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ÉvoraWine regressa já esta sexta-feira com mais de 250 vinhos do Alentejo em prova

Evento decorre sexta e sábado, em Évora

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A 8ª edição do ÉvoraWine acontece já esta sexta-feira e sábado, nos dias 19 e 20 de maio, na Praça do Giraldo, em Évora. Nos dois dias da iniciativa que junta vinho, gastronomia e a cultura alentejana, os visitantes vão ter a oportunidade de degustar mais de 250 referências de cerca de 40 produtores da região.  

A sessão de abertura do ÉvoraWine está agendada para as 17h15, na Rota dos Vinhos do Alentejo (Rua Cinco de Outubro nº 88, 7000-854 Évora), e a partir das 18h00, o maior evento de vinhos da região vai começar a receber os amantes e curiosos de vinho nacionais e estrangeiros no centro da capital alentejana, na Praça do Giraldo.

A mostra de vinhos vai contar, nos dois dias do evento, às 18h30, com sessões de showcooking: na sexta-feira com o Chef Rui Fialho, do Restaurante Fialho, e no sábado a sessão está a cargo do Chef Naldo, do Restaurante Tábua do Naldo. 

Os visitantes vão, também, ter a oportunidade de assistir a atuações regionais das Cantadeiras do Redondo, da banda Raquel, Francisco & Friends, do grupo Escolas de Sevilhanas, do saxofonista David Carrapo, da banda Los Colchoneros e, ainda, poder ouvir os cantares alentejanos dos Almocreves e ver o espetáculo de Tinho Pinho.

O evento é de entrada livre e o copo para prova e a bolsa de suporte têm um custo associado de 10 euros por dia.

Programa

Sexta-feira, 19 de maio

17h15 – Sessão de abertura do ÉvoraWine na Rota dos Vinhos do Alentejo

18h00 – Entrada na Praça do Giraldo

18h30 – Showcooking do Chef Rui Fialho

18h30 – Atuação dos Almocreves

19h39 – Cantadeiras do Redondo

20h30 – Espetáculo Tinho Pinho

21h30 – Raquel, Francisco & Friends

Sábado, 20 de maio  

18h00 – Entrada na Praça do Giraldo

18h30 – Showcooking do Chef Naldo

18h30 – Atuação do grupo Escolas de Sevilhanas

20h00 – Atuação do saxofonista David Carrapo

21h00 – Banda Los Cochoneros

Produtores

A marcar presença nesta edição do ÉvoraWine estão 38 produtores alentejanos: Comenda Grande; Herdade Paço do Conde; Adega de Borba; Monte do Álamo; Ervideira; Fundação Eugénio de Almeida; Tapada de Chaves; Aldeias da Juromenha; Quinta do Paral; João Portugal Ramos Vinhos; Tiago Cabaço Winery; Adega Mayor; Tapada de Coelheiros; Vinhos Pêra-Grave; Terrenus Veritae/ Vinhos Folha do Meio; Herdade das Servas; Casa de Sabicos; Quetzal; Aromas do Sul; Mamoré de Borba – Sovibor; Adega de Redondo; Herdade Grande; Ribafreixo Wines & Herdade da Rocha; Herdade da Mingorra; Herdade dos Coteis; Herdade do Peso; LV- Lobo de Vasconcellos Wines; Mainova; António Maçanita; Herdade da Malhadinha Nova; Quinta da Pigarça; Quinta da Plansel; HMR – Vinhos Pousio; Ravasqueira; Figueirinha; Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito; Vinipax – Município de Beja e Herdade do Mouchão.

O ÉvoraWine 2023 vai levar muitas novidades à Praça do Giraldo, em Évora, de 19 a 20 de maio, e juntar vinhos, petiscos, enoturismo e cultura do Alentejo para celebrar a força da região. Para a maior edição de sempre, esperam-se perto de 8 mil visitantes portugueses e estrangeiros e um número recorde de produtores associados. A oitava edição do maior evento de vinho do Alentejo tem como parceiros o Turismo do Alentejo, a Comissão Vitivinícola Regional Alentejana, a Confraria dos Enófilos do Alentejo e a Câmara Municipal de Évora.

Sobre o Turismo do Alentejo

A Turismo do Alentejo, ERT é a entidade regional responsável pela valorização e promoção turística do território, competindo-lhe realizar a gestão integrada do Destino. Na sua missão privilegia, entre outras atividades, a captação e realização de eventos que, pelo seu posicionamento e notoriedade, podem contribuir para a projeção da imagem do Alentejo e do Ribatejo, contribuindo para a dinâmica de negócio e da atividade turística.

