Atualidade
Fibromialgia: seis ideias frequentes, entre mitos e verdades
A fibromialgia continua rodeada de informações incorretas, apesar do conhecimento clínico acumulado sobre a doença. Em entrevista à Agência Incomparáveis, o Professor Doutor José Luís Arranz Gil, presidente da Academia Portuguesa de Fibromialgia, Síndrome de Sensibilidade Central e Dor Crónica, responsável pela Unidade de Fibromialgia, Sensibilidade Central e Dor Crónica da Mutualista da Covilhã e Académico Correspondente da Real Academia de Medicina do País Basco, em Espanha, analisa seis ideias frequentes sobre esta doença, distinguindo três mitos de três verdades.
1. Mito: a fibromialgia existe apenas na cabeça do doente
A fibromialgia é uma doença real e a dor sentida pelas pessoas que dela sofrem também o é. O facto de os exames convencionais não revelarem uma lesão visível não significa que os sintomas sejam imaginários ou simulados. A doença está relacionada com alterações na forma como o sistema nervoso processa e regula os estímulos dolorosos. Por isso, para além da dor generalizada, podem surgir sintomas como fadiga, alterações do sono, rigidez, hipersensibilidade e dificuldades de concentração ou de memória, que muitas pessoas descrevem como “nevoeiro mental”. Os fatores emocionais podem influenciar a intensidade dos sintomas, tal como acontece em muitas outras doenças crónicas, mas não explicam, por si só, a fibromialgia. Considerá-la apenas um problema psicológico contribui para o estigma, pode atrasar o diagnóstico e dificulta o acesso a cuidados de saúde adequados.
2. Verdade: não existe um único exame que confirme o diagnóstico
Atualmente, o diagnóstico da fibromialgia é clínico. Não existe uma análise ao sangue, uma radiografia ou uma ressonância magnética específica que, por si só, permita confirmar a doença. O diagnóstico é feito através da avaliação de aspetos como a presença e a distribuição da dor, a sua duração, a fadiga, as alterações do sono, as dificuldades cognitivas e o impacto da doença na vida quotidiana. Em alguns casos, podem ser necessários exames complementares para excluir outras doenças que produzem sintomas semelhantes. O facto de não existir um marcador específico numa análise não significa que o diagnóstico não seja válido. Significa que é necessária uma avaliação clínica completa e especializada.
3. Mito: a fibromialgia afeta exclusivamente as mulheres
É verdade que a fibromialgia é diagnosticada com maior frequência nas mulheres, mas não é uma doença exclusiva do sexo feminino. Também pode surgir nos homens e em pessoas de diferentes idades. A ideia de que é uma doença “de mulheres” pode contribuir para que alguns doentes de outros grupos não sejam diagnosticados ou cheguem ao diagnóstico mais tarde. Além disso, não existe um único perfil homogéneo de doente com fibromialgia. A intensidade da dor, da fadiga, dos problemas de sono e das dificuldades cognitivas pode variar consideravelmente de pessoa para pessoa, tal como o impacto na atividade profissional, nas relações sociais e na autonomia.
4. Verdade: o exercício adaptado, especialmente o exercício contra resistência, pode fazer parte do tratamento
Durante muito tempo, difundiu-se a ideia de que uma pessoa com fibromialgia deveria evitar a atividade física. No entanto, as recomendações clínicas não apoiam essa ideia. Pelo contrário, o exercício adaptado constitui uma das ferramentas mais importantes do tratamento. E, dentro do exercício, o trabalho contra resistência, ou seja, o exercício de força, tem particular interesse. Os estudos realizados especificamente em pessoas com fibromialgia mostram que este tipo de exercício pode melhorar a capacidade funcional e contribuir para reduzir sintomas como a dor e a fadiga. Isto não significa que caminhar, nadar ou realizar exercício aeróbio não sejam úteis. Também podem trazer benefícios. O importante é que o exercício seja progressivo, adaptado às capacidades de cada pessoa e realizado de forma regular. O trabalho de força pode ser introduzido de forma gradual, respeitando sempre os limites e a situação clínica de cada doente. Por isso, não se trata simplesmente de “fazer exercício”, mas de fazer o exercício adequado e adaptá-lo a cada doente. O treino contra resistência pode ser uma componente particularmente importante desse programa, juntamente com outras modalidades de exercício, quando estejam indicadas.
