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“À Conversa com Mulheres que nos Inspiram” assinala Dia Internacional da Mulher

Sessão organizada pela Secretaria de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência e pelo Instituto Nacional para a Reabilitação

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Hoje, entre as 15h00 e as 16h30, a Secretaria de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência e o Instituto Nacional para a Reabilitação (INR) organizam a sessão online “À Conversa com Mulheres que nos Inspiram”, para assinalar o Dia Internacional da Mulher 2022.

É uma oportunidade muito especial para conhecer, na primeira pessoa, perspetivas e vivências de mulheres, com experiências profissionais em diversas áreas, inspiradoras no caminho conjunto para a construção de uma sociedade mais inclusiva.

Para assistir a esta sessão, basta aceder ao Canal de YouTube do INR, em https://www.youtube.com/channel/UCi3LoEA2ctRXap4htx6uVsw.

Programa:

15h00 | Abertura

15h05 | Mesa Redonda – À Conversa com Mulheres que nos Inspiram

Moderadora – Ana Sofia Antunes, Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência

Conheça as oradoras:

Ana Sofia Martins – Autora do blog JustGo by Sofia, onde promove as boas práticas no turismo acessível, procura, dessa forma, contribuir na construção de um “Mundo para Todos”. Pelo facto de se deslocar numa cadeira de rodas, as viagens são, para a Sofia, desafios e provas de superação, sendo que, ao mesmo tempo, procura despertar consciências para a questão das acessibilidades e influenciar para que mais locais se tornem acessíveis. Ao viajar, procura desafiar o mundo e os seus preconceitos e mostrar que ele é de todos e para todos.  Por ter que gastar mais dinheiro para conseguir viajar e o não poder ir a alguns destinos pouco acessíveis, fizeram com que criasse o JustGo, com o objetivo de partilhar as suas experiências pelo mundo e ajudar outras pessoas a fazê-lo também.

Carla Oliveira, licenciada em Educação Social e mestre em Ciências da Educação. É técnica administrativa do Departamento de Ação Social da Secção de Desporto Adaptado do FC Porto. Participa, regularmente, em atividades de sensibilização em torno das questões sobre a deficiência e a sua relação com o desporto adaptado.

Atleta Paralímpica na modalidade de Boccia, participou nas duas últimas edições dos Jogos Paralímpicos: Rio 2016 e Tóquio 2020.

Marta Paço – atleta de Para Surfing do Surf Clube de Viana, tenho conquistado a sua primeira medalha cerca de dois anos após ter começado a praticar a modalidade, com apenas 13 anos. Foi a medalha de bronze no ISA World Adaptive Surfing Championship na praia de La Jolla, em San Diego, Califórnia, em 2018. Além de ter sido a atleta mais jovem a competir neste evento mundial, conquistou o maior título alcançado, na altura e até ao momento, por Portugal, nesta modalidade. Sagrou-se a primeira campeã europeia de surf adaptado no Campeonato Europeu de Surf Adaptado em AS VI Ladies, em Viana do Castelo, em 2019. Em 2019, 2020 e 2021, foi Embaixadora da Semana Europeia do Desporto #BEACTIVE. Sagrou-se campeã do Mundo, com a Equipa Nacional da Federação Portuguesa de Surf, no ISA World Para Surfing Championship 2021, Pismo Beach, na Califórnia.

Sara Dias – Tem 33 anos e é natural Tondela, Viseu. Atualmente, exerce funções como médica de saúde pública, autoridade de saúde e vogal do conselho clínico e de saúde do agrupamento de centros de saúde Dão Lafões. Frequenta o Doutoramento em saúde pública na Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa, tendo realizado o mestrado em saúde pública na mesma instituição, em 2017, e o mestrado integrado em medicina, na faculdade de medicina da universidade de Coimbra, em 2012.

Sara Rocha – ativista e cofundadora e Presidente da Associação Portuguesa Voz do Autista. Delegada voluntária da ONU Mulheres do Reino Unido. Gestora de dados na Escola de Medicina Clínica na Universidade de Cambridge. Gestora de Infodemics pela Organização Mundial de Saúde.

Sofia Mirpuri – atriz e produtora nascida em Lisboa. É licenciada em Comunicação Social e Cultural pela Universidade Católica Portuguesa, e fez a sua formação como atriz em Nova Iorque, onde viveu durante 3 anos. De regresso a Portugal, Sofia tornou-se numa voz ativa na luta pela implementação de cada vez mais e melhores ferramentas de inclusão de pessoas com défice auditivo (grupo no qual se insere), seja na sua área profissional – o cinema e a cultura – seja na vida em sociedade no geral. Em 2020, com o início da pandemia, lançou o projeto Listen To My Lips – máscaras semitransparentes que permitem a visualização dos lábios, tornando a comunicação mais acessível a todos aqueles que necessitam de fazer leitura labial. Em 2021, venceu o prémio “Inclusão no Cinema” pela sua luta por um cinema mais inclusivo, através da representatividade e da colocação de legendagem acessível em todos os filmes.

