Atualidade
Universidade do Minho realiza 25ª Semana de Direito
Joana Marques Vidal e Pedro Marques entre as três dezenas de oradores, e ontem houve simulação de julgamento
A Associação de Estudantes de Direito da Universidade do Minho (AEDUM) organiza a sua 25ª Semana de Direito, de 21 a 25 de fevereiro, em Braga e online, contando com três dezenas de oradores em debates, formações e painéis sobre temas atuais.
A sessão de abertura contou com a vice-reitora para a Cultura e Território, Joana Aguiar e Silva, a presidente da Escola de Direito da UMinho (EDUM), Cristina Dias, a presidente da AEDUM, Maria João Alves, e a diretora do Departamento de Formações da AEDUM, Beatriz Pereira. De tarde, decorreu a simulação de um julgamento na EDUM, tendo os alunos como intervenientes. Às 21h00, no Facebook da AEDUM, a tertúlia “Cinema Hollywood na Guerra Fria” juntou Gonçalo Almeida (cineasta), Renatho Costa (Universidade Internacional Al-Mustafa, Irão) e Pedro Jacob Morais (UMinho).
Para esta terça-feira, há quatro eventos: a formação “Direitos da vítima do crime”, dinamizada por Marta Mendes, da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (14h00, auditório nobre da EDUM); o café-debate “Privatização/nacionalização?” com os estudantes como intervenientes (às 16h00, no York Pub, junto à UMinho); a formação “Direito do Desporto”, dada por Patrícia Borges, árbitra e docente da UMinho, e Rafael Santos, da RC Advogados (18h00, plataforma Zoom); e a aula aberta “Requisitos da aplicação da desconsideração da personalidade”, por Rui Polónia, da UMinho (21h00, Facebook).
Na quarta-feira, às 10h00, o debate “Mulheres no direito e na política” junta Mia Negrão (Associação Portuguesa de Mulheres Juristas), Marta Queirós (Associação das Juízas Portuguesas) e Alexandra Vieira (deputada), no auditório nobre da EDUM. Este espaço acolhe, às 15h00, a formação “IA: automação e advogados do futuro”, por Rui Neves Ferreira (Nova Advogados), e, a partir das 18h00, na rede Zoom, há o ciclo de formações “Geopolítica e direito dos refugiados”, com Emellin de Oliveira (Nova Refugee Clinic), João Peixoto (ISEG), Vasco Malta (IOM Portugal) e Alexander Kpatue Kweh (refugiado).
Para quinta-feira, está marcado o painel “Segredo de justiça”, às 10h00, no auditório nobre da EDUM, com Wladimir Brito, professor jubilado da UMinho, e Joana Marques Vidal, presidente do Conselho Geral da UMinho e antiga procuradora-geral da República. Segue-se, às 16h00, no mesmo local, o encontro “Perspetiva jurídica, económica e política da saúde”, com os deputados André Coelho Lima e Eduardo Teixeira e os professores Joaquim Freitas da Rocha e Isa António, ambos da UMinho. O eurodeputado Pedro Marques e o professor Pedro Bacelar de Vasconcelos vão refletir, às 21h00, no Facebook da AEDUM, sobre “A posição portuguesa no quadro das relações europeias”.
Esse canal de Facebook recebe, na noite seguinte, também às 21h00, a tertúlia “Análise comparada do direito ambiental”, com Pedro Kinanga dos Santos (Universidade Agostinho Neto, Angola), Lidiane Carvalho (Nova Law Green Lab) e Carlos Abreu Amorim (UMinho). Ainda na sexta-feira, às 10h00, prevê-se a palestra online “Evolução dos mercados da eletricidade”, com João Lupi (Telles Advogados).
Para a presidente da AEDUM, Maria João Alves, esta Semana “vai contribuir para preparar os alunos para o mercado e, entre outras dinâmicas, para complementar algumas áreas que não são aprofundadas ao longo dos ciclos de estudos por falta de tempo”.

Fotos: UMinho.