5. Mito: se a fibromialgia não tem cura, não existe tratamento
Aqui é importante distinguir entre uma doença crónica e uma doença sem tratamento. A fibromialgia é uma doença crónica, ou seja, pode manter-se ao longo do tempo. Tal como acontece com muitas doenças crónicas, atualmente não dispomos de uma cura definitiva, mas isso não significa que não possa ser tratada. O objetivo do tratamento não tem necessariamente de ser “curar” a doença, mas sim controlar os sintomas, melhorar a funcionalidade e alcançar a melhor qualidade de vida possível. Existem diferentes ferramentas terapêuticas e a resposta pode variar de pessoa para pessoa. O tratamento pode incluir educação sobre a doença, exercício adaptado, estratégias para melhorar o sono, apoio psicológico quando indicado, determinados medicamentos e terapêuticas no farmacológicas. Não existe uma única intervenção que funcione da mesma forma para todos os doentes. Por isso, o facto de uma doença ser crónica não significa que não tenha tratamento. Significa que a abordagem deve ser pensada a longo prazo, adaptando-se à evolução da doença e às necessidades de cada pessoa.
6. Verdade: o tratamento deve ser individualizado e multidisciplinar
A fibromialgia pode afetar diferentes dimensões da vida e apresentar períodos de maior ou menor intensidade. Por isso, o tratamento não deve centrar-se apenas na dor. É necessário ter também em consideração o sono, a fadiga, a atividade física, a saúde emocional, a vida familiar e a capacidade para realizar as atividades profissionais e quotidianas. As recomendações europeias defendem uma abordagem centrada no doente e, de um modo geral, propõem começar por medidas não farmacológicas, ajustando-as de acordo com a evolução clínica. O exercício, as intervenções psicológicas e determinados medicamentos podem fazer parte do tratamento, mas não existe uma combinação universal que funcione para todos. A abordagem multidisciplinar permite avaliar o impacto global da doença e adaptar as diferentes intervenções às características e necessidades de cada doente.
Ígor Lopes
Atualidade
Gestora do “Programa do Artesanato Paraibano” destacou o artesanato como “instrumento de preservação cultural e desenvolvimento local” no Interior de Portugal
A primeira edição da “Bienal Internacional de Artes e Ofícios”, realizada nos dias 4 e 5 de setembro, no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco, reuniu representantes de Portugal, Brasil e Cabo Verde para discutir património, artesanato, indústrias criativas, internacionalização e cooperação entre territórios. Entre os participantes esteve Marielza Rodriguez Targino de Araújo, gestora do Programa do Artesanato Paraibano (PAP), estrutura do Governo do Estado da Paraíba, no Brasil, criada para fomentar o setor enquanto atividade económica, fonte de trabalho e rendimento e instrumento de preservação dos saberes tradicionais.
Marielza Rodriguez integrou a mesa-redonda “Transformar a Tradição em Valor: Empreendedorismo e Internacionalização nas Indústrias Criativas”, um dos painéis do segundo dia da “Bienal Internacional de Artes e Ofícios”. A programação colocou em debate formas de transformar património e conhecimento artesanal em oportunidades económicas, mantendo as referências culturais dos territórios.
Em declarações exclusivas à Agência Incomparáveis, esta responsável explicou que a presença em Castelo Branco dá continuidade a uma relação construída com a Paraíba e João Pessoa, cidade brasileira que integra a “Rede de Cidades Criativas da UNESCO” na categoria de “Artesanato e Artes Populares”.
