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Rui Reininho, Lena D’Água e Beatriz Gosta em Barcelos

Theatro Gil Vicente repleto de espetáculos nos meses de junho e julho

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Rui Reininho, Lena D’Água e Beatriz Gosta são alguns dos nomes fortes da programação do Theatro Gil Vicente para os próximos meses de junho e julho, período de intensa atividade na sala de espetáculos barcelense. Reininho canta a 16 de junho e Lena D’Água a 17. Já Beatriz Gosta atua a 12 de julho.

Programação Infantil

A programação teatral para crianças arranca no dia 4 de junho, às 16h00, com a peça “O Fio da Macaquinha” – teatro para os mais novos, inserida na Comemoração do Dia Mundial da Criança, pela Companhia de Dança de Almada.  No dia 11 de junho, será apresentada a peça “Era uma vez a vida”, com encenação do TPC-Teatro Popular de Carapeços e, no dia 18, é apresentada a peça “Corpo pequenino, olhos de gigante”, pela Teatro Estúdio Fontenova. Mais tarde, a 25 de junho, estreia a peça “Os Músicos de Bremen” pel’ A Capoeira – Companhia de Teatro de Barcelos. Todas as peças referidas anteriormente fazem parte da rubrica de domingo à tarde “Em Família”. Ainda no dia 25, durante a manhã, há lugar a duas sessões de teatro para bebés, às 10h00 e às 12h00 (dos 3 meses aos 3 anos), da peça “Ateliê suja, pinta e brinca”, pela Marias Catrapumbas.

No que respeita à restante programação de teatro, no dia 24, às 21h30, sobe a palco a peça “O Estrangeiro” uma coprodução CTB – Companhia de Teatro de Braga e AKROAMA – Teatro Stabile di Innovazione e Ricerca della Sardegna. Nos dias 27 e 28 de junho, às 21h30 e 14h30, respetivamente, é a vez da Barcelos Sénior apresentar a peça “O Doente Imaginário”. Já no dia 30 de junho, a proposta de espetáculo pertence ao IAESM, que leva a palco um “Casamento por encomenda”, às 21h30.

Cinema e Música

Em junho, no TGV, há lugar para o cinema. Nos dias 6 e 20, o Cineclube Zoom exibe os filmes “Para Sempre Mulher” e “A Lua Ascendeu” de Kinuyo Tanaka, inseridos no Ciclo de Cinema feito por mulheres.  As sessões têm início às 21h30, e os bilhetes têm um custo de 3,5 euros.

No que respeita à música, o Conservatório de Música de Barcelos traz o espetáculo “Intemporal II”, no dia 7 de junho, enquanto no dia 16, às 16h00, Rui Reininho sobe ao palco do TGV com um espetáculo inserido no ciclo de concertos do ‘triciclo’. No dia 17 de junho, às 22h00, é a vez de Lena D’Água – Produtores Associados atuar do TGV.

Serviço Educativo

Ainda no capítulo de Teatro, a programação de junho reserva os dias 1 e 2 para o Serviço Educativo, com sessões das peças:  “Os 3 Porquinhos” e o “Pinóquio”, pel’ A Capoeira – Companhia de Teatro de Barcelos, com duas sessões – 10h30 e 14h30. No dia 14 de junho, às 10h00, é a vez do Plano Nacional de Leitura pelo AEAF – Agrupamento de Escolas Alcaides de Faria.

Fora de Portas

Na programação “Fora de Portas”, Carla Cortez apresenta, na Igreja do Terço, “Noites de Fado – Canta aquilo que sente na forma do antigamente”, no dia 3 de junho, às 21h30, enquanto, no âmbito do ciclo de concertos ‘triciclo’, o Paço dos Condes de Barcelos recebe “Indignu”, às 22h00, do dia 9 de junho. No dia 30 de junho, às 22h30, é a vez dos “Solar Corona + Maquina” tocarem na Sede da Junta de Freguesia de Barcelinhos.