Atualidade
Brasil: Mais de 32 mil pessoas estiveram presentes no “4.º Fliparacatu”
O “4.º Fliparacatu” – Festival Literário Internacional de Paracatu encerrou a sua edição de 2026 com 32.500 pessoas circulando pelo Centro Histórico do município mineiro, ao longo dos cinco dias de programação, de 26 a 30 de agosto. A maior parte das sessões de debates realizadas no auditório do Fliparacatu, alcançou o limite da lotação, estimado em 600 pessoas.
Prémio de Redação e Desenho
O Fliparacatu começou muito antes da abertura dos palcos. Com o apoio da Prefeitura de Paracatu, por intermédio da Secretaria de Educação, uma das suas principais forças, o Prémio de Redação e Desenho teve como tema: “Meu Lugar no Mundo”. O concurso contemplou diferentes faixas etárias, distribuídas entre categorias de redação e desenho, ampliando as possibilidades de participação de estudantes do ensino infantil, fundamental, médio e para jovens e adultos (EJA). Antes de os escritores chegarem à cidade, portanto, o Fliparacatu já estava dentro de praticamente todas as escolas, mobilizando alunos e professores em torno da leitura, da escrita, da imaginação e do pertencimento.
Programação diversa
Nesta edição, a curadoria apresentou uma estrutura “plural e robusta”, composta pelos cinco curadores: Afonso Borges, presidente do Fliparacatu; Calila das Mercês e Sérgio Abranches, curadores da programação Nacional/ Internacional; Daniela Prado, responsável pela curadoria local; e Rafael Nolli, que ficou por conta das atividades voltadas para o público infantojuvenil.
A grade de convidados trouxe um autor internacional, 31 autores de projeção nacional, 11 autores focados no público infantil e 24 autores locais. Além da programação oficial, o Fliparacatu abriu espaço direto para a produção independente, registrando o lançamento e a sessão de autógrafos de 105 autores autônomos (sem contar os 68 escritores da programação do Festival).
Sob o tema “Sertão em Nós: Meu Lugar no Mundo”, a quarta edição homenageou João Guimarães Rosa, pelos 70 anos de Grande Sertão: Veredas, e Milton Santos, no centenário de seu nascimento. A partir dessas duas referências, o Festival reuniu autores de diferentes gerações, origens, identidades, experiências e campos de atuação. Essa diversidade esteve nos próprios autores.
Mia Couto, Míriam Leitão, Bruna Lombardi, Jeferson Tenório, Eliana Alves Cruz, Geni Núñez, Alê Santos, Renato Noguera, Rita von Hunty, Bia Bracher, Cristovão Tezza, Jamil Chade, Noemi Jaffe, Paulo Scott, Natalia Timerman, Calila das Mercês, Sérgio Abranches, Ítalo Moriconi, Paulliny Tort, Sandra Menezes, Estevão Ribeiro e Taiane Santi Martins, entre muitos outros, dividiram a programação com escritores de Paracatu e da região. Autores negros, brancos e indígenas, mulheres e homens, escritores consagrados e novas vozes fizeram dos palcos um espaço de encontro entre diferentes experiências e maneiras de compreender o Brasil e o mundo.
A mesma diversidade apareceu nos temas. Partindo do sertão de Guimarães Rosa e do pensamento de Milton Santos sobre território e lugar, o Fliparacatu falou de literatura, memória e pertencimento, mas também de racismo, afrofuturismo, democracia, corpo, identidade, acessibilidade, amor, medo, desigualdade, tecnologia, meio ambiente, jornalismo, futuro e ficção especulativa. Questões íntimas conviveram com os grandes dilemas políticos, sociais e culturais da contemporaneidade.
O Festival também ampliou as formas de expressão, sendo literatura adulta e infantojuvenil, música, artes visuais, slam, batalha de rimas, tradição oral, bordado, oficinas e atividades educativas. A exposição “O Sertão de Portinari”, realizada em parceria com o Projeto Portinari, levou às ruas outra leitura do sertão brasileiro e de seus personagens, com reproduções de obras de Candido Portinari.
