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Detidos por tráfico de estupefaciente em Loures

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O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da Divisão de Investigação Criminal, no dia 5 de abril, pelas 17h20, na freguesia da Pontinha, procedeu à detenção de dois homens, com 17 e 22 anos, por serem suspeitos da prática do crime de tráfico de estupefaciente.

Num local conotado com a transação e consumo de estupefaciente, os Polícias, em patrulhamento normal, aperceberam-se de uma transação de estupefaciente e, durante a abordagem, localizaram e apreenderam aos suspeitos 139,48 doses individuais de haxixe, 5.71grs de liamba, a quantia monetária de 89 euros, uma arma de fogo e seis munições de calibre .22, motivo pelo qual foram os mesmos detidos.

De referir que, anteriormente e naquele local, já foram detidos vários indivíduos, bem como apreendido diverso produto estupefaciente, estando a PSP atenta a fenómenos desta índole. 

O detido foi presente ao Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Norte – Loures, com vista a ser sujeito a interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de apresentações semanais.

Foto: PSP.

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Luso: “IV Fórum Económico das Beiras” coloca “investimento, financiamento e internacionalização” em foco na estratégia para o desenvolvimento da Região Centro de Portugal

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A Câmara de Comércio da Região das Beiras (CCRB) realiza, no próximo dia 12 de setembro, no Grande Hotel de Luso, região Centro de Portugal, a quarta edição do “Fórum Económico das Beiras”, este ano subordinada ao tema “Diplomacia Económica, Capital e Inovação: O Território do Centro nas Rotas Globais de Investimento”. O encontro decorre entre às 08h30 e às 19h e pretende “assumir-se como plataforma de ligação entre empresas, decisores políticos, instituições financeiras, organismos públicos e estruturas internacionais”, com foco na “captação de investimento, no acesso ao financiamento e na internacionalização da economia regional”.

A edição de 2026 marca uma nova etapa no percurso do fórum. Depois de encontros dedicados às oportunidades de desenvolvimento regional, às energias renováveis e à transição digital, a CCRB direciona agora a discussão para a integração da Região Centro nas redes internacionais de capital e comércio. A própria organização enquadra o “IV Fórum” como um “catalisador de financiamento bancário, investimento e alianças internacionais”.

Para Ana Correia, presidente da Câmara de Comércio da Região das Beiras, esta edição pretende “reforçar a ligação do território aos centros de investimento e decisão”. Esta responsável afirma que o “IV Fórum Económico das Beiras” representa “mais um passo na construção de uma região conectada com essas estruturas”, acrescentando que o objetivo passa por “transformar contactos em parcerias, conhecimento em inovação e relações internacionais em oportunidades concretas para as empresas e para o território”.

Ana Correia sublinha ainda que o encontro vai funcionar como “impulsionador de capital, financiamento e alianças internacionais para a Região Centro”. Segundo a presidente, o programa está estruturado em quatro eixos: “capital e resiliência, banca e financiamento, diplomacia económica e inovação, inteligência artificial e capacitação das empresas para a internacionalização através de tecnologias avançadas”.

A sessão de abertura será dedicada à “Visão Estratégica, Geopolítica de Investimento e Coesão Territorial”. Ana Correia fará o enquadramento institucional do encontro e da estratégia de internacionalização da CCRB. Estão igualmente previstas intervenções de António Franco, presidente da Câmara Municipal da Mealhada, João Diniz, chairman do Grande Hotel de Luso, e Ribau Esteves, presidente do Conselho Regional do Centro da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro. O papel da Região Centro na atração de investimento, na coesão territorial e na internacionalização das empresas será um dos pontos de partida do programa.

O primeiro painel será dedicado à “Resiliência, Mecenato e Risco”, sob o eixo “Guerra ao Risco, Reconstrução e Atração de Capital ESG”. Moderada por Filomena Pinheiro, vice-presidente da Câmara Municipal da Mealhada, a sessão contará com Anabela Freitas, vice-presidente do Turismo do Centro de Portugal, Rogério Hilário, vice-presidente do Conselho Empresarial do Centro, e Paulo Fernandes, coordenador da Estrutura de Missão para a Reconstrução da Região Centro. O debate deverá abordar financiamento de impacto, incentivos fiscais, mecenato empresarial e ambiental, reconstrução e capacidade dos territórios para captar investimento em contextos de risco.

Às 11h25, o financiamento empresarial passa para o centro da agenda com o painel “A Banca e o Financiamento aos Novos Investidores”. Moderada por Agostinho Franklin, diretor do “Diário As Beiras”, a sessão junta Teresa Fiúza, administradora executiva do Banco Português de Fomento, João Leal, sénior director do Banco Santander Portugal, Nuno Santos, presidente do Conselho de Administração da Caixa de Crédito Agrícola da Beira Baixa Sul, e Carlos Gomes Nogueira, CEO da Europartners e presidente da FACAM. Entre os temas previstos encontram-se linhas de crédito, garantias mútuas, financiamento à internacionalização e formas de reduzir a perceção de risco associada ao investimento em territórios de baixa densidade, incluindo a valorização de ativos agroalimentares e tecnológicos.

