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Atualidade

Secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural inaugura “Coleção Bühler-Brockhaus”, esta quinta-feira, no Museu D. Diogo de Sousa

Exposição de caráter único, com cerca de 300 obras, foi uma doação do casal alemão Bühler-Brockhaus

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O Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, em Braga, vai inaugurar, esta quinta-feira, 21 de outubro, pelas 18h30, a “Coleção Bühler-Brockhaus”, composta por cerca de 300 obras da antiguidade clássica, foi doada pelo casal alemão residente em Portugal, Hans-Peter Bühler e Marion Bühler-Brockhaus.

A cerimónia de inauguração vai contar com a presença da Secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural, Ângela Ferreira, do Presidente da Fundação Bracara Augusta, Miguel Bandeira, da Diretora Regional da Cultura do Norte, Laura Castro, da diretora do Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, Isabel Silva, e do casal de doadores, Hans-Peter Bühler e Marion Bühler-Brockhaus.

Capacete Apulo Coríntio (Foto: DR)

Os doadores financiaram, também, com cerca de meio milhão de euros, a montagem do novo espaço expositivo totalmente dedicado à coleção, que abre agora ao público e possibilita que todos possam ver peças do quotidiano e de arte do mundo clássico do Mediterrâneo. Para além disso, o casal financiou, ainda, as obras de requalificação do imóvel do museu, nomeadamente, no que concerne à pintura e limpeza de todo o exterior, melhoria da acessibilidade, segurança e iluminação.

Da coleção faz parte um vasto leque de objetos de diversas proveniências e cronologias, em especial do mundo grego, etrusco e romano. Entre as obras encontram-se esculturas em mármore, mosaicos, vasos cerâmicos, unguentários em vidro, utensílios do quotidiano e adornos em bronze e metais nobres, destacando-se as esculturas romanas da cabeça do Imperador Trajano e um busto do Imperador Augusto, em mármore.

Torso de Militar (Foto: DR)

A arqueologia sempre atraiu o casal Hans-Peter e Marion, que iniciaram a sua própria coleção em 1959 e que, após visitas a alguns museus de Arqueologia em Portugal, consideraram o Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa o mais adequado para doar as suas peças de arqueologia clássica, por se tratar também de um museu centenário, que abrange os períodos desde o Paleolítico até à Idade Média, com especial relevo para o espólio proveniente da cidade romana de Bracara Augusta.

Ao Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa compete preservar, valorizar e divulgar este valioso património arqueológico, que reforça o museu minhoto como uma referência internacional no circuito da Arte e Arqueologia do Mundo Clássico. 

Recorde-se que o centenário Museu D. Diogo de Sousa é uma referência na investigação arqueológica da Península Ibérica e, anualmente, recebe cerca de 73 mil visitantes, nacionais e estrangeiros. 

Fotos: DR.

Açores

RTP reforça colaboração estratégica com o Youtube para o “desenvolvimento de talentos” em Portugal

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A RTP (Rádio e Televisão de Portugal), operador de serviço público de media, e o YouTube estão a reforçar significativamente a sua relação estratégica. Com base num longo historial de cooperação bem-sucedida, as duas organizações estabeleceram um plano detalhado de colaboração para a RTP, concebido para promover a inovação digital, facilitar a descoberta de conteúdos de serviço público de elevada qualidade e capacitar a próxima geração de profissionais dos media em Portugal. Esta colaboração contribui também para o objetivo da RTP de combater a desinformação, facilitando o acesso do público a conteúdos rigorosos e de qualidade.

Este plano estratégico representa um passo proativo da RTP no sentido de aprofundar a sua parceria com o YouTube. Ao tirar o máximo partido das ferramentas disponibilizadas pela plataforma e das melhores práticas, a RTP reforçará a sua capacidade de estabelecer ligação com públicos mais jovens e orientados para o digital, através de quatro pilares fundamentais: desenvolvimento de novos talentos na área da informação, criação de espaços seguros para crianças e jovens, envolvimento das comunidades ligadas ao desporto e apoio ao crescimento das receitas.

