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Comunidade brasileira em busca de oportunidades na 6ª edição Semana da Economia de Braga

Na programação desta iniciativa, a Mostra Empresarial reúne mais de 60 empresas e entidades participantes

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De fóruns à cimeira de embaixadores empresariais, painéis, conferências, mostra empresarial e oportunidades de negócio e emprego, assim é a programação da 6ª Semana da Economia, que arrancou esta segunda-feira, dia 22 de maio, no Altice Forum Braga. Para além de troca de conhecimento, networking e geração de negócios, há também espaço para quem procura oportunidades no setor de trabalho e emprego.

A Mostra Empresarial é um espaço destinado às instituições de ensino, do sistema científico e de inovação, empresas em crescimento com forte presença internacional, mas também, setores que se destacam pela sua capacidade inovadora, tecnológica e de criação de emprego qualificado. Ao todo, estarão presentes diversas empresas e entidades.

Há oportunidades para quem quiser adquirir conhecimento para aplicar nas temidas entrevistas de emprego. No dia 25, quinta-feira, uma das palestras do palco da Mostra Empresarial, aborda o tema “Como ser selecionado?”, evento promovido pela CASAIS. Também pode saber como aplicar o conhecimento adquirido com o painel “Aprendi muito: O que faço com isso?”, promovido pela APTIV Braga.

A comunidade brasileira, com maior número de estrangeiros no Município de Braga, também é uma das que mais busca oportunidades de emprego e trabalho. Dos quase 200 mil habitantes a viver no município, cerca de 15 mil são do Brasil, o que representa 7,5% da população, com uma força de trabalho cada vez maior. A jornalista brasileira Malena Ramos vive em Braga há 5 anos e vê na Semana da Economia, uma boa oportunidade para se atualizar. “Além do conhecimento e informação que pretendo adquirir na cimeira, a mostra empresarial também será importante para perceber quais empresas buscam profissionais e quais as áreas que oferecerem condições de emprego”, explica.

O advogado luso-brasileiro Bruno Gutman, explica que eventos como a Semana da Economia de Braga, impulsionam a força de trabalho estrangeira e promovem a melhora efetiva da empregabilidade do município. “É uma excelente oportunidade para que os estrangeiros, residentes em Braga, possam conhecer as empresas e indústrias da região num único local, ao invés de procurar oportunidades em sites de internet ou em anúncios. E mais, o trabalhador pode ter uma aproximação pessoal com as empresas e ter informações relevantes sobre vagas de trabalho disponíveis”, reforça.

A Mostra Empresarial da Semana da Economia expõe o que de melhor se faz a partir de Braga ao nível da produção de conhecimento e tecnologia. “Esta edição conta com um conjunto de sessões direcionadas a empresários, empreendedores, decisores empresariais, especialistas, profissionais, estudantes e comunidade, tendo por base a dinamização económica e a temática central desta edição: Investigação e Transferência de Tecnologia”, acrescenta Carlos Silva, administrador executivo da InvestBraga.

Diferentes setores compõem a lista de empresas presentes na Mostra Empresarial. Os participantes encontrarão desde oportunidades nas áreas de Tecnologias da Informação, Construção Civil, Indústrias, Serviços, Instituições de Ensino Profissionais e Superior, entre outros segmentos.

Promovida pela InvestBraga e pelo Município de Braga, a 6ª Semana da Economia decorre até sexta-feira, dia 26 de maio, no Altice Forum Braga, num evento dedicado à Investigação e Transferência de Tecnologia, que irá permitir a discussão em torno de matérias como a inteligência artificial e o impacto na competitividade das empresas. O evento é aberto ao público e gratuito, porém é necessária inscrição prévia para a participação em dos fóruns e conferências. Pode consultar o programa completo neste link.

Imagem: DR.

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Portugal: “Eu Decido NextGen” reúne jovens líderes em debate sobre o futuro da nova geração

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O auditório do Taguspark, no concelho de Oeiras, em Portugal, recebe, no dia 19 de setembro, entre as 09h e às 19h, o painel de debate especial “Eu Decido NextGen”, uma iniciativa moderada pelo CEO da Dale Carnegie Portugal e especialista em gestão das pessoas, recursos humanos e liderança, Pedro Ramos, que reunirá sete jovens participantes para debater o papel da nova geração na construção do futuro. Esta iniciativa acontece no âmbito do evento “Faz a Tua Mudança”, organizado por Adriana Carneiro, mentora e coach de Liderança.

Sob o lema “O futuro não está à espera”, o encontro pretende “promover um espaço de reflexão e diálogo em torno dos desafios enfrentados pelos jovens, incentivando a participação ativa na definição das decisões que irão moldar a sociedade dos próximos anos”.

O painel contará com a participação de Inês Siopa, Carolina Almeida, Laura Gomes, Afonso Almeida, Inês Moleiro, José Lages e Joana Ramos, jovens convidados para “partilhar experiências, perspetivas e propostas sobre temas ligados à liderança, participação, inovação e intervenção cívica”.

A organização apresenta o evento como um “encontro entre diferentes vozes da mesma geração”, sintetizado na mensagem “7 vozes. 1 geração. 1 decisão.”, procurando demonstrar que “os jovens não são apenas destinatários das mudanças, mas protagonistas da sua construção”.

A filosofia da iniciativa é resumida na frase que acompanha o evento: “Enquanto muitos discutem o futuro, eles já o estão a construir”.