Durante a tarde, o fórum amplia a discussão para os mercados internacionais. A partir das 14h45, o painel “Diplomacia Económica e Grandes Mercados” terá José Maria Costa, presidente do Conselho Consultivo da CCRB e antigo secretário de Estado da Economia e do Mar, como keynote speaker. A sessão, moderada pelo advogado Wilson Bicalho, será centrada no “Eixo Atlântico, na diáspora e na lusofonia”. Participam Rui Gomes da Silva, presidente do Conselho de Administração da Câmara de Comércio e Indústria Árabe-Portuguesa, Y Ping Chow, presidente da Câmara de Comércio Portugal-China e Mário Simões, presidente da Comissão Executiva da CE-CPLP. A presença destas estruturas empresariais coloca no mesmo espaço ligações económicas com geografias europeias, árabes, asiáticas e lusófonas.

Para a CCRB, este cruzamento “assume relevância na tentativa de transformar a diplomacia económica numa ferramenta de internacionalização para empresas da Região Centro”.

A “inovação e a inteligência artificial” entram no programa às 16h15, com o quarto painel, dedicado à “Inovação, IA e Capacitação Exportadora”, sob o conceito “Internacionalização 4.0”. Moderada por Carlos Martinho, a sessão terá intervenções de Renan Santana, CEO da PRTE e  head de Inovação da Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (ACIEG), Nuno Gonçalves, vice-presidente do IAPMEI, e Pedro Inácio, vice-reitor para a Estratégia Digital, Gestão da Informação e dos Recursos Humanos, responsável pelo Gabinete de Cibersegurança e Proteção de Dados e docente do Departamento de Informática da Universidade da Beira Interior. O objetivo passa por “discutir de que forma tecnologias avançadas, competências digitais, inteligência artificial e cibersegurança podem ser incorporadas nos processos de expansão internacional das empresas”.

Outro dos momentos institucionais do “IV Fórum” está previsto para às 17h30, com a assinatura de protocolo de cooperação entre a CCRB e o IAPMEI.  Esta componente procura “criar mecanismos de cooperação ligados ao financiamento, desenvolvimento regional, apoio empresarial, turismo e internacionalização”.

O encerramento dos trabalhos ficará a cargo de Miguel Salgueiro Meira, presidente da Mesa da Assembleia Geral da CCRB.

“A importância desta quarta edição reside na tentativa de aproximar, num único programa, alguns dos principais fatores que condicionam a capacidade competitiva da Região Centro: financiamento, atração de capital, inovação, acesso a mercados, redes internacionais e capacitação empresarial. A proposta da CCRB procura ligar internacionalização, banca, diplomacia económica, tecnologia e instituições públicas numa mesma agenda, criando condições para que as empresas da região possam estabelecer novos contactos, identificar instrumentos de financiamento e ampliar relações comerciais”, referiu Ana Correia.

O “IV Fórum Económico das Beiras” realiza-se no Grande Hotel de Luso, na Mealhada, com receção dos participantes a partir das 08h30. A participação, incluindo almoço, tem um valor anunciado de 60 euros para associados da CCRB e de 88 euros para o público em geral. As inscrições decorrem até 10 de setembro através do link: https://forms.gle/TDWh91qbfny42B1E9

O encontro conta com organização da Câmara de Comércio da Região das Beiras e apoio institucional do Município da Mealhada, do Turismo do Centro de Portugal e do Grande Hotel de Luso.

Ígor Lopes

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“Espaço Cordel e Repente” leva literatura popular à 28ª Bienal do Livro de São Paulo

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A literatura de cordel, o repente, a xilogravura e outras expressões da cultura popular brasileira ganharão espaço de destaque na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 4 a 13 de setembro, no Distrito Anhembi, Brasil.

Integrado aos 11 espaços temáticos do evento, o “Espaço Cordel e Repente” reunirá autores, artistas e pesquisadores em uma programação que inclui lançamentos, declamações, oficinas, contação de histórias, música, teatro de bonecos e encontros com escritores.

A programação é coordenada por Lucinda Marques, diretora-presidente da Editora IMEPH. À frente do espaço desde 2016, esta empresária e gestora cultural chega à quinta edição do projeto levando para a Bienal representantes de diferentes regiões do Brasil e fortalecendo a presença da literatura popular no principal evento literário do país.

Mais do que apresentar livros, o espaço cria oportunidades para que autores e artistas populares ampliem a circulação das suas obras e estabeleçam contacto direto com leitores e profissionais do mercado editorial. A programação valoriza tanto novos talentos quanto nomes consagrados, reafirmando o cordel como “uma manifestação cultural viva, contemporânea e capaz de dialogar com diferentes gerações”.

