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Grande Porto: STCP reforça frota com 48 novas viaturas 100% elétricas

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Com a entrada em circulação de 48 novos autocarros 100% elétricos e a instalação de uma estação de carregamento elétrica, constituída por 24 carregadores duplos na Estação de Recolha da Via Norte, a STCP – Sociedade de Transportes Colectivos do Porto dá continuidade à estratégia adotada que tem como finalidade a descarbonização da operação e, consequentemente, a redução da pegada ambiental.

A STCP verá, assim, a sua frota 100% livre de emissões aumentar dos atuais 20 veículos para 68, o que se traduz numa redução de emissões de CO2 de cerca de 4.000 ton/ano, permitindo substituir 24 viaturas standard em fim de vida e reforçar a frota com mais 24 novas viaturas energeticamente limpas.

A frota da operadora passa a contabilizar 468 autocarros, sendo o mix energético composto por 71,2% CNG, 14,5% eletricidade e 14,3% diesel.

Os 48 novos veículos 100% elétricos (tipologia standard de 12 metros) garantem uma autonomia de 370 Km e uma lotação de 87 passageiros. O acesso para clientes de mobilidade reduzida e para carrinhos de bebé é realizado através da porta dianteira, que conta com a instalação de uma rampa manual.

Para Cristina Pimentel, presidente do Conselho de Administração da STCP, “o ano de 2024 arranca com o reforço do objetivo da STCP de descarbonizar a operação e a redução da pegada ambiental nos seis municípios onde a empresa desenvolve atividade, tendo sempre como prioridade a contínua melhoria do serviço prestado aos clientes. Com uma frota mais verde fortalecemos o nosso compromisso, concretizando mais um passo em direção a um futuro sustentável.”

O evento de apresentação dos 48 autocarros, realizado na Estação de Recolha da Via Norte, contou com a participação do presidente da AMP – Área Metropolitana do Porto, Eduardo Vítor Rodrigues e altos representantes das seis autarquias acionistas da operadora, nomeadamente, Rui Moreira, presidente da CM Porto, António Silva Tiago, presidente da CM Maia, Marco Martins, presidente da CM Gondomar, e Carlos Mouta, vice-presidente da CM Matosinhos.

Estiveram, também, presentes representantes do IMT – Instituto da Mobilidade e dos Transportes e os elementos do Conselho de Administração da STCP.

As novas viaturas movidas a energia 100% elétrica, do fabricante Zhongtong Bus (ZT Bus), estão associadas a um investimento de cerca de 19.260.000,00 € parcialmente financiado, no montante de 8.443.209,70 euros, através do Aviso N.º 01/C15-i05/2021 – Descarbonização dos Transportes Públicos do PRR.

Estas viaturas foram fornecidas pela empresa portuguesa EF – Mobilidade Elétrica, representante da ZT Bus em vários mercados da União Europeia. A ZT Bus está entre os cinco maiores fabricantes mundiais de autocarros, o segundo maior no que diz respeito à produção de autocarros elétricos e o primeiro relativamente a autocarros movidos a hidrogénio, sendo uma empresa certificada pela ISO 14001, empenhada na redução da pegada ambiental dos seus produtos.

Foto: STCP.

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PSP de Santa Cruz (Madeira) apreende cerca de 100 artigos furtados

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A PSP apreendeu, no dia de ontem, de cerca de 100 artigos de bijuteria, em cor prateada e dourada, os quais apresentam fortes indícios de terem sido furtados.

A ocorrência teve lugar na cidade de Santa Cruz, após a patrulha policial ter sido acionada para uma tentativa de furto em residência, na zona do Caniço. Após percorrer algumas artérias nas zonas adjacentes, foi possível localizar dois suspeitos desta prática, uma mulher de 47 anos de idade e um homem de 38 anos de idade.

Na sua interceção, os mesmos detinham na sua posse os seguintes objetos: 13 relógios de pulso de diversas marcas; 12 colares; 30 anéis, 09 dos quais em cor dourada, com pedras; 32 brincos; 08 broches e alfinetes de Senhora em diversas cores e com pedras; 06 braceletes; 01 peça de bijuteria em formato do Galo de Barcelos, em cor dourada; 02 sinos em cor dourada; 01 alfinete de gravata; diversas moedas de colecionador, nomeadamente: “Batalha de Ourique 1139-1140”; “ Arte Namban 1543-1639”; “Colombo e Portugal”; “Elizabeth II”; e “Tratado de Tordesilhas”.

Apesar de nenhum destes artigos pertencerem à residência que foi alvo de tentativa de furto, os mesmos foram questionados quanto à sua proveniência, não tendo justificado a sua posse. 

Por existirem fortes suspeitas da prática do crime de furto os objetos foram apreendidos, seguindo-se agora a investigação para apurar os seus legítimos proprietários.

Foto: PSP.