Ígor Lopes

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Angola: Pedro Ramos defendeu em Luanda “liderança centrada nas pessoas” durante o “Carreira International Summit 2026”

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Pedro Ramos, CEO da Dale Carnegie Training Portugal e da Rharo by Group Talent, participou, em Luanda, Angola, no “Carreira International Summit 2026”, realizado no passado dia 8 de julho, no Epic Sana Luanda. O encontro, organizado pela “Revista Carreira”, em parceria com a “Dale Carnegie Training Portugal” e a “Rharo by Group Talent”, foi apresentado como um “espaço internacional de reflexão sobre o futuro do trabalho, da liderança e das organizações”.

Sob o tema “Pessoas Reais (RE)Inventam o Futuro Artificial”, Pedro Ramos fez a palestra de abertura do evento, centrando a sua intervenção na necessidade de colocar as pessoas no centro da transformação organizacional, num tempo marcado pela aceleração da inteligência artificial, pela redefinição das carreiras e pelas novas exigências da liderança. A agenda do summit foi orientada para as dinâmicas emergentes do mercado laboral, a transformação organizacional e as trajectórias de carreira em contexto global.

O evento reuniu líderes empresariais, decisores públicos, especialistas e representantes institucionais de Angola, Portugal, Brasil, Moçambique e Líbano, reforçando Luanda como “espaço de diálogo lusófono e internacional sobre gestão de pessoas, tecnologia, inovação e desenvolvimento humano”. A organização avalia que o summit foi o primeiro encontro internacional em Angola inteiramente dedicado a esta agenda, com a ambição de “aproximar lideranças e gestores de pessoas de diferentes geografias”.

A presença de Pedro Ramos em Angola confirma a expansão da sua agenda internacional e o posicionamento da “Dale Carnegie Training Portugal” e da “Rharo by Group Talent” em mercados lusófonos estratégicos.

“Num contexto em que as organizações procuram responder à pressão tecnológica sem perder vínculo humano, a minha intervenção em Luanda destacou uma mensagem central: o futuro pode tornar-se mais artificial, mas continuará a depender de liderança, consciência, confiança e capacidade de mobilizar pessoas”, disse Pedro Ramos.

Ígor Lopes

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CCP destaca voto eletrónico, apoio à Venezuela e reforço dos direitos da diáspora nas conclusões das reuniões presenciais do Conselho Permanente em Lisboa

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O Conselho Permanente do Conselho das Comunidades Portuguesas (CP-CCP), presidido por Flávio Martins, divulgou, em comunicado, as principais decisões alcançadas no âmbito das reuniões presenciais realizadas em Lisboa entre 29 de junho e 1 de julho, iniciativa que ficou marcada por deliberações e mensagens consideradas de “maior impacto direto para a diáspora portuguesa”, destacando temas como o voto eletrónico, o ensino do português no estrangeiro, os serviços consulares, os processos de nacionalidade e o apoio à comunidade portuguesa na Venezuela, além da aprovação de uma moção de solidariedade institucional dirigida ao povo venezuelano e à comunidade portuguesa residente naquele país, na sequência dos recentes sismos que afetaram a região no final de junho.

No plano da participação cívica, o CCP assinala como um dos principais avanços o anúncio feito pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, relativo à realização de uma experiência-piloto de voto eletrónico nas próximas eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas, previstas para 2027.

A medida, considerada um passo relevante para facilitar a participação eleitoral dos emigrantes, visa testar novas soluções tecnológicas para futuros atos eleitorais. A modernização dos processos eleitorais constituiu, aliás, uma das principais reivindicações apresentadas pelo Conselho. O CCP voltou a defender o alargamento das modalidades de voto – presencial, postal e eletrónico – a todos os atos eleitorais nacionais, bem como o desdobramento das assembleias de voto no estrangeiro, procurando reduzir as dificuldades de acesso e combater a baixa participação registada em eleições anteriores.

Outro dos temas centrais incidiu sobre o ensino de português no estrangeiro. Durante as reuniões realizadas em Lisboa decorreram encontros de trabalho com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, dedicados à análise dos desafios e das oportunidades de expansão da rede de ensino da língua portuguesa junto das comunidades emigrantes, procurando reforçar a promoção da língua e da cultura portuguesas além-fronteiras.

No domínio dos serviços públicos, o Conselho Permanente dirigiu também um conjunto de propostas ao Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), defendendo medidas destinadas a acelerar e uniformizar os processos de nacionalidade e de registos civis, reforçar a digitalização dos serviços, melhorar a interoperabilidade entre o IRN e a rede consular portuguesa e ampliar a formação técnica dos postos consulares. O objetivo passa por “garantir maior previsibilidade nos prazos de resposta e uma aplicação uniforme dos critérios utilizados nos processos que envolvem portugueses residentes no estrangeiro”.

O comunicado reforça ainda a posição do CCP relativamente ao seu papel institucional, sugerindo uma participação mais ativa na definição das políticas públicas dirigidas às comunidades portuguesas.

Recorde-se que, desde 2023, o Conselho passou a ser obrigatoriamente consultado em matérias relacionadas com a diáspora portuguesa, reforçando a sua legitimidade enquanto órgão consultivo do Estado.

No plano organizativo, o CP-CCP confirma a consolidação do atual mandato através da assinatura do Relatório Anual de Atividades, da aprovação do Código de Conduta dos Conselheiros e da reeleição da Mesa Diretora, decisões que encerraram o ciclo de reuniões presenciais do Conselho Permanente realizadas na capital portuguesa.

Ígor Lopes

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