16h15 | Espaço para questões

16h30 | Encerramento.

Imagem: INR.

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Vagos: Filme-documentário “Caminhamos Juntos” transforma “Caminho de Santiago” num retrato de “fé, superação e condição humana”

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O filme-documentário “Caminhamos Juntos”, realizado e dirigido artisticamente por Frankelim Amaral, será apresentado hoje, quinta-feira, 13 de agosto, às 21h30, no Centro de Educação e Recreio (CER) de Vagos, no centro-norte de Portugal, numa sessão solidária, com um donativo de dois ‘passos’, a favor dos Bombeiros Voluntários de Vagos, devendo as reservas ser feitas prévia e exclusivamente através do número 961 950 316.

Apoiada pela Câmara Municipal de Vagos, a iniciativa integra o percurso de apresentação da longa-metragem, permitindo ao público conhecer uma obra construída a partir de uma experiência de peregrinação pelo “Caminho de Santiago”.

A longa-metragem acompanha sete peregrinos ao longo de cerca de 250 quilómetros do “Caminho Português Central”, entre o Porto e Santiago de Compostela, colocando a experiência individual no centro de um percurso partilhado. Embora avancem pela mesma rota, os participantes chegam ao caminho transportando histórias e motivações diferentes.

Perda, doença, saudade, gratidão, esperança e necessidade de reencontrar um sentido para a vida integram esse universo humano. As experiências pessoais não surgem apenas como elementos biográficos dos protagonistas, mas como matéria narrativa através da qual o filme acompanha diferentes formas de enfrentar momentos de dificuldade e transformação.

Ao longo da peregrinação, a dimensão física do percurso cruza-se com uma mudança nas relações entre os participantes. Pessoas inicialmente desconhecidas passam a partilhar refeições, dificuldades, conversas, silêncios e etapas, criando vínculos que se desenvolvem à medida que a caminhada avança.

É nesse processo de aproximação que o trabalho de Frankelim Amaral encontra uma das suas principais forças. O realizador não utiliza o “Caminho de Santiago” apenas como cenário, mas como elemento estruturante de uma narrativa em que o movimento exterior dos peregrinos acompanha um processo de confronto com memórias, emoções e questões pessoais.

A câmara acompanha os protagonistas de perto, integrando a paisagem na construção da narrativa. Florestas, estradas, localidades, momentos de descanso e diferentes etapas do percurso contribuem para uma linguagem visual que procura aproximar o espectador da experiência vivida pelos participantes.

Com 150 minutos de duração, “Caminhamos Juntos” assume, assim, uma abordagem documental que procura olhar para a peregrinação para além do seu destino final. A chegada a Santiago de Compostela deixa de ser o único objetivo para dar lugar àquilo que acontece ao longo dos quilómetros percorridos.

A pergunta “Até onde nos pode levar o primeiro passo?” funciona como uma das ideias centrais do projeto. Mais do que uma referência ao início de uma caminhada física, a questão introduz uma reflexão sobre decisões, mudanças e a possibilidade de iniciar novos percursos perante circunstâncias adversas.

A dimensão espiritual está presente na experiência retratada, mas a narrativa procura alcançar uma leitura mais ampla da condição humana. A fé, neste contexto, surge associada à esperança, à capacidade de continuar e à procura de um sentido para experiências que nem sempre encontram respostas imediatas.

Além do mais, o documentário explora a forma como a convivência pode alterar a perceção que cada pessoa tem de si própria e dos outros. A partilha de dificuldades, a criação de amizades e o apoio entre os participantes tornam-se elementos fundamentais de uma experiência em que o coletivo interfere diretamente na vivência individual.

A fotografia de Jorge Laranjeira reforça também esta dimensão cinematográfica, acompanhando a progressão dos peregrinos e a transformação dos espaços atravessados. A banda sonora é assinada por Isaías Passarinho, enquanto Carla L.A. Silva assegura a narração e Sérgio Marques é responsável pelo design. A produção está a cargo de Marco Rodrigues.

Deste modo, a articulação destes diferentes elementos permite construir uma obra que combina testemunho, observação e uma dimensão estética própria, procurando levar para o ecrã não apenas aquilo que os protagonistas fazem, mas sobretudo aquilo que sentem e descobrem durante o percurso.

O filme dispõe ainda de materiais oficiais de divulgação, incluindo trailer e teaser, e mantém canais próprios de comunicação através do site e das redes sociais dedicadas ao projeto: Facebook e Instagram.

