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Dia da Metropolitana no Centro Cultural de Belém a 10 de julho

Entrada livre para um Dia repleto de momentos musicais

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A Metropolitana de Lisboa celebra 30 anos de existência. Para lá de ser um número redondo, são já muitos anos de experiência e provas dadas. Em 1992, era uma iniciativa visionária. Hoje, é um projeto que deu certo. Conquistou um selo de qualidade consensualmente reconhecido, graças à proficiência e entusiasmo de todos aqueles que de qualquer modo e em diferentes períodos contribuíram para que tenha aqui chegado.

Mas trata-se, acima de tudo, de um projeto de futuro, porque a sua oportunidade também cresceu ao longo do tempo. As características singulares que o distinguem, trouxeram-lhe uma posição imprescindível no panorama musical do nosso país.

Os desafios são, agora, diferentes daqueles de início. Porém, quanto se tem consciência do imenso valor que tem a prática musical, sobretudo em formações de conjunto como a orquestra, e sabendo tudo aquilo que ela representa numa sociedade que se pretende harmoniosa, torna-se evidente que resta tanto mais por fazer.

Porque merece ser celebrada, a Metropolitana convida todos para ir ao Centro Cultural de Belém neste domingo, 10 de julho. Encontrarão músicos de hoje e de amanhã, em maioria formados nas suas escolas. Para lá das orquestras do Conservatório, da Escola Profissional e da Academia, o maestro Pedro Neves e a violinista Ana Pereira apresentam-se à frente da Orquestra Metropolitana de Lisboa num programa com música de Stravinsky e Prokofiev, mas também de um compositor português que já estreou mais de uma dezena de obras com a Metropolitana. Desta vez, Sérgio Azevedo estreia um Concerto para Violino.

10h00, Grande Auditório

Piccola Orquestra Metropolitana

Orquestra Juvenil de Santa Maria Maior

K. & D. Blackwell Jamaican Suite, Tinga Layo, Jamaican Lullaby, Kingston Calypso

 Orquestra Juvenil Metropolitana

Tradicional Americana Flop Eared Mule (arr. A. Dabczynski)

E. Elgar Pompa e Circunstância

F. Schubert Ständchen (Serenata)

Piccola Orquestra Metropolitana

Orquestra Juvenil Metropolitana e Alunos da EPM e da ANSO

M. Mussorgsky The Great Gates of Kiev (arr. E. J. Siennicki)

11h00, Caminho pedonal

Coro do Conservatório da Metropolitana

Philippe Ribour Dixie

Tradicional Israelita Haida (arr. Henry Leck)

Linda Spevacek A Little Mozart (The Alphabet Song)

Tradicional Israelita Hine ma tov (arr. Allan E. Naplan)

Tradicional Israelita Dodi li (arr. Doreen Rao)

Saxofones da Metropolitana

D. Schostakovich – Abertura Festiva

Marc Mellits ExtraSensory – Perception

Andy Scott – Salt of the Hearth

João Pedro Silva direção musical

11h30, Caminho Pedonal

Conversa moderada pelo Professor Rui Leitão com músicos da Metropolitana

12h00, Grande Auditório

Orquestra Clássica da Metropolitana

Camille Saint-Saëns – Introduction et Rondo Capriccioso (1)

Georges Bizet/François Borne – Fantasia Brilhante sobre Temas da Carmen (2)

Nicolai Rimsky-Korsakov – Capricho Espanhol, Op. 34

(1) Nuno Rodrigues violino (vencedor do Concurso EPM/INATEL 2021)

(2) Inês Alves flauta (vencedora do Concurso EPM/INATEL 2022)

