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PSP desmantela banca de droga no bairro do Alvito, em Alcântara

Mais ocorrências na zona do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP

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O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da Divisão de Investigação Criminal, no dia 26 de abril, procedeu ao desmantelamento de uma banca de droga que operava no bairro do Alvito, em Alcântara – Lisboa.

No total, foram detidos, em flagrante delito, 5 homens, com idades compreendidas entre os 30 e os 54 anos, pelo crime de tráfico de estupefacientes.

Através de uma investigação que corria termos na DIC – Lisboa desde março de 2021, e com a emissão dos respetivos Mandados de Busca Domiciliária, a PSP planeou uma operação com o intuito de deter todos os intervenientes e responsáveis de uma estrutura, cuja única finalidade é a venda de produto estupefaciente, na vertente de venda direta ao consumidor.

A operação decorreu na zona do bairro do Alvito, onde se desmantelou a banca de venda ao consumidor, e também na zona do Seixal e em Corroios – Setúbal.

No decurso da operação foi possível deter toda a estrutura deste grupo de traficantes e apreender o respetivo produto estupefaciente. Para além disto foi ainda possível apreender uma elevada quantia monetária, três veículos, duas armas de fogo e ainda munições de diversos calibres.

No total, foram apreendidas 4 748 doses individuais de cocaína; 4 735 doses individuais de haxixe; 1 024 doses individuais de heroína; 14 doses individuais de liamba, 7 479 euros em numerário; 2 armas de fogo; diversas munições de diferentes calibres; 1 viatura ligeira; 2 motociclos; 6 telefones; e, ainda, vários utensílios utilizados para o corte, produção, embalamento e distribuição do referido estupefaciente.

Com esta detenção a PSP “acredita ter desmantelado o principal grupo que se dedicava ao tráfico de droga na zona do Alvito, o que trará certamente um acrescento do sentimento de segurança da população aí residente uma vez que este tipo de fenómeno deixará de existir no interior do seu bairro”, salienta.

Os detidos foram constituídos arguidos e sujeitos a termo de identidade e residência, tendo sido presentes em Tribunal, para primeiro interrogatório de arguido detido, sendo-lhes aplicada a quatro (4) deles a medida de coação de prisão preventiva e a um (1) a medida de coação de termo de identidade e residência.

Ocorrências do Comando Metropolitano de Lisboa

A Divisão de Segurança Aeroportuária, no dia 27 de abril, pelas 13h00, procedeu à detenção de um homem, de 34 anos, por em ato de fiscalização rodoviária verificou-se estar a conduzir uma viatura quando esta se encontrava apreendida, por falta de seguro de responsabilidade civil, incorrendo num crime de desobediência.

Ao condutor foi dada voz de detenção, foi constituído arguido e prestou termo de identidade e residência, sendo depois presente em 1º interrogatório judicial, na Instância Local Criminal de Lisboa – Secção de Pequena Criminalidade, no Campus de Justiça.

A Divisão de Segurança a Transportes Públicos, no dia 24 de abril, pelas 20h30, na freguesia de Campolide, procedeu à detenção de um homem, de 33 anos, por existir sob o mesmo um Mandado de Detenção.

Os Policias de serviço, aquando do patrulhamento na estação ferroviária de Campolide, avistaram o suspeito a fumar na plataforma de embarque, sendo possível sentir um odor bastante forte e característico de produto estupefaciente, motivo o qual despoletou a respetiva abordagem.

Foi solicitado documento de identificação para averiguar se pendia algum ilícito criminal sob o mesmo, apurando-se que tinha um Mandado de Detenção, por um crime de consumo de estupefaciente, para pagamento de 240€ (duzentos e quarenta euros), convertidos em 26 (vinte e seis) dias de prisão subsidiária.

O arguido fez o pagamento voluntário da quantia estipulada, tendo o mesmo sido restituído à liberdade.

No dia 24 de abril, pelas 18h44, na freguesia das Aguas Livres, procedeu à detenção de um homem de 23 anos, por permanência ilegal no país.

Os Polícias, de serviço na Estação Ferroviária de Santa Cruz/Damaia, avistaram o suspeito a atravessar a linha férrea, motivo esse que levou à sua intersecção e abordagem proactiva.

Foi solicitado documento de identificação para se proceder ao levantamento do respetivo Auto de contraordenação tendo este apresentado o seu passaporte e afirmando que estaria em Território Nacional há 4 anos, questionado se estaria a regularizar a sua situação em território nacional o mesmo respondeu negativamente.