Foto: DR.

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PJ detém mulher por crimes de incêndio florestal em Celorico de Basto

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A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal de Braga deteve, fora de flagrante delito, com a colaboração do Grupo de Trabalho de Redução de Ignições – Norte Litoral e da Guarda Nacional Republicana, a presumível autora de três incêndios florestais, ocorridos nos dias 01, 17 e 23 de julho, todos na freguesia de Ourilhe, concelho de Celorico de Basto.

Após a comunicação a esta Polícia, foram de imediato efetuadas diligências de investigação, sendo possível coligir-se prova indiciária forte, que imputa à arguida a autoria dos três incêndios florestais, iniciados por chama direta, com recurso a um isqueiro e, ainda, com a utilização de velas.

O local onde os incêndios foram ateados situam-se em zona com condições de propagação à mancha florestal, gerando risco acentuado para toda a floresta, aos campos agrícolas e a várias habitações ali existentes.

As ignições ocorreram sempre durante o dia e início da noite, em dias quentes, secos, com vento e com temperaturas altas.

A arguida, agiu por motivos do foro pessoal, bem sabendo que a sua conduta era proibida por lei e representava um perigo iminente para a natureza, populações e bens de terceiros.

A detida, mulher com 49 anos, residente naquela freguesia, foi presente à autoridade judiciária competente para promoção do primeiro interrogatório judicial.

Foi-lhe decretada a medida de coação de prisão preventiva.

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Armamar: Arquitetura popular do Douro em destaque em nova exposição no CIMD

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O Centro Interpretativo da Mulher Duriense (CIMD) inaugura, no dia 28 de julho, pelas 17h30, a exposição “António Menéres – Percursos pela Arquitetura Popular no Douro”, uma mostra que convida o público a descobrir a riqueza da arquitetura vernacular duriense e a sua estreita ligação à paisagem, à identidade e aos modos de vida da região.


A inauguração integra a programação do ciclo “Conversas à Terça” e contará com a presença do arquiteto Fernando Seara, diretor do Museu do Douro, que partilhará a sua visão sobre a arquitetura popular do Douro e o valor patrimonial deste legado construído.


A exposição reúne um conjunto de fotografias que documentam diferentes expressões da arquitetura vernacular duriense, revelando a forma como as gentes moldaram o território ao longo do tempo e estabeleceram uma relação única com a paisagem. Mais do que um registo documental, a mostra constitui um testemunho da evolução histórica e cultural do Douro, destacando um património que importa conhecer, preservar e valorizar.


Patente ao público até 31 de agosto de 2026, a exposição poderá ser visitada gratuitamente durante o horário normal de funcionamento do CIMD.

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Brasil: São Paulo conta agora com uma delegação da “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’”, entidade com sede em Viseu

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A “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’” realizou, no passado dia 16 de julho, a cerimónia oficial de tomada de posse da nova direção da delegação de São Paulo da entidade, quando distinguiu diversas personalidades e instituições pelo seu “contributo para a divulgação da cultura portuguesa no Brasil”, além de promover uma celebração gastronómica dedicada aos laços históricos entre Portugal e o Japão, numa tarde de eventos realizados primeiro no Auditório da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e, depois, no Restaurante Osakaya, no mesmo endereço.

A sessão solene marcou o início do primeiro mandato da delegação paulista da Confraria, organização que tem como missão “preservar, divulgar e valorizar o património histórico, cultural e gastronómico da região da Beira Alta portuguesa, junto da comunidade lusa residente no Brasil e dos seus descendentes”, promovendo também o “intercâmbio cultural entre Portugal e o país sul-americano”.

A estrutura dirigente passou a ser liderada por Nilzângela de Lima Souza, que assume a presidência da delegação, acompanhada por João Baptista de Oliveira, como vice-presidente, Gabriel Kwak, como secretário-geral; e, na tesouraria, Raquel Naveira. Integram-na, ainda, os conselheiros fiscais José Francisco Ferraz Luz e José Domingos de Lima Pezza, José Alberto Lovetro, diretor de Banda Desenhada, e Salete Lima e Eliza Muratori, Fatima Fonseca, nomeadas embaixadoras culturais.

De igual modo, durante a cerimónia foram atribuídos os títulos de “Presidentes de Honra” da Confraria ao Dr. Juarez Morais de Avelar e ao jornalista e escritor luso-brasileiro Ígor Lopes, “distinção reservada a personalidades reconhecidas pelo apoio prestado à instituição e ao fortalecimento das relações culturais entre Portugal e o Brasil”.

