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Voleibol: Portugal «salta» para os oitavos no Europeu

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A Seleção Nacional de Seniores Masculinos, orientada por João José, apurou-se ontem para os oitavos de final do Campeonato da Europa 2023, ao derrotar a Turquia por 3-2 (26-24, 21-25, 15-25, 28-26 e 15-13), na cidade israelita de Telavive.

Devido ao surpreendente resultado do jogo França vs. Roménia, 1-3 (23-25, 25-16, 18-25 e 21-25), Portugal ainda não estava apurado para os oitavos de final. A vitória dos gauleses teria qualificado automaticamente os portugueses, mas a equipa tricolor, que foi utilizada pelo treinador italiano Andrea Giani ao longo do jogo e os 20 pontos do romeno Robert Aciobanitei possibilitaram a terceira vitória (Turquia, Grécia e França) da Roménia, complicando as contas a Portugal.

Não obstante, Portugal conseguiu superar momentos adversos frente aos turcos – perdeu o segundo e o terceiro sets por 21-25 e 15-25 – com imaginação (Alex Ferreira jogou a oposto a partir do quarto set) e muita garra, assegurando, desde logo, o 2º lugar na Pool D, pese embora os jogos Turquia vs. Israel e Grécia vs. França só se disputarem hoje.

Também só hoje, com a realização da última jornada da Pool B, é que Portugal conhecerá o seu adversário nos oitavos de final, que sairá do trio Croácia, Bulgária ou Espanha.

O que se sabe, para já, é que Portugal vai defrontar o 3º classificado da Pool B no dia 8 de setembro, às 16h00 ou 19h00, na cidade búlgara de Varna.

Portugal vs. Turquia, 3-2(26-24, 21-25, 15-25, 28-26 e 15-13)

O primeiro set dificilmente poderia ter sido mais equilibrado, com Portugal a recuperar de uma desvantagem (13-16) e a entrar na reta final do set em igualdade pontual (23-23). O desfecho do parcial seria decidido por Alexandre Ferreira, com o capitão da Seleção Nacional a somar mais dois pontos, primeiro com um serviço e depois com um ataque de segunda linha: 25-23, assumindo a liderança dos melhores pontuadores do jogo, com 8 pontos.

Os lusitanos entraram muito mal no segundo set, perdendo terreno muito rapidamente (8-14), mas lograram encetar uma recuperação até aos 11-16, com um ataque do distribuidor Miguel Tavares.

Paulatinamente (15-18), a equipa de João José continuou a encurtar a distância pontual, com Alex Ferreira no serviço e com um ataque e um bloco de Lourenço Martins. E foi o mesmo jogador a conseguir a aproximação a um mero ponto, com mais dois ataques concretizados (18-19).

Os otomanos voltaram à carga, imprimindo maior agressividade nas ações ofensivas e chegaram aos 23-20, para selarem o triunfo por 25-21, com um ataque falhado por Portugal.

No terceiro set, Portugal continuou a sentir dificuldades em suster o ímpeto do oposto turco, Adis Lagumdzija, que foi somando pontos atrás de pontos e impulsionando a sua equipa (5-9, 5-12, 11-19, com um serviço direto), o que permitiu o afastamento irremediável e novo triunfo: 25-15.

No quarto set, Alex passou para a posição de oposto, na tentativa de surpreender os turcos. E a verdade é que a solução surtiu efeito. Portugal tornou-se mais eficaz e passou a comandar a marcha do marcador, com Miguel Sinfrónio a fazer um bloco individual a Adis Lagumdzija (9-7).

André Marques também entrou bem no set (13-14), mantendo na luta a Seleção Nacional, que logo igualou a 14 pontos, e passou para a frente com mais um bloco de Miguel Sinfrónio (19-17).

Os momentos finais deste set seriam decisivos. Partindo de uma igualdade a 21 pontos, Portugal, após um serviço direto de Miguel Tavares, viu André Marques fechar o set em beleza com um ataque e um bloco: 28-26.

No quinto e decisivo set, Portugal foi controlando o marcador (7-5, 10-7, 12-9) até conseguir fixar o triunfo em 15-13.

Os jogos dos oitavos de final, disputados em Varna, na Bulgária, estão agendados para os dias 8 e 9 de setembro.

O oposto turco, Adis Lagumdzija, com 33 pontos, foi o melhor pontuador do jogo, enquanto Alexandre Ferreira e Lourenço Martins, respetivamente com 24 e 23 pontos, foram os portugueses mais concretizadores.

No final, o zona 4 Lourenço Martins recordou: “Estamos muito felizes. Temos perdido nos detalhes com esta seleção e hoje [ndr: ontem] vencemo-la porque estivemos melhores nos momentos decisivos. Ainda não sabemos o adversário que vamos enfrentar nos oitavos de final, mas estamos prontos para lutar pela vitória“.

Por seu turno, João José, Selecionador Nacional, salientou que “o primeiro e principal objetivo está alcançado, que era passar à próxima fase. O segundo objetivo também, porque ficámos no segundo lugar e apanhámos o terceiro classificado da Pool B, que teoricamente nos será mais favorável, se bem que apenas no plano teórico, pois a partir daqui, como é a eliminar, todos jogam para ganhar e é para isso que temos de estar preparados. Vamos ter algum espaço para a equipa se poder recuperar, pese embora ainda termos uma viagem para Varna. Já no ano passado tínhamos colocado o Alex a oposto e a experiência foi boa. Este ano achámos importante dar a oportunidade a outros de desempenhar essa função. A coisa tem corrido relativamente bem. Hoje, vimos que não estava a resultar e tentámos arranjar algo que mudasse o rumo do jogo e mexesse com a equipa que estava do lado de lá da rede e surgiu essa oportunidade e passámos o Alex para a saída, que é uma posição com a qual ele está bastante familiarizado e felizmente funcionou“.

A Seleção Nacional marca presença pela sétima vez (1948, 1951, 2005, 2011, 2019 e 2021) numa fase final de um Campeonato da Europa, terceira consecutiva.

Foto: FPV.

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Conhecido por promover a circulação da literatura em língua portuguesa na Europa, Roberto Parmeggiani participa no 6.º “Flitabira”

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Escritor, poeta, educador, editor e prefeito da cidade italiana de Sasso Marconi, Roberto Parmeggiani é um dos convidados internacionais do 6º Flitabira – Festival Literário Internacional de Itabira, que acontece de 29 de outubro a 1º de novembro. Nascido em Bolonha, na Itália, em 1976, Parmeggiani construiu uma trajetória singular, marcada por sua relação com o Brasil, onde viveu durante dois anos e aprendeu o português, língua em que também escreve seus livros. No sábado, 31 de outubro, às 15h, ele participa na mesa “Outras Habilidades”, com mediação de Carlos Vinícius, para “discutir as diferenças humanas e os padrões que determinam o que a sociedade considera normal”.

Formado em Ciências da Educação pela Universidade de Bolonha, Parmeggiani trabalhou como voluntário na periferia de São Bernardo do Campo, em São Paulo. A experiência brasileira foi decisiva para sua formação pessoal e literária. O português tornou-se também sua língua de criação, e o contato com o país estabeleceu uma relação que permanece presente em sua atuação como escritor e editor.

Entre as suas obras publicadas no Brasil estão “A lição das árvores”, “A avó adormecida”, “O mundo de Arturo”, “Felicidade submersa” e “Desabilidade”. Os seus livros circulam entre a literatura infantil, a poesia e a reflexão sobre as relações humanas, abordando questões como envelhecimento, convivência, educação e as diferentes maneiras de perceber o mundo.

É em “Desabilidade”, publicado pela Editora Nós, que Parmeggiani desenvolve uma das ideias centrais de seu pensamento. Em vez de considerar a deficiência apenas uma condição individual, o escritor questiona a dificuldade da própria sociedade em reconhecer e acolher as diferenças. A provocação desloca o olhar: até que ponto a deficiência não está também na incapacidade de compreender o outro? O livro propõe uma crítica aos padrões de normalidade e às formas de exclusão que continuam presentes nas relações sociais.

Essa reflexão nasce da sua experiência na educação inclusiva. Ao longo da carreira, Parmeggiani trabalhou com crianças, professores e projetos voltados à participação de pessoas com deficiência na vida cultural e educacional. A sua literatura não se limita a apresentar personagens diferentes, mas procura questionar os critérios pelos quais determinadas maneiras de viver são consideradas legítimas e outras, inadequadas.

Um escritor entre o Brasil e a Itália

A ligação com o Brasil ganhou uma nova dimensão em 2024, quando Parmeggiani fundou, em parceria com a editora brasileira Simone Paulino, a Edizioni Noi, projeto editorial dedicado à publicação e à circulação da literatura brasileira e de língua portuguesa na Itália. A iniciativa amplia o acesso dos leitores italianos à produção literária contemporânea brasileira e estabelece uma ponte entre os mercados editoriais dos dois países.

A sua trajetória literária também recebeu reconhecimentos importantes. “A avó adormecida” foi contemplado com o Prémio Anna Osti, em 2013, e “A lição das árvores” foi selecionado pela revista “Crescer” entre os 30 melhores livros infantis de 2014. Parmeggiani já participou em importantes encontros literários brasileiros, entre eles a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), o Fliaraxá e o Fliparacatu.

Além da atuação literária, Parmeggiani desenvolveu uma carreira na administração pública italiana. Eleito prefeito de Sasso Marconi, município da região de Bolonha, em 2019, foi reeleito em 2024. A sua experiência na gestão pública acrescenta outra dimensão às questões que atravessam os seus livros, especialmente no que diz respeito à “educação, à convivência social e aos direitos das pessoas com deficiência”.

Segundo apurámos, no Flitabira, o encontro “Outras Habilidades” parte justamente dessa trajetória para discutir os limites da normalidade. O que significa ser diferente? Quem estabelece os padrões pelos quais julgamos as capacidades humanas? Como a literatura pode contribuir para uma sociedade que reconheça as singularidades sem transformá-las em motivo de exclusão?

A conversa também estabelece uma relação com o tema central do Festival. Em “Claro Enigma”, Drummond apresenta, no poema “A Máquina do Mundo”, a possibilidade de uma explicação total da existência. A obra de Parmeggiani, por outro caminho, questiona as explicações que pretendem “reduzir a diversidade humana a modelos únicos de comportamento e capacidade”.

De acordo com a organização do festival, a sua participação no 6º “Flitabira” traz ao público brasileiro a “experiência de um autor que transita entre duas línguas e duas culturas, e que encontrou na literatura uma maneira de interrogar nossas certezas sobre o mundo e sobre aqueles que o habitam”.

A Vale apresenta o 6º “Flitabira”, por meio da Lei Rouanet do Ministério da Cultura, com apoio da Prefeitura de Itabira, da Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade e do Itaú.

Sob o tema “A Máquina do Mundo em Nós”, o Festival celebra os 75 anos de “Claro Enigma”, de Carlos Drummond de Andrade. Toda a programação é gratuita, com transmissão ao vivo pelo YouTube @flitabira e recursos de acessibilidade.

Ígor Lopes

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Cientistas descobrem nova variante de proteína que pode ajudar a controlar o cancro e o envelhecimento celular

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Uma equipa de investigação, liderada pelo Instituto Multidisciplinar do Envelhecimento (MIA-Portugal) da Universidade de Coimbra (UC), identificou, pela primeira vez, uma nova variante da proteína p53, que tem um papel direto no controlo do envelhecimento celular e propriedades anticancerígenas. A descoberta abre novas portas para compreender como travar o envelhecimento celular e a multiplicação de células tumorais.

Em concreto, este estudo liderado pelo grupo de investigação Envelhecimento Molecular, Química do RNA e Oncogénese do MIA-Portugal, liderado por Marco Candeias, descobriu esta nova variante, chamada Delta246p53, e conseguiu mostrar, em ambiente de laboratório, que esta induz a senescência celular – o processo pelo qual as células deixam de se dividir – e inibe a formação de tumores em células.

Esta variante pode contribuir para os mecanismos de proteção do organismo, ajudando a impedir que células danificadas ou com potencial tumoral continuem a multiplicar-se. “A Delta246p53 controla várias vias que envolvem outras proteínas essenciais ao controlo da senescência, promovendo este processo e limitando a proliferação de células tumorais ou de células com danos”, explica o líder da investigação.

Sobre as oportunidades que esta descoberta pode trazer, Marco Candeias destaca que “se conseguirmos manter a expressão desta nova proteína restrita apenas às células em risco de transformação oncológica, poderemos perspetivar um possível prolongamento da esperança de vida, mantendo ou reforçando em simultâneo a defesa contra o cancro”.

Esta variante é uma nova proteína produzida a partir do gene TP53, um dos genes mais poderosos do genoma humano, frequentemente chamado “guardião do genoma”. Controla a divisão das células, repara o ADN quando este sofre mutações e promove a morte celular sempre que necessário. Uma alteração ou falha no seu funcionamento leva a alterações celulares significativas que podem resultar em envelhecimento precoce e aparecimento de cancro.

A nova variante do gene TP53 agora descoberta é, em comparação com outras proteínas já identificadas, uma proteína com funções mais específicas, uma “especialização” que pode abrir caminho a intervenções mais diretas para travar o envelhecimento e problemas oncológicos.

A investigação contou ainda com a participação da Universidade de Quioto (Japão), do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge e da Universidade de Trento (Itália).

O artigo científico New Delta246p53 isoform responds to DNA damage to enhance p53 family functions in cellular senescence (Nova isoforma Delta246p53 responde a danos no ADN e potencia as funções da família p53 na senescência celular, em português), publicado na revista Cell Death Discovery, está disponível em www.nature.com/articles/s41420-026-03374-7.

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Do património familiar ao empreendedorismo: Glamping Academy apresenta oportunidades à diáspora

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A “Glamping Academy”, iniciativa portuguesa dedicada à formação e ao empreendedorismo no turismo de natureza, pretende aproximar os portugueses residentes no estrangeiro das oportunidades de investimento em Portugal, particularmente através do “aproveitamento de terrenos, quintas e imóveis familiares”. O projeto, fundado pelo empresário luso Luís Almeida, procura apoiar quem pretende estudar a possibilidade de criar um alojamento turístico, seja como investimento, atividade empresarial ou parte de um plano de regresso ao país.

A proposta dirige-se a portugueses e luso-descendentes que vivem em países como França, Suíça, Alemanha, Luxemburgo, Estados Unidos e Canadá, muitos dos quais mantêm propriedades ou ligações familiares às regiões de origem. A “Glamping Academy” considera que esse património poderá, em determinadas condições, “ser utilizado para desenvolver atividades ligadas ao turismo rural, permitindo conciliar a preservação de imóveis familiares com a criação de iniciativas económicas”.

O projeto surge num contexto de crescimento do turismo em espaço rural. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) de Portugal e do Turismo de Portugal citados pela organização, o Turismo no Espaço Rural e o Turismo de Habitação receberam 1,5 milhões de hóspedes em 2025 e registaram 3,3 milhões de dormidas, aumentos de 6,7% e 6,9%, respetivamente, face ao ano anterior. As regiões Norte, Alentejo e Centro concentraram 65,1% das dormidas neste segmento.

O glamping, conceito que combina elementos do campismo com condições de conforto associadas ao alojamento turístico, é uma das modalidades apresentadas pela academia. As soluções podem incluir cabanas de madeira, tendas equipadas e pequenas unidades integradas na paisagem. A atividade procura responder à procura de experiências ligadas à natureza, à gastronomia regional e ao património dos territórios.

À frente da “Glamping Academy” está Luís Almeida, também responsável pela “Arrabia Guest Houses Glamping”, localizada na Raiva, no concelho de Castelo de Paiva. A partir da experiência na criação e gestão de alojamentos turísticos, o empresário desenvolveu uma plataforma de formação que reúne conteúdos e especialistas em áreas relacionadas com a instalação e exploração de empreendimentos turísticos.

A academia disponibiliza cursos online, ferramentas de planeamento e programas de formação sobre escolha de terrenos, licenciamento, financiamento, construção, marketing, gestão e rentabilidade. A possibilidade de acompanhar os conteúdos à distância constitui uma das características da iniciativa, permitindo que “interessados residentes no estrangeiro iniciem a avaliação de um projeto antes de regressarem a Portugal ou avançarem com um investimento”.

Um dos aspetos destacados pela organização é a necessidade de confirmar a viabilidade legal e técnica de cada propriedade. A existência de um terreno não significa, por si só, que seja permitida a instalação de unidades de glamping. A concretização de um empreendimento depende das disposições do Plano Diretor Municipal (PDM), de eventuais restrições da Reserva Ecológica Nacional (REN) e da Reserva Agrícola Nacional (RAN), bem como das condições de acesso e das exigências de licenciamento. Estas regras podem aplicar-se também a estruturas amovíveis, tendas e casas sobre rodas, dependendo das características do projeto e do enquadramento territorial.

Por esta razão, a “Glamping Academy” recomenda que os interessados “realizem estudos prévios de viabilidade, avaliem os custos e analisem a procura turística antes de assumirem compromissos financeiros”. A organização sublinha que “a atividade não representa uma garantia de rentabilidade e exige preparação empresarial”.

Além da formação digital, a iniciativa promove encontros presenciais denominados “Imersões Glamping Academy”, destinados a reunir empreendedores, potenciais investidores e profissionais de áreas como arquitetura, licenciamento, financiamento e exploração turística. A mais recente edição decorreu nos dias 2 e 3 de outubro de 2026, na “Arrabia Guest Houses Glamping”, em Castelo de Paiva.

Durante estes encontros, os participantes têm oportunidade de “conhecer experiências de gestão, esclarecer dúvidas e estabelecer contactos com profissionais do setor”. A academia pretende, ainda, “desenvolver uma comunidade de pessoas interessadas na criação de projetos turísticos, combinando a aprendizagem on-line com atividades presenciais.

Para os portugueses residentes no estrangeiro, a iniciativa apresenta-se como uma possibilidade de estudar o aproveitamento de património familiar sem necessidade de uma mudança imediata para Portugal. A análise de terrenos, a preparação de planos de negócio e o conhecimento das exigências legais podem ser realizados numa fase anterior à decisão de investir.

A “Glamping Academy” disponibiliza informações sobre os seus programas e atividades através do portal www.glamping-academy.info

Com esta iniciativa, Luís Almeida procura “colocar a formação e o planeamento ao serviço de portugueses e luso-descendentes interessados no turismo de natureza, apresentando alternativas de utilização de propriedades familiares e oportunidades de empreendedorismo nas regiões rurais portuguesas”.

Ígor Lopes

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