A RTP apoiará também a experimentação e a adoção do Likeness ID pelos seus profissionais. Esta ferramenta pioneira do YouTube foi concebida para ajudar criadores, incluindo jornalistas e figuras públicas, a gerir a forma como a inteligência artificial é utilizada para os representar na plataforma, reforçando a proteção contra deepfakes e conteúdos manipulados.

O YouTube constitui uma parceria estratégica para a inovação digital da RTP, oferecendo um ecossistema único de criadores que promove a inovação e uma nova linguagem visual adaptada às audiências da próxima geração. Além disso, proporciona o ambiente ideal para alargar o alcance dos conteúdos de serviço público a todos os ecrãs.

Nicolau Santos, Presidente do Conselho de Administração da RTP, afirmou: “Este é um momento importante para a RTP. A missão de serviço público não se esgota nos canais de televisão e rádio nem nas plataformas digitais próprias. Esta parceria com o YouTube, uma das maiores plataformas de conteúdos a nível mundial, demonstra que a RTP está atenta aos novos hábitos de consumo de conteúdos e disponível para se adaptar a estas novas realidades, com o objetivo de aumentar a sua relevância para todos os públicos, particularmente os mais jovens.”

Pedro Pina, Vice-Presidente, YouTube EMEA, comentou: “A parceria alargada da RTP fornece um modelo claro para os operadores públicos de radiodifusão europeus que procuram construir modelos de negócio sustentáveis. Ao concentrar-se na distribuição e monetização eficientes com o YouTube, a RTP está a chegar a novos públicos onde eles já assistem e a impulsionar um crescimento concreto das receitas para o futuro”.

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Atualidade

PJ detém mulher por crimes de incêndio florestal em Celorico de Basto

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A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal de Braga deteve, fora de flagrante delito, com a colaboração do Grupo de Trabalho de Redução de Ignições – Norte Litoral e da Guarda Nacional Republicana, a presumível autora de três incêndios florestais, ocorridos nos dias 01, 17 e 23 de julho, todos na freguesia de Ourilhe, concelho de Celorico de Basto.

Após a comunicação a esta Polícia, foram de imediato efetuadas diligências de investigação, sendo possível coligir-se prova indiciária forte, que imputa à arguida a autoria dos três incêndios florestais, iniciados por chama direta, com recurso a um isqueiro e, ainda, com a utilização de velas.

O local onde os incêndios foram ateados situam-se em zona com condições de propagação à mancha florestal, gerando risco acentuado para toda a floresta, aos campos agrícolas e a várias habitações ali existentes.

As ignições ocorreram sempre durante o dia e início da noite, em dias quentes, secos, com vento e com temperaturas altas.

A arguida, agiu por motivos do foro pessoal, bem sabendo que a sua conduta era proibida por lei e representava um perigo iminente para a natureza, populações e bens de terceiros.

A detida, mulher com 49 anos, residente naquela freguesia, foi presente à autoridade judiciária competente para promoção do primeiro interrogatório judicial.

Foi-lhe decretada a medida de coação de prisão preventiva.

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Atualidade

Armamar: Arquitetura popular do Douro em destaque em nova exposição no CIMD

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O Centro Interpretativo da Mulher Duriense (CIMD) inaugura, no dia 28 de julho, pelas 17h30, a exposição “António Menéres – Percursos pela Arquitetura Popular no Douro”, uma mostra que convida o público a descobrir a riqueza da arquitetura vernacular duriense e a sua estreita ligação à paisagem, à identidade e aos modos de vida da região.


A inauguração integra a programação do ciclo “Conversas à Terça” e contará com a presença do arquiteto Fernando Seara, diretor do Museu do Douro, que partilhará a sua visão sobre a arquitetura popular do Douro e o valor patrimonial deste legado construído.


A exposição reúne um conjunto de fotografias que documentam diferentes expressões da arquitetura vernacular duriense, revelando a forma como as gentes moldaram o território ao longo do tempo e estabeleceram uma relação única com a paisagem. Mais do que um registo documental, a mostra constitui um testemunho da evolução histórica e cultural do Douro, destacando um património que importa conhecer, preservar e valorizar.


Patente ao público até 31 de agosto de 2026, a exposição poderá ser visitada gratuitamente durante o horário normal de funcionamento do CIMD.

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