“É uma satisfação enorme já virmos construindo esta troca com Castelo Branco, que é uma cidade irmã de João Pessoa, na Paraíba, e, como Castelo Branco também é “Cidade Criativa da UNESCO” do “Artesanato e Arte Popular”, trazemos agora, nesta quarta vez que venho a Castelo Branco, aquilo que temos de melhor em coleções feitas com inovação e design no artesanato paraibano”, explicou.
A representação paraibana levou para Castelo Branco técnicas como croché, bordado, macramé e renda renascença, apresentadas a partir de referências culturais do Estado.
“Temos aqui o croché mostrado de outra forma, com referências locais, o bordado, o macramé e a renda renascença”, enumerou.
Entre os territórios destacados por Marielza Rodriguez esteve Monteiro, no Cariri paraibano, reconhecido pelo Conselho Mundial do Artesanato como “Cidade Mundial do Artesanato para a Renda Renascença”. A distinção foi atribuída em 2022 e tornou o município uma referência internacional desta produção artesanal.
“É uma satisfação enorme estar aqui a mostrar todo este caso de sucesso que trabalhamos através da gestão do Programa do Artesanato, apoiando os artesãos paraibanos”, salientou.
A participação incluiu igualmente uma demonstração ao vivo do processo de produção.
“Trouxemos uma bordadeira que está aqui a fazer esta oficina viva, mostrando o trabalho dela, que é Amanda Cosme, e também um pouco do nosso artesanato têxtil da Paraíba para que todos os que venham ao Centro de Cultura de Castelo Branco possam conhecer um pouco do nosso trabalho e sentir o quanto amamos o artesanato”, afirmou durante o evento.
Para Marielza Rodriguez, a circulação destas peças em Portugal representa também um reencontro com referências culturais que atravessaram o Atlântico e foram incorporadas pelas comunidades brasileiras ao longo de gerações.
“É uma enorme alegria estarmos a mostrar ao mundo aquilo que é feito na Paraíba, porque o que temos lá são também memórias afetivas dos colonizadores, sobretudo dos portugueses”, contextualizou esta gestora, que estabeleceu uma ligação particular entre técnicas praticadas na Paraíba e tradições provenientes de Portugal e de outros territórios europeus.
“Muitos dos bordados que temos vieram da Ilha da Madeira, dos Açores, de Portugal continental e de toda a Europa e passaram de geração em geração”, recordou.
Essa continuidade histórica não significa, segundo Marielza Rodriguez, conservar as peças sem transformação. O trabalho desenvolvido pelo “Programa do Artesanato Paraibano” procura integrar design e inovação sem retirar às artesãs o protagonismo sobre as técnicas e os produtos.
“É um artesanato de referência cultural, de tradição, que passa de geração em geração e que estamos a ajudar a preservar exatamente através da inovação. Aqui temos peças com intervenção de design, em cocriação com as artesãs, onde elas são protagonistas”, descreveu.
A estratégia inclui ainda referências provenientes de outras linguagens artísticas.
“Temos inclusive obras de artistas plásticos que serviram de referência para estas mulheres criarem novos produtos”, acrescentou.
Na perspetiva desta responsável, a incorporação de novas linguagens pode ajudar a manter os ofícios vivos e aproximá-los de públicos mais jovens.
“Assim preservamos a cultura e introduzimos inovação, exatamente preservando aquele fazer, sem deixar de criar um produto que tenha beleza e que seduza as novas gerações a continuarem aquele ofício e aquele artesanato”, defendeu.
O trabalho desenvolvido na Paraíba procura também ligar património cultural a políticas de geração de rendimento e inclusão. O “Programa do Artesanato Paraibano” apresenta oficialmente como objetivos tanto a “preservação do fazer típico e tradicional como a criação de oportunidades económicas para os artesãos”.
“Além de preservar a cultura, geramos cidadania, inclusão e melhoria da qualidade de vida. As vendas melhoram porque o mercado se interessa mais pelo artesanato, geramos rendimento e mantemos essa mulher no seu local”, indicou Marielza Rodriguez, que associou esta estratégia ao combate à saída das populações das zonas do interior para os centros urbanos, nomeadamente no Cariri paraibano.