Para a coordenadora, a criação de um espaço dedicado ao cordel e ao repente representa também o “reconhecimento da importância dessas manifestações dentro do cenário literário nacional”. A iniciativa amplia a visibilidade dos artistas, aproxima diferentes públicos e contribui para a preservação e renovação da cultura popular brasileira.

Destaque para cultura nordestina

A programação começa no dia 4 de setembro, com abertura conduzida por Lucinda Marques e convidados, seguida de apresentação de Chambinho do Acordeon. Ao longo dos dez dias, o público poderá acompanhar lançamentos, declamações, contações de histórias, apresentações musicais, encontros literários e espetáculos de repente.

Entre os destaques está o lançamento de “70 Anos Grande Sertão: Veredas”, de João Gomes Sá, além da participação de nomes como Moreira de Acopiara, Daniel Yehudi, Tião Simpatia, Manoel Cavalcante, Mariane Bigio, Paulo de Tarso, Maciel Melo, Socorro Lira, Cacá Lopes, Del Feliz e Pedro do Cordel, entre outros representantes da literatura e da música popular.

Música dá tom ao espaço

O “Espaço Cordel e Repente” terá ainda, dia 10 de setembro, quinta-feira, das 18h às 19h, um pocket show de Mayana Neiva, sob o tema “TÁ TUDO AQUI DENTRO”. Mayana Neiva é uma multiartista brasileira nascida em Campina Grande, Paraíba, atua como atriz, cantora, escritora e diretora. A sua trajetória académica e artística inclui formação em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e estudos de drama na Universidade de São Francisco, na Califórnia. É autora do livro infantil “Sofia”, publicado em 2011. Foi Miss Paraíba em 2003 e ficou conhecida nacionalmente por interpretar a modelo “Desireé”, em “Ti Ti Ti”, “Maria do Amparo”, em “Amor Eterno Amor”, “Leandra”, em “O Outro Lado do Paraíso”, e a delegada “Carolina Ramalho”, na série “Rotas do Ódio”.

A xilogravura, uma das linguagens mais tradicionais ligadas ao cordel, também terá presença marcante. A programação inclui a oficina “A Arte da Xilogravura”, com Nireuda Longobardi, além de encontros sobre a formação do xilogravurista e atividades dedicadas à obra de J. Borges.

Literatura, memória, inclusão e identidade também estarão entre os temas abordados. O público poderá acompanhar discussões como “Belchior: a construção de um mito na literatura de cordel”, apresentada por Alberto Perdigão, e “Toda cicatriz tem uma história para contar”, com Pollyana Gama e Camila Castro. O Coletivo Teodoras do Cordel apresentará ainda o espetáculo “Minha voz ecoa o grito da minha ancestralidade”.

Novas vozes e formação de leitores

A formação de leitores terá espaço especial na programação, com a participação de crianças e adolescentes entre os autores convidados. As atividades infantis e as sessões de contação de histórias contarão com nomes como Amélia Albuquerque, Andrea de Sousa, Erica Montenegro, Mariane Bigio e Lu Chamusca.

Autores publicados pela Editora IMEPH estarão entre os participantes, ao lado de escritores e artistas ligados a outros selos e projetos literários. A diversidade de convidados, segundo a organização do espaço, “amplia o diálogo entre diferentes gerações e linguagens, reunindo literatura, oralidade, música, ilustração e memória”.

As atividades encerram-se no dia 13 de setembro, com contação de histórias, o encontro “Afinal, o que é cordel?”, conduzido por Daniel Yehudi, e apresentações artísticas. As declamações estarão presentes diariamente, mantendo viva a tradição da palavra falada e sua conexão com a música e a literatura.

Com 86 mil metros quadrados, 269 expositores, cerca de 350 autores nacionais e internacionais e 3.450 horas de programação, a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 4 a 13 de setembro, estima receber mais de 700 mil visitantes.

“Nesse cenário, o “Espaço Cordel e Repente” chega para reafirmar a força da cultura popular e ampliar o lugar do cordel na cena literária contemporânea”, finalizou Lucinda Marques.

Saiba mais sobre o evento em: https://www.bienaldolivrosp.com.br/pt-br.html

Ígor Lopes

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Belo Horizonte: Tarcísio Costa recebe comenda “Mérito Cívico” pelo trabalho desenvolvido em “prol da cultura e da identidade mineiras”

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O assessor da Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil – Minas Gerais, Tarcísio Costa, recebeu, no dia 9 de agosto, a comenda “Mérito Cívico”, atribuída, por intermédio do senescal estadual Muryllo Alvarenga, pela Sereníssima Ordem de Cavalaria Militar Padre Anchieta em reconhecimento pelo trabalho desenvolvido por Tarcísio Costa nas áreas da “cultura, do turismo, da preservação do património e da valorização da identidade histórica de Minas Gerais”.