Números do “4.º Fliparacatu”
Os 32.500 participantes mostram a dimensão alcançada pelo Festival nas ruas e nos espaços de programação. O público mínimo de 250 pessoas e máxima de 600 pessoas, em todas as atividades, demonstra que o interesse não se restringiu aos nomes mais conhecidos, mas se distribuiu por autores, assuntos e linguagens muito diferentes.
O público pôde acompanhar um total de 68 atividades distribuídas por oito espaços temáticos do festival: a Livraria, a Central de Autógrafos, o Espaço Cerrado de Origem (Sebrae), o Quintal Casa Paracatu, a Academia de Letras do Noroeste de Minas, o espaço Fliparacatu da Gente, a Casa Kinross e o Auditório Fliparacatu, onde foram realizadas as principais atividades do evento. A programação do debate público e da formação literária contou com 28 mesas de debates nacionais e internacionais, 11 mesas locais, 17 mesas infantojuvenis, oito oficinas e quatro apresentações musicais. A valorização da economia da região também se materializou na ocupação comercial do evento, com sete stands no espaço do Sebrae e dez stands no Fliparacatu da Gente, voltados a produtores locais.
A complexidade e a grandiosidade da infraestrutura do Fliparacatu 2026 refletem-se nos indicadores técnicos de produção e montagem. O festival demandou 560 m² de área coberta com piso elevado e o manejo de mais de 38 toneladas entre estruturas, equipamentos e materiais diversos. O acabamento estético e de comunicação visual utilizou 380 m² de impressão digital, 2.900 metros lineares de revestimento em tecido e 560 m² de revestimento de piso. Apenas nas etapas de montagem e desmontagem, a equipe técnica contou com 21 profissionais dedicados, registrando 2.800 horas de trabalho com priorização da contratação de mão de obra local.
Em termos de geração de ocupação e dinamização econômica, o festival mobilizou diretamente uma equipe de 124 pessoas, abrangendo áreas de produção, comunicação, curadoria, administrativo, recepção de autores e acessibilidade, com presença de intérpretes de Libras. No ecossistema de prestação de serviços indiretos, foram mapeados, no mínimo, 110 profissionais atuando em frentes operacionais – incluindo 21 técnicos de montagem, 5 profissionais de livraria, 6 de restauração, 20 no espaço Fliparacatu da Gente, 14 no Sebrae, 19 seguranças, 10 profissionais de limpeza, 8 carregadores, 3 motoristas e 4 dedicados à locação de mobiliário.
Somados os quadros diretos e indiretos já catalogados, o Fliparacatu movimentou ao menos 234 profissionais na execução do projeto. Este indicador é parcial e tende a crescer com a consolidação dos dados de setores como a rede hoteleira, gráficas, serviços de transporte corporativo e fornecedores complementares da cadeia de turismo e eventos.
Além de palestras, debates, atividades culturais e apresentações musicais, a livraria, o coração de todo festival literário, teve seu destaque como grande atrativo. Foi montado um espaço de 220 m² dedicado à venda de livros no Fliparacatu, com títulos literários abrangendo diversos gêneros, como romance, poesia, ensaio, aventura, terror, crónica, biografia, infantojuvenil, entre outros. No total, foram vendidos cerca de cinco mil exemplares, distribuídos entre 1.500 títulos.
O balanço do “4.º Fliparacatu” pode, assim, ser compreendido, segundo os seus organizadores, por um movimento que começa antes e continua depois dos cinco dias de Festival: começa nas escolas, com o Prêmio de Redação e Desenho; ocupa o Centro Histórico com 32.500 pessoas e uma grande diversidade de autores e temas; e permanece aberto ao mundo, com todos os debates disponíveis gratuitamente no YouTube. Com investimento contínuo na formação de leitores e no fortalecimento do setor cultural, a 4ª edição do Festival Literário Internacional de Paracatu encerrou sua programação consolidando-se como um verdadeiro sucesso de público, crítica e mobilização comunitária.