“Não fazemos o êxodo rural, como é muito comum no Brasil, com pessoas a saírem do Cariri, onde não chove e onde existem menos oportunidades de emprego, para outros lugares e centros urbanos. Fazemos este trabalho para ligar ainda mais o ator local à sua terra, deixá-lo no local e não sair. Geramos aquilo a que chamamos desenvolvimento local, integrado e sustentável”, sustentou.
Para ela, é precisamente neste ponto que o artesanato se cruza com a economia criativa.
“A economia criativa e o artesanato na nossa região são uma estratégia para ligar o homem ao seu local, e não retirá-lo”, disse.
Esta ligação permite, segundo Marielza Rodriguez, que o valor gerado pelas atividades permaneça nas próprias comunidades.
“O ator local pode continuar no seu habitat, onde está junto da família e da sua comunidade. O recurso gira no próprio local e conseguimos fixar essa pessoa que ama a sua terra natal”, frisou.
A presença da Paraíba em Castelo Branco dá continuidade a intercâmbios anteriores entre os dois territórios. Em 2025, representantes do “Programa do Artesanato Paraibano” participaram em iniciativas que aproximaram técnicas do Nordeste brasileiro e do Bordado de Castelo Branco, num processo associado à circulação de conhecimento entre territórios ligados ao artesanato e às artes populares.
No balanço dos dois dias da “Bienal Internacional de Artes e Ofícios”, Marielza Rodriguez destacou precisamente a capacidade do encontro para estimular novas práticas e projetos.
“Castelo Branco, para mim, é uma referência porque são pessoas que pensam no futuro, que fazem eventos de intercâmbio, porque a Rede Mundial de Cidades Criativas tem esse objetivo de troca e de conhecimento de novos projetos”, avaliou.
A nossa entrevistada pretende agora transportar para o Brasil parte das experiências conhecidas durante a programação.
“Para mim é uma honra muito grande estar aqui e levar para João Pessoa e para a Paraíba este exemplo de Castelo Branco, de eventos como este e de projetos que estão a ser desenvolvidos em Portugal e que também podemos desenvolver no Brasil”, concluiu.
A participação de Marielza Rodriguez na “Bienal Internacional de Artes e Ofícios” acrescentou ao debate uma experiência assente na articulação entre políticas públicas, produção artesanal, design, geração de rendimento e permanência das comunidades nos territórios. Num encontro dedicado à relação entre património e futuro, a experiência paraibana mostrou como técnicas transmitidas entre gerações podem entrar em novos mercados sem romper a ligação com os lugares e com as pessoas que lhes dão continuidade.
A organização da Bienal foi da responsabilidade da Divisão de Museus e Cultura da Câmara Municipal de Castelo Branco, liderada por Sónia Abreu.
Ígor Lopes
Atualidade
Barcelos celebra Dia Mundial do Turismo com programa dedicado ao território, cultura e tradições
Barcelos assinala, de 25 a 27 de setembro, o Dia Mundial do Turismo com um programa de atividades que, ao longo de três dias, convida à descoberta do território, da cultura, das tradições e dos recursos naturais do concelho.
A iniciativa reúne várias atividades dirigidas à comunidade local e aos visitantes, valorizando diferentes dimensões da oferta turística do concelho, da cultura e das tradições ao património natural e à criatividade.
O programa arranca no dia 25 de setembro, às 14h30, na Escola Secundária de Barcelos, com “Conversas com Criatividade”, subordinadas ao tema “Inteligência Artificial, Transformação Digital, Territórios e Comunidades”. Dinamizada pela VisitPlan e dirigida aos alunos do Curso Técnico de Turismo, a sessão pretende estimular a reflexão sobre os novos desafios e oportunidades do setor turístico.
No dia 26 de setembro, o programa convida a descobrir Barcelos a partir de diferentes perspetivas. Entre as 14h15 e as 16h45, o Passeio de Barca no Rio Cávado proporciona uma experiência de contacto com o rio e com a paisagem envolvente, valorizando a importância do Cávado na identidade do concelho.
