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PSP associa-se ao European Focus Day – Campanha de prevenção do crime de furto em residência  

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A Polícia de Segurança Pública (PSP) associa-se, novamente, ao European Focus Day – campanha europeia de prevenção do crime de furto em residências, que tem lugar, anualmente, a 15 de junho.

Este dia de informação e sensibilização dos cidadãos, que tem, este ano, a 4ª edição, é dinamizado pela European Crime Prevention Network (EUCPN) e conta com a participação da Europol, Comissão Europeia e 26 países da União Europeia, incluindo Portugal, que participa nesta iniciativa desde a sua criação, em 2019, por intermédio da PSP.

O objetivo primordial desta campanha à escala europeia é sensibilizar os cidadãos para a importância da prevenção e divulgar conselhos de autoproteção contra os furtos em interior de residência.

Nos últimos 3 anos, a PSP investigou 13 086 furtos em residência com arrombamento, escalamento ou emprego de chave falsa; 5 826 furtos por outros métodos; 1 124 roubos em residência; e 5 689 furtos em área anexa a residência (como garagens, anexos, entre outros).

No ano de 2022, até ao dia 31 de maio, a PSP tem em investigação 1756 furtos em residência com arrombamento, escalamento ou emprego de chave falsa; 776 furtos por outros métodos; 116 roubos em residência; e 581 furtos em área anexa a residência.

No mesmo período temporal, efetuou 526 detenções por furtos e roubos a residências. No presente ano, já foram registadas 62 detenções pelos mesmos crimes.

A PSP disponibiliza o programa “Verão Seguro – Chave Direta”, que se constitui como medida de prevenção e reforço da segurança das residências, especialmente quando as famílias se ausentam por períodos de tempo mais longos, geralmente por motivos de férias. A ausência é comunicada à PSP diretamente nas Esquadras ou por intermédio do sítio https://veraoseguro.mai.gov.pt/Pages/Home.aspx, possibilitando que estas residências sejam objeto de especial atenção pelos Polícias.

Nos últimos 3 anos, a PSP recebeu 5 882 pedidos de vigilância a residências. Destas, 19 foram alvo deste crime (tentado ou consumado), ou seja, 0,3% das residências inscritas neste programa foram alvo de ilícitos criminais.

Além da ativação do programa de vigilância a residências, a PSP também leva a cabo ações de sensibilização junto dos cidadãos, nas quais são abordados os temas “Furtos e Roubos” e “Segurança na Residência”.

Entre 2018 e 2021, foram realizadas 800 ações de sensibilização que envolveram cerca de 18 000 cidadãos.

A PSP aconselha todos os cidadãos:

i. Informe a PSP da sua área de residência da ausência do domicílio, diretamente na Esquadra ou por intermédio do sítio do programa “Verão Seguro – Chave Direta”.

ii. Durante os períodos de ausência da residência (mesmo que por alguns dias), garantam que portas e janelas ficam bem trancadas.

iii. Se pretender publicitar ausências, nomeadamente através das redes sociais, faça-o após regressar.

iv. Denuncie sempre este crime à PSP, ainda que não tenha sido concretizado (tentativa).

v. Solicite a alguém da sua confiança que recolha o correio para que a caixa não fique cheia.

vi. As portas de acesso às áreas comuns e ou via pública devem ser sempre trancadas (ao invés do simples uso do trinco).

vii. As redes de solidariedade entre vizinhos são um dos meios mais eficazes de prevenção: caso note pessoas estranhas nos acessos à residência de outra pessoa, tente contactá-la e alertá-la. Em caso de dúvida, alerte a Esquadra da PSP mais próxima para despiste da situação.

Os contactos das Esquadras da PSP encontram-se permanentemente disponíveis no sítio oficial (www.psp.pt), separador “Onde Estamos”.

Foto: DR.

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Portugal: “Eu Decido NextGen” reúne jovens líderes em debate sobre o futuro da nova geração

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O auditório do Taguspark, no concelho de Oeiras, em Portugal, recebe, no dia 19 de setembro, entre as 09h e às 19h, o painel de debate especial “Eu Decido NextGen”, uma iniciativa moderada pelo CEO da Dale Carnegie Portugal e especialista em gestão das pessoas, recursos humanos e liderança, Pedro Ramos, que reunirá sete jovens participantes para debater o papel da nova geração na construção do futuro. Esta iniciativa acontece no âmbito do evento “Faz a Tua Mudança”, organizado por Adriana Carneiro, mentora e coach de Liderança.

Sob o lema “O futuro não está à espera”, o encontro pretende “promover um espaço de reflexão e diálogo em torno dos desafios enfrentados pelos jovens, incentivando a participação ativa na definição das decisões que irão moldar a sociedade dos próximos anos”.

O painel contará com a participação de Inês Siopa, Carolina Almeida, Laura Gomes, Afonso Almeida, Inês Moleiro, José Lages e Joana Ramos, jovens convidados para “partilhar experiências, perspetivas e propostas sobre temas ligados à liderança, participação, inovação e intervenção cívica”.

A organização apresenta o evento como um “encontro entre diferentes vozes da mesma geração”, sintetizado na mensagem “7 vozes. 1 geração. 1 decisão.”, procurando demonstrar que “os jovens não são apenas destinatários das mudanças, mas protagonistas da sua construção”.

A filosofia da iniciativa é resumida na frase que acompanha o evento: “Enquanto muitos discutem o futuro, eles já o estão a construir”.

