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Universidade do Minho celebra o Dia Europeu do Património Académico

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A Universidade do Minho (UMinho) associa-se hoje, 18 de novembro, às celebrações do Dia Europeu do Património Académico, com uma dezena de visitas guiadas às suas unidades em Braga, Guimarães e Monção, a par de exposições, a apresentação de um vídeo e uma conferência.

Na Casa de Sarmento, em plena cidade-berço, pode acompanhar-se, às 10h00 e 15h00, a digitalização de documentos, o funcionamento do Repositório Genealógico Nacional e a conservação e catalogação dos arquivos da Agência Portuguesa do Ambiente. Já na Casa Museu de Monção vai conhecer-se, às 11h00 ou 15h00, o seu núcleo museológico, os jardins e a primeira exposição da pintora local Érica Oliveira.

Casa de Sarmento (Foto: UM)

No centro de Braga, há para ver, às 10h30 e 15h00, o espólio e os jardins do Museu Nogueira da Silva [ndr: foto de destaque], que tem, também, patente uma exposição de Adélia Gonçalves. Nas modernas instalações da Rua do Abade da Loureira, o Arquivo Distrital de Braga abre às 11h00 e às 14h00 as portas das suas atividades e do seu acervo, que contém 632 fundos e coleções desde o século IX. E na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva (BLCS), a visita às 10h00 ou 14h30 inclui passagens pelos vestígios arqueológicos, como a cloaca romana, e pelo meio milhão de documentos.

Casa Museu de Monção (Foto: UM)

Todas as visitas guiadas duram cerca de 45 a 60 minutos e são gratuitas, mediante a respetiva inscrição prévia para geral@csarmento.uminho.pt, para casamuseumoncao@reitoria.uminho.pt, para sec@adb.uminho.pt, para sec@mns.uminho.pt ou para seec@blcs.pt.

Já a Casa do Conhecimento da UMinho vai apresentar, no Facebook e YouTube, o vídeo alusivo à exposição “Braga no tempo de André Soares: 300 anos do nascimento do arquiteto riscador”, que esteve patente em vários locais.

No âmbito do Dia Europeu do Património Académico, a BLCS acolhe, ainda, mas no dia 28, às 17h00, a conferência “Lúcio Craveiro da Silva: pensamento, obra, personalidade, ação”. A sessão prevê intervenções do Reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, e dos professores Carlos Morais (Universidade Católica), João Vila-Chã (Universidade Gregoriana, Roma), Acílio Estanqueiro Rocha, Fernando Augusto Machado, José Marques Fernandes e Manuel Gama (todos da UMinho). A entrada é livre.

Fotos: UM.

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Município de Barcelos distinguido como “Autarquia Familiarmente Responsável” e “Autarquia Amiga das Famílias”

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O Município de Barcelos foi distinguido, uma vez mais, como “Autarquia + Familiarmente Responsável 2022”, uma nomeação atribuída pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis. O vereador António Ribeiro, do pelouro da Ação Social, recebeu a bandeira que assinala esta distinção, em representação da autarquia, numa cerimónia que decorreu, na tarde de anteontem (26), no Auditório da Fundação FEFAL, na cidade de Coimbra. 

Segundo António Ribeiro, estas distinções reconhecem as boas-práticas no âmbito das políticas familiares dos municípios e, no caso de Barcelos, foram atribuídas pelo trabalho da Câmara Municipal, enquanto entidade empregadora, na adoção de medidas que facilitam a conciliação da vida familiar e laboral dos seus trabalhadores.

Nesse sentido, o reconhecimento pelo trabalho efetuado levou a que a Câmara de Barcelos tenha sido distinguida com a “Bandeira com Palma”, por ter recebido o prémio três ou mais anos consecutivos. Entretanto, além desse prémio, e, pela primeira vez, o Município de Barcelos recebeu, adicionalmente, o certificado de “Autarquia Amiga das Famílias”, após ter aderido à Rede Europeia de Autarquias Amigas da Família, que agrega 80 municípios de oito países.

