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“Essência do Minho” chega a Santiago de Compostela para promover o destino português aos galegos

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O Consórcio Minho Inovação, composto pelas comunidades intermunicipais do Alto Minho, Cávado e Ave desembarca em Santiago de Compostela, esta semana, com a “Essência do Minho”, uma campanha para dar a conhecer o potencial turístico da região junto dos galegos.

Depois de ter passado por Lisboa e Porto, “Amar o Minho” chega a Santiago para promover a grande riqueza cultural, histórica e gastronómica, além de um destino invadido pela natureza.

A campanha “Essência do Minho” está baseada em duas ações principais. Por um lado, um concerto dirigido a toda a população, para todas as idades, que terá lugar no dia 7 de maio na Sala Capitol a partir das 19h00 locais. As entradas estão disponíveis no portal web www.woutick.es.

A cargo do músico bracarense Daniel Pereira Cristo, o concerto promete uma viagem pela música tradicional “Do Minho à Galiza – da raiz ao fado”, com convidados especiais como o cantautor Xabier Díaz e o grupo polifónico das Cantadeiras do Vale do Neiva. Será uma fusão de vozes e sons de influência minho-galaicas, vindos de artistas comprometidos com a terra e as suas origens.

Daniel Pereira Cristo assegura que este será “um concerto muito especial, uma celebração da cultura milenaria do Noroeste Peninsular num sentido mais amplo”. De acordo com o músico, “o concerto pretende criar uma viagem sonora, através de música como expressão fundamental na vivência de um povo ligado culturalmente, apesar de uma fronteira de quase mil anos.”

Antes desse concerto, a Praça do Obradoiro, em frente à Catedral de Santiago de Compostela, acolherá uma pequena atuação das Cantadeiras do Vale do Neiva e do Grupo do Jogo do Pau de Bucos, candidato a Património Imaterial da Unesco.

Por outro lado, irá decorrer para o público profissional, uma degustação enogastronómica a cargo de dois reconhecidos representantes da cozinha portuguesa e galega: António Loureiro, do restaurante A Cozinha em Guimarães e Lucía Freitas de A Tafona em Santiago de Compostela.

Neste encontro, os chefs elaboraram um menu a quatro mãos, harmonizados com alguns dos melhores vinhos da região dos Vinhos Verdes, para destacar o rico património gastronómico de ambos os territórios. Através de produtos da horta e do mar, esta degustação será uma fusão de sabores de ambas a regiões, realçando a identidade de cada cultura e também as suas semelhanças.

Nesse sentido, o chef António Loureiro quis destacar que “de todas as semelhanças que nos unem, a que mais nos caracteriza é a paixão pelos produtos da terra e do mar, pelas suas gentes, que os produzem de sol a sol é a paixão pela gastronomia e pelo vinho” e assegura que “essa paixão vai ser traduzida neste jantar”.

Sobre a Região Minho

A Região de Minho está formada por 24 municípios de três comunidades intermunicipais (CIM Alto Minho, CIM Cávado e CIM do Ave) e que ocupam uma área 4.500 km2 entre a fronteira da Galiza e o Porto, com cerca de 1,1 milhões de habitantes e mais de 50 km de costa.

Este destino a norte de Portugal une harmoniosamente história, tradição, modernidade e inovação. Entre os seus atrativos mais relevantes destaca-se a ampla oferta de turismo termal, as praias e a rotas naturais, já que este território é conhecido como o jardim de Portugal.

A região conta com mais de 100 monumentos nacionais classificados, como o Castelo de Guimarães, a ponte de Ponte de Lima ou a cidade de Braga. Quanto à oferta gastronómica e vínica, o Minho é a região portuguesa com mais produtos incluídos na “Arca de Sabores” do movimento Slow Food: a Broa de Milho, a Laranja de Ermelo, o Feijão Tarrestre e a Carne Cachena da Peneda. O Caldo Verde, por outro lado, foi eleito em 2011 como uma das “7 Maravilhas da Gastronomia Portuguesa”.

Foto: DR.

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Portugal: “Eu Decido NextGen” reúne jovens líderes em debate sobre o futuro da nova geração

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O auditório do Taguspark, no concelho de Oeiras, em Portugal, recebe, no dia 19 de setembro, entre as 09h e às 19h, o painel de debate especial “Eu Decido NextGen”, uma iniciativa moderada pelo CEO da Dale Carnegie Portugal e especialista em gestão das pessoas, recursos humanos e liderança, Pedro Ramos, que reunirá sete jovens participantes para debater o papel da nova geração na construção do futuro. Esta iniciativa acontece no âmbito do evento “Faz a Tua Mudança”, organizado por Adriana Carneiro, mentora e coach de Liderança.

Sob o lema “O futuro não está à espera”, o encontro pretende “promover um espaço de reflexão e diálogo em torno dos desafios enfrentados pelos jovens, incentivando a participação ativa na definição das decisões que irão moldar a sociedade dos próximos anos”.

O painel contará com a participação de Inês Siopa, Carolina Almeida, Laura Gomes, Afonso Almeida, Inês Moleiro, José Lages e Joana Ramos, jovens convidados para “partilhar experiências, perspetivas e propostas sobre temas ligados à liderança, participação, inovação e intervenção cívica”.

A organização apresenta o evento como um “encontro entre diferentes vozes da mesma geração”, sintetizado na mensagem “7 vozes. 1 geração. 1 decisão.”, procurando demonstrar que “os jovens não são apenas destinatários das mudanças, mas protagonistas da sua construção”.

