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Liga MEO Surf: 1ª divisão do Surf Nacional regressa com o Allianz Ericeira Pro a 10 de Junho, Dia de Portugal

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A Praia de Ribeira d’Ilhas está a postos para receber a 1ª divisão do surf nacional no Allianz Ericeira Pro, a terceira de cinco etapas da Liga MEO Surf 2022. Esta será a prova intermediária na luta pelos títulos nacionais de surf, com Vasco Ribeiro e Teresa Bonvalot a chegarem às ondas da Reserva Mundial de Surf na liderança dos respetivos rankings e, por isso, donos das licras amarelas Go Chill. De 10 a 12 de junho, coincidindo o arranque da competição com o Dia de Portugal, o Allianz Ericeira Pro prepara-se para levar muita emoção até a um dos mais míticos anfiteatros naturais do surf nacional.

Uma prova que vai contar com o aliciante extra de surgir na sequência de um dos maiores feitos do surf português a nível internacional, com o triunfo de Teresa Bonvalot no Sydney Surf Pro, etapa do circuito Challenger Series da World Surf League, que dá acesso à primeira divisão do surf mundial.

Teresa Bonvalot, líder do ranking nacional, considera que “voltar a competir em casa vai ser ótimo. Adoro competir em Portugal. Desta vez, será na Ericeira, onde, em outubro, vamos ter uma etapa do circuito Challenger Series, o que acaba por ser bom para preparar essa prova. Apesar de o meu objetivo estar mais centrado a nível internacional, tento fazer a Liga MEO Surf ao máximo porque é uma boa ferramenta para evoluir a minha estratégia e o meu surf. Venho da Austrália com o melhor resultado da minha carreira. Foi um evento e uma viagem incríveis, num mês de imensa aprendizagem. Estou super motivada para o que aí vem.”

Quem também teve um arranque positivo no circuito Challenger Series foi o penta campeão nacional Vasco Ribeiro, que carimbou um 9º lugar na etapa de abertura, na Gold Coast. Algo que o deixa no 19º posto do ranking masculino e também bem posicionado na luta pelo sonho de conseguir uma das vagas em disputa para o circuito mundial.

Está, assim, tudo a postos para uma etapa que promete um nível altíssimo de surf e com expectativas elevadas, tanto do lado masculino como no feminino, com as ondas da Reserva Mundial de Surf como palco desta verdadeira parada de estrelas do surf nacional.

Hélder Sousa Silva, Presidente da Câmara Municipal de Mafra, refere que “a Reserva Mundial de Surf da Ericeira – primeira na Europa e segunda no Mundo – dá as boas-vindas à principal competição nacional desta modalidade. Esta é mais uma oportunidade, não só, para promover este património natural de qualidade, que são as ondas, como também para a divulgação dos muitos ativos turísticos da Ericeira”.

Historial de vencedores do Allianz Ericeira Pro:

2021 – Afonso Antunes e Carolina Mendes

2020 – Afonso Antunes e Carolina Mendes

2019 – Tomás Fernandes e Teresa Bonvalot

2018 – Miguel Blanco e Camilla Kemp

2017 – Tiago Pires e Carolina Mendes

Além da extrema importância para começar a definir os reais candidatos aos títulos nacionais, o Allianz Ericeira Pro também terá um grande impacto nas contas do Allianz Triple Crown, uma vez que é a segunda das três paragens que compõem este já histórico sub-troféu da Liga MEO Surf.

José Francisco Neves, Membro do Comité Executivo da Allianz Portugal e Diretor de Transformação e Marketing, salienta “a etapa da Ericeira é aguardada com grande expectativa. Com inúmeras praias para a prática do surf, como a da Ribeira D’Ilhas, onde vai decorrer a 3ª prova da Liga, a Ericeira tem uma forte ligação e tradição no Surf e é o local de excelência para muitos dos principais atletas da modalidade. O Allianz Ericeira Pro coincide com o lançamento da nova campanha global da Allianz, que tem como ponto de partida a importância da preparação para enfrentar o desconhecido, reforçando a associação da nossa marca ao desporto, à sustentabilidade e mais concretamente à importância da preservação dos oceanos, ao mesmo tempo que reafirmamos o compromisso de estarmos ao lado dos nossos clientes, ajudando-os a prepararem-se para o melhor da vida. Esta não podia ser melhor altura para estarmos novamente presentes como um dos principais parceiros do Surf nacional, desporto que partilha os mesmos valores que queremos transmitir aos nossos clientes: preparação, confiança e superação.”

Allianz Ericeira Pro 2021 em números:

– Campeões da Etapa: Afonso Antunes e Carolina Mendes;

– 1059 ondas surfadas por 104 surfistas inscritos;

– Melhor onda (máximo 10 pontos): 8,50 de Carina Duarte (1.ª ronda);

– Melhor pontuação (máximo 20 pontos): 15,25 de Afonso Antunes (Final)

Prémio vencedor etapa: Relógio Rip Curl Search GPS 2

Prazo de constituição das equipas: hora do Call do primeiro dia de prova

A nível televisivo, o Allianz Ericeira Pro poderá ser acompanhado em direto na Sport TV, assim como nos restantes meios oficiais: Facebook do MEO, app do MEO – disponível na posição 810 da grelha de canais MEO, e em www.ansurfistas.com e redes sociais em @ansurfistas.

