Atualidade
World Of Wine promove Fórum “Arte e Cultura: Feminino Plural” no dia 8 de março
Arte e cultura, substantivos femininos que juntos perfazem um poderoso substrato plural. É com base nestes pilares que o WOW – World Of Wine pretende promover o diálogo e a pluralidade. O Fórum “Arte e Cultura: Feminino Plural” vai decorrer no dia 8 de março, às 18h00, no Museu da Região do Porto, do WOW, em Vila Nova de Gaia.
A criação do evento foi motivada pelo Dia da Mulher, mas não se esgota na efeméride. “A igualdade não tem género, é suprema e esbate preconceitos e assimetrias. Neste fórum partimos da premissa das conquistas que as mulheres tiveram (e têm) historicamente de desbravar, mas o diálogo e a pluralidade são elementos-chave”, explica Marta Bravo, diretora dos Museus do WOW, o quarteirão cultural de Gaia.
“Numa fase de preparação para o evento, envolvemos as equipas do WOW, questionamo-nos sobre o papel da mulher, o legado, as conquistas e os desafios e acabamos a discutir também outras desigualdades. Haverá sempre muito conteúdo para debater e é, por isso, que queremos fazer deste Fórum um evento que se repete, até que um dia, idealmente, não seja necessário – esse será um dia muito feliz”, completa Marta Bravo.
Para dar corda à conversa, o WOW vai reunir no auditório do Museu da Região do Porto mulheres proeminentes no mundo da Arte e da Cultura, entre elas: Maria de Fátima Lambert, Minês Castanheira e Joana Castro.
Maria de Fátima Lambert é Professora Coordenadora de Estética e Educação na Escola Superior de Educação do Politécnico do Porto, onde coordena a licenciatura Gestão do Património e o Mestrado Património, Artes e Turismo Cultural. No mesmo instituto, coordena a linha de investigação de Cultura, Arte e Educação. Integra ainda várias comissões científicas e editoriais de revistas científicas em Portugal, Espanha e Brasil. Também acrescenta ao currículo as funções de Crítica de Arte e Curadora Independente. De destaque, o livro publicado em 2022: “Musas em ação – personalidades, ideias e obras”.
Minês Castanheira é fundadora do Bairro dos Livros, ao lado de Catarina Rocha, onde desenvolve o seu trabalho artístico e criativo transdisciplinar. Autora de livros de poesia, foi Prémio Jovens Escritores em 2005. É também coautora dos Mapas dos Livros, Guias Literários criados pelo Bairro dos Livros, que têm mapeado o património cultural de vários territórios do país (Porto, Penafiel, Baião, Póvoa de Varzim, Matosinhos, Évora). Licenciada em Jornalismo e Ciências da Comunicação pela Universidade do Porto, é pós-graduada em Comunicação e Gestão Cultural pela Universidade Lusófona e estudou Literatura Comparada. O seu último livro “No princípio era a dança”, foi publicado em 2022 pela Fresca, chancela editorial da Poetria.
Joana Castro afirmou-se no mundo da dança como dançarina, intérprete, coreógrafa e criadora. Em 2006, concluiu o curso em Dança Contemporânea na Balleteatro Escola Profissional. Logo no ano seguinte, estreia-se como intérprete no espetáculo “Movimentantes”. Como criadora, há a salientar “In this empty House”(2006), “In Vitro”(2007/8), e “Destined for Nothing” (2009/10). Com MC4, interpretou “Gostaria de dizer algo…”, no Festival Internacional de Solos e Duetos (Venezuela) e em festivais e encontros em Portugal. Leciona com regularidade aulas de dança contemporânea, dança criativa e ballet clássico. É Diretora Artística da Kale Companhia de Dança, desde 2016.
O bilhete para o Fórum “Arte e Cultura: Feminino Plural” já está disponível. O valor de 20€ dá direito à participação no evento, ao cocktail que o sucede e, ainda, um bilhete para o Museu da Região do Porto para usar no período de um mês, permitindo uma visita futura.
Apesar do mote ser no feminino, todos estão convidados a participar, intervir e acrescentar valor. Quem pretender, desde já, enviar questões às oradoras, para que esses temas sejam versados no Fórum, pode enviar e-mail para feminino.plural@wow.pt, até ao dia 1 de março.
Imagem: WOW.
Atualidade
Portugal: “Eu Decido NextGen” reúne jovens líderes em debate sobre o futuro da nova geração
O auditório do Taguspark, no concelho de Oeiras, em Portugal, recebe, no dia 19 de setembro, entre as 09h e às 19h, o painel de debate especial “Eu Decido NextGen”, uma iniciativa moderada pelo CEO da Dale Carnegie Portugal e especialista em gestão das pessoas, recursos humanos e liderança, Pedro Ramos, que reunirá sete jovens participantes para debater o papel da nova geração na construção do futuro. Esta iniciativa acontece no âmbito do evento “Faz a Tua Mudança”, organizado por Adriana Carneiro, mentora e coach de Liderança.
Sob o lema “O futuro não está à espera”, o encontro pretende “promover um espaço de reflexão e diálogo em torno dos desafios enfrentados pelos jovens, incentivando a participação ativa na definição das decisões que irão moldar a sociedade dos próximos anos”.
O painel contará com a participação de Inês Siopa, Carolina Almeida, Laura Gomes, Afonso Almeida, Inês Moleiro, José Lages e Joana Ramos, jovens convidados para “partilhar experiências, perspetivas e propostas sobre temas ligados à liderança, participação, inovação e intervenção cívica”.
A organização apresenta o evento como um “encontro entre diferentes vozes da mesma geração”, sintetizado na mensagem “7 vozes. 1 geração. 1 decisão.”, procurando demonstrar que “os jovens não são apenas destinatários das mudanças, mas protagonistas da sua construção”.