Reinaldo Guerreiro maestro

14h00, Caminho Pedonal

Percussões da Metropolitana

Mark Duggan – Malandragem

Casey Cangelosi – Sexteto

Bela Fleck – Sunset Road (arr. David Steinquest)*

Bill Whelan – Riverdance (arr. Lino Guerreiro)**

João Pedro Silva saxofone*

Lino Guerreiro flauta**

Marco Fernandes direção musical

14h30, Caminho pedonal

Conversa moderada pelo Professor Rui Leitão com professores da Metropolitana

15h00, Grande Auditório

Orquestra Académica Metropolitana

W. A. Mozart – Andante para Flauta, KV 315 (1)

W. A. Mozart – Allegro, 1º And. do Concerto para Trompa Nº 3, KV 447(2)

A. Copland – A Quiet City (3)

A. Dvořák – Florestas Silenciosas (4)

M. Ravel – Tzigane (5)

Solistas

(1) Rossana Valente flauta;

(2) Armando Martins trompa

(3) Sara Dias Corne Inglês, João Moreira trompete

(4) Raquel Reis violoncelo

(5) Vítor Vieira violino

Jean-Marc Burfin e Maestros Licenciados pela ANSO (Afonso Teles, José Brito, Alberto Roque e Miguel Sepúlveda)

16h00, Caminho Pedonal

Orquestra de Sopros da Metropolitana

Johan de Meij – Extreme Beethoven

Arturo Marquez – Danzón Nº 2 (arr. Oliver Nickel)

Reinaldo Guerreiro maestro

17h00, Grande Auditório

APRESENTAÇÃO DA TEMPORADA 2022/2023

Orquestra Metropolitana de Lisboa

Sérgio Azevedo – Le Tour de Passe-Passe, Concerto para Violino e Orquestra (obra em estreia *)

S. Prokofiev – Sinfonia Nº 1, Clássica

Ana Pereira violino

Pedro Neves maestro

* Encomenda da Metropolitana

18H00, Praça

Ensemble de Metais da Metropolitana

R. Strauss – Fanfarra para a Filarmónica de Viena

J. Hendrix – Purple Haze (arr. Lino Guerreiro/transc. Sérgio Charrinho)

Carlos Silva direção musical.

Imagem: OML.

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“Méduse” chega ao MUSCARIUM#11 – Festival de Artes Performativas em Sintra

Depois de passar pelo Festival d’Avignon

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O coletivo francês Les Bâtards Dorés estará em Portugal, pela primeira vez, para apresentar o espetáculo “Méduse”, no âmbito do MUSCARIUM#11 – Festival de Artes Performativas em Sintra, organizado pelo teatromosca.

Duplamente premiado no Festival Impatience, em Paris, (Prémio do Júri e do Público) e apresentado, em 2018, no prestigiado Festival d’Avignon, onde foi considerado um dos espetáculos-sensação daquela edição, “Méduse” reabre o processo referente ao naufrágio da Medusa – um dos desastres marítimos mais infames do século XIX. A tragédia atraiu atenção internacional, não apenas pela sua importância política, mas também pelo sofrimento humano e significativa perda de vidas que envolveu. O episódio foi igualmente perpetuado na célebre obra “A Balsa da Medusa”, de Théodore Géricault.

Em “Méduse”, o coletivo francês encena um julgamento que dista 200 anos deste naufrágio: um duelo verbal onde se procura encontrar culpados, uma resposta, uma explicação para os acontecimentos e questiona se será possível formular um julgamento sem se ter vivido a experiência. A partir desse questionamento, a dramaturgia desmorona-se para dar lugar à performance e à experimentação. Longe da História e das suas versões oficiais, Les Bâtards Dorésmergulharão com o público no abismo.

Ainda dentro do MUSCARIUM#11, este jovem coletivo francês também mergulhará no início do processo de criação do espetáculo “Matadouro” em coprodução com o teatromosca, com banda sonora original de The Legendary Tigerman e estreia marcada para 2026. Afirmando a aposta na internacionalização, o teatromosca estará, do mesmo modo, a trabalhar na coprodução que une a companhia de dança finlandesa Kekäläinen & Company, a companhia de dança da Galiza, Colectivo Glovo, e a companhia de teatro Leirena Teatro, de Leiria, “Conversas com Formigas”, que estreará igualmente em 2026.

Celebrando a francofonia, a décima primeira edição do MUSCARIUM contará ainda com mais dois espetáculos de companhias francesas, “éMOI”, de Tiphaine Guitton, pela Petite Compagnie, e “L’Invention du Printemps“, pela La Tête Noire – La Compagnie.