A Liga MEO Surf 2022 é uma organização da Associação Nacional de Surfistas e da Fire!, com o patrocínio do MEO, Allianz Seguros, Joaquim Chaves Saúde, Bom Petisco, Go Chill, Somersby, Corona e Rip Curl, o parceiro de sustentabilidade Jerónimo Martins, o apoio local da Câmara Municipal de Mafra, e o apoio técnico do Ericeira Surf Clube e da Federação Portuguesa de Surf.

Imagem: ANS.

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Lisboa recebe III Salão do Livro Maçónico de 14 a 15 de março

Evento aberto ao público

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Casa do Alentejo, em Lisboa, recebe, nos próximos dias 14 e 15 de março, o III Salão do Livro Maçónico de Portugal, um evento cultural aberto ao público dedicado à história, cultura e pensamento humanista da Maçonaria.

Organizado pelo Instituto Maçónico de Portugal, em conjunto com a Grande Loja Simbólica da Lusitânia e a Grande Loja Simbólica de Portugal, o encontro realiza-se sob a égide da UMLI – União Maçónica Liberal Internacional e conta com o apoio do Grande Oriente de França, uma das mais antigas e importantes obediências maçónicas do mundo. Irá reunir conferencistas internacionais de França, Turquia, Roménia e Portugal, entre os quais Roger Dachez, Can Arınel, Philippe Roblin, Raoul Garcia, Horia Barbu, José Manuel Anes Cipriano de Oliveira.

O programa inclui conferências sobre história e simbolismo maçónico, bem como o lançamento do livro “Fernando Pessoa e os Mundos Esotéricos”, de José Manuel Anes.

Entre os vários pontos de interesse, estará uma réplica de um templo maçónico, permitindo ao público conhecer a disposição simbólica deste espaço tradicional.

No sábado à noite, realiza-se ainda um jantar-concerto dedicado à música maçónica de Mozart. Entrada livre.

Conferencistas convidados

. Roger Dachez – Um dos principais historiadores da Maçonaria europeia, que falará sobre o Rito Escocês Retificado.

. Can Arınel – Grande Chanceler da Grande Loja Liberal da Turquia, que apresentará a Maçonaria turca contemporânea.

. Philippe Roblin – Antigo primeiro vice Grão-Mestre do Grande Oriente de França e embaixador da UMLI, que abordará o laicismo e a liberdade de consciência.

. Raoul Garcia – Membro do Conselho da Ordem do Grande Oriente de França, apresentará o tema: O Grande Oriente de França: Obediência Maçónica Liberal e Adogmática.

. Horia Barbu – Membro do Grande Oriente da Roménia. Especialista em filatelia maçónica.

. José Manuel Anes – Antigo Grão-Mestre da Grande Loja Regular de Portugal, que irá abordar a presença dos Templários em Portugal.

. Cipriano de Oliveira – Ex vice Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, que irá falar sobre as Constituições de Anderson e o seu significado histórico.

Imagens: IMP.

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Solidariedade maçónica no terreno: intervenção em Ourém, Leiria e Alcácer do Sal

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Na sequência das recentes intempéries provocadas pela tempestade Kristin, agravadas pelas subsequentes, a ARA – Associação Romã Azul, associação de solidariedade de matriz maçónica, desenvolveu um conjunto de ações de apoio humanitário em articulação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia.

Esta mobilização conjunta traduziu-se numa intervenção rápida e eficaz nas regiões de Ourém, Leiria e Alcácer do Sal, através da recolha e entrega de bens essenciais, materiais de construção e apoio direto a famílias afetadas.

Foto: ARA.

No concelho de Ourém, foi realizada uma primeira missão de entrega de materiais prioritários — incluindo argamassa, cimento, isolantes, silicones, lanternas e comida para bebé — assegurando resposta imediata a necessidades identificadas no terreno e permitindo a reposição mínima de condições de habitabilidade para várias famílias, muitas delas compostas por pessoas idosas.

A operação prosseguiu no distrito de Leiria com uma ação de maior dimensão logística, mobilizando 10 voluntários, um camião e quatro viaturas. Foram entregues cerca de duas mil telhas no Aeródromo de Leiria, bem como bens alimentares e produtos de higiene e um gerador à APPC de Leiria.

Foto: ARA.

Em paralelo, diversas famílias receberam apoio direto e personalizado, de acordo com as necessidades identificadas localmente. Uma das equipas procedeu ainda à reparação de um telhado significativamente danificado, contribuindo para minimizar a entrada de água e reduzir riscos adicionais para os residentes.

No seguimento desta cadeia de solidariedade, foi igualmente organizado apoio destinado ao concelho de Alcácer do Sal.

Foi entregue à Junta de Freguesia de Santiago um conjunto de bens essenciais destinados a apoio imediato à população: camas, colchões, edredons, toalhas e lençóis, reforçando a capacidade de resposta local às necessidades emergentes.