Julho – o mês dos espetáculos ao ar livre

O mês de julho traz ao espaço cénico uma grande variedade de concertos e um espaço privilegiado com os espetáculos no Largo Dr. Martins Lima.

A programação inicia no dia 1 de julho, às 21h30, com a estreia do filme “A Grande Corrida”, do barcelense Miguel Gomes.

Espetáculos – Largo Dr. Martins Lima

No dia 11, às 21h30, roda “Mal Viver” e, no dia 18, “Viver Mal” de João Canijo; no dia 25, o filme “Frágil” de Pedro Henrique, todos trazidos pelo Cineclube ZOOM. O dia 27 é dedicado ao Festival de Curtas de Vila do Conde “The Best of Curtas”.

Para os mais novos, estão reservados os dias 2 e 16, com os espetáculos: “Sereias Baleias”, por Rui Queiroz de Matos, e, no dia 16, “Uma Aventura no Parque” pela Malad’arte.

O teatro para bebés chega no último dia de programação, 30 de julho, com duas sessões: 10h00 e 11h30, com a peça “Para que servem as mãos”, pela Companhia de Teatro e Marionetas de Mandrágora.     

Música e Teatro

A música regressa ao TGV no dia 13 de julho, às 22h00, com o espetáculo “ILL Considered”, inserido no Ciclo Jazz ao Largo.

Da música para o teatro, chega, no dia 14 de julho, a peça “M’Liberdade”, pela Via3, Companhia de Teatro; no dia 26, “A’vós Avós – O Musical”, pela Rajada- Projeto Teatral e, no dia 29, “Os Idiotas”, pela Terceira Pessoa.

Noutro registo, o stand-up está de regresso ao palco do TGV, desta feita, com Beatriz Gosta que está de regresso ao stand-up com o novo espetáculo “RESORT”, no dia 12 de julho, às 21h30, espetáculo inserido no ciclo das “4.ªs loucas”. Os bilhetes para assistir aos espetáculos no Theatro podem ser adquiridos no local, através de reserva por e-mail (tgv@cm-barcelos.pt) ou telefone (253 809 694) e através de https://gilvicente.bol.pt/.

Imagem: CMB.

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Gestora do “Programa do Artesanato Paraibano” destacou o artesanato como “instrumento de preservação cultural e desenvolvimento local” no Interior de Portugal

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A primeira edição da “Bienal Internacional de Artes e Ofícios”, realizada nos dias 4 e 5 de setembro, no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco, reuniu representantes de Portugal, Brasil e Cabo Verde para discutir património, artesanato, indústrias criativas, internacionalização e cooperação entre territórios. Entre os participantes esteve Marielza Rodriguez Targino de Araújo, gestora do Programa do Artesanato Paraibano (PAP), estrutura do Governo do Estado da Paraíba, no Brasil, criada para fomentar o setor enquanto atividade económica, fonte de trabalho e rendimento e instrumento de preservação dos saberes tradicionais.

Marielza Rodriguez integrou a mesa-redonda “Transformar a Tradição em Valor: Empreendedorismo e Internacionalização nas Indústrias Criativas”, um dos painéis do segundo dia da “Bienal Internacional de Artes e Ofícios”. A programação colocou em debate formas de transformar património e conhecimento artesanal em oportunidades económicas, mantendo as referências culturais dos territórios.

Em declarações exclusivas à Agência Incomparáveis, esta responsável explicou que a presença em Castelo Branco dá continuidade a uma relação construída com a Paraíba e João Pessoa, cidade brasileira que integra a “Rede de Cidades Criativas da UNESCO” na categoria de “Artesanato e Artes Populares”.

“É uma satisfação enorme já virmos construindo esta troca com Castelo Branco, que é uma cidade irmã de João Pessoa, na Paraíba, e, como Castelo Branco também é “Cidade Criativa da UNESCO” do “Artesanato e Arte Popular”, trazemos agora, nesta quarta vez que venho a Castelo Branco, aquilo que temos de melhor em coleções feitas com inovação e design no artesanato paraibano”, explicou.

