Atualidade
Solistas da Metropolitana contam “Estórias com Música”, de 23 a 26 de março

Uma coisa é ler uma estória, outra é escutá-la. E quem não gosta de ouvir uma estória bem contada? É por isso que, lendas e narrativas, sempre as houve e haverá. Servem para transmitir saberes, preservar costumes, romper a imaginação e acrescentar mundos à existência. São, também, uma maneira de sonhar. Por vezes, parece que a música nos conta estórias. Foram estas experiências que inspiraram os Solistas da Metropolitana de Lisboa a apresentar, nesta temporada, uma série de concertos de música de câmara, em que as letras se juntam às colcheias.
Assim, no projeto “Estórias com Música”, pelos Solistas da Metropolitana, será apresentado o “Era uma vez uma conversa” [Sessões para escolas], no próximo dia 23 de março, às 10h30 e às 14h30, no Teatro Luís de Camões.
Interpretarão:
François-Joseph Gossec – Lento, do Quarteto Op. 15, Nº 4
Giuseppe Maria Cambini – Minuetto graciozo, do Quarteto Nº 4
Simoni Dall Croubelis – Andantino e angloise, do Quarteto em Ré Maior
Mario Tedesco – Andante e minuetto, do Quarteto Nº 4
Alain Louvier – Bach
Richard Philips – 3 Peças
Jean-René Combes-Damiens – A Fábula da Libélula
Christel Rayneau – 4 Estações no Jardim.
Com Janete Santos na flauta, narração e comentários;Ana Pereira, no violino; Joana Cipriano na viola; e Ana Cláudia Serrão, no violoncelo.
De igual modo, o “A História do Soldado” [Sessões para escolas], dia 24 de março, às 10h30 e 14h30, no Teatro Luís de Camões.
Interpretarão:
Igor Stravinsky – A História do Soldado (libreto de C. F. Ramuz).
Com José Teixeira na narração; Nuno Silva no clarinete; Lurdes Carneiro no fagote; Sérgio Charrinho no trompete; Rui Fernandes no trombone; Fernando Llopis na percussão; José Pereira no violino; e Vladimir Kouznetsov no contrabaixo.
Outra “estória” será a “O Carnaval dos Animais” [Sessões para famílias], dia 25 de março, às 11h30 e 16h30, no Teatro Luís de Camões, e dia 26 de março, às 16h00, na Igreja do Castelo, em Sesimbra (entrada livre).
Interpretarão:
Georges Bizet – Jogos de Crianças (transc. de G. Davies)
Camille Saint-Saëns – O Carnaval dos Animais (transc. de D. Bussik)
Com Nuno Inácio na flauta, narração e comentários; Carla Pereira no oboé; Jorge Camacho no clarinete; Rafaela Oliveira no fagote; e Jérôme Arnouf na trompa.
Por fim, o “Álbum para Crianças” [Sessões para famílias], dia 25 de março, às 16h00, na Igreja do Castelo (Sesimbra), com entrada livre, e dia 26 de março, às 11h30 e às 16h30, no Teatro Luís de Camões.
Interpretarão:
Piotr Ilyich Tchaikovsky – Álbum para Crianças (transc. para quarteto de cordas de L. Sauter).
Com Rui Campos Leitão na narração e comentários; Anzhela Akopyan e Daniela Radu nos violinos; Andrei Ratnikov na viola; e Tiago Mirra no violoncelo.
Imagem: OML.
Atualidade
“Méduse” chega ao MUSCARIUM#11 – Festival de Artes Performativas em Sintra
Depois de passar pelo Festival d’Avignon