O detido recolheu às salas de detenção do Comando Metropolitano de Lisboa, o qual foi presente em 1º interrogatório judicial no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste – Juízo Local Criminal da Amadora.

Foto: PSP.

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PJ detém mulher por crimes de incêndio florestal em Celorico de Basto

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A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal de Braga deteve, fora de flagrante delito, com a colaboração do Grupo de Trabalho de Redução de Ignições – Norte Litoral e da Guarda Nacional Republicana, a presumível autora de três incêndios florestais, ocorridos nos dias 01, 17 e 23 de julho, todos na freguesia de Ourilhe, concelho de Celorico de Basto.

Após a comunicação a esta Polícia, foram de imediato efetuadas diligências de investigação, sendo possível coligir-se prova indiciária forte, que imputa à arguida a autoria dos três incêndios florestais, iniciados por chama direta, com recurso a um isqueiro e, ainda, com a utilização de velas.

O local onde os incêndios foram ateados situam-se em zona com condições de propagação à mancha florestal, gerando risco acentuado para toda a floresta, aos campos agrícolas e a várias habitações ali existentes.

As ignições ocorreram sempre durante o dia e início da noite, em dias quentes, secos, com vento e com temperaturas altas.

A arguida, agiu por motivos do foro pessoal, bem sabendo que a sua conduta era proibida por lei e representava um perigo iminente para a natureza, populações e bens de terceiros.

A detida, mulher com 49 anos, residente naquela freguesia, foi presente à autoridade judiciária competente para promoção do primeiro interrogatório judicial.

Foi-lhe decretada a medida de coação de prisão preventiva.

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Armamar: Arquitetura popular do Douro em destaque em nova exposição no CIMD

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O Centro Interpretativo da Mulher Duriense (CIMD) inaugura, no dia 28 de julho, pelas 17h30, a exposição “António Menéres – Percursos pela Arquitetura Popular no Douro”, uma mostra que convida o público a descobrir a riqueza da arquitetura vernacular duriense e a sua estreita ligação à paisagem, à identidade e aos modos de vida da região.


A inauguração integra a programação do ciclo “Conversas à Terça” e contará com a presença do arquiteto Fernando Seara, diretor do Museu do Douro, que partilhará a sua visão sobre a arquitetura popular do Douro e o valor patrimonial deste legado construído.


A exposição reúne um conjunto de fotografias que documentam diferentes expressões da arquitetura vernacular duriense, revelando a forma como as gentes moldaram o território ao longo do tempo e estabeleceram uma relação única com a paisagem. Mais do que um registo documental, a mostra constitui um testemunho da evolução histórica e cultural do Douro, destacando um património que importa conhecer, preservar e valorizar.


Patente ao público até 31 de agosto de 2026, a exposição poderá ser visitada gratuitamente durante o horário normal de funcionamento do CIMD.

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Brasil: São Paulo conta agora com uma delegação da “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’”, entidade com sede em Viseu

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A “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’” realizou, no passado dia 16 de julho, a cerimónia oficial de tomada de posse da nova direção da delegação de São Paulo da entidade, quando distinguiu diversas personalidades e instituições pelo seu “contributo para a divulgação da cultura portuguesa no Brasil”, além de promover uma celebração gastronómica dedicada aos laços históricos entre Portugal e o Japão, numa tarde de eventos realizados primeiro no Auditório da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e, depois, no Restaurante Osakaya, no mesmo endereço.

A sessão solene marcou o início do primeiro mandato da delegação paulista da Confraria, organização que tem como missão “preservar, divulgar e valorizar o património histórico, cultural e gastronómico da região da Beira Alta portuguesa, junto da comunidade lusa residente no Brasil e dos seus descendentes”, promovendo também o “intercâmbio cultural entre Portugal e o país sul-americano”.

A estrutura dirigente passou a ser liderada por Nilzângela de Lima Souza, que assume a presidência da delegação, acompanhada por João Baptista de Oliveira, como vice-presidente, Gabriel Kwak, como secretário-geral; e, na tesouraria, Raquel Naveira. Integram-na, ainda, os conselheiros fiscais José Francisco Ferraz Luz e José Domingos de Lima Pezza, José Alberto Lovetro, diretor de Banda Desenhada, e Salete Lima e Eliza Muratori, Fatima Fonseca, nomeadas embaixadoras culturais.