A representação paraibana levou para Castelo Branco técnicas como croché, bordado, macramé e renda renascença, apresentadas a partir de referências culturais do Estado.

“Temos aqui o croché mostrado de outra forma, com referências locais, o bordado, o macramé e a renda renascença”, enumerou.

Entre os territórios destacados por Marielza Rodriguez esteve Monteiro, no Cariri paraibano, reconhecido pelo Conselho Mundial do Artesanato como “Cidade Mundial do Artesanato para a Renda Renascença”. A distinção foi atribuída em 2022 e tornou o município uma referência internacional desta produção artesanal.

“É uma satisfação enorme estar aqui a mostrar todo este caso de sucesso que trabalhamos através da gestão do Programa do Artesanato, apoiando os artesãos paraibanos”, salientou.

A participação incluiu igualmente uma demonstração ao vivo do processo de produção.

“Trouxemos uma bordadeira que está aqui a fazer esta oficina viva, mostrando o trabalho dela, que é Amanda Cosme, e também um pouco do nosso artesanato têxtil da Paraíba para que todos os que venham ao Centro de Cultura de Castelo Branco possam conhecer um pouco do nosso trabalho e sentir o quanto amamos o artesanato”, afirmou durante o evento.

Para Marielza Rodriguez, a circulação destas peças em Portugal representa também um reencontro com referências culturais que atravessaram o Atlântico e foram incorporadas pelas comunidades brasileiras ao longo de gerações.

“É uma enorme alegria estarmos a mostrar ao mundo aquilo que é feito na Paraíba, porque o que temos lá são também memórias afetivas dos colonizadores, sobretudo dos portugueses”, contextualizou esta gestora, que estabeleceu uma ligação particular entre técnicas praticadas na Paraíba e tradições provenientes de Portugal e de outros territórios europeus.

“Muitos dos bordados que temos vieram da Ilha da Madeira, dos Açores, de Portugal continental e de toda a Europa e passaram de geração em geração”, recordou.

Essa continuidade histórica não significa, segundo Marielza Rodriguez, conservar as peças sem transformação. O trabalho desenvolvido pelo “Programa do Artesanato Paraibano” procura integrar design e inovação sem retirar às artesãs o protagonismo sobre as técnicas e os produtos.

“É um artesanato de referência cultural, de tradição, que passa de geração em geração e que estamos a ajudar a preservar exatamente através da inovação. Aqui temos peças com intervenção de design, em cocriação com as artesãs, onde elas são protagonistas”, descreveu.

A estratégia inclui ainda referências provenientes de outras linguagens artísticas.

“Temos inclusive obras de artistas plásticos que serviram de referência para estas mulheres criarem novos produtos”, acrescentou.

Na perspetiva desta responsável, a incorporação de novas linguagens pode ajudar a manter os ofícios vivos e aproximá-los de públicos mais jovens.

“Assim preservamos a cultura e introduzimos inovação, exatamente preservando aquele fazer, sem deixar de criar um produto que tenha beleza e que seduza as novas gerações a continuarem aquele ofício e aquele artesanato”, defendeu.

O trabalho desenvolvido na Paraíba procura também ligar património cultural a políticas de geração de rendimento e inclusão. O “Programa do Artesanato Paraibano” apresenta oficialmente como objetivos tanto a “preservação do fazer típico e tradicional como a criação de oportunidades económicas para os artesãos”.

“Além de preservar a cultura, geramos cidadania, inclusão e melhoria da qualidade de vida. As vendas melhoram porque o mercado se interessa mais pelo artesanato, geramos rendimento e mantemos essa mulher no seu local”, indicou Marielza Rodriguez, que associou esta estratégia ao combate à saída das populações das zonas do interior para os centros urbanos, nomeadamente no Cariri paraibano.

