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Conhecidos os vencedores do Prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio 2022

Personalidade do Ano da Economia Social 2022 atribuído, ex-aequo a Augusto Flor e a Deolinda Meira (Carreira) e a João Semedo Tavares, fundador da Academia do Johnson (Capacidade Empreendedora)

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A Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES) divulgou os vencedores do Prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio 2022.

O Prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio, criado pela CASES em 2012, destina-se a homenagear as pessoas singulares e coletivas que, em cada ano, mais se tenham distinguido em domínios relevantes para a Economia Social, contando com cinco categorias e um Prémio de Honra, dividido em duas subcategorias.

Na categoria de Inovação e Sustentabilidade, a presente edição premiou, ex-aequo, a Associação Espaço t com o projeto Brigadas Espaço t, que leva ateliês artísticos e lúdico-terapêuticos a cerca de 50 lares e centros de dia dos concelhos do Porto, Matosinhos e Maia, como forma de inclusão e diminuição do isolamento, e a  Mundo a Sorrir com o projeto Centro de Apoio à Saúde Oral – C.A.S.O., que presta intervenções médico-dentárias e acompanhamento psicossocial a populações socioeconomicamente vulneráveis, residentes nos concelhos do Porto, Braga, Lisboa e Cascais. Foram, ainda, atribuídas duas menções honrosas, uma ao Centro Humanitário de Tavira – Cruz Vermelha Portuguesa, com o projeto Info.Cuidador e outra à VERDE – Associação para a Conservação Integrada da Natureza com o projeto Carbono Biodiverso.

Na categoria de Estudos e Investigação foi premiada Sílvia Ferreira et al. com o estudo Trajetórias Institucionais e Modelos de Empresa Social, o qual contribui para o conhecimento do significado, perfil, contexto institucional e papéis das Empresas Sociais em Portugal, de modo a ajudar a fortalecer o seu papel na resolução de problemas sociais e societais. Foram, ainda, atribuídas três menções honrosas a Ana da Silva Costa, com o estudo Divulgação Voluntária da Informação e Sustentabilidade: Estudo Aplicado às IPSS Portuguesas; Francisco do Adro, com o estudo Empreendedorismo, Inovação e Performance nas Organizações Sem Fins Lucrativos Portuguesas; e José Henriques, com o estudo As Cooperativas de Distribuição de Água do Sul do Concelho de Paredes.

Na categoria de Estudos e Investigação na Lusofonia foi premiada Isabela Moreira et al. com o estudo Papéis e Desafios das Cooperativas da Agricultura Familiar no Processo de Implementação do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) em Cidades de Minas Gerais, Brasil, cujo objetivo foi compreender os desafios e os papéis assumidos pelas cooperativas e associações da agricultura familiar no processo de compra governamental de alimentos por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) brasileiro. Foi, ainda, atribuída uma menção honrosa a Alan Freitas et al. pelo estudo Tripla Natureza das Cooperativas do Setor Mineral: Desvelando as Características da Gestão Social, Econômica e Ambiental.

Na categoria de Trabalhos Jornalísticos venceu Catarina Marques pela reportagem Eu, a minha mochila e mais nada! (SIC), a qual promove o debate sobre o acolhimento de crianças em risco e alerta para o facto de Portugal ser o país da Europa com maior percentagem de crianças em perigo colocadas em instituições. Foi, ainda, atribuída uma menção honrosa a Maria João Morais, pelo artigo Fratellini: no Monte da Caparica fabricam-se gelados que transformam vidas.

Na categoria de Trabalhos de Âmbito Escolar, a presente edição premiou, ex-aequo, o Agrupamento de Escolas de Alcanena com o projeto CurtAlgas – projeto de desenvolvimento de um produto de origem 100% natural, com extratos de algas, em substituição de produtos químicos tóxicos processo de curtimenta do couro, e o Agrupamento de Escolas de Vagos com projeto AE VAGOS: uma escola que também é clube náutico – projeto promotor da criação de um Centro de Formação Desportiva de Desportos Náuticos (CFD), integrado como subprograma do projeto de Desporto Escolar.

O Prémio de Honra Personalidade da Economia Social 2022, na subcategoria Honra à Carreira, foi atribuído, ex-aequo, a Augusto Máximo Flor e a Deolinda Meira. Na subcategoria Honra à Capacidade Empreendedora foi atribuído a João Semedo Tavares, fundador da Academia do Johnson. Johnson, como era conhecido, faleceu aos 50 anos, no dia 30 de novembro de 2022, vítima de doença prolongada. Até ao último momento, trabalhou e esteve presente diariamente na Academia, acompanhando crianças e jovens num trabalho de prevenção precoce e intervenção multidisciplinar, em rede com escolas, pais, comunidade, e setor público, social e privado. A sua memória irá perpetuar-se através do seu legado.

