Atualidade
São João do Porto: operação especial da STCP garante uma mobilidade fácil e sustentável
A STCP – Sociedade de Transportes Colectivos do Porto volta a fazer parte das festas da cidade do Porto com uma operação especial para a noite de São João. Em 2023 a maior operadora de transportes públicos do Grande Porto oferece aos seus passageiros um serviço ágil e de confiança para as deslocações de ida e vinda da cidade, com a garantia de viagens toda a noite e madrugada e em segurança, através do reforço das linhas de autocarro que servem as zonas mais tradicionais das festividades na ‘cidade invicta’.
A STCP convida, assim, a população a optar pela deslocação em transportes públicos, dado que a operação especial de S. João assegura o aumento da frequência e dos lugares nos autocarros das linhas que chegam ao epicentro das festas, com ajuste de alguns términos e paragens devido aos condicionalismos de trânsito — com a salvaguarda de que as viaturas STCP terão acesso a vias exclusivas e corredores especiais para responderem, da melhor forma, às necessidades dos seus clientes e poderem chegar a zonas da cidade onde, nessa noite, os automóveis não vão poder circular.
A operação da STCP estará em curso entre o início da noite de sexta-feira (23 de junho) e a manhã de sábado (feriado de 24 de junho), e consiste num reforço nos principais eixos de chegada à Baixa do Porto, aumento de frequência e utilização de viaturas de grande capacidade, permitindo uma mobilidade eficaz entre os seis concelhos onde a STCP tem operação (Porto, Gondomar, Maia, Matosinhos, Valongo e VN Gaia). No Grande Porto, a rede STCP é a que oferece maior cobertura territorial durante toda a madrugada, possibilitando ligações de maior proximidade, diretas ao destino ou complementares a outros modos de transportes.
Autocarros – términos especiais e reforços
Términos na Rua da Restauração (junto ao Hosp. Sto. António) para as linhas 200/ 501/ 507/ 601/ 602/ 1M/ 12M/ 13M
- Linhas 200 (Bolhão-Cast. Queijo) + 1M (Aliados-Matosinhos Praia) – eixo do Campo Alegre – frequência de 30 minutos toda a noite e madrugada, com autocarros articulados.
- Linha 602 (Cordoaria-Aeroporto Via Padrão Moreira) – eixo Carvalhido/Monte dos Burgos/Moreira da Maia – oferta de 30 em 30 minutos toda a noite até cerca da 1h00, até às Guardeiras.
- Regresso de madrugada pela linha 3M, com partida da Trindade.
- Linhas 501, 507, 601 e 13M – eixo da Av. AEP, no horário habitual.
- Linha 12M (Aliados-Sto. Ovídio) – eixo do Campo Alegre até Junta Massarelos, no horário habitual.
Términos na TRINDADE para as linhas 600/ 4M/ 3M
- Linha 600 + 4M (Aliados-Maia Barca) – eixo de Antero de Quental/ Amial/ Ponte da Pedra – no serviço noturno e até às 3h00 da manhã, frequência de 12,5 minutos, entre a Ponte da Pedra e o centro do Porto. Afetação de autocarros articulados.
- Linha 4M (Aliados-Maia Câmara) – a partir das 0h30 e até as 2h30, de 15 minutos entre Ponte da Pedra e Aliados. Entre as 3h00 e as 6h00, o reforço da 4M passa a 30/30 minutos entre Aliados e Maia. Afetação de autocarros articulados.
- Linha 3M (Aliados-Aeroporto) – eixo de Carvalhido/ Monte dos Burgos/ Maia – no serviço de madrugada, a partir da 1h00, tem frequência de 30 minutos até ao Araújo, e de 60 minutos até ao Aeroporto até cerca das 3h00. Entre as 3h00 e as 6h00, frequência de 30 minutos até ao Aeroporto. Afetação de autocarros articulados.
Términos no BOLHÃO (Rua do Bolhão) para as linhas 502/ 701/ 702/ 5M
- Linhas 701 (Bolhão-Codiceira) + 702 (Bolhão-Travagem) – eixo de Sta. Catarina/ Costa Cabral/ Afonso Henriques/ Alto da Maia – frequência reforçada para 15/15 minutos no eixo comum durante o serviço noturno, até à estação de Ermesinde. Serviço com autocarros articulados.
- Linha 5M (Aliados-Ermesinde) – frequência de 15 minutos durante a madrugada (após a 1h00).
Términos no BOLHÃO (Rua Sá da Bandeira) para as linhas 401/ 700/ V94/ 800/ 801/ 305/ 7M/ 8M
- Linhas 305, 401 e 700 efetuam o horário noturno habitual.