4.º Fliparacatu
Em 2026, o Fliparacatu realizou sua quarta edição entre os dias 26 e 30 de agosto, homenageando dois dos maiores intelectuais brasileiros: João Guimarães Rosa, pelos 70 anos da publicação de Grande Sertão: Veredas, e o geógrafo Milton Santos, no centenário de seu nascimento.
Com curadoria de Sérgio Abranches, Calila das Mercês e Afonso Borges, além da programação local assinada por Daniela Prado e da curadoria infantojuvenil de Rafael Nolli, o festival reuniu escritores, jornalistas, artistas, educadores e pesquisadores para discutir literatura, democracia, meio ambiente, cidades, tecnologia, desigualdade, memória, identidade e os desafios do mundo contemporâneo.
Realizado pela Mentha Cultural, com patrocínio master da Kinross, por meio da Lei Rouanet do Ministério da Cultura, e apoio da Prefeitura de Paracatu e da Academia de Letras do Noroeste de Minas, o Fliparacatu aconteceu em diferentes espaços do Centro Histórico da cidade, aproximando autores, leitores e ideias em uma programação gratuita e aberta ao público.
A quarta edição do Fliparacatu é patrocinada pela Kinross, via Lei Rouanet do Ministério da Cultura, com o patrocínio da Caixa e apoio cultural da Prefeitura de Paracatu, Academia de Letras do Noroeste de Minas e Sebrae. Desde sua primeira edição, todas as atividades do Festival são gratuitas, acessíveis, transmitidas online pelo Youtube e estão alinhadas com os princípios do ESG (Ambiental, Social e Governança) e da ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) da ONU (Organização das Nações Unidas).
Todos os debates e mesas desta quarta edição foram transmitidos ao vivo, gravados e já se encontram disponíveis para ser assistidos, gratuitamente, no YouTube @fliparacatu. É um aspecto fundamental do projeto levar o encontro presencial imediatamente em acervo audiovisual, público e permanente. As conversas realizadas em Paracatu podem ser vistas, revistas, compartilhadas e aproveitadas por leitores, estudantes, professores e pesquisadores.
Ígor Lopes
Atualidade
Oeiras: “Semana do Brasil” regressa com 37 negócios unidos para celebrar a cultura brasileira
O centro histórico de Oeiras, a oeste de Lisboa, recebe, entre os dias 4 e 13 de setembro, a décima edição da “Semana do Brasil”, iniciativa que este ano apresenta a sua maior edição, reunindo 37 estabelecimentos comerciais numa programação dedicada à gastronomia, cultura e tradições brasileiras, com entrada gratuita e participação aberta ao público.
Promovido a partir de uma iniciativa que nasceu numa gelataria de Oeiras e que, ao longo dos anos, passou a envolver diferentes agentes do centro histórico e entidades dos dois lados do Atlântico, a “Semana do Brasil” teve a sua origem em 2016, durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, quando a gelataria Don Pavili criou uma série de sabores de gelado inspirados na doçaria e gastronomia brasileiras.
A iniciativa passou posteriormente a repetir-se anualmente em torno do dia 7 de setembro, data em que o Brasil assinala a sua Independência.
Em 2025, na nona edição, o projeto deixou de estar circunscrito à gelataria e avançou para o espaço público do centro histórico de Oeiras. A “Gatafunho Editora e Livraria”, a “Confraria do Polvo” e a “Frigideira Carioca” juntaram-se à iniciativa, que passou a integrar atividades culturais e propostas gastronómicas dirigidas aos visitantes da zona histórica.
O resultado dessa experiência conduziu à expansão do projeto em 2026, com a organização a procurar envolver comerciantes locais e instituições na preparação da décima edição.
Segundo a organização, o número de estabelecimentos envolvidos chegou este ano aos 37, numa mobilização que pretende transformar o Centro Histórico de Oeiras no ponto de encontro entre diferentes manifestações da cultura brasileira.
A programação da edição deste ano inclui a “reinterpretação dos clássicos da gastronomia brasileira”, acompanhada por iniciativas de música e entretenimento, com destaque para rodas de samba, concertos e espetáculos.
