadeiras do Algueirão”, que falará sobre os diferentes trajes usados pelos saloios, ricos e pobres e respetiva ligação às peças expostas da autoria de Mestre Leal da Câmara.
Espetáculo pelo Grupo Coral “Encontro” de Queluz | Comemoração da Noite Europeia dos Museus
20 de maio | 21h00
Destinatários: Público em geral
MU.SA – Museu das Artes de Sintra
Exposição Criadoras e Musas – Mulheres na Coleção Municipal de Arte, com Curadoria de Elisabete Simões e Luís Cardoso.
Até 28 de maio | Terças a sextas (10h00 às 18h00) – Sábados e domingos (12h00 às 18h00)
Destinatários: Comunidade em geral.
Acesso gratuito.
Exposição Paralá, de Cláudia Guerreiro
Até 28 de maio | Terças a sextas (10h00 às 18h00) – Sábados e domingos (12h00 às 18h00)
Destinatários: Comunidade em geral.
Acesso gratuito.
Exposição Fundo Formas, de Luís Rocha
Até 28 de maio | Terças a sextas (10h00 às 18h00) – Sábados e domingos (12h00 às 18h00)
Destinatários: Comunidade em geral.
Acesso gratuito.
Exposição Da serra ao mar – Sintra pela lente de Richard Hartnoll (n.1947- f.2020) de Richard Hartnoll
Até 28 de maio | Terças a sextas (10h00 às 18h00) – Sábados e domingos (12h00 às 18h00)
Destinatários: Comunidade em geral.
Acesso gratuito.
Visita-descoberta CORPOS | Comemoração do Dia Internacional dos Museus
18 de maio | 10h00
Após uma visita orientada à exposição CRIADORAS e MUSAS – Mulheres na Coleção Municipal de Arte, será dinamizada uma ação de Expressão Corporal, tendo por base a escultura da artista Dorita de Castel Branco “Menina a fazer o arco”, onde cada participante tomará, à vez, o seu papel de escultor e de matéria moldável, num jogo de criação de esculturas visíveis aos olhos dos outros.
Recital de piano a 4 mãos, com Margarida Prates e Felipe Rodrigues | Comemoração da Noite Europeia dos Museus
20 de maio | 21h30
Destinatários: Público em geral.
Acesso gratuito.
MFC – Museu Ferreira de Castro
Clube de Leitura – Debate sobre o livro A Selva, de Ferreira de Castro
5 de maio | 18h00
Destinatários: Público em geral.
Acesso gratuito.
Visita temática: Ilustração para o 1° Ciclo
18 de maio | 11h00
Acesso gratuito.
O Último Quarto de Hora da Minha Vida – Leitura encenada em torno da bibliografia de Ferreira de Castro, por Paulo Campos dos Reis | Comemoração do Dia Internacional dos Museus
18 de maio | 16h30
Destinatários: Maiores de 12 anos.
Acesso gratuito.
O Autor e o seu livro
19 de maio | 18h00-20h00
Um autor é convidado a falar a propósito de um seu livro recente, e o mais que vier à conversa. Pessoa e Saramago, com Miguel Real (ensaio).
Destinatários: Público em geral.
Acesso gratuito.
O Último Quarto de Hora da Minha Vida – Leitura encenada em torno da bibliografia de Ferreira de Castro, por Paulo Campos dos Reis | Comemoração da Noite Europeia dos Museus
20 de maio | 21h30
Destinatários: Maiores de 12 anos.
Acesso gratuito.
O Autor e o seu livro
26 de maio | 18h00-20h00
Um autor é convidado a falar a propósito de um seu livro recente, e o mais que vier à conversa. O Halo e o Espelho Turbado (ensaio), com Vítor Viçoso e Carlos de Oliveira
Destinatários: Público em geral.
Acesso gratuito.
MASMO – Museu Arqueológico de S. Miguel de Odrinhas
Conferência “Os três sarcófagos etruscos da coleção de Sir Francis Cook no Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas” | Comemoração do Dia Internacional dos Museus
13 de maio | 15h00
O Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas é depositário de três sarcófagos etruscos, os únicos existentes em Portugal. Datados do século IV e III a.C., foram adquiridos no século XIX por Sir Francis Cook, então proprietário da Quinta de Monserrate, na serra de Sintra. Sir Cook utilizou-os como elementos decorativos nos jardins do seu palácio, testemunhando assim o gosto que a Europa culta do Romantismo nutria por antiguidades e obras de arte de povos antigos e exóticos.
Destinatários: Público em geral.
Acesso gratuito, mediante inscrição.