Ígor Lopes

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Angola: Pedro Ramos defendeu em Luanda “liderança centrada nas pessoas” durante o “Carreira International Summit 2026”

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Pedro Ramos, CEO da Dale Carnegie Training Portugal e da Rharo by Group Talent, participou, em Luanda, Angola, no “Carreira International Summit 2026”, realizado no passado dia 8 de julho, no Epic Sana Luanda. O encontro, organizado pela “Revista Carreira”, em parceria com a “Dale Carnegie Training Portugal” e a “Rharo by Group Talent”, foi apresentado como um “espaço internacional de reflexão sobre o futuro do trabalho, da liderança e das organizações”.

Sob o tema “Pessoas Reais (RE)Inventam o Futuro Artificial”, Pedro Ramos fez a palestra de abertura do evento, centrando a sua intervenção na necessidade de colocar as pessoas no centro da transformação organizacional, num tempo marcado pela aceleração da inteligência artificial, pela redefinição das carreiras e pelas novas exigências da liderança. A agenda do summit foi orientada para as dinâmicas emergentes do mercado laboral, a transformação organizacional e as trajectórias de carreira em contexto global.

O evento reuniu líderes empresariais, decisores públicos, especialistas e representantes institucionais de Angola, Portugal, Brasil, Moçambique e Líbano, reforçando Luanda como “espaço de diálogo lusófono e internacional sobre gestão de pessoas, tecnologia, inovação e desenvolvimento humano”. A organização avalia que o summit foi o primeiro encontro internacional em Angola inteiramente dedicado a esta agenda, com a ambição de “aproximar lideranças e gestores de pessoas de diferentes geografias”.

A presença de Pedro Ramos em Angola confirma a expansão da sua agenda internacional e o posicionamento da “Dale Carnegie Training Portugal” e da “Rharo by Group Talent” em mercados lusófonos estratégicos.

“Num contexto em que as organizações procuram responder à pressão tecnológica sem perder vínculo humano, a minha intervenção em Luanda destacou uma mensagem central: o futuro pode tornar-se mais artificial, mas continuará a depender de liderança, consciência, confiança e capacidade de mobilizar pessoas”, disse Pedro Ramos.

Ígor Lopes

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CCP destaca voto eletrónico, apoio à Venezuela e reforço dos direitos da diáspora nas conclusões das reuniões presenciais do Conselho Permanente em Lisboa

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O Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CP-CCP), presidido por Flávio Martins, divulgou, em comunicado, as principais decisões alcançadas no âmbito das reuniões presenciais realizadas em Lisboa entre 29 de junho e 1 de julho, iniciativa que ficou marcada por deliberações e mensagens consideradas de “maior impacto direto para a diáspora portuguesa”, destacando temas como o voto eletrónico, o ensino do português no estrangeiro, os serviços consulares, os processos de nacionalidade e o apoio à comunidade portuguesa na Venezuela, além da aprovação de uma moção de solidariedade institucional dirigida ao povo venezuelano e à comunidade portuguesa residente naquele país, na sequência dos recentes sismos que afetaram a região no final de junho.

No plano da participação cívica, o CCP assinala como um dos principais avanços o anúncio feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, relativo à realização de uma experiência-piloto de voto eletrónico nas próximas eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas, previstas para 2027.

A medida, considerada um passo relevante para facilitar a participação eleitoral dos emigrantes, visa testar novas soluções tecnológicas para futuros atos eleitorais. A modernização dos processos eleitorais constituiu, aliás, uma das principais reivindicações apresentadas pelo Conselho. O CCP voltou a defender o alargamento das modalidades de voto – presencial, postal e eletrónico – a todos os atos eleitorais nacionais, bem como o desdobramento das assembleias de voto no estrangeiro, procurando reduzir as dificuldades de acesso e combater a baixa participação registada em eleições anteriores.

Outro dos temas centrais incidiu sobre o ensino de português no estrangeiro. Durante as reuniões realizadas em Lisboa decorreram encontros de trabalho com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, dedicados à análise dos desafios e das oportunidades de expansão da rede de ensino da língua portuguesa junto das comunidades emigrantes, procurando reforçar a promoção da língua e da cultura portuguesas além-fronteiras.

No domínio dos serviços públicos, o Conselho Permanente dirigiu também um conjunto de propostas ao Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), defendendo medidas destinadas a acelerar e uniformizar os processos de nacionalidade e de registos civis, reforçar a digitalização dos serviços, melhorar a interoperabilidade entre o IRN e a rede consular portuguesa e ampliar a formação técnica dos postos consulares. O objetivo passa por “garantir maior previsibilidade nos prazos de resposta e uma aplicação uniforme dos critérios utilizados nos processos que envolvem portugueses residentes no estrangeiro”.

O comunicado reforça ainda a posição do CCP relativamente ao seu papel institucional, sugerindo uma participação mais ativa na definição das políticas públicas dirigidas às comunidades portuguesas.

Recorde-se que, desde 2023, o Conselho passou a ser obrigatoriamente consultado em matérias relacionadas com a diáspora portuguesa, reforçando a sua legitimidade enquanto órgão consultivo do Estado.

No plano organizativo, o CP-CCP confirma a consolidação do atual mandato através da assinatura do Relatório Anual de Atividades, da aprovação do Código de Conduta dos Conselheiros e da reeleição da Mesa Diretora, decisões que encerraram o ciclo de reuniões presenciais do Conselho Permanente realizadas na capital portuguesa.

Ígor Lopes

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