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“Méduse” chega ao MUSCARIUM#11 – Festival de Artes Performativas em Sintra

Depois de passar pelo Festival d’Avignon

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O coletivo francês Les Bâtards Dorés estará em Portugal, pela primeira vez, para apresentar o espetáculo “Méduse”, no âmbito do MUSCARIUM#11 – Festival de Artes Performativas em Sintra, organizado pelo teatromosca.

Duplamente premiado no Festival Impatience, em Paris, (Prémio do Júri e do Público) e apresentado, em 2018, no prestigiado Festival d’Avignon, onde foi considerado um dos espetáculos-sensação daquela edição, “Méduse” reabre o processo referente ao naufrágio da Medusa – um dos desastres marítimos mais infames do século XIX. A tragédia atraiu atenção internacional, não apenas pela sua importância política, mas também pelo sofrimento humano e significativa perda de vidas que envolveu. O episódio foi igualmente perpetuado na célebre obra “A Balsa da Medusa”, de Théodore Géricault.

Em “Méduse”, o coletivo francês encena um julgamento que dista 200 anos deste naufrágio: um duelo verbal onde se procura encontrar culpados, uma resposta, uma explicação para os acontecimentos e questiona se será possível formular um julgamento sem se ter vivido a experiência. A partir desse questionamento, a dramaturgia desmorona-se para dar lugar à performance e à experimentação. Longe da História e das suas versões oficiais, Les Bâtards Dorésmergulharão com o público no abismo.

Ainda dentro do MUSCARIUM#11, este jovem coletivo francês também mergulhará no início do processo de criação do espetáculo “Matadouro” em coprodução com o teatromosca, com banda sonora original de The Legendary Tigerman e estreia marcada para 2026. Afirmando a aposta na internacionalização, o teatromosca estará, do mesmo modo, a trabalhar na coprodução que une a companhia de dança finlandesa Kekäläinen & Company, a companhia de dança da Galiza, Colectivo Glovo, e a companhia de teatro Leirena Teatro, de Leiria, “Conversas com Formigas”, que estreará igualmente em 2026.

Celebrando a francofonia, a décima primeira edição do MUSCARIUM contará ainda com mais dois espetáculos de companhias francesas, “éMOI”, de Tiphaine Guitton, pela Petite Compagnie, e “L’Invention du Printemps“, pela La Tête Noire – La Compagnie.

Em 2025, o festival estende-se até à Alliance Française de Lisboa, onde decorrerá um encontro dedicado à criação teatral contemporânea francesa e onde poderá ser visitada a exposição “Micro-Folie”, uma experiência digital que junta mais de cinco mil obras de arte de diferentes instituições culturais.

O MUSCARIUM#11 decorrerá de 1 a 21 de setembro, em vários espaços do concelho de Sintra e reunirá artistas e companhias como a Imaginar do Gigante, MUSGO Produção Cultural, Krisálida, Mia Meneses,María de Vicente e Tristany Munduque apresentará um concerto-performance único na emblemática Sala da Música do Palácio de Monserrate.

A programação completa do MUSCARIUM#11 poderá ser consultada em www.teatromosca.com e inclui espetáculos de teatro, dança, música, performance, debates, lançamentos de livros, conversas e encontros entre públicos e artistas. Destaque para o debate sobre o futuro da cultura em Sintra, no âmbito das eleições autárquicas 2025 e que terá a presença dos principais candidatos e candidatas à presidência da Câmara Municipal de Sintra.

Os bilhetes para os espetáculos já se encontram à venda na BOL e locais habituais, com valores que variam entre os 5 € e 7 €. O concerto-performance de Tristany Mundu tem o valor único de 12 €. Os ensaios abertos, debates, lançamentos de livros, encontros e a festa de encerramento do festival são de entrada livre.

Imagem: DR.

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Torne-se amigo da Metropolitana de Lisboa na temporada 2025/2026

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A Metropolitana de Lisboa, criada em 1992, desenvolve um projeto único no contexto nacional e muito raro no panorama internacional. Assenta o seu valor numa atuação transversal, cruzando o ensino especializado com a prática da música. Uma orquestra (OML) e três escolas (Conservatório de Música, Escola Profissional e Academia Nacional Superior de Orquestra) dão corpo a este projeto musical de eleição, que tem vindo a formar centenas de músicos profissionais.

O quotidiano da Metropolitana caracteriza-se pela convivência de diferentes gerações num mesmo edifício (a sua sede, instalada no edifício da antiga Standard Eléctrica, em Lisboa), com a energia inerente à intensa partilha musical entre alunos, professores, músicos profissionais e funcionários administrativos.

Para que este projeto possa consolidar-se e crescer, não basta a atividade que todos eles desenvolvem. A música que fazemos tem como destinatário o público. Sem ele, a nossa missão ficaria incompleta; com ele, ainda podemos fazer mais.

Junte-se aos Amigos da Metropolitana, um grupo de associados que, através do seu contributo e da sua presença, é chamado a participar ativamente na vida da instituição.

Imagem: ML.

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