“Não fazemos o êxodo rural, como é muito comum no Brasil, com pessoas a saírem do Cariri, onde não chove e onde existem menos oportunidades de emprego, para outros lugares e centros urbanos. Fazemos este trabalho para ligar ainda mais o ator local à sua terra, deixá-lo no local e não sair. Geramos aquilo a que chamamos desenvolvimento local, integrado e sustentável”, sustentou.

Para ela, é precisamente neste ponto que o artesanato se cruza com a economia criativa.

“A economia criativa e o artesanato na nossa região são uma estratégia para ligar o homem ao seu local, e não retirá-lo”, disse.

Esta ligação permite, segundo Marielza Rodriguez, que o valor gerado pelas atividades permaneça nas próprias comunidades.

“O ator local pode continuar no seu habitat, onde está junto da família e da sua comunidade. O recurso gira no próprio local e conseguimos fixar essa pessoa que ama a sua terra natal”, frisou.

A presença da Paraíba em Castelo Branco dá continuidade a intercâmbios anteriores entre os dois territórios. Em 2025, representantes do “Programa do Artesanato Paraibano” participaram em iniciativas que aproximaram técnicas do Nordeste brasileiro e do Bordado de Castelo Branco, num processo associado à circulação de conhecimento entre territórios ligados ao artesanato e às artes populares.

No balanço dos dois dias da “Bienal Internacional de Artes e Ofícios”, Marielza Rodriguez destacou precisamente a capacidade do encontro para estimular novas práticas e projetos.

“Castelo Branco, para mim, é uma referência porque são pessoas que pensam no futuro, que fazem eventos de intercâmbio, porque a Rede Mundial de Cidades Criativas tem esse objetivo de troca e de conhecimento de novos projetos”, avaliou.

A nossa entrevistada pretende agora transportar para o Brasil parte das experiências conhecidas durante a programação.

“Para mim é uma honra muito grande estar aqui e levar para João Pessoa e para a Paraíba este exemplo de Castelo Branco, de eventos como este e de projetos que estão a ser desenvolvidos em Portugal e que também podemos desenvolver no Brasil”, concluiu.

A participação de Marielza Rodriguez na “Bienal Internacional de Artes e Ofícios” acrescentou ao debate uma experiência assente na articulação entre políticas públicas, produção artesanal, design, geração de rendimento e permanência das comunidades nos territórios. Num encontro dedicado à relação entre património e futuro, a experiência paraibana mostrou como técnicas transmitidas entre gerações podem entrar em novos mercados sem romper a ligação com os lugares e com as pessoas que lhes dão continuidade.

A organização da Bienal foi da responsabilidade da Divisão de Museus e Cultura da Câmara Municipal de Castelo Branco, liderada por Sónia Abreu.

Ígor Lopes

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Barcelos celebra Dia Mundial do Turismo com programa dedicado ao território, cultura e tradições

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Barcelos assinala, de 25 a 27 de setembro, o Dia Mundial do Turismo com um programa de atividades que, ao longo de três dias, convida à descoberta do território, da cultura, das tradições e dos recursos naturais do concelho.

A iniciativa reúne várias atividades dirigidas à comunidade local e aos visitantes, valorizando diferentes dimensões da oferta turística do concelho, da cultura e das tradições ao património natural e à criatividade.

O programa arranca no dia 25 de setembro, às 14h30, na Escola Secundária de Barcelos, com “Conversas com Criatividade”, subordinadas ao tema “Inteligência Artificial, Transformação Digital, Territórios e Comunidades”. Dinamizada pela VisitPlan e dirigida aos alunos do Curso Técnico de Turismo, a sessão pretende estimular a reflexão sobre os novos desafios e oportunidades do setor turístico.

No dia 26 de setembro, o programa convida a descobrir Barcelos a partir de diferentes perspetivas. Entre as 14h15 e as 16h45, o Passeio de Barca no Rio Cávado proporciona uma experiência de contacto com o rio e com a paisagem envolvente, valorizando a importância do Cávado na identidade do concelho.

