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Atualidade

Cascais: Detido por tráfico de estupefaciente

Mais ocorrências do Comando Metropolitano de Lisboa

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O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da Divisão Policial de Cascais, no dia 06 de abril, pelas 09h15, em São Domingos de Rana – Cascais, procedeu à detenção de um homem, de 53 anos de idade, por ser suspeito da prática do crime de tráfico de estupefacientes.

A referida detenção, resultou do cumprimento de um mandado de busca e apreensão domiciliário para a residência do suspeito, agora detido, tendo sido encontrado, numa das divisões, 100 Doses individuais de Liamba; 17 Pés de Liamba; 77 Vasos; 36 Sementes de Liamba; 27 Embalagens de fertilizante líquido; 3 Sacos de substrato; 5 Pulverizadores; 1 Kit medidor de Ph; 8 Medidas de Ph; 2 Medidores de humidade; 5 Temporizadores de tomada; 7 Lâmpadas de halogéneo; 8 Projetor de led preto; 2 Projetores de led branco; 4 Projetores de halogéneo; 2 Armações lâmpada fluorescente dupla; 3 Balanças digitais; 2 Ventiladores; 3 Filtros; 2 Transformadores de corrente; 2 Purificadores de água; 1 Desumidificador; 2 Refrigeradores de ar portátil; e 2 Rolos de fita.

De referir, ainda, que foi apreendida a quantia monetária de aproximadamente 100 euros, bem como, uma pistola de alarme transformada para o calibre 6,35mm, a qual se encontrava sobre um banco ao lado da cama do detido, pronta a disparar com uma munição introduzida na câmara e outras cinco no carregador, tendo ainda sido localizadas e apreendidas 18 outras munições do mesmo calibre.

O detido foi presente no Tribunal de Lisboa Oeste – Cascais, sendo-lhe aplicada da medida de coação de Termo de Identidade e Residência.

Ocorrências do Comando Metropolitano de Lisboa

A Divisão Policial de Loures, no dia 05 de abril, em São João da Talha, procedeu à detenção de um homem, de 65 anos de idade, sob a qual pendia um mandado de detenção para cumprimento de um ano e quatro meses de pena de prisão efetiva pela prática de um crime de abuso de confiança contra a Segurança Social, praticado entre 2007 e 2012.

Após o cumprimento das formalidades legais, o detido foi conduzido ao Estabelecimento Prisional do Lisboa para cumprimento da pena determinada.

“Com este tipo de detenções, a PSP garante o cumprimento da Justiça e das medidas judiciais conexas, acreditando que desincentiva a fuga de criminosos, bem como previne o cometimento de crimes por força do seu insucesso em face da eficácia policial, transmitindo-se de igual forma à Comunidade que a PSP desenvolve com afinco as missões que lhe estão confiadas, em especial a captura de criminosos”, sublinha.

A Divisão de Segurança a Transportes Públicos, no dia 04 de abril, pelas 18h32, na Venteira, procedeu à detenção de um jovem, com 21 anos de idade, por existir sob o mesmo um mandado de detenção.

O suspeito, após ter faltado injustificadamente a diligências processuais na inquirição como arguido de um roubo com arma branca, no Metropolitano de Lisboa, resultando em esfaqueamento da vitima, foi emitido mandado de detenção pela Autoridade Judicial.

O suspeito foi avistado num arruamento junto à Estação Ferroviária da Amadora e, ao aperceber-se da chegada dos Polícias, demonstrou um comportamento suspeito, o que levou à sua abordagem.

O detido recolheu às celas de detenção deste Comando Metropolitano de Lisboa, a fim de se assegurar a sua presença em 1º interrogatório judicial, tendo sido aplicada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.

A Divisão de Segurança Aeroportuária, no dia 06 de abril, procedeu à detenção de dois homens, com 39 e 44 anos de idade, por serem suspeitos da prática dos crimes de falta de habilitação legal para conduzir e desobediência.

Em ato de operações de fiscalização de rotina, foi verificado que um dos detidos não era possuidor de habilitação legal para conduzir e outro foi detido por desobediência, por condução de veículo apreendido há menos de 90 dias.

Aos condutores foi dada voz de detenção, foram constituídos arguidos e prestaram termo de identidade e residência, sendo depois notificados para comparecer em Tribunal.

Foto: PSP.

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Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

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Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

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Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal

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Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.

Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

Foto: ARA.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.

A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Foto: ARA.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.

No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.

Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.

Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

Foto: ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.

Fotos: ARA.

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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação

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Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.

Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.

O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.

Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.

A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.

É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.

O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.

Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.

Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.

Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.

Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.

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