A Cerimónia Pública de entrega do Prémio terá lugar no primeiro trimestre de 2023, em lugar e data ainda a definir.

Imagem: CASES.

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FAD reforça rede internacional em encontro realizado em Viseu

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A Federação das Associações da Diáspora (FAD) realizou, nos dias 8 e 9 de agosto, no Solar dos Peixotos, em Viseu, o 4.º Encontro de Dirigentes Associativos. A iniciativa, acompanhada pela reportagem da Agência Incomparáveis, reuniu responsáveis de organizações ligadas às comunidades portuguesas no estrangeiro, autarcas, representantes políticos e membros dos órgãos sociais da Federação.

A sessão de abertura contou com a participação do presidente da Direção da FAD, Fernando Cabaço, do presidente da Assembleia Geral, José Ernesto Silva, do presidente da Assembleia Municipal de Viseu, José Mota Faria, e do presidente da Câmara Municipal de Viseu, João Azevedo. A moderação esteve a cargo do primeiro secretário da Federação, João Paulo Rocha.

Os trabalhos centraram-se na preparação de um novo encontro de dirigentes associativos, previsto para 2027, na criação de uma rede de mandatários nos países de acolhimento e na discussão do regulamento interno. Foram também analisadas formas de melhorar a articulação entre associações com diferentes dimensões, áreas de intervenção e contextos geográficos.

Durante o encontro, a FAD nomeou mandatários encarregados de divulgar a Federação nos respetivos países, promover a adesão de associações e funcionar como pontos de contacto com a direção. A rede pretende ainda abranger comunidades portuguesas na Europa, América do Norte, América do Sul, Ásia e Oceânia.

O programa incluiu a assinatura de dois protocolos de cooperação com a Câmara de Comércio e Indústria Luso-Balear e a Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto. No domingo, dia 9, foram entregues os estatutos e lembranças aos participantes, seguindo-se uma visita à sede da Confraria de Saberes e Sabores da Beira Grão Vasco, entidade ligada à organização do encontro e à promoção da cultura, da gastronomia e das tradições das Beiras.

Em declarações à nossa reportagem, o presidente da Direção da FAD, Fernando Cabaço, residente em Palma de Maiorca, Espanha, considerou que a quarta edição demonstrou o interesse das organizações no trabalho federativo.

“Foi talvez um dos melhores encontros. Esperávamos mais alguns dirigentes, mas os que vieram demonstraram o interesse que existe na Federação. Isso dá-nos esperança no trabalho que temos realizado e no que vamos realizar a curto prazo”, afirmou, defendendo que “uma representação conjunta permite apresentar às autoridades os problemas partilhados pelas comunidades portuguesas, entre os quais a participação eleitoral dos emigrantes, o financiamento das associações, o apoio institucional e a consolidação das redes da diáspora”.

“Esperamos que as associações da diáspora compreendam que, estando unidas em torno da Federação, é mais fácil defendermos os nossos problemas com uma só voz do que cada uma, isoladamente, tentar defender a sua posição”, acrescentou Fernando Cabaço. Sobre a nova estrutura internacional, explicou que “o papel dos mandatários é divulgar a existência da FAD, promover a adesão das associações e ser um braço da Federação no local onde se encontram”.

Alfredo Stoffel, vice-presidente da FAD, entende que os problemas das comunidades portuguesas, apesar das diferenças entre países e continentes, apresentam pontos comuns, nomeadamente no acesso aos serviços consulares, no relacionamento com o Estado português e no ensino da língua portuguesa no estrangeiro. Para este dirigente na Alemanha, a FAD não tem como função resolver diretamente estes problemas, mas deve atuar como porta-voz das dezenas de associações da diáspora, recolher as suas reivindicações e apresentá-las às autoridades portuguesas.

“Temos de identificar os temas transversais a todas as comunidades, sem esquecer que cada país tem as suas especificidades. As próprias associações devem informar a Federação sobre os problemas existentes, para que possamos fazer valer uma voz comum”, afirmou Stoffel, que considerou ainda que o associativismo constitui a “coluna vertebral das comunidades”, apesar de alertar para a necessidade de adaptação às novas gerações, às tecnologias e a formas de participação menos dependentes de uma sede física.

“A FAD pode representar o associativismo clássico, mas só terá razão de existir se estiver virada para o futuro, aberta aos interesses dos jovens e às novas tecnologias”, referiu.

Para o presidente da Assembleia Geral da FAD, José Ernesto Silva, residente em Viseu, o encontro representa o início de uma nova fase de atividade.