O coletivo francês Les Bâtards Dorés estará em Portugal, pela primeira vez, para apresentar o espetáculo “Méduse”, no âmbito do MUSCARIUM#11 – Festival de Artes Performativas em Sintra, organizado pelo teatromosca.
Duplamente premiado no Festival Impatience, em Paris, (Prémio do Júri e do Público) e apresentado, em 2018, no prestigiado Festival d’Avignon, onde foi considerado um dos espetáculos-sensação daquela edição, “Méduse” reabre o processo referente ao naufrágio da Medusa – um dos desastres marítimos mais infames do século XIX. A tragédia atraiu atenção internacional, não apenas pela sua importância política, mas também pelo sofrimento humano e significativa perda de vidas que envolveu. O episódio foi igualmente perpetuado na célebre obra “A Balsa da Medusa”, de Théodore Géricault.
Em “Méduse”, o coletivo francês encena um julgamento que dista 200 anos deste naufrágio: um duelo verbal onde se procura encontrar culpados, uma resposta, uma explicação para os acontecimentos e questiona se será possível formular um julgamento sem se ter vivido a experiência. A partir desse questionamento, a dramaturgia desmorona-se para dar lugar à performance e à experimentação. Longe da História e das suas versões oficiais, Les Bâtards Dorésmergulharão com o público no abismo.
Ainda dentro do MUSCARIUM#11, este jovem coletivo francês também mergulhará no início do processo de criação do espetáculo “Matadouro” em coprodução com o teatromosca, com banda sonora original de The Legendary Tigerman e estreia marcada para 2026. Afirmando a aposta na internacionalização, o teatromosca estará, do mesmo modo, a trabalhar na coprodução que une a companhia de dança finlandesa Kekäläinen & Company, a companhia de dança da Galiza, Colectivo Glovo, e a companhia de teatro Leirena Teatro, de Leiria, “Conversas com Formigas”, que estreará igualmente em 2026.
Celebrando a francofonia, a décima primeira edição do MUSCARIUM contará ainda com mais dois espetáculos de companhias francesas, “éMOI”, de Tiphaine Guitton, pela Petite Compagnie, e “L’Invention du Printemps“, pela La Tête Noire – La Compagnie.
Em 2025, o festival estende-se até à Alliance Française de Lisboa, onde decorrerá um encontro dedicado à criação teatral contemporânea francesa e onde poderá ser visitada a exposição “Micro-Folie”, uma experiência digital que junta mais de cinco mil obras de arte de diferentes instituições culturais.
O MUSCARIUM#11 decorrerá de 1 a 21 de setembro, em vários espaços do concelho de Sintra e reunirá artistas e companhias como a Imaginar do Gigante, MUSGO Produção Cultural, Krisálida, Mia Meneses,María de Vicente e Tristany Munduque apresentará um concerto-performance único na emblemática Sala da Música do Palácio de Monserrate.
A programação completa do MUSCARIUM#11 poderá ser consultada em www.teatromosca.com e inclui espetáculos de teatro, dança, música, performance, debates, lançamentos de livros, conversas e encontros entre públicos e artistas. Destaque para o debate sobre o futuro da cultura em Sintra, no âmbito das eleições autárquicas 2025 e que terá a presença dos principais candidatos e candidatas à presidência da Câmara Municipal de Sintra.
Os bilhetes para os espetáculos já se encontram à venda na BOL e locais habituais, com valores que variam entre os 5 € e 7 €. O concerto-performance de Tristany Mundu tem o valor único de 12 €. Os ensaios abertos, debates, lançamentos de livros, encontros e a festa de encerramento do festival são de entrada livre.
Imagem: DR.
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Torne-se amigo da Metropolitana de Lisboa na temporada 2025/2026

A Metropolitana de Lisboa, criada em 1992, desenvolve um projeto único no contexto nacional e muito raro no panorama internacional. Assenta o seu valor numa atuação transversal, cruzando o ensino especializado com a prática da música. Uma orquestra (OML) e três escolas (Conservatório de Música, Escola Profissional e Academia Nacional Superior de Orquestra) dão corpo a este projeto musical de eleição, que tem vindo a formar centenas de músicos profissionais.
O quotidiano da Metropolitana caracteriza-se pela convivência de diferentes gerações num mesmo edifício (a sua sede, instalada no edifício da antiga Standard Eléctrica, em Lisboa), com a energia inerente à intensa partilha musical entre alunos, professores, músicos profissionais e funcionários administrativos.
Para que este projeto possa consolidar-se e crescer, não basta a atividade que todos eles desenvolvem. A música que fazemos tem como destinatário o público. Sem ele, a nossa missão ficaria incompleta; com ele, ainda podemos fazer mais.
Junte-se aos Amigos da Metropolitana, um grupo de associados que, através do seu contributo e da sua presença, é chamado a participar ativamente na vida da instituição.
Imagem: ML.
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Barcelos recebe o XXIV Congresso Mundial de Saúde Mental
De 30 de outubro a 1 de novembro de 2025

O Município de Barcelos, a Coordenação Nacional das Políticas de Saúde Mental e a World Federation for Mental Health anunciaram a realização, pela primeira vez em Portugal, do Congresso Mundial de Saúde Mental, evento de referência internacional com mais de sete décadas de história.
O congresso terá lugar em Barcelos, Capital Mundial da Saúde Mental, entre os dias 30 de outubro e 1 de novembro de 2025, e será subordinado ao tema: “Mental Health and Social Sustainability: A Whole Society and Community Based Approach”.
A iniciativa tem como objetivo reunir especialistas, académicos, profissionais de saúde, representantes institucionais e organizações da sociedade civil, promovendo uma abordagem transversal e colaborativa aos atuais desafios da saúde mental à escala global.
Encontram-se, atualmente, abertas as inscrições para a submissão de abstracts, bem como as inscrições gerais para participação no congresso. Até ao dia 8 de agosto de 2025, esteve disponível uma tarifa reduzida para todos os participantes.
Todas as informações detalhadas sobre o congresso, prazos e procedimentos de inscrição estão disponíveis no site oficial: https://wfmhcongress2025.com.

Imagem: CMB.
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