A filosofia da iniciativa é resumida na frase que acompanha o evento: “Enquanto muitos discutem o futuro, eles já o estão a construir”.
Ígor Lopes
Atualidade
Angola: Pedro Ramos defendeu em Luanda “liderança centrada nas pessoas” durante o “Carreira International Summit 2026”
Pedro Ramos, CEO da Dale Carnegie Training Portugal e da Rharo by Group Talent, participou, em Luanda, Angola, no “Carreira International Summit 2026”, realizado no passado dia 8 de julho, no Epic Sana Luanda. O encontro, organizado pela “Revista Carreira”, em parceria com a “Dale Carnegie Training Portugal” e a “Rharo by Group Talent”, foi apresentado como um “espaço internacional de reflexão sobre o futuro do trabalho, da liderança e das organizações”.
Sob o tema “Pessoas Reais (RE)Inventam o Futuro Artificial”, Pedro Ramos fez a palestra de abertura do evento, centrando a sua intervenção na necessidade de colocar as pessoas no centro da transformação organizacional, num tempo marcado pela aceleração da inteligência artificial, pela redefinição das carreiras e pelas novas exigências da liderança. A agenda do summit foi orientada para as dinâmicas emergentes do mercado laboral, a transformação organizacional e as trajectórias de carreira em contexto global.
O evento reuniu líderes empresariais, decisores públicos, especialistas e representantes institucionais de Angola, Portugal, Brasil, Moçambique e Líbano, reforçando Luanda como “espaço de diálogo lusófono e internacional sobre gestão de pessoas, tecnologia, inovação e desenvolvimento humano”. A organização avalia que o summit foi o primeiro encontro internacional em Angola inteiramente dedicado a esta agenda, com a ambição de “aproximar lideranças e gestores de pessoas de diferentes geografias”.
A presença de Pedro Ramos em Angola confirma a expansão da sua agenda internacional e o posicionamento da “Dale Carnegie Training Portugal” e da “Rharo by Group Talent” em mercados lusófonos estratégicos.
“Num contexto em que as organizações procuram responder à pressão tecnológica sem perder vínculo humano, a minha intervenção em Luanda destacou uma mensagem central: o futuro pode tornar-se mais artificial, mas continuará a depender de liderança, consciência, confiança e capacidade de mobilizar pessoas”, disse Pedro Ramos.
Ígor Lopes
Atualidade
CCP destaca voto eletrónico, apoio à Venezuela e reforço dos direitos da diáspora nas conclusões das reuniões presenciais do Conselho Permanente em Lisboa
O Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CP-CCP), presidido por Flávio Martins, divulgou, em comunicado, as principais decisões alcançadas no âmbito das reuniões presenciais realizadas em Lisboa entre 29 de junho e 1 de julho, iniciativa que ficou marcada por deliberações e mensagens consideradas de “maior impacto direto para a diáspora portuguesa”, destacando temas como o voto eletrónico, o ensino do português no estrangeiro, os serviços consulares, os processos de nacionalidade e o apoio à comunidade portuguesa na Venezuela, além da aprovação de uma moção de solidariedade institucional dirigida ao povo venezuelano e à comunidade portuguesa residente naquele país, na sequência dos recentes sismos que afetaram a região no final de junho.
No plano da participação cívica, o CCP assinala como um dos principais avanços o anúncio feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, relativo à realização de uma experiência-piloto de voto eletrónico nas próximas eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas, previstas para 2027.
A medida, considerada um passo relevante para facilitar a participação eleitoral dos emigrantes, visa testar novas soluções tecnológicas para futuros atos eleitorais. A modernização dos processos eleitorais constituiu, aliás, uma das principais reivindicações apresentadas pelo Conselho. O CCP voltou a defender o alargamento das modalidades de voto – presencial, postal e eletrónico – a todos os atos eleitorais nacionais, bem como o desdobramento das assembleias de voto no estrangeiro, procurando reduzir as dificuldades de acesso e combater a baixa participação registada em eleições anteriores.
Outro dos temas centrais incidiu sobre o ensino de português no estrangeiro. Durante as reuniões realizadas em Lisboa decorreram encontros de trabalho com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, dedicados à análise dos desafios e das oportunidades de expansão da rede de ensino da língua portuguesa junto das comunidades emigrantes, procurando reforçar a promoção da língua e da cultura portuguesas além-fronteiras.
No domínio dos serviços públicos, o Conselho Permanente dirigiu também um conjunto de propostas ao Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), defendendo medidas destinadas a acelerar e uniformizar os processos de nacionalidade e de registos civis, reforçar a digitalização dos serviços, melhorar a interoperabilidade entre o IRN e a rede consular portuguesa e ampliar a formação técnica dos postos consulares. O objetivo passa por “garantir maior previsibilidade nos prazos de resposta e uma aplicação uniforme dos critérios utilizados nos processos que envolvem portugueses residentes no estrangeiro”.
O comunicado reforça ainda a posição do CCP relativamente ao seu papel institucional, sugerindo uma participação mais ativa na definição das políticas públicas dirigidas às comunidades portuguesas.
Recorde-se que, desde 2023, o Conselho passou a ser obrigatoriamente consultado em matérias relacionadas com a diáspora portuguesa, reforçando a sua legitimidade enquanto órgão consultivo do Estado.
No plano organizativo, o CP-CCP confirma a consolidação do atual mandato através da assinatura do Relatório Anual de Atividades, da aprovação do Código de Conduta dos Conselheiros e da reeleição da Mesa Diretora, decisões que encerraram o ciclo de reuniões presenciais do Conselho Permanente realizadas na capital portuguesa.
Ígor Lopes
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