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Voleibol: Portuguesas preparam estreia na Silver League 2023

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A Seleção Nacional de Seniores Femininos estreia-se na European Silver League 2023 no dia 28 de maio (16h00) frente à Geórgia. Três dias depois, a 31 de maio (15h00), as portuguesas recebem as montenegrinas, sendo os dois jogos disputados no Pavilhão Municipal de Santo Tirso.

Até lá, e desde o dia 8 de maio, o grupo de trabalho orientado por Hugo Silva cumpre estágio, com treinos bidiários, no Municipal de Santo Tirso.

“No geral, os treinos têm corrido bem, com as atletas a procurarem entrar no ritmo. No entanto, na sua maioria, está a ser mais difícil e até mesmo penoso encaixar no processo de trabalho da Seleção Nacional. Umas porque chegaram em más condições e outras porque tal formato é mesmo novidade para elas. Mas faz parte do processo e, infelizmente, já estamos habituados, pelo que só temos que redobrar o trabalho e colocar o grupo no seu melhor, começa por afirmar o selecionador.

“Preferia que as minhas preocupações tivessem mais a ver com o facto de como as atletas chegam ao final da época pelos seus clubes, mas a verdade é que as nossas preocupações prendem-se mais com o início da época na Seleção. Queremos com isto dizer que o volume é parte essencial do nosso processo de minimizar as lacunas no pouco tempo que temos. Quem conhece o nosso trabalho, já sabe com o que contar, mas as mais novas vão ter de aprender rápido e de preferência bem, pois precisamos de todas para atingir os nossos objetivos”, continua.

“A Júlia [Kavalenka] foi a última a incorporar-se [ontem], mas como ela própria já interiorizou a nossa forma de trabalhar, prepara-se melhor para o processo e, para além disso, estando consciente da sua preponderância, prepara-se bem para as melhores respostas no dia a dia da Seleção“, salienta Hugo Silva.

Até se estrear na Silver League 2023 – no dia 28 de maio (16h00) frente à Geórgia, em Santo Tirso –, a Seleção Nacional de Seniores Femininos vai continuar a realizar a sua preparação em solo português.

“Infelizmente, não temos tempo nem oportunidade para jogos de preparação, o que vai implicar outros cuidados da nossa parte de forma a podermos entrar da melhor maneira na competição. Espero – e acredito – que os tão importantes jogos não venham a fazer falta no desenrolar da prova. Como sempre, para além da melhor preparação da equipa, procuramos preparar todas as atletas para o futuro e contribuir dessa forma para o crescimento individual e, por consequência, do Voleibol feminino nacional“, conclui o Selecionador Nacional.

Na European Silver League, as portuguesas vão defrontar, na Pool B, as seleções de Geórgia, Montenegro (em Santo Tirso) e Ilhas Faroé (em Viana do Castelo, Cidade Europeia do Desporto 2023). A Pool A será formada por Áustria, Estónia, Letónia e Macedónia.

A equipa técnica da Seleção Nacional de Seniores Femininos, liderada por Hugo Silva, tem 14 jogadoras à sua disposição no estágio de preparação:

Jogadoras no estágio

AJM/FCP

Joana Resende (Libero)

Castêlo da Maia GC

Margarida Maia (Zona 4)

Clube Kairós

Kátia Oliveira (Central)

Dumiense FC

Sara Fernandes (Central)

GC Vilacondense

Ana Afonso (Zona 4)

Marlene Pereira (Central)

Leixões SC

Maria Reis Lopes (Oposta)

PV2014/AV Col. Efanor

Inês Pereira (Zona 4)

SL Benfica

Marisa Pardal (Zona 4)

Eliana Durão (Distribuidora)

Matilde Calado Rodrigues (Libero)

Sporting CP

Amanda Cavalcanti (Central)

Ana Carmo Figueiras (Distribuidora)

Anthea Vicenza Volley (ITA)

Júlia Kavalenka (Oposta).

Os bilhetes para assistir aos jogos serão colocados à venda no site da Federação Portuguesa de Voleibol, com um preço único de cinco euros por jogo. Nos dias de competição, poderão ser adquiridos nas bilheteiras do Pavilhão Municipal de Santo Tirso.

Imagem: DR.

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Portugal: “Eu Decido NextGen” reúne jovens líderes em debate sobre o futuro da nova geração

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O auditório do Taguspark, no concelho de Oeiras, em Portugal, recebe, no dia 19 de setembro, entre as 09h e às 19h, o painel de debate especial “Eu Decido NextGen”, uma iniciativa moderada pelo CEO da Dale Carnegie Portugal e especialista em gestão das pessoas, recursos humanos e liderança, Pedro Ramos, que reunirá sete jovens participantes para debater o papel da nova geração na construção do futuro. Esta iniciativa acontece no âmbito do evento “Faz a Tua Mudança”, organizado por Adriana Carneiro, mentora e coach de Liderança.

Sob o lema “O futuro não está à espera”, o encontro pretende “promover um espaço de reflexão e diálogo em torno dos desafios enfrentados pelos jovens, incentivando a participação ativa na definição das decisões que irão moldar a sociedade dos próximos anos”.

O painel contará com a participação de Inês Siopa, Carolina Almeida, Laura Gomes, Afonso Almeida, Inês Moleiro, José Lages e Joana Ramos, jovens convidados para “partilhar experiências, perspetivas e propostas sobre temas ligados à liderança, participação, inovação e intervenção cívica”.

A organização apresenta o evento como um “encontro entre diferentes vozes da mesma geração”, sintetizado na mensagem “7 vozes. 1 geração. 1 decisão.”, procurando demonstrar que “os jovens não são apenas destinatários das mudanças, mas protagonistas da sua construção”.