Estas ações foram desenvolvidas em articulação com entidades locais e estruturas de proteção civil, assegurando uma resposta coordenada, eficaz e orientada para resultados concretos. “A intervenção no terreno refletiu o espírito de entreajuda e o compromisso cívico que orientam a ARA e as Obediências maçónicas envolvidas”, sublinhou Pedro Rangel, representante da ARA.

Foto: ARA.

“A ARA – Associação Romã Azul, em ligação fraterna com a Grande Loja Simbólica de Portugal e a Grande Loja Simbólica da Lusitânia, continuará a mobilizar recursos e voluntários enquanto subsistirem necessidades nas regiões afetadas, reafirmando o papel da solidariedade ativa como expressão dos valores humanistas e fraternais ao serviço da sociedade portuguesa”, concluiu.

Fotos: ARA.

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Quando a segurança alimentar portuguesa entra no radar global da inovação

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Portugal nem sempre aparece nos rankings internacionais de inovação tecnológica aplicada à indústria alimentar. Quando acontece, vale a pena parar e perceber porquê.

Recentemente, uma plataforma portuguesa dedicada à digitalização da segurança alimentar, a AiHACCP, foi destacada pela StartUs Insights entre as dez start-ups mundiais mais inovadoras na aplicação de inteligência artificial à segurança e qualidade alimentar. A distinção não surge num blogue obscuro ou num prémio interno, mas numa plataforma internacional utilizada por governos, multinacionais e investidores, citada regularmente por publicações como Forbes, Bloomberg, Fortune e Entrepreneur.

O reconhecimento é relevante não apenas pela lista em si, mas pelo contexto em que surge. A segurança alimentar atravessa hoje uma transformação profunda. As exigências regulatórias aumentaram durante as últimas décadas, os riscos tornaram-se mais complexos e a pressão sobre as empresas é maior do que nunca. Ao mesmo tempo, continua a existir uma dependência excessiva de sistemas manuais, documentação em papel e controlos retroativos que pouco contribuem para a prevenção real do risco.

Além de que, para além de ocupar recursos humanos altamente qualificados que podiam estar mais ocupados no desenvolvimento do produto, na rentabilização, e em outras atividades mais criativas e focadas no cliente final e no produto, estão muitas vezes assoladas com papel, registos, e mais do mesmo, sem que isso signifique fiabilidade e qualidade.

A União Europeia já deixou claro que o foco deixou de ser apenas o cumprimento formal de planos e nos sistemas de gestão da segurança alimentar baseado nos princípios do HACCP. Com a introdução do conceito de cultura de segurança alimentar, passou a ser exigida evidência contínua de controlo, envolvimento das pessoas e capacidade de demonstrar, em qualquer momento, que o sistema funciona.

É neste ponto que a tecnologia pode fazer a diferença. A utilização de plataformas digitais e inteligência artificial permite monitorizar processos em tempo real, validar medidas de controlo, identificar padrões de risco e reduzir drasticamente falhas humanas e desperdício alimentar. Não se trata de substituir técnicos ou conhecimento, mas de amplificar a sua eficácia.

O facto de uma solução desenvolvida em Portugal surgir num ranking global deste tipo revela duas coisas. Primeiro, que o país tem capacidade técnica e know-how para competir num setor altamente regulado e exigente. Segundo, que a inovação relevante nem sempre nasce em setores óbvios ou mediáticos, mas muitas vezes em áreas críticas como a segurança alimentar, onde o impacto é silencioso, mas estrutural.

Num momento em que se discute produtividade, sustentabilidade, desperdício alimentar e competitividade das empresas portuguesas, vale a pena olhar para estes sinais com atenção. A próxima grande diferença entre organizações do setor alimentar não será quem “tem qualidade” quem “tem segurança alimentar ou quem “tem HACCP”, mas quem consegue demonstrar, de forma contínua e transparente, que controla efetivamente os riscos.

Quando uma solução nacional é reconhecida lá fora por responder a esse desafio, o mérito ultrapassa a empresa. É um indicador de que Portugal pode, e deve, ter um papel ativo na transformação digital de setores críticos da economia.

A plataforma e a app (já disponível na Google e ios) com a marca AiHACCP é um produto Made in Portugal, que passou por um processo de incubação na Startup Sintra e que atualmente encontra-se já a fornecer a solução desde o canal horeca, escolas, lares de idosos, restauração, retalho e industria alimentar, removendo o papel, e dotando empresários, empresas e trabalhadores de uma solução única que torna esta obrigatoriedade de cumprir a Segurança Alimentar de forma fiável e fácil à distância de uns cliques e a partir de um telemóvel, tablet ou desktop.

Naturalmente, para além de já ser uma solução implementada em organizações em Portugal, está com significativa procura no exterior de Portugal, em diversas latitudes do mundo, desde o Equador, Colômbia, Moçambique, Brasil, Macau, entre outros, situação que resulta em parte do artigo publicado, que pode conhecer aqui.

Mais informações, visite site www.aihaccp.com .

Imagens: DR.

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