“Este encontro representa o início de um trabalho para dinamizarmos a Federação, criarmos uma interligação entre as diferentes associações da diáspora e desenvolvermos polos de partilha de saberes e sabores a nível mundial”, declarou.

Por seu turno, Jorge Rodrigues, presidente do Conselho Fiscal da FAD e dirigente associativo na Suíça, destacou a função da Federação na ligação entre associações locais, estruturas federativas dos países de acolhimento e instituições portuguesas.

“A Federação tem uma importância fundamental no agrupamento das associações. Tem um caminho difícil para percorrer, mas esse caminho deve ser feito com calma e seriedade, através da agregação e do intercâmbio entre as associações da diáspora”, afirmou.

No discurso de abertura do encontro, João Paulo Rocha, primeiro secretário da Federação das Associações da Diáspora, afirmou que a FAD pretende “iniciar uma nova etapa, marcada pela aproximação às associações, pela renovação geracional e pelo envolvimento dos jovens”. Este dirigente defendeu que a Federação deve funcionar como “uma ponte entre Portugal e a sua diáspora”, promovendo parcerias e transformando conhecimento em desenvolvimento.

“Portugal não termina nas suas fronteiras. Portugal continua onde existir um português”, disse.

Autoridades e entidades ouviram preocupações

O presidente da Câmara Municipal de Viseu, João Azevedo, salientou o contributo económico, cultural e social das comunidades portuguesas.

“Estas comunidades contribuíram para que o país fosse mais forte, não apenas através das divisas, mas também pelo investimento, pelo conhecimento e pela troca de experiências. Foram mensageiras e embaixadoras da cultura e da língua portuguesas”, afirmou, sublinhando a necessidade de renovação das estruturas associativas.

Paulo Pisco, diretor do Departamento das Comunidades do Partido Socialista (PS) e antigo deputado à Assembleia da República eleito pela emigração pelo círculo eleitoral da Europa, considerou que o movimento associativo continua a ser uma das principais formas de organização dos portugueses residentes no estrangeiro.

“Uma comunidade organizada é uma comunidade mais forte. Uma das formas privilegiadas de organização das nossas comunidades é o movimento associativo. As associações são um rosto da presença de Portugal no mundo”, declarou, adiantando que a Federação pode ampliar a sua representação e estabelecer uma rede permanente entre organizações de vários continentes.

“Esta Federação é a manifestação de uma rede. Se existe uma diáspora que deve reforçar a sua ligação em rede é a portuguesa, porque está presente em praticamente todo o mundo”, concluiu.

Também à Agência Incomparáveis, o presidente da Junta de Freguesia de Viseu, Nuno Bico, destacou a dimensão da emigração no distrito e a necessidade de criar respostas para quem pretende regressar a Portugal.

“O regresso à casa tem de ser acompanhado por condições que permitam a estas pessoas viver melhor. A Junta de Freguesia de Viseu está disponível para colaborar com a Federação na criação dessas condições”, afirmou.

Segundo apurámos, a FAD tem como missão “congregar, representar e coordenar associações da diáspora, funcionando como plataforma de cooperação e defesa dos interesses das comunidades”. As suas áreas de intervenção incluem “desenvolvimento social, educação, formação profissional, empreendedorismo, integração económica, cultura, cidadania, cooperação internacional, sustentabilidade e participação das novas gerações”.

A Direção é presidida por Fernando Cabaço, de Espanha, e integra os vice-presidentes Alfredo Stoffel, da Alemanha, e Maria Violante, da Argentina; João Paulo Rocha, de Portugal, como primeiro secretário; Gracia Rodrigues, de Espanha, como segunda secretária; Pedro Rupio, da Bélgica, como tesoureiro; José Paulo Peixoto, do Luxemburgo, como vice-tesoureiro; Bessa de Carvalho, de Portugal, como diretor de Patrocínios; e Carlos de Oliveira, da Argentina, como diretor de Relações Públicas.

O Conselho Fiscal é presidido por Jorge Rodrigues, da Suíça, e integra Manuel Viegas, da Florida, Estados Unidos, e António Guerra, da Suíça. A Mesa da Assembleia Geral é presidida por José Ernesto Silva, de Portugal, tendo como secretários Bernardino Nascimento, de Toronto, Canadá, e Cláudia Cruz, de São Paulo, Brasil. Paulo Cardoso, ligado à Confraria de Sabores e Saberes da Beira Grão Vasco, é suplente.

A consolidação da rede de mandatários, a preparação do encontro de 2027 e a aproximação às associações e federações dos países de acolhimento constituem os próximos passos definidos pela Federação.