A cerimónia decorreu no Clube dos Oficiais da Polícia Militar e dos Bombeiros, em Belo Horizonte, e reuniu autoridades, membros da Ordem, representantes de instituições civis e militares e personalidades reconhecidas pelos serviços prestados à sociedade mineira.

A distinção foi entregue durante a encenação da Batalha de Ourique, episódio de relevância para a história portuguesa tradicionalmente associado à afirmação de D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, e ao processo de formação do Reino de Portugal.

Em declarações à Agência Incomparáveis, Tarcísio Costa relacionou a distinção com o trabalho que tem desenvolvido na aproximação entre Minas Gerais e Portugal, explicando que a ligação da Ordem ao universo português contribuiu para a atenção dirigida ao seu percurso.

“A Sereníssima Ordem da Cavalaria do Padre Anchieta tem uma ligação muito forte com os Templários em Tomar, em Portugal. E, por causa da minha atuação na Câmara como assessor de Comunicação da Presidência, a entidade se interessou pelo meu trabalho e decidiu dar-me essa distinção de mérito cívico”, explicou.

Apesar de reconhecer que prefere “manter uma posição discreta”, Tarcísio Costa admitiu ter recebido a homenagem com “satisfação”, sobretudo por considerar que a “distinção está relacionada com uma atividade que faz parte do seu percurso e das suas convicções”.

“Fiquei extremamente lisonjeado porque é estranho, mas estranho no bom sentido, receber uma homenagem por fazer aquilo que eu gosto, que é promover as relações culturais, históricas, socioeconómicas entre Minas Gerais e Portugal”, vincou.

Nesse percurso, este responsável destacou a identificação com os objetivos da instituição, centrados no reforço das relações entre Minas Gerais, o Brasil e Portugal.

“Eu visto a camisola, como se diz em português de Portugal, da Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil em Minas Gerais, que tem como objetivo estreitar cada vez mais os laços que unem Minas Gerais e não só, o Brasil, e Portugal”, defendeu.

A aproximação entre os dois países, segundo Tarcísio Costa, deve também passar pela “valorização dos elementos que aproximam as respetivas sociedades, numa altura em que os debates públicos e as redes sociais são frequentemente marcados por discursos de confronto”.

“Quando você entra na internet há muita retórica odiosa, negativa, de parte a parte. Há xenofobia, há racismo, preconceito contra os brasileiros em Portugal, há brasileiros que dizem, ‘devolvam o ouro’, enfim, todo esse discurso negativo, que não leva a absolutamente nada”, lamentou. Perante esse cenário, defendeu uma abordagem centrada na cooperação e na construção de relações com resultados concretos para as comunidades dos dois lados do Atlântico.

“Eu acho que nós temos que focar no que é positivo entre os dois países. Se nós nos unirmos ou se nós nos uníssemos mais, Brasil e Portugal, as coisas seriam muito melhor em vários níveis, para os dois países, para as populações”, enfatizou.

“Esse discurso odioso sempre vai existir, sempre vão existir as pessoas negativas, com espírito destruidor, mas eu quero construir pontes e elos que nos ligam, não só elos afetivos, mas elos efetivos, coisas que realmente tragam benefícios para Minas e para Portugal”, apontou.

Entre os exemplos desse trabalho, Tarcísio Costa destaca o “Jantar dos Sete”, iniciativa criada no âmbito da Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil – Minas Gerais e associada às celebrações do Dia da Independência do Brasil, a 7 de setembro, que reunirá “sete pratos, sete chefes, sete vinhos, às sete horas da noite” no Palácio D’Ouro, em Ouro Preto, no estado de Minas Gerais. A iniciativa integra ainda uma componente de responsabilidade social, uma vez que os bens destinados ao leilão são doados à Câmara e as receitas revertem para uma instituição de apoio social. Este ano, segundo Tarcísio Costa, o valor arrecadado será destinado à Sociedade de São Vicente de Paulo, organização que desenvolve ações de apoio a crianças, idosos e jovens em situação de vulnerabilidade social.

Ao relacionar esta iniciativa com a sua visão sobre as relações entre Portugal e Brasil, Tarcísio Costa reforçou a importância de “transformar encontros culturais, económicos e institucionais em ações com impacto direto na sociedade”.

No balanço da homenagem, Tarcísio voltou a destacar o caráter especial da distinção e a satisfação por ver reconhecido um trabalho que considera parte da sua missão enquanto assessor da Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil – Minas Gerais.

“É o meu testemunho, senti-me, claro, muito lisonjeado e muito honrado ao receber esta medalha de mérito cívico”, finalizou Tarcísio Costa.

Ígor Lopes

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