Também nesse dia, entre as 15h00 e as 18h00, o Largo Dr. José Novais recebe a Experiência Criativa de Folclore, dedicada à cultura popular e às tradições locais, proporcionando aos participantes um contacto mais próximo com o património cultural imaterial de Barcelos.

As comemorações culminam no Dia Mundial do Turismo, 27 de setembro, com o Trilho da Maçã Porta da Loja, entre as 8h30 e as 13h00. O percurso alia natureza, paisagem e produtos identitários, convidando os participantes a conhecer e valorizar os recursos do concelho.

O programa reforça a aposta do Município de Barcelos na valorização e promoção dos recursos turísticos, culturais e naturais, através de experiências diversificadas que aproximam residentes e visitantes da identidade e do património do concelho.

A participação nas atividades está sujeita a inscrição em www.agenda.barcelos.pt.

Para mais informações, os interessados podem contactar o Posto de Turismo de Barcelos, através do telefone 253 811 882 ou do e-mail turismo@cm-barcelos.pt.

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CCILB lança “Gerações em Conexão” para aproximar jovens e famílias da comunidade empresarial luso-brasileira

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A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB) vai realizar, no próximo dia 11 de outubro, em Lisboa, a primeira edição do “Gerações em Conexão”, iniciativa criada para “reunir associados, famílias e jovens num espaço de contacto entre diferentes gerações da comunidade empresarial luso-brasileira”. O encontro terá como formato uma feijoada e está marcado para as 13h, no Hotel Dom Pedro Lisboa.

Segundo apurámos, a proposta da CCILB procura “aproximar pais e filhos e, em particular, jovens entre os 16 e os 25 anos, criando condições para que as novas gerações estabeleçam contacto com empresários, dirigentes e profissionais ligados às relações económicas entre Portugal e o Brasil”.

A participação está aberta a associados e não associados da Câmara e respetivas famílias.

Promovido pelo Comité Jovem e pela Direção da CCILB, o “Gerações em Conexão” insere-se no trabalho que a instituição tem desenvolvido para “ampliar a participação dos jovens na sua atividade”. A Câmara pretende, através deste formato, “colocar em contacto a experiência das atuais lideranças com as perspetivas de quem começa a construir o seu percurso académico, profissional ou empresarial”.

O evento dá continuidade à atuação do Comité Jovem da CCILB. Na primeira reunião formal desta estrutura foram definidos objetivos relacionados com aprendizagem prática, networking e contacto dos jovens com empresários e dirigentes de Portugal e do Brasil. Mais recentemente, o Comité promoveu, em Lisboa, uma edição das “Conversas da Câmara” dedicada às oportunidades decorrentes das relações entre Mercosul e União Europeia.

O encontro de outubro será conduzido por Bruno Miranda e Silva e Isabela Gaboardi, do Comité Jovem, juntamente com Otacílio Soares, presidente da CCILB, e Giovana Bratti, diretora da instituição.

A composição procura traduzir o próprio conceito da iniciativa, ao reunir diferentes gerações numa mesma agenda de relacionamento e participação institucional.

A aposta nas novas gerações acrescenta uma dimensão de continuidade à atuação da CCILB, que tem promovido ao longo de 2026 encontros empresariais, ações de networking e iniciativas direcionadas para a internacionalização e para o reforço das relações económicas entre Portugal e o Brasil. O “Gerações em Conexão” desloca parte desse trabalho para o contexto familiar, procurando envolver filhos de associados e outros jovens na comunidade que a instituição vem construindo entre os dois países.

A participação tem o valor de 40 euros, acrescido de IVA, para associados, e de 55 euros, também acrescido de IVA, para não associados. As bebidas não estão incluídas. As inscrições encontram-se abertas através da CCILB.

Informações e inscrições no “Gerações em Conexão” da CCILB⁠ em: https://ccilb.pt/eventos/geracoes-em-conexao-feijoada/

Ígor Lopes

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