Frankelim Amaral: da lusofonia à realização cinematográfica

Natural de Covão do Lobo, no município de Vagos, Frankelim Amaral desenvolveu desde cedo uma ligação à literatura, à cultura e à expressão artística, construindo um percurso profissional marcado pela promoção da língua portuguesa e da lusofonia em Portugal e no estrangeiro.

A sua atividade cultural estende-se à área editorial e associativa. É cofundador da Associação Artes e Letras, em Paris, foi diretor de redação da revista Portugal Magazine e exerceu funções de coordenador editorial na Portugal Mag Editora, tendo colaborado em diferentes publicações, antologias e coletâneas que reuniram autores lusófonos de vários países.

Paralelamente, mantém atividade como cronista em diversos meios de imprensa, com artigos dedicados sobretudo a temas culturais e literários. O seu percurso associativo inclui ainda a participação no “Círculo dos Poetas Lusófonos de Paris”, na “Associação dos Autores Lusófonos de França”, na “Associação Portuguesa de Escritores”, na “Sociedade Portuguesa de Autores” e na “Academia de Letras e Artes de Paranapuã”, no Rio de Janeiro, onde recebeu uma medalha de mérito cultural.

O trabalho desenvolvido em torno da cultura portuguesa e da diáspora foi também reconhecido através do prémio “Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa”, promovido pela COTEC e entregue pelo presidente da República, além de outras distinções atribuídas por instituições que reconheceram o seu trabalho de preservação e promoção da lusofonia.

A experiência de Frankelim Amaral não se limita, contudo, à literatura e à edição. O seu percurso inclui igualmente a música, a produção cultural e o audiovisual, áreas em que fundou a Nova Música Produções, desenvolveu trabalho como letrista, produziu e organizou eventos culturais e realizou videoclipes e anúncios publicitários.

É também autor de vários livros, entre os quais O Grito do Silêncio, Segredos, A Gaveta, Amor, Espalhando palavras no caminho da lusofonia, Memórias Fotográficas e Preservação do Património Cultural Português.

Esta diversidade de experiências converge agora na realização de “Caminhamos Juntos”, projeto em que a sua ligação à cultura, à escrita, à música e ao audiovisual se cruza com uma narrativa centrada em histórias humanas.

Ígor Lopes

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Marinha Grande leva jovens à descoberta da Covilhã através da “Rede Náutica Solidária”

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A Câmara Municipal da Marinha Grande iniciou segunda-feira, dia 3 de agosto, mais uma semana dos “Campos de Férias 2026 – Rede Náutica Solidária”, iniciativa que decorre até 14 de agosto e que proporciona a crianças e jovens do concelho um programa diversificado de atividades, com experiências na área náutica, educativa, cultural, ambiental e desportiva.

Entre os participantes desta semana, 11 jovens, com idades entre os 12 e os 14 anos, partiram para a Covilhã para uma experiência de quatro dias dedicada à descoberta do território e ao convívio entre pares.

O programa preparado para o grupo combina atividades aquáticas com momentos de exploração cultural e contacto com o património local. Entre as experiências previstas encontram-se passagens pela Piscina-Praia da Covilhã e pela Piscina das Penhas da Saúde, permitindo aos participantes integrar momentos de lazer e atividade física ao longo da estadia.

A vertente cultural inclui ainda oficinas dinamizadas pela Biblioteca Municipal da Covilhã, bem como visitas guiadas dedicadas à Arte Urbana e ao Museu da Covilhã, proporcionando aos jovens diferentes formas de conhecer a cidade e o seu património.

Durante a deslocação, o grupo fica alojado na Pousada da Juventude Serra da Estrela e realiza as refeições em conjunto, num contexto que favorece também a autonomia, a convivência e a criação de novas relações entre os participantes.

Em paralelo, 20 crianças entre os 8 e os 11 anos deslocaram-se para São Pedro de Moel, onde participam num programa composto por atividades recreativas e pedagógicas e por momentos de contacto com a praia.

A componente balnear está condicionada pelas condições meteorológicas, estando prevista a adaptação das atividades nos dias em que a neblina ou outras condições possam limitar a utilização da praia.

Antes da partida dos grupos, Carla Santana, vereadora da Educação da Câmara Municipal da Marinha Grande, esteve com os participantes e desejou-lhes uma boa semana, enquadrando os campos de férias como oportunidades de desenvolvimento pessoal e de aquisição de novas competências.

A iniciativa procura proporcionar aos participantes experiências que vão além do período de férias, através do estímulo à autonomia, à socialização e à aprendizagem em diferentes contextos.

Integrada na “Rede de Estações Náuticas do Centro de Portugal”, a “Rede Náutica Solidária” articula atividades náuticas e balneares com propostas de natureza social, educativa, ambiental, cultural e desportiva.