A filosofia da iniciativa é resumida na frase que acompanha o evento: “Enquanto muitos discutem o futuro, eles já o estão a construir”.

Ígor Lopes

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Angola: Pedro Ramos defendeu em Luanda “liderança centrada nas pessoas” durante o “Carreira International Summit 2026”

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Pedro Ramos, CEO da Dale Carnegie Training Portugal e da Rharo by Group Talent, participou, em Luanda, Angola, no “Carreira International Summit 2026”, realizado no passado dia 8 de julho, no Epic Sana Luanda. O encontro, organizado pela “Revista Carreira”, em parceria com a “Dale Carnegie Training Portugal” e a “Rharo by Group Talent”, foi apresentado como um “espaço internacional de reflexão sobre o futuro do trabalho, da liderança e das organizações”.

Sob o tema “Pessoas Reais (RE)Inventam o Futuro Artificial”, Pedro Ramos fez a palestra de abertura do evento, centrando a sua intervenção na necessidade de colocar as pessoas no centro da transformação organizacional, num tempo marcado pela aceleração da inteligência artificial, pela redefinição das carreiras e pelas novas exigências da liderança. A agenda do summit foi orientada para as dinâmicas emergentes do mercado laboral, a transformação organizacional e as trajectórias de carreira em contexto global.

O evento reuniu líderes empresariais, decisores públicos, especialistas e representantes institucionais de Angola, Portugal, Brasil, Moçambique e Líbano, reforçando Luanda como “espaço de diálogo lusófono e internacional sobre gestão de pessoas, tecnologia, inovação e desenvolvimento humano”. A organização avalia que o summit foi o primeiro encontro internacional em Angola inteiramente dedicado a esta agenda, com a ambição de “aproximar lideranças e gestores de pessoas de diferentes geografias”.

A presença de Pedro Ramos em Angola confirma a expansão da sua agenda internacional e o posicionamento da “Dale Carnegie Training Portugal” e da “Rharo by Group Talent” em mercados lusófonos estratégicos.

“Num contexto em que as organizações procuram responder à pressão tecnológica sem perder vínculo humano, a minha intervenção em Luanda destacou uma mensagem central: o futuro pode tornar-se mais artificial, mas continuará a depender de liderança, consciência, confiança e capacidade de mobilizar pessoas”, disse Pedro Ramos.

Ígor Lopes

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CCP destaca voto eletrónico, apoio à Venezuela e reforço dos direitos da diáspora nas conclusões das reuniões presenciais do Conselho Permanente em Lisboa

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O Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CP-CCP), presidido por Flávio Martins, divulgou, em comunicado, as principais decisões alcançadas no âmbito das reuniões presenciais realizadas em Lisboa entre 29 de junho e 1 de julho, iniciativa que ficou marcada por deliberações e mensagens consideradas de “maior impacto direto para a diáspora portuguesa”, destacando temas como o voto eletrónico, o ensino do português no estrangeiro, os serviços consulares, os processos de nacionalidade e o apoio à comunidade portuguesa na Venezuela, além da aprovação de uma moção de solidariedade institucional dirigida ao povo venezuelano e à comunidade portuguesa residente naquele país, na sequência dos recentes sismos que afetaram a região no final de junho.

No plano da participação cívica, o CCP assinala como um dos principais avanços o anúncio feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, relativo à realização de uma experiência-piloto de voto eletrónico nas próximas eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas, previstas para 2027.

A medida, considerada um passo relevante para facilitar a participação eleitoral dos emigrantes, visa testar novas soluções tecnológicas para futuros atos eleitorais. A modernização dos processos eleitorais constituiu, aliás, uma das principais reivindicações apresentadas pelo Conselho. O CCP voltou a defender o alargamento das modalidades de voto – presencial, postal e eletrónico – a todos os atos eleitorais nacionais, bem como o desdobramento das assembleias de voto no estrangeiro, procurando reduzir as dificuldades de acesso e combater a baixa participação registada em eleições anteriores.

Outro dos temas centrais incidiu sobre o ensino de português no estrangeiro. Durante as reuniões realizadas em Lisboa decorreram encontros de trabalho com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, dedicados à análise dos desafios e das oportunidades de expansão da rede de ensino da língua portuguesa junto das comunidades emigrantes, procurando reforçar a promoção da língua e da cultura portuguesas além-fronteiras.

No domínio dos serviços públicos, o Conselho Permanente dirigiu também um conjunto de propostas ao Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), defendendo medidas destinadas a acelerar e uniformizar os processos de nacionalidade e de registos civis, reforçar a digitalização dos serviços, melhorar a interoperabilidade entre o IRN e a rede consular portuguesa e ampliar a formação técnica dos postos consulares. O objetivo passa por “garantir maior previsibilidade nos prazos de resposta e uma aplicação uniforme dos critérios utilizados nos processos que envolvem portugueses residentes no estrangeiro”.

O comunicado reforça ainda a posição do CCP relativamente ao seu papel institucional, sugerindo uma participação mais ativa na definição das políticas públicas dirigidas às comunidades portuguesas.

Recorde-se que, desde 2023, o Conselho passou a ser obrigatoriamente consultado em matérias relacionadas com a diáspora portuguesa, reforçando a sua legitimidade enquanto órgão consultivo do Estado.

No plano organizativo, o CP-CCP confirma a consolidação do atual mandato através da assinatura do Relatório Anual de Atividades, da aprovação do Código de Conduta dos Conselheiros e da reeleição da Mesa Diretora, decisões que encerraram o ciclo de reuniões presenciais do Conselho Permanente realizadas na capital portuguesa.

Ígor Lopes

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