Também nesse dia, entre as 15h00 e as 18h00, o Largo Dr. José Novais recebe a Experiência Criativa de Folclore, dedicada à cultura popular e às tradições locais, proporcionando aos participantes um contacto mais próximo com o património cultural imaterial de Barcelos.
As comemorações culminam no Dia Mundial do Turismo, 27 de setembro, com o Trilho da Maçã Porta da Loja, entre as 8h30 e as 13h00. O percurso alia natureza, paisagem e produtos identitários, convidando os participantes a conhecer e valorizar os recursos do concelho.
O programa reforça a aposta do Município de Barcelos na valorização e promoção dos recursos turísticos, culturais e naturais, através de experiências diversificadas que aproximam residentes e visitantes da identidade e do património do concelho.
A participação nas atividades está sujeita a inscrição em www.agenda.barcelos.pt.
Para mais informações, os interessados podem contactar o Posto de Turismo de Barcelos, através do telefone 253 811 882 ou do e-mail turismo@cm-barcelos.pt.
Atualidade
CCILB lança “Gerações em Conexão” para aproximar jovens e famílias da comunidade empresarial luso-brasileira
A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB) vai realizar, no próximo dia 11 de outubro, em Lisboa, a primeira edição do “Gerações em Conexão”, iniciativa criada para “reunir associados, famílias e jovens num espaço de contacto entre diferentes gerações da comunidade empresarial luso-brasileira”. O encontro terá como formato uma feijoada e está marcado para as 13h, no Hotel Dom Pedro Lisboa.
Segundo apurámos, a proposta da CCILB procura “aproximar pais e filhos e, em particular, jovens entre os 16 e os 25 anos, criando condições para que as novas gerações estabeleçam contacto com empresários, dirigentes e profissionais ligados às relações económicas entre Portugal e o Brasil”.
A participação está aberta a associados e não associados da Câmara e respetivas famílias.
Promovido pelo Comité Jovem e pela Direção da CCILB, o “Gerações em Conexão” insere-se no trabalho que a instituição tem desenvolvido para “ampliar a participação dos jovens na sua atividade”. A Câmara pretende, através deste formato, “colocar em contacto a experiência das atuais lideranças com as perspetivas de quem começa a construir o seu percurso académico, profissional ou empresarial”.
O evento dá continuidade à atuação do Comité Jovem da CCILB. Na primeira reunião formal desta estrutura foram definidos objetivos relacionados com aprendizagem prática, networking e contacto dos jovens com empresários e dirigentes de Portugal e do Brasil. Mais recentemente, o Comité promoveu, em Lisboa, uma edição das “Conversas da Câmara” dedicada às oportunidades decorrentes das relações entre Mercosul e União Europeia.
O encontro de outubro será conduzido por Bruno Miranda e Silva e Isabela Gaboardi, do Comité Jovem, juntamente com Otacílio Soares, presidente da CCILB, e Giovana Bratti, diretora da instituição.
A composição procura traduzir o próprio conceito da iniciativa, ao reunir diferentes gerações numa mesma agenda de relacionamento e participação institucional.
A aposta nas novas gerações acrescenta uma dimensão de continuidade à atuação da CCILB, que tem promovido ao longo de 2026 encontros empresariais, ações de networking e iniciativas direcionadas para a internacionalização e para o reforço das relações económicas entre Portugal e o Brasil. O “Gerações em Conexão” desloca parte desse trabalho para o contexto familiar, procurando envolver filhos de associados e outros jovens na comunidade que a instituição vem construindo entre os dois países.
A participação tem o valor de 40 euros, acrescido de IVA, para associados, e de 55 euros, também acrescido de IVA, para não associados. As bebidas não estão incluídas. As inscrições encontram-se abertas através da CCILB.
Informações e inscrições no “Gerações em Conexão” da CCILB em: https://ccilb.pt/eventos/geracoes-em-conexao-feijoada/
Ígor Lopes
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