Reconhecimento do mérito cultural marcou cerimónia

A tomada de posse ficou também assinalada por um conjunto de condecorações destinadas a reconhecer o trabalho desenvolvido em diferentes áreas da cultura, do associativismo e da promoção da identidade portuguesa.

Tânia Sousa Pezza e Richard Wolfgang Azevedo Bauer foram investidos como novos comendadores da Confraria, recebendo as respetivas insígnias numa cerimónia presidida por Nilzângela de Lima Souza. Ao longo da sessão foram ainda homenageados o maestro Roberto Mendes Barbosa e Elisa Mendes Barbosa, ligados ao Coral de Oficina de Arte e Cultura, bem como Benjamin Souza Marinho, distinguido enquanto representante das novas gerações que mantêm viva a ligação à cultura portuguesa.

A Confraria decidiu também atribuir uma distinção institucional ao Restaurante Osakaya, reconhecendo o contributo que o espaço tem vindo a prestar ao “fortalecimento do intercâmbio cultural luso-brasileiro” e à “valorização da gastronomia enquanto elemento de aproximação entre os povos”.

Gastronomia como expressão da história comum

Após o momento protocolar, os participantes reuniram-se no salão do Restaurante Osakaya, onde foi servido um menu concebido exclusivamente para a ocasião, pensado para traduzir, através da gastronomia, o encontro histórico entre Portugal e o Japão. A proposta gastronómica procurou revisitar um dos capítulos mais antigos das relações entre os dois países, evocando os primeiros contactos estabelecidos pelos navegadores portugueses no século XVI e a influência que essa presença deixou na cultura culinária japonesa.

Ao longo do jantar foram servidos pratos que combinaram técnicas tradicionais japonesas com ingredientes e referências profundamente associados à cozinha portuguesa, transformando cada momento da refeição numa narrativa sobre a circulação de produtos, sabores e tradições entre os dois extremos do mundo.

O percurso iniciou-se com Edamame, valorizando a simplicidade dos produtos naturais, e com uma delicada salada de hijiki, preparada com caldo dashi e shoyu, apresentada como uma evocação da profundidade do oceano e da subtileza da cozinha japonesa.

Seguiu-se um dos momentos mais simbólicos da noite: o Korokke de Bacalhau, versão japonesa inspirada no tradicional bolinho de bacalhau português. A confeção recorreu à panagem em panko, preservando, contudo, o protagonismo do bacalhau, ingrediente incontornável da gastronomia portuguesa, criando uma ponte entre duas tradições culinárias separadas por milhares de quilómetros, mas unidas pela história.

O menu prosseguiu com Orange Chicken, Karaage Nanban, Shorompo Soup, Buta Misso e Tempura Misto, prato que assumiu especial simbolismo por recordar precisamente a influência portuguesa na divulgação do tempura – pois em séculos passados esta iguaria era consumida apenas por monges, sendo proibido o consumo por pessoas comuns – a técnica de fritura que viria a dar origem à atual tempura japonês.

A refeição terminou com Choux Cream (Shu Kuri), sobremesa de inspiração francesa reinterpretada pela pastelaria japonesa, encerrando um percurso gastronómico marcado pela fusão de influências e pela valorização da partilha cultural.

Toda a experiência foi desenvolvida pelo chef Daisuke Takao, agradecemos aos proprietários Henrique Hojo e Nicolas Aoki, que procuraram construir um menu onde cada prato representasse um “momento da ligação histórica entre Portugal e o Japão”, estabelecendo um “diálogo entre tradição, criatividade e identidade”.

“Mais do que um jantar comemorativo, a receção constituiu um dos momentos centrais das celebrações da tomada de posse, reforçando a gastronomia como instrumento de diplomacia cultural e de aproximação entre comunidades”, disse Nilzângela de Lima Souza, presidente da delegação de São Paulo da “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’”, com sede em Viseu, Portugal.

A iniciativa terminou num ambiente de convívio entre confrades, dirigentes, representantes institucionais e convidados, consolidando a “Confraria Saberes e Sabores da Beira ‘Grão Vasco’” como “um espaço de preservação das tradições beirãs, de promoção da cultura portuguesa e de fortalecimento dos laços entre Portugal e o Brasil”, em particular “junto da comunidade portuguesa radicada em São Paulo”.

Agência Incomparáveis

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