Em 2025, o festival estende-se até à Alliance Française de Lisboa, onde decorrerá um encontro dedicado à criação teatral contemporânea francesa e onde poderá ser visitada a exposição “Micro-Folie”, uma experiência digital que junta mais de cinco mil obras de arte de diferentes instituições culturais.

O MUSCARIUM#11 decorrerá de 1 a 21 de setembro, em vários espaços do concelho de Sintra e reunirá artistas e companhias como a Imaginar do Gigante, MUSGO Produção Cultural, Krisálida, Mia Meneses,María de Vicente e Tristany Munduque apresentará um concerto-performance único na emblemática Sala da Música do Palácio de Monserrate.

A programação completa do MUSCARIUM#11 poderá ser consultada em www.teatromosca.com e inclui espetáculos de teatro, dança, música, performance, debates, lançamentos de livros, conversas e encontros entre públicos e artistas. Destaque para o debate sobre o futuro da cultura em Sintra, no âmbito das eleições autárquicas 2025 e que terá a presença dos principais candidatos e candidatas à presidência da Câmara Municipal de Sintra.

Os bilhetes para os espetáculos já se encontram à venda na BOL e locais habituais, com valores que variam entre os 5 € e 7 €. O concerto-performance de Tristany Mundu tem o valor único de 12 €. Os ensaios abertos, debates, lançamentos de livros, encontros e a festa de encerramento do festival são de entrada livre.

Imagem: DR.

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Torne-se amigo da Metropolitana de Lisboa na temporada 2025/2026

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A Metropolitana de Lisboa, criada em 1992, desenvolve um projeto único no contexto nacional e muito raro no panorama internacional. Assenta o seu valor numa atuação transversal, cruzando o ensino especializado com a prática da música. Uma orquestra (OML) e três escolas (Conservatório de Música, Escola Profissional e Academia Nacional Superior de Orquestra) dão corpo a este projeto musical de eleição, que tem vindo a formar centenas de músicos profissionais.

O quotidiano da Metropolitana caracteriza-se pela convivência de diferentes gerações num mesmo edifício (a sua sede, instalada no edifício da antiga Standard Eléctrica, em Lisboa), com a energia inerente à intensa partilha musical entre alunos, professores, músicos profissionais e funcionários administrativos.

Para que este projeto possa consolidar-se e crescer, não basta a atividade que todos eles desenvolvem. A música que fazemos tem como destinatário o público. Sem ele, a nossa missão ficaria incompleta; com ele, ainda podemos fazer mais.

Junte-se aos Amigos da Metropolitana, um grupo de associados que, através do seu contributo e da sua presença, é chamado a participar ativamente na vida da instituição.

Imagem: ML.

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Barcelos recebe o XXIV Congresso Mundial de Saúde Mental

De 30 de outubro a 1 de novembro de 2025

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O Município de Barcelos, a Coordenação Nacional das Políticas de Saúde Mental e a World Federation for Mental Health anunciaram a realização, pela primeira vez em Portugal, do Congresso Mundial de Saúde Mental, evento de referência internacional com mais de sete décadas de história.

O congresso terá lugar em Barcelos, Capital Mundial da Saúde Mental, entre os dias 30 de outubro e 1 de novembro de 2025, e será subordinado ao tema: “Mental Health and Social Sustainability: A Whole Society and Community Based Approach”.

A iniciativa tem como objetivo reunir especialistas, académicos, profissionais de saúde, representantes institucionais e organizações da sociedade civil, promovendo uma abordagem transversal e colaborativa aos atuais desafios da saúde mental à escala global.

Encontram-se, atualmente, abertas as inscrições para a submissão de abstracts, bem como as inscrições gerais para participação no congresso. Até ao dia 8 de agosto de 2025, esteve disponível uma tarifa reduzida para todos os participantes.

Todas as informações detalhadas sobre o congresso, prazos e procedimentos de inscrição estão disponíveis no site oficial: https://wfmhcongress2025.com.

Imagem: CMB.

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