Noite Romana “AVE AMICI” | Comemoração da Noite Europeia dos Museus
13 de maio | 21h00, 22h00 e 23h00
“Estamos em plena época romana. O pater familias saúda os convidados e dá as boas-vindas à sua domus. Após a dança de escravos exóticos vindos dos confins do Império, os visitantes acompanham as matronas numa visita aos túmulos dos antepassados e aos altares dos deuses. As trémulas luzes das candeias movem misteriosas sombras. Chamados pelos seus próprios nomes, os antigos romanos e suas divindades ganham uma nova vida e tornam-se presentes. As pedras falam!”
Destinatários: Público em geral.
Acesso gratuito, mediante reserva. Isenção para crianças até aos 14 anos.
Visita descoberta “O meu objeto favorito!” | Comemoração do Dia Internacional dos Museus
18 de maio |10h00-12h00 (sessão de 2 horas)
Quando visitamos os museus, o que é que cada um de nós vê realmente nas peças expostas? Após a visita ao Museu, a proposta será a de escolher uma peça da sua preferência, desenhá-la e construir uma narrativa sobre ela.
Destinatários: Público escolar.
Acesso gratuito, mediante marcação.
Famílias no Museu – Oficina Educativa “Ao sol e ao oceano – As divindades e os seus mitos” | Comemoração do Dia Internacional dos Museus
20 de maio |10h30
Através de uma visita à exposição “Onde o Sol se apaga no Oceano – O Santuário mais ocidental do Império Romano”, onde se encontram os principais achados do Sítio Arqueológico do Alto da Vigia – entre eles os altares consagrados ao Sol, à Lua e ao Oceano –, descobrir-se-á um lugar sagrado que remonta ao apogeu do Império.
No final decorar-se-á um “ketos”, um ser marinho fantástico, com cabeça de cão e focinho comprido, de corpo serpentiforme e larga cauda de peixe, fiel companheiro do deus Oceano.
Destinatários: Público dos 10 aos 14 anos.
Acesso gratuito, mediante marcação.
Visita guiada à exposição “Entre o Signo da Cruz e o Signo do Crescente”
20 de maio |15h00
As peças expostas remontam às épocas islâmica, medieval e moderna, testemunhando o quotidiano das populações multiculturais, judeus, mouros e cristãos, que habitavam Sintra.
Destinatários: Público em geral.
Acesso gratuito, mediante marcação.
Famílias no Museu – Oficina Educativa “Um voto ao Sol Eterno” | Comemoração do Dia Internacional dos Museus
27 de maio |10h30
Após a exploração de alguns dos monumentos expostos no Museu, com inscrições latinas de índole funerária e religiosa, a proposta passa por fazer a sua própria inscrição em Latim, utilizando como material de base o gesso e com o auxílio de um estilete, respeitando o modo como então se desenhavam as letras.
Destinatários: Público dos 10 aos 16 anos.
Acesso: 4,00 €, mediante reserva.
MAT – Museu Anjos Teixeira
Visita noturna “Em busca da peça perdida…” | Comemoração da Noite Europeia dos Museus
13 de maio |20h00 e 22h00
No início da visita uma peça desaparece misteriosamente, originando um enigma. Durante a visita serão dadas pistas sobre o seu paradeiro…
Destinatários: Público em geral.
Visita encenada “Em busca da peça perdida…” | Comemoração do Dia Internacional dos Museus
18 de maio |15h00
No início da visita uma peça desaparece misteriosamente, originando um enigma. Quem terá desaparecido com a peça? Durante a visita serão dadas pistas sobre o seu paradeiro…
Destinatários: Público escolar.
MHNS – Museu de História Natural de Sintra
Sessões de animação – Grupo de teatro Byfurcação | Comemoração do Dia Internacional dos Museus
18 de maio |15h00 e 16h30
Apresentação de 2 sessões de animação seguidas de momento de perguntas e respostas.
Destinatários: Famílias e público em geral.
Apresentação pública do modelo do holótipo Barbosania gracilirostris | Comemoração Noite Europeia dos Museus
20 de maio | 16h00 (conferência)
20 de maio | Das 18h00 às 23h00 (Atelier/Oficina)
Conferência com paleontólogos, numa parceria com o Museu da Água e dos Resíduos dos SMAS e realização do Atelier/Oficina experimental.
Destinatários: Público em geral.
Acesso: Atividade gratuita, mas sujeita a marcação prévia através do 219238563 ou dbmu.museu.hnatural@cm-sintra.pt.
Mínimo 10 participantes.
Foto: CMS.
A Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.
Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes e Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.
Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.
No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados
. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.
. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.
. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.
. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.
. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.
. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.
. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.
Imagens: IMP.
Atualidade
Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal
Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.
Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.
A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.
No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.
Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.
Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.
Fotos: ARA.
Atualidade
Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação
Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.
Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.
O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.
Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.
A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.
É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.
O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.
Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.
Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.
Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.
Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.
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