Recorde-se que o Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis é uma iniciativa da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, em parceira com Instituto da Segurança Social. Tem como principais objetivos acompanhar, galardoar e divulgar as melhores práticas das autarquias portuguesas em matéria de responsabilidade familiar.  

Foto: CMB.                                                                                         

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CNA repudia decisão do Governo de extinguir Secretaria de Estado da Agricultura: “é mais uma peça do desmantelamento do Ministério”

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A CNA – Confederação Nacional da Agricultura “repudia, veementemente, a extinção da Secretaria de Estado da Agricultura e exige a revogação desta decisão o mais urgentemente possível”.

“Acabar com a Secretaria de Estado da Agricultura, para além de que revela de evidente desvalorização de um setor central na economia nacional e na ocupação do território, é dar mais uma machadada no Ministério da Agricultura, que, assim, se vai paulatinamente extinguindo, o que constitui um erro gravíssimo com consequências desastrosas para os agricultores e para o país”, acusa.

Com esta decisão, o Ministério da Agricultura, “mais uma vez, perde capacidade de intervenção e coordenação política e técnica, numa altura em que os agricultores passam por enormes dificuldades, com quebras brutais de rendimentos (mais de 11%, segundo o INE), e quando se inicia a aplicação do PEPAC (Plano Estratégico Nacional da Política Agrícola Comum), que inclui mais exigências e penalizações para os pequenos produtores”, continua.

A Secretaria de Estado da Agricultura “não é uma mera ‘pasta’ no papel, faz falta aos Agricultores e ao país”, e a CNA não compreende o que mudou para que, “no espaço de três semanas, sem qualquer consulta aos representantes do setor ou debate na sociedade portuguesa, o Governo tenha deixado de considerar necessária a sua existência. E as desculpas entretanto apresentadas pelo Governo, além de não convencerem, só confirmam que não há intenção de voltar atrás”.

“Estamos perante uma queda em dominó, depois da transferência de competências (que na prática as liquida) das Direções Regionais de Agricultura e Pescas para as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional”, alerta.

“Repudiamos mais este passo na destruição do tecido produtivo que alimenta a população”, afirma a CNA.

A CNA reafirma que o setor agrícola e o País “precisam de um Ministério da Agricultura forte e operativo, incluindo as áreas das Florestas e do Desenvolvimento Rural, e capaz de dar as respostas necessárias aos agricultores, e isso só se faz, também, com uma Secretaria de Estado para a Agricultura”

A CNA reafirma, ainda, que, “a par da existência de um Ministério da Agricultura forte e operativo, próximo dos agricultores, é preciso mudar de políticas para o sector agroflorestal e para o Mundo Rural, de forma a dar resposta aos desafios que os agricultores estão hoje a enfrentar”.

Foto: DR.

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Anadia prorroga transferência de competências no domínio da ação social

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A Câmara Municipal de Anadia deliberou, por unanimidade, na reunião de executivo realizada esta quinta-feira, 26 de janeiro, propor à Assembleia Municipal a prorrogação do prazo de transferência de competências no domínio da Ação Social até ao mês de abril, uma vez que não se encontram reunidas as condições necessárias ao exercício das referidas competências.

A presidente da Câmara Municipal de Anadia, Maria Teresa Cardoso, considera que o Decreto-Lei nº 55/2020 “continua a suscitar dúvidas relativamente às matérias a transferir, existindo uma ausência de clareza quanto à sua operacionalização, necessária para que o Município possa avaliar as implicações financeiras, humanas e organizacionais”. Daí que, no seu entendimento, “não se encontrem reunidas as condições para que o Município de Anadia, responsavelmente e na defesa dos interesses da autarquia e das populações, possa assumir as competências que se pretendem transferir com o mencionado diploma legal”.

A proposta aprovada vai agora ser enviada à Assembleia Municipal de Anadia, para análise e votação, em sessão que deverá realizar-se no decorrer do próximo mês de fevereiro. A decisão será, posteriormente comunicada à Direção Geral das Autarquias Locais.

Foto: CMA.

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