De igual modo, durante a cerimónia foram atribuídos os títulos de “Presidentes de Honra” da Confraria ao Dr. Juarez Morais de Avelar e ao jornalista e escritor luso-brasileiro Ígor Lopes, “distinção reservada a personalidades reconhecidas pelo apoio prestado à instituição e ao fortalecimento das relações culturais entre Portugal e o Brasil”.

Reconhecimento do mérito cultural marcou cerimónia

A tomada de posse ficou também assinalada por um conjunto de condecorações destinadas a reconhecer o trabalho desenvolvido em diferentes áreas da cultura, do associativismo e da promoção da identidade portuguesa.

Tânia Sousa Pezza e Richard Wolfgang Azevedo Bauer foram investidos como novos comendadores da Confraria, recebendo as respetivas insígnias numa cerimónia presidida por Nilzângela de Lima Souza. Ao longo da sessão foram ainda homenageados o maestro Roberto Mendes Barbosa e Elisa Mendes Barbosa, ligados ao Coral de Oficina de Arte e Cultura, bem como Benjamin Souza Marinho, distinguido enquanto representante das novas gerações que mantêm viva a ligação à cultura portuguesa.

A Confraria decidiu também atribuir uma distinção institucional ao Restaurante Osakaya, reconhecendo o contributo que o espaço tem vindo a prestar ao “fortalecimento do intercâmbio cultural luso-brasileiro” e à “valorização da gastronomia enquanto elemento de aproximação entre os povos”.

Gastronomia como expressão da história comum

Após o momento protocolar, os participantes reuniram-se no salão do Restaurante Osakaya, onde foi servido um menu concebido exclusivamente para a ocasião, pensado para traduzir, através da gastronomia, o encontro histórico entre Portugal e o Japão. A proposta gastronómica procurou revisitar um dos capítulos mais antigos das relações entre os dois países, evocando os primeiros contactos estabelecidos pelos navegadores portugueses no século XVI e a influência que essa presença deixou na cultura culinária japonesa.

Ao longo do jantar foram servidos pratos que combinaram técnicas tradicionais japonesas com ingredientes e referências profundamente associados à cozinha portuguesa, transformando cada momento da refeição numa narrativa sobre a circulação de produtos, sabores e tradições entre os dois extremos do mundo.

O percurso iniciou-se com Edamame, valorizando a simplicidade dos produtos naturais, e com uma delicada salada de hijiki, preparada com caldo dashi e shoyu, apresentada como uma evocação da profundidade do oceano e da subtileza da cozinha japonesa.

Seguiu-se um dos momentos mais simbólicos da noite: o Korokke de Bacalhau, versão japonesa inspirada no tradicional bolinho de bacalhau português. A confeção recorreu à panagem em panko, preservando, contudo, o protagonismo do bacalhau, ingrediente incontornável da gastronomia portuguesa, criando uma ponte entre duas tradições culinárias separadas por milhares de quilómetros, mas unidas pela história.

O menu prosseguiu com Orange Chicken, Karaage Nanban, Shorompo Soup, Buta Misso e Tempura Misto, prato que assumiu especial simbolismo por recordar precisamente a influência portuguesa na divulgação do tempura – pois em séculos passados esta iguaria era consumida apenas por monges, sendo proibido o consumo por pessoas comuns – a técnica de fritura que viria a dar origem à atual tempura japonês.

A refeição terminou com Choux Cream (Shu Kuri), sobremesa de inspiração francesa reinterpretada pela pastelaria japonesa, encerrando um percurso gastronómico marcado pela fusão de influências e pela valorização da partilha cultural.

Toda a experiência foi desenvolvida pelo chef Daisuke Takao, agradecemos aos proprietários Henrique Hojo e Nicolas Aoki, que procuraram construir um menu onde cada prato representasse um “momento da ligação histórica entre Portugal e o Japão”, estabelecendo um “diálogo entre tradição, criatividade e identidade”.

“Mais do que um jantar comemorativo, a receção constituiu um dos momentos centrais das celebrações da tomada de posse, reforçando a gastronomia como instrumento de diplomacia cultural e de aproximação entre comunidades”, disse Nilzângela de Lima Souza, presidente da delegação de São Paulo da “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’”, com sede em Viseu, Portugal.

A iniciativa terminou num ambiente de convívio entre confrades, dirigentes, representantes institucionais e convidados, consolidando a “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’” como “um espaço de preservação das tradições beirãs, de promoção da cultura portuguesa e de fortalecimento dos laços entre Portugal e o Brasil”, em particular “junto da comunidade portuguesa radicada em São Paulo”.

Agência Incomparáveis

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