Atualidade
Porto: STCP com operação especial no Fim de Ano
O fim do ano aproxima-se e a cidade do Porto, com a vasta oferta em termos de animação, nomeadamente na Av. Aliados, na Pç. República e nos Jardins do Palácio de Cristal, é a escolha por excelência para muitos celebrarem a entrada no Novo Ano.
Com o objetivo de garantir uma mobilidade eficiente aos seus clientes, a STCP preparou uma operação especial que permite viajar de autocarro, até próximo dos vários locais, de forma cómoda, segura e económica.
Assim:
. Ao serviço noturno já habitual (37 linhas), junta-se a antecipação da Rede de Madrugada (exceto linha 9M), com o quádruplo da oferta habitual e, em média, com viagens a cada 15 minutos e viaturas de maior capacidade, nos principais eixos da rede STCP para uma ligação rápida aos centros dos seis municípios servidos pela operadora;
. Para garantir uma ligação mais rápida e direta entre os centros das cidades do Porto e Gondomar, a linha 800 (Bolhão-Gondomar) será reforçada com mais autocarros e irá prolongar o serviço até ao final da madrugada, em complemento à linha 9M (Rot. AEP-Gondomar, via H.S. João), que tem parte significativa do seu percurso ao longo da Circunvalação;
. De modo a servir o público dos concertos a serem realizados nos Jardins do Palácio de Cristal, a linha 1M (Av. Aliados-Matosinhos, Praia) será desviada em Massarelos, via Rua da Restauração, até à Cordoaria;
. Na segunda-feira, dia 1 de janeiro de 2024, a rede da STCP operará de acordo com os horários habituais de “domingos e feriados”.
Paragens término agrupadas, na Baixa do Porto, a partir das 21 horas de dia 31 de dezembro (domingo)
Mediante a proveniência das linhas em operação, foram estabelecidos quatro locais de paragens término na Baixa do Porto, desativando nesta noite os términos nas proximidades:
. Cordoaria – Rua Dr. Ferreira da Silva: paragem única (CORD1) para as linhas provenientes de poente, via R. Restauração – 200, 501, 507, 601, 602, 1M, 12M e 13M;
. Bolhão – Rua do Bolhão: paragem única (BLRB3) para as linhas provenientes de norte, via R. Gonçalo Cristóvão – 502*, 600, 701, 702, 3M*, 4M e 5M;
* Após fecho da Pr. República devido ao lançamento do fogo de artifício, as linhas 502 e 3M ficarão encurtadas ao Largo do Priorado (Igreja de Cedofeita). Prevê-se que a 3M volte à Rua do Bolhão perto das 1h30.
. Mercado do Bolhão – Rua Sá da Bandeira: paragem única (MCBL3) para as linhas provenientes de nascente, via R. Fernandes Tomás – 305, 401, 700, 800, 801, 7M e 8M;
Nota adicional: dado a elevada procura das paragens Santa Catarina situadas na R. Formosa, todos os embarques das linhas 700, 800, 801, 7M e 8M serão efetuados na paragem SCAT1 (mais próxima à R. Santa Catarina), ficando desativada a paragem SCAT3.
. Batalha – Rua Alexandre Herculano: paragem única (paragem provisória extra junto à Garagem Atlântico) para as linhas provenientes de sul, via R. Mouzinho Silveira ou via R. Duque de Loulé – 400, 500, 901, 904, 905, 906, 10M e 11M.
Títulos de Transporte / Tarifário
Recomenda-se a compra antecipada do título de transporte para todas as viagens necessárias, na ida e regresso. O título Bilhete de Bordo pode ser adquirido à entrada dos autocarros (2,50€), em dinheiro ou através de MB WAY, válido para uma viagem na STCP. Nos autocarros de dois pisos da linha 500 o pagamento também pode ser feito com VISA.
Alerta-se, igualmente, que esta noite é também altura de atualização tarifária dos títulos de assinatura mensal, pelo que a compra antecipada da mensalidade de janeiro de 2024 é fundamental.
Títulos válidos na Rede STCP
– Títulos ocasionais Andante;
– Tarifa de Bilhete de Bordo (2,50€);
– Assinatura Andante que inclua as zonas a utilizar.
Carro elétrico
Nos dias 31 de dezembro e 1 de janeiro, as linhas de carro elétrico histórico (1 e 18) irão manter o habitual horário de circulação.
A Rede STCP volta a assumir o horário “normal” no dia 3 de janeiro, quarta-feira.
Horários
Todos os horários das linhas STCP encontram-se disponíveis para consulta nas paragens, no site www.stcp.pt ou através da Linha Azul STCP linhaazul@stcp.pt / 226 158 158.
Aconselha-se sempre a consulta dos horários em tempo real das linhas STCP:
Site STCP em: https://bit.ly/STCP-Horarios
site explore.porto.pt
QR Code na paragem
Pode ser também usado o serviço SMSBUS (custo 0,25 cêntimos): enviar mensagem com o código da paragem para o número 68998.
Museu do Carro Eléctrico
No domingo, dia 31 de dezembro, o Museu do Carro Eléctrico estará a funcionar com o horário habitual (10h00-18h00).
Na segunda-feira, dia 1 de janeiro de 2024, o espaço museológico estará encerrado.
Foto: STCP.
A Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.
Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes e Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.
Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.
No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados
. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.
. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.
. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.
. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.
. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.
. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.
. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.
Imagens: IMP.
Atualidade
Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal
Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.
Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.
A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.
No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.
Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.
Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.
Fotos: ARA.
Atualidade
Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação
Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.
Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.
O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.
Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.
A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.
É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.
O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.
Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.
Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.
Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.
Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.
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