A filosofia da iniciativa é resumida na frase que acompanha o evento: “Enquanto muitos discutem o futuro, eles já o estão a construir”.

Ígor Lopes

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Angola: Pedro Ramos defendeu em Luanda “liderança centrada nas pessoas” durante o “Carreira International Summit 2026”

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Pedro Ramos, CEO da Dale Carnegie Training Portugal e da Rharo by Group Talent, participou, em Luanda, Angola, no “Carreira International Summit 2026”, realizado no passado dia 8 de julho, no Epic Sana Luanda. O encontro, organizado pela “Revista Carreira”, em parceria com a “Dale Carnegie Training Portugal” e a “Rharo by Group Talent”, foi apresentado como um “espaço internacional de reflexão sobre o futuro do trabalho, da liderança e das organizações”.

Sob o tema “Pessoas Reais (RE)Inventam o Futuro Artificial”, Pedro Ramos fez a palestra de abertura do evento, centrando a sua intervenção na necessidade de colocar as pessoas no centro da transformação organizacional, num tempo marcado pela aceleração da inteligência artificial, pela redefinição das carreiras e pelas novas exigências da liderança. A agenda do summit foi orientada para as dinâmicas emergentes do mercado laboral, a transformação organizacional e as trajectórias de carreira em contexto global.

O evento reuniu líderes empresariais, decisores públicos, especialistas e representantes institucionais de Angola, Portugal, Brasil, Moçambique e Líbano, reforçando Luanda como “espaço de diálogo lusófono e internacional sobre gestão de pessoas, tecnologia, inovação e desenvolvimento humano”. A organização avalia que o summit foi o primeiro encontro internacional em Angola inteiramente dedicado a esta agenda, com a ambição de “aproximar lideranças e gestores de pessoas de diferentes geografias”.

A presença de Pedro Ramos em Angola confirma a expansão da sua agenda internacional e o posicionamento da “Dale Carnegie Training Portugal” e da “Rharo by Group Talent” em mercados lusófonos estratégicos.

“Num contexto em que as organizações procuram responder à pressão tecnológica sem perder vínculo humano, a minha intervenção em Luanda destacou uma mensagem central: o futuro pode tornar-se mais artificial, mas continuará a depender de liderança, consciência, confiança e capacidade de mobilizar pessoas”, disse Pedro Ramos.

Ígor Lopes

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CCP destaca voto eletrónico, apoio à Venezuela e reforço dos direitos da diáspora nas conclusões das reuniões presenciais do Conselho Permanente em Lisboa

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O Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CP-CCP), presidido por Flávio Martins, divulgou, em comunicado, as principais decisões alcançadas no âmbito das reuniões presenciais realizadas em Lisboa entre 29 de junho e 1 de julho, iniciativa que ficou marcada por deliberações e mensagens consideradas de “maior impacto direto para a diáspora portuguesa”, destacando temas como o voto eletrónico, o ensino do português no estrangeiro, os serviços consulares, os processos de nacionalidade e o apoio à comunidade portuguesa na Venezuela, além da aprovação de uma moção de solidariedade institucional dirigida ao povo venezuelano e à comunidade portuguesa residente naquele país, na sequência dos recentes sismos que afetaram a região no final de junho.

No plano da participação cívica, o CCP assinala como um dos principais avanços o anúncio feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, relativo à realização de uma experiência-piloto de voto eletrónico nas próximas eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas, previstas para 2027.

A medida, considerada um passo relevante para facilitar a participação eleitoral dos emigrantes, visa testar novas soluções tecnológicas para futuros atos eleitorais. A modernização dos processos eleitorais constituiu, aliás, uma das principais reivindicações apresentadas pelo Conselho. O CCP voltou a defender o alargamento das modalidades de voto – presencial, postal e eletrónico – a todos os atos eleitorais nacionais, bem como o desdobramento das assembleias de voto no estrangeiro, procurando reduzir as dificuldades de acesso e combater a baixa participação registada em eleições anteriores.

Outro dos temas centrais incidiu sobre o ensino de português no estrangeiro. Durante as reuniões realizadas em Lisboa decorreram encontros de trabalho com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, dedicados à análise dos desafios e das oportunidades de expansão da rede de ensino da língua portuguesa junto das comunidades emigrantes, procurando reforçar a promoção da língua e da cultura portuguesas além-fronteiras.

No domínio dos serviços públicos, o Conselho Permanente dirigiu também um conjunto de propostas ao Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), defendendo medidas destinadas a acelerar e uniformizar os processos de nacionalidade e de registos civis, reforçar a digitalização dos serviços, melhorar a interoperabilidade entre o IRN e a rede consular portuguesa e ampliar a formação técnica dos postos consulares. O objetivo passa por “garantir maior previsibilidade nos prazos de resposta e uma aplicação uniforme dos critérios utilizados nos processos que envolvem portugueses residentes no estrangeiro”.

O comunicado reforça ainda a posição do CCP relativamente ao seu papel institucional, sugerindo uma participação mais ativa na definição das políticas públicas dirigidas às comunidades portuguesas.

Recorde-se que, desde 2023, o Conselho passou a ser obrigatoriamente consultado em matérias relacionadas com a diáspora portuguesa, reforçando a sua legitimidade enquanto órgão consultivo do Estado.

No plano organizativo, o CP-CCP confirma a consolidação do atual mandato através da assinatura do Relatório Anual de Atividades, da aprovação do Código de Conduta dos Conselheiros e da reeleição da Mesa Diretora, decisões que encerraram o ciclo de reuniões presenciais do Conselho Permanente realizadas na capital portuguesa.

Ígor Lopes

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