Ígor Lopes

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Feira de São Mateus reforça ligação entre Viseu e a diáspora portuguesa

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A Feira de São Mateus voltou a colocar Viseu no centro da agenda cultural e turística de Portugal. A 634.ª edição decorre entre 6 de agosto e 6 de setembro de 2026, na zona do Campo de Viriato, com um programa que cruza música, gastronomia, comércio, cultura, artesanato, literatura, diversões e iniciativas dirigidas a diferentes gerações. Tradicionalmente, portugueses residentes na Suíça marcam presença na festividade.

Acompanhamos a programação do dia 8 de agosto, marcada pela estreia de Maiara & Maraisa no “Palco Visit Viseu”. A dupla brasileira levou ao recinto milhares de pessoas, num concerto acompanhado por público português e luso-brasileiro, além de visitantes de outras nacionalidades, bem como membros da diáspora lusa. Viseu é hoje uma cidade onde vivem cidadãos provenientes de diferentes países e onde as comunidades estrangeiras participam na atividade económica, social e cultural do concelho.

A edição de 2026 foi oficialmente inaugurada no dia 6 de agosto, numa cerimónia que contou com a presença do Presidente da República portuguesa, António José Seguro, do secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, e do presidente da Câmara Municipal de Viseu, João Azevedo. Organizada pela “Viseu Marca”, com o Município de Viseu entre os parceiros institucionais, a Feira funciona como “instrumento de promoção territorial, projetando o nome da cidade através da cultura, da gastronomia, do turismo e da programação musical”.

Durante o mês de agosto, esta função ganha maior expressão com a visita dos emigrantes portugueses. Milhares de pessoas que vivem e trabalham em países como a Suíça, França, Luxemburgo, Alemanha, Reino Unido, Bélgica, Canadá, Brasil e Estados Unidos, entre outros, escolhem o período das férias para voltar às suas localidades de origem. Para muitas famílias, a deslocação representa o reencontro com pais, filhos, avós, irmãos e amigos, após meses de distância.

Nascimento Cleóbulo, natural do Rio de Janeiro, Brasil, avaliou a Feira como “integrativa, pois visualizei pessoas de várias partes de Portugal, num ambiente organizado, com uma limpeza de chamar a atenção, sem falar no próprio facto de ver muitos brasileiros no recinto, o que me deixou particularmente feliz”.

Outra visitante, Estela Vasconcelos, disse à nossa reportagem que “a noite musical foi muito boa, e foi uma surpresa, pois não conhecia o cartaz e gostei de ver em palco artistas famosas no Brasil. Estela, natural de São Paulo, no Brasil, comentou ainda que gostou da organização do espaço de restauração e de ver os stands com artesanato local e regional.

“O horário da Feira é compatível com o da população e o comportamento do público, que sabia acolher quem desconhecia a festa. Foi bom também ver as crianças e os portadores de necessidades especiais terem um espaço específico dentro do recinto, bem como a sensação de segurança permanente”, reforçou.

Maria Pereira, nascida no Rio de Janeiro, e com raízes no Douro, frisou a componente de a Festa ser tradicional.

“Acompanho esta festa com a minha família e amigos há muitos anos. Hoje, vivo na Covilhã, mas não deixo de vir pelo menos um dia e foi espetacular reviver memórias de família nesta noite. Em Viseu a festa está cada vez melhor”, comentou.

O recinto torna-se um lugar de encontro entre quem permanece no território e quem mantém uma ligação familiar, afetiva ou patrimonial à região. Para os mais novos, sobretudo para os lusodescendentes nascidos fora de Portugal, a visita permite um contacto direto com a cultura, a gastronomia e as tradições da terra de origem das suas famílias.

A Feira de São Mateus é apresentada pela organização como a “feira popular mais antiga do país”.

Ígor Lopes

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Presidente da República portuguesa assinala “Dia Internacional da Juventude” na Covilhã

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O Presidente da República portuguesa, António José Seguro, desloca-se esta terça-feira, 11 de agosto, à Covilhã, onde vai assinalar o “Dia Internacional da Juventude”, celebrado anualmente a 12 de agosto. A agenda começa às 10h, com uma receção na Câmara Municipal da Covilhã, na Praça do Município.

Às 10h30, o chefe de Estado participa, no Salão Nobre da Câmara Municipal, num encontro com os líderes das juventudes partidárias nacionais e representantes jovens dos partidos com assento parlamentar.

O programa prossegue às 11h45, no Teatro Municipal da Covilhã, com uma conversa com um grupo de jovens empreendedores.

A visita termina às 12h30, com um almoço-convívio com jovens no Largo da Câmara Municipal.

Instituído pelas Nações Unidas, o “Dia Internacional da Juventude” procura chamar a atenção para os desafios, as oportunidades e a participação das novas gerações na sociedade.

Ígor Lopes

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