O programa procura ainda incentivar hábitos de vida saudáveis, aproximar os mais jovens do mar e promover o conhecimento e a valorização dos recursos naturais existentes no concelho da Marinha Grande.

Os “Campos de Férias 2026” decorrem até 14 de agosto, proporcionando diferentes experiências aos participantes, apesar dos constrangimentos resultantes da tempestade Kristin e da necessidade de ajustar algumas atividades às condições meteorológicas.

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Barcelos: 43.ª Mostra Internacional de Artesanato e Cerâmica já abriu portas no Parque da Cidade

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A 43.ª Mostra Internacional de Artesanato e Cerâmica foi inaugurada na passada sexta-feira, 31 de julho, no Parque da Cidade, reunindo centenas de visitantes na abertura de um dos mais emblemáticos certames dedicados ao artesanato e à cerâmica em Portugal. Até ao próximo dia 9 de agosto, Barcelos volta a afirmar-se como um território de excelência na valorização dos saberes tradicionais, da criatividade e da identidade cultural, reforçando a sua projeção nacional e internacional enquanto Cidade Criativa da UNESCO no Artesanato e Arte Popular.

A cerimónia de inauguração contou com a presença do secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Pedro Machado, do Presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Mário Constantino Lopes, do vice-presidente da CCDR-N para a Cultura, Rui Costa, do vice-presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, Cancela Moura, do presidente da Assembleia Municipal, Fernando Pereira, do presidente da EMEC, Jorge Cruz, bem como de autarcas, representantes de diversas entidades, artesãos e ceramistas.

Na sessão de abertura, o presidente da Câmara Municipal destacou o significado especial desta edição, realizada poucos dias depois da inscrição do Figurado de Barcelos no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, a quarta distinção nacional atribuída ao património imaterial do concelho. O autarca salientou que este reconhecimento reforça a identidade cultural de Barcelos e constitui um estímulo para continuar a valorizar o trabalho dos artesãos.

“O verdadeiro património não são as peças; são as pessoas que, com as suas mãos e criatividade, moldam o barro e transformam esta mostra numa beleza única e irrepetível.”

Mário Constantino Lopes sublinhou ainda a importância de continuar a apostar na certificação, valorização e internacionalização do artesanato, defendendo que “o artesanato é cultura, mas também economia”, e apelou à transmissão destes saberes às novas gerações, para que Barcelos continue a afirmar-se como uma referência nacional e internacional neste domínio.

Na sua intervenção, o secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços enalteceu o percurso de Barcelos enquanto marca consolidada e reconhecida, considerando que a Mostra representa a identidade do território.

“Aquilo que hoje nacionais e estrangeiros procuram é viver algo que só é possível naquele território. E tenho a certeza absoluta de que aquilo que vamos viver nesta 43.ª Mostra só é possível aqui, em Barcelos.”

Pedro Machado defendeu igualmente a necessidade de reforçar os processos de certificação e de proteger a autenticidade do artesanato, valorizando economicamente o trabalho dos artesãos e combatendo as imitações que desvirtuam o valor das peças originais.

Também o vice-presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal destacou Barcelos como um exemplo de autenticidade e de valorização da cultura popular, considerando que o artesanato constitui um dos principais fatores de diferenciação do concelho.

“Barcelos é muito mais do que uma cidade. É um território onde a tradição continua a ter futuro.”

Cancela Moura salientou ainda que a distinção de Barcelos como Cidade Criativa da UNESCO reconhece o valor universal do saber-fazer dos seus artesãos e demonstra como a cultura pode gerar desenvolvimento, dinamizar o turismo e afirmar internacionalmente um território.

Ao longo de dez dias, a Mostra Internacional de Artesanato e Cerâmica reúne dezenas de artesãos, ceramistas, associações e produtores, proporcionando aos visitantes a oportunidade de contactar com o trabalho ao vivo dos mestres, participar em 25 workshops dedicados às artes e ofícios tradicionais, assistir a espetáculos de animação, folclore e música, bem como conhecer e saborear os produtos endógenos do concelho.

A edição deste ano conta ainda com a participação de várias Cidades Criativas da UNESCO, portuguesas e estrangeiras, reforçando a dimensão internacional do certame e os laços de cooperação entre territórios que partilham o compromisso com a valorização do artesanato, da cerâmica e das artes tradicionais.

Com entrada gratuita, a 43.ª Mostra Internacional de Artesanato e Cerâmica decorre até ao dia 9 de agosto, afirmando-se, uma vez mais, como um dos maiores acontecimentos culturais e turísticos do concelho e um palco privilegiado para a promoção da identidade, da criatividade e da excelência do artesanato barcelense.

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