O programa contempla também palestras, apresentações literárias, contos narrados, artesanato, workshops e masterclasses.
Entre as propostas apresentadas pela organização está igualmente a valorização da gastronomia brasileira através de diferentes espaços comerciais, permitindo que a celebração se estenda para além de um único local e envolva diretamente os estabelecimentos que aderiram ao projeto.
A iniciativa mantém ainda uma dimensão de aproximação institucional e comunitária. A organização agradeceu o envolvimento da Associação Comercial e Empresarial dos Concelhos de Oeiras e Amadora (ACECOA), da Câmara Municipal de Oeiras, da União das Freguesias de Oeiras e São Julião da Barra, Paço de Arcos e Caxias e de outros parceiros, destacando ainda a existência de apoios provenientes de Portugal e do Brasil.
Ígor Lopes
Atualidade
Mário Constantino inaugurou Espaço Cidadão em Roriz
A freguesia de Roriz conta, desde sábado, 29 de agosto, com um Espaço Cidadão, reforçando a rede de atendimento de proximidade existente no concelho de Barcelos. O novo balcão foi inaugurado pelo presidente da Câmara Municipal, Mário Constantino Lopes, e pelo presidente da Junta de Freguesia de Roriz, Filipe Mendes.
Com a abertura deste novo serviço, o concelho passa a dispor de 27 Espaços Cidadão, permitindo à população tratar localmente de diversos assuntos relacionados com a Administração Pública, de forma mais cómoda e próxima, reduzindo a necessidade de deslocações a outros serviços.
Na ocasião, o presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Mário Constantino Lopes, destacou a importância da adesão das juntas de freguesia a esta estratégia de proximidade, considerando que a instalação destes balcões representa uma forma concreta de facilitar a vida às populações.
O autarca salientou que o Espaço Cidadão de Roriz permitirá tratar localmente de vários assuntos que, de outra forma, obrigariam a deslocações a Barcelos, Braga ou a uma Loja de Cidadão, considerando esta resposta “um passo de modernidade muito importante” e uma forma de colocar os serviços mais perto das pessoas.
Mário Constantino Lopes felicitou ainda a Junta de Freguesia de Roriz pela concretização do projeto e sublinhou que “cada vez mais, as juntas de freguesia e as câmaras municipais têm de estar ao serviço das pessoas, e a maneira de estar ao serviço das pessoas é aproximar os serviços das populações e facilitar-lhes a vida”.
O presidente da Câmara referiu também a intenção de continuar a reforçar os serviços disponibilizados à população de Roriz, nomeadamente através da possibilidade de instalação de um posto de correios e de um serviço relacionado com a EDP.
Por sua vez, o presidente da Junta de Freguesia de Roriz, Filipe Mendes, afirmou que a inauguração do novo Espaço Cidadão simboliza o cumprimento de um compromisso assumido com a população, no sentido de aproximar os serviços das pessoas e garantir um acesso mais cómodo e rápido a diferentes respostas da Administração Pública.
Filipe Mendes agradeceu a presença de todos e destacou que o novo balcão estará disponível não apenas para os habitantes de Roriz, mas para todos os cidadãos que dele necessitem.
Atendimento digital assistido
O Espaço Cidadão funciona como um balcão de atendimento técnico assistido, disponibilizando num único local acesso a diferentes serviços públicos digitais. Entre outros procedimentos, os cidadãos podem tratar de assuntos relacionados com a carta de condução, Autoridade Tributária, ADSE, emprego e formação profissional, alteração de morada do Cartão de Cidadão, Cartão Europeu de Seguro de Doença e e-fatura.
Além de facilitar o acesso aos serviços públicos e reduzir a necessidade de deslocações, estes espaços contribuem também para a promoção da literacia digital, através de um modelo de atendimento que apoia os cidadãos na utilização dos serviços digitais da Administração Pública.
O Espaço Cidadão de Roriz entrou em funcionamento no dia 31 de agosto, e está aberto às segundas e sextas-feiras, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00, e de terça a quinta-feira, das 10h00 às 13h00.
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