- Linha 800 (Bolhão-Gondomar) + 801 (Cordoaria-São Pedro da Cova) – eixos Baixa/ S. Roque/ Sta. Eulália – frequência combinada no eixo comum de 15 minutos até à 1h00. A partir dessa hora permanece a linha 800 com partidas alternadas com a linha 8M a cada 30 minutos até ao centro de Gondomar. Afetação de autocarros articulados.
- Linha 8M (Aliados-São Pedro da Cova) – eixo de Fernão Magalhães/ Areosa/ S. Roque/ Sta. Eulália) – oferta de 30 em 30 minutos na madrugada (combinada com a 800). Afetação de autocarros articulados.
- Linha 7M (Aliados-Valongo) eixos Bonfim/ S. Roque/ Alto da Serra/ Valongo – oferta de 40 em 40 minutos toda a madrugada. Afetação de autocarros articulados.
Alterações nas linhas provenientes de Vila Nova de Gaia 901/ 905/ 906/ 907/ 10M (a partir das 22:00)
- Linhas 901 (Trindade-Valadares) e 906 (Trindade-Madalena) – As linhas provenientes de Vila Nova de Gaia em operação terminarão na Avenida da República, junto à Câmara de Gaia, a partir das 22:00, pela R. General Torres, R. Daniel Serrão, Av. República. Entre as 19h e as 22h terminam na R. Alexandre Herculano, no Porto.
- Linha 905 (Bolhão-Monte da Virgem) – Frequência de 40 minutos até à Avenida da República. Entre as 19h e as 22h terminam na R. Alexandre Herculano, no Porto.
- Linha 907 (Boavista-Vila D’Este) – eixo (Vila d’Este/ Sto. Ovídio/ Gaia Shopping) – reforço da frequência para um intervalo de 15 minutos entre autocarros até à meia-noite, entre Vila d’Este e Sto. Ovídio, mantendo o serviço normal de 45 minutos ao Gaia Shopping.
- Linha 10M (Aliados-Vila D’Este) – eixo Av. República/ Sto. Ovídio/ Vila D’Este – Frequência de 20 minutos até cerca das 2h00 e de 40 minutos após essa hora.
Linhas que serão suprimidas
Devido aos impedimentos de trânsito, algumas linhas não irão operar no período noturno e madrugada, devendo a população optar pelas alternativas mais próximas.
- Linhas 500 e 900 – terminam o serviço às 19h30.
- Linha 904 – termina o serviço às 20h30.
- Linha 11M – Não circula na noite de São João.
Todas as paragens localizadas na Cordoaria, Carmo Pr. Liberdade, Aliados, S. Bento, D. João I, Ribeira e, em VN Gaia, na parte final da Av. da República e acessos à Ponte do Infante, estão, em face das alternativas acima explicadas, desativadas.
As demais linhas de autocarro operam conforme oferta habitual, quer no serviço noturno, quer no serviço de madrugada.

Elétricos
Em relação aos Elétricos, o serviço da linha 1 (Infante-Passeio Alegre) irá terminar mais cedo na sexta-feira, véspera de S. João, às 18h10. A linha 18 (Clérigos-Passeio Alegre) funciona sem alterações.
Todos os horários das linhas STCP encontram-se disponíveis para consulta nas paragens, no site www.stcp.pt ou através da Linha Azul STCP linhaazul@stcp.pt / 226 158 158.
- Aconselha-se sempre a consulta dos horários em tempo real das linhas STCP:
- Site STCP em: https://bit.ly/STCP-Horarios
- site explore.porto.pt
- QR Code na paragem
- Pode ser também usado o serviço SMSBUS (custo 0,25 cêntimos): enviar mensagem com o código da paragem para o número 68998.
Títulos de Transporte / Tarifário
Recomenda-se a compra antecipada do título de transporte para todas as viagens necessárias, na ida e regresso. O título Bilhete de Bordo pode ser adquirido à entrada dos autocarros (2,50€), em dinheiro ou através de MB WAY, válido para uma viagem na STCP. Nos autocarros de dois pisos da linha 500 o pagamento também pode ser feito com VISA.
Títulos válidos
– Títulos ocasionais Andante;
– Tarifa de bordo Agente Único (2,50€);
– Assinatura Andante que inclua as zonas a utilizar.
Imagens: STCP.
A Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.
Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes e Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.
Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.
No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados
. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.
. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.
. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.
. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.
. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.
. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.
. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.
Imagens: IMP.
Atualidade
Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal
Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.
Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.
A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.
No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.
Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.
Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.
Fotos: ARA.
Atualidade
Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação
Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.
Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.
O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.
Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.
A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.
É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.
